3. Nükleer yoğunlaĢma: Somatik histonlar (H1,H2A,H2B ve H4) arjinin ve
1.5. Sperm DNA Hasarı ve Apopitozis
1.5.2. Spermatozoon DNA’sındaki Hasar ve Önem
GRUPO FOCAL 3º ANO
Moderador: Vamos dar início ao nosso encontro. Pessoal, agente começa, com a seguinte questão: Qual é a motivação responsável pela escolha do curso de enfermagem pra vocês?
Est 01: Bom Moderador vou dar início, (...) a motivação que me levou a escolher o curso de enfermagem, na verdade eu acho que desde pequenininha eu já tinha algo que me puxava para área de saúde. É em 94, 97 desculpe-me eu passei no concurso da prefeitura aqui do município pra trabalhar na área de saúde, atuei por 09 anos na secretaria municipal, é, estou afastada hoje, afastada entre aspas, porque estou a disposição do município enquanto eu possa retornar minhas atividades, e lá sempre atuei na área de saúde, eu trabalhei com o SIM, SINASC, mortalidade e nascimento, trabalhei com o SIS pré-natal, trabalhei com o SIS hiperdia, hipertensos e diabéticos, já trabalhei em programas de vacinação, que é o PNI, e tudo isso só foi me fortalecendo cada vez mais pra área de saúde, né, e veio também a proposta do PROFAE, com o movimento do Ministério da Saúde, um programa desculpe, e assim pra capacitar auxiliares de enfermagem, posteriormente técnicos de enfermagem, e eu fiz o curso de auxiliar de enfermagem pelo PROFAE, não consegui vaga para o técnico, mas me esforcei bastante e fiz particular pelo CIACAPES, mas sempre com o intuito de procurar cada vez algo mais. Veio a proposta da universidade pra Santa Cruz, com o curso de enfermagem, e eu disse pronto agora é minha vez, não tinha como atuar lá fora, porque tendo em vista problemas familiares, tendo em vista emprego, porque emprego não se deixa do dia pra noite, até porque o vínculo empregatício com o município, e assim, eu disse se é da vontade de Deus, ele vai me dar esta oportunidade, e a oportunidade veio e eu hoje estou aqui no curso enfermagem, estou satisfeita, gosto muito da minha turma, estou gostando muito dos professores, principalmente do curso, e eu estou me realizando, enquanto futura profissional, que já sou profissional, embora de nível médio, mas virá oportunidade de nível superior, se Deus assim permitir.
Est 02 (5:15”) Bem é, eu, quando eu, quando eu tava prestes a, no pré-vestibular né, tinha aquela coisa de não saber o curso, e aí eu procurei um apoio psicológico no meu colégio, e aí aqueles testezinhos, mais eu não, não, tive essa primeira conversa com o psicólogo, mas eu não cheguei a fazer o teste, desisti, porque como eu gostava muito da disciplina de história, eu resolvi fazer história, só que aí, conversando com uma tia minha, que na época fazia medicina, ela perguntou porque que eu não iria pra área da saúde, porque que eu não, se eu nunca havia despertado a área da saúde. E desde pequenininha, eu tinha uma coisa na minha cabeça, é, qualquer coisa menos hospital, qualquer emprego menos hospital, porque o ambiente hospitalar me incomodava, de uma certa forma, também não sei se foi porque, a questão da saúde em relação a minha família, assim, foi muito forte, o que eu passei com minha mãe, eu queria qualquer coisa menos a saúde, só que nesta conversa com a minha tia, e essa minha tia é tia mais nova da família, a idade é muito próxima, a nossa, é a pessoa que eu tenho com espelho na minha família, então assim, é, eu naquela época com meus 17 a 18 anos, ouvir dela aquilo, o que ela tinha pra mim dizer, eu vi que eu não poderia dar um não a ela, ela falou um pouco da medicina, só que eu disse que não queria a medicina, e aí ela falou a respeito da enfermagem, resolvi fazer o vestibular pra enfermagem, não passei, e no mesmo ano que eu que fiz o vestibular, eu fiz o concurso pra técnico de enfermagem da UFRN, eu passei no técnico, e aí eu disse assim, o técnico você tem um ano pra prestar o técnico, e assim se eu gostar, eu continuo, se não, eu não continuo, fiz, cheguei a fazer um ano e meio de técnico, e assim me realizei, né... é, hoje eu não me vejo fora da enfermagem, é o que eu quero, é o que assim, me apaixonei mesmo pela profissão, e assim, pelas vivências que como estudante, do que os pacientes me passavam, mas assim, principalmente pelos meus professores, porque eu tive os melhores professores no técnico, assim eu olhava neles, eles chegavam pra dar aula com os olhos brilhando, falavam da relação deles com os pacientes deles, das experiências vivenciadas, e aquilo ali sim, me despertou ainda mais pra enfermagem e pra docência, porque eu tenho isso pra mim, eu quero a enfermagem e eu vou lutar pela docência, tudo em questão pelo meu técnico, pela experiência que tive no meu técnico.
Est 03: O meu caso com a enfermagem começou ainda no alojamento conjunto, aqui do HUAB quando eu nasci, segundo meu pai (risos) né, ele disse que quando foi ver mainha, eu tava lá no berço, ai ele disse essa menina ainda vai voltar pra cá um dia, como profissional de enfermagem, porque meu parto foi feito por um enfermeiro obstetra, aí se passaram vários anos e eu com uma quedinha também por história, é ciências sociais, e uma boa adolescente problemática que era, queria fazer psicologia, fiz vestibular, passei pra psicologia, só que antes de cursar desisti,
adolescente né, aí disse vou fazer pra ciência da computação, porque meu ex-namorado fazia, a oportunidade de ficar mais perto, fiz passei não cursei. Aí começou, eh, sei lá um resgate, de algumas influências que eu tive durante toda minha vida, minha família tem alguns profissionais de saúde, mas não de enfermagem, e eu disse porque não enfermagem, né, aí surgiu a oportunidade, vestibular pra federal de Campina Grande, curso em Cuité, tava abrindo, e eu disse vou fazer, é, antes de fazer esse vestibular pra enfermagem, meu pai queria me mandar pro internato, éh, judaico, na Bahia, que lá você faz o ensino médio e logo depois você adentra automaticamente como técnico de enfermagem, ensina as meninas a cuidarem das pessoas, só que aí graças a Deus eu passei pra Cuité, na época foi maravilhoso, porque além de passar pra um curso de saúde, a família ficou toda feliz, é, eu passei com 15 anos e alguns meses, então bastante felicidade, numa edição do vestibular, que eram 17 pessoas pra uma vaga, foi escândalo, assim foi muito bom, só que aí eu sentia muita falta da minha família né, num estado diferente, numa cidade diferente, não conhecia ninguém, tive que fazer uma rede de relacionamentos toda nova, sentia muita falta de voltar pra cá, aí UFRN, né, surgiu aqui também, disse vou fazer pra Santa Cruz, fiz passei. No início do curso senti dificuldade em algumas disciplinas, é tanto que vocês sabem que eu não sou dessa turma, né, quer dizer não era, mas vocês trataram por me adotar aqui, e agora eu me sinto da turma, e depois do segundo período eu fui começando a engrenar novamente, depois do terceiro já tava tudo bem e hoje em dia eu sou maravilhada com o curso, é, as experiências com os professores, tipo eu ficava pensando: meu Deus eu adoro pediatria e descobri que eu amo obstetrícia, que eu amo várias coisas que a enfermagem trabalha e auxilia as pessoas né, e eu estou plenamente realizada, assim como a minha colega Est 02 também pretendo ingressar na docência, mas sem destacar-se da enfermagem, da ideia central da enfermagem que é o cuidado.
Est 04: Pronto no meu caso também, eu tenho essa história familiar que me fez chegar aqui. Tenho minha mãe que foi secretaria de saúde lá em Lajes, meu pai tem uma farmácia, assim vou falar só daqueles mesmos mais próximos, tenho um tio que era farmacêutico e o meu esposo por ser médico. Então assim eu me via totalmente centrada na área da saúde, não tinha como arranjar outro espaço, realmente eu sempre tive aptidão pela área da saúde, sempre sabia que era aquilo que eu queria fazer, mas eu não pensava em fazer enfermagem. Eu tinha outros sonhos, mas as circunstâncias me fizeram chegar até aqui, e assim muito feliz por ter feito enfermagem, muito feliz por conhecer toda a turma, apesar de ter chegado a ter alguns conflitos internos, que me fizeram até ter trancado algumas matérias do curso e tentar fazer vestibular novamente, não deu certo, mas assim eu acredito muito que a enfermagem tem muito a contribuir, tem muito a contribuir até mesmo pra o meu papel na sociedade, e assim eu pretendo permanecer, eu sou fã da minha turma, gosto dos meus professores, adoro todos mesmo, e eu tenho assim um grande sonho, que se der tudo certo que eu possa continuar e assim como as minhas colegas eu também tenho vontade de ser docente.
Est 05: Na verdade assim, eu nunca tive uma paixão pela enfermagem, porque assim no ensino médio a gente, a pessoa vai meio que sendo embolada pelo que a turma vai dizendo, vai falando, todo mundo vai querendo fazer a mesma coisa na verdade, seguindo amigos ou seja a questão de amizade, e na verdade chegou o terceiro ano e eu não sabia bem, direito o que eu ia fazer, mas também, é, pelo assim, não sei nem como, o motivo assim concreto por ter botado a enfermagem no primeiro vestibular, mas botei, sabia que já não ia passar, porque não tinha estudado tanto, suficiente, é, fui no próximo ano, fiz vestibular, tentei vestibular de novo pra enfermagem, mas uma vez não passei, é, fazia cursinho durante o dia, mas, é porque... (fala emocionada com inicio de choro). Foi assim, cada vez eu sabia que, procurando saber o que realmente a enfermagem fazia, depois do primeiro ano eu fiz vestibular, e eu fui me interessando pela área né, fiz o segundo vestibular não passei, fiz o terceiro vestibular não passei também (choro), ai gente se quiser pode (silêncio) e a cada vestibular era muito complicado pra mim, porque tem a questão dos pais, toda a questão da família, fica todo mundo pressionando em cima de você, quando foi no quarto ano de vestibular eu resolvi que ia trabalhar, então começar a trabalhar no comércio em Caicó, mas assim sempre chegava a noite, chegava tarde em casa, cansada e ia estudar, pra ver, tentar né, mas uma vez a decepção, não passei, quando foi no último ano, eu disse realmente eu não vou estudar mais não, eu tô cansada, tô exausta e trabalhando ainda, não fiz cursinho, as vezes que dava pra estudar, estudava as matérias mais que eu achava que eu sentia dificuldade, e (choro), quando foi no quinto vestibular, foi o ano que realmente eu passei, graças a Deus, eu não sei se é porque todo ano eu botava pra Natal e tinha que ser aqui em Santa Cruz, não sei o que era, botei pra santa Cruz, é, graças a Deus passei, e fiquei com medo por saber, que não sabia o que me esperava aqui em Santa Cruz, mas mesmo assim vim, com forças, sabia que ia ser difícil pra mim porque sempre vivi com meus pais, ia ser difícil a questão familiar, mas.... Quando eu comecei a faculdade eu fiquei em dúvida, se era realmente o que eu queria, eu pensei, passei esses anos todinho tentando pra enfermagem, e chegar aqui, é, se não saber se era isso que eu quero, e quando foi nos primeiros estágios, nos primeiros estágios na
verdade eu prometi que antes disso eu gostava tanto da enfermagem, mas foi nos primeiros estágios que eu comecei a me identificar, pela questão de, sei lá, pela convivência com as pessoas, eu saber o que cada pessoa tava sentindo e eu podia cuidar, sei lá, não sei bem o motivo, mas sei que a partir desse momento foi quando eu comecei a me identificar mais com enfermagem.
Est 06: Bem, acho que como as meninas já falaram eu também, logo no terceiro ano eu fiquei meio que na dúvida, eu gostava muito de história, gostava um pouco dessas disciplinas da área de humanas, só que também tinha um encanto enorme pela área da saúde, seja lá qual fosse, eu não sabia qual escolher, meus pais também tem a maior coisa, assim, achava lindo eu queria um filho meu que fosse da área da saúde, aí sei que ficava, eu ficava sempre em dúvida, em fazer psicologia ou fazer algo que envolvesse a área da saúde, mas sei que sempre minha tendência foi pra, pronto, todos os meus vestibulares que eu fiz foi pra área da saúde, não especificamente enfermagem. Tentei o primeiro, não passei, o segundo também não, aí no terceiro eu fiz pra cá, e passei. No início eu fiquei assim, não, vou cursar, vou ver no que dar, se eu vou gostar realmente de enfermagem, e depois também nos estágios, que começou realmente os estágios, eu me vi gosto muito de enfermagem, é isso mesmo que eu quero, me identifiquei muito, também gosto da minha turma, dos professores também.
Est 07: Bem, no meu caso já a escolha pela enfermagem foi complicada, principalmente pelo meu terceiro ano, que toda vida eu fui um aluno muito bom, mas quando chegou no terceiro ano eu comecei a jogar tudo pra cima, né, os meus estudos, foi bem difícil porque junto ao terceiro ano eu também tinha o cursinho, e no final das contas eu me sentia muito saturado, e uma coisa que me frustrou bastante foi também, o de o ano todinho eu me preparar pra uma coisa, pra um determinado curso, e chegar na hora de decidir mesmo, conversando com minha mãe e com minha vó, que é até então quem morava comigo e quem pagava minhas contas e quem consequentemente mandava em mim, elas chegaram e por questão financeira, é, disseram que eu ficasse aqui por Santa Cruz mesmo, e eram três cursos, no caso fisioterapia, nutrição e enfermagem, que eu não via como curso assim que eu queria seguir como carreira, infelizmente, frustrado também, tive que fazer o vestibular, né, e continuei estudando, assim bem, bem solto mesmo sem querer mesmo fazer o vestibular, até ia fazer só mesmo pela questão de vontade dos pais, não tinha ânimo nenhum pra fazer, só que chegando perto do vestibular e vendo todos meus colegas estudando começou a bater um peso na consciência e um medo de ficar pra trás, né, pensar que poxa todo mundo vai passar e eu vou ficar aqui pra trás, meus colegas vão tudo na faculdade já e eu vou passar outro ano no cursinho, e pensando também em toda questão da família também né, que sempre pega no seu pé, no meu caso era a bichinha da minha vó, pegando no meu pé dizendo que eu não ia passar, mas até aí tudo bem, e chegando na última semana, comecei a pelo menos revisar o conteúdo, né, já que tinha tido uma base pelo menos boa, o problema foi só no terceiro ano, e fui fazer o vestibular bem tranqüilo, né, porque tem muita gente assim, né, tipo nervoso, passando mal mesmo, toda a questão de pressão, por um lado eu até achei isso bom essa falta de pressão, por fazer a prova um pouco tranquilo, e nisso deu certo, eu acredito que o fato emocional foi mais forte do que realmente eu tava preparado, do eu tinha estudado, e passei, passei numa colocação até razoável, e assim, entrei no curso muito frustrado, a frustração continuou, não queria de jeito nenhum, vinha pra cá como se fosse pra fazer alguma coisa, pra não ficar desocupado, só que assim ao passar do curso e do tempo, felizmente chegou o quarto período onde a gente pode ter o primeiro contato de fato com a enfermagem, que é semiologia, e também como já foi citado aqui, é os professores daqui eu acho que foi fundamental nessa construção, do meu ponto de vista como enfermeiro, né, eu acho que vem realmente atuando como enfermeiro, foram professores maravilhosos, que tiveram todo paciência, e que a gente vê realmente que é um espelho, é uma pessoa a ser seguida né, então, a parti do primeiro contato que eu vi realmente de fato né, o que é a enfermagem, e graças a Deus né, poder ne identificar com o curso e também hoje eu posso dizer né, que eu não me vejo sem a enfermagem, isso é o que eu quero, e que hoje eu tô bem satisfeito mesmo.
Est 08: Bom, não tão diferente como a maioria das pessoas, eu também no meu terceiro fiquei naquela, ai meu Deus eu vou ser o que quando crescer? Aí fui por eliminação, pensei na parte de humanas, engenharia e vi que eu não queria, aí fui pra parte biomédica, e dos cursos da biomédica o que mais me chamou atenção foi realmente a enfermagem, disse aí vou ser enfermeira, mas aquela coisa só tinha 17 anos, eu não sabia se era realmente o que eu queria, mas disse, já que tenho que fazer uma coisa vou fazer, fiz vestibular, passei no meu primeiro vestibular, cheguei aqui em Santa Cruz, eu nunca tinha saído de perto dos meus pais, eu nunca tinha saído de perto de nenhum familiar meu, de repente eu me vi morando sozinha com amigos, nem eram amigos porque as meninas com quem eu vi morar eu nem conhecia elas, conheci no dia que a gente ia começar a morar. No começo foi meio difícil, claro, é tanto que a adaptação continua, em espaço diferente, porque faculdade é totalmente diferente de colégio, e era o que eu era totalmente acostumada, chegar no colégio com
colegas num sei que, e aqui não eu conheci personalidades diferentes, as pessoas da minha turma nem todas eram da mesma faixa etária que eu, culturas diferentes, culturas diferentes, então, eu tive que me adaptar, mas graças a Deus eu fiz a escolha certa, hoje eu tô consciente que é a enfermagem que eu quero, e tô adorando a minha vida de hoje, tô totalmente adaptada.
Est 09: Bom pessoal eu acho que minha vida é assim mais parecida como a de Luiz, eu nunca tive nenhuma relação mesmo com minha mãe, eu fui criado pela minha vó, meu avô e meu pai, é, aquele jeito, né, você sabe que o povo diz que quem é criado pela avó é mimado, né, é eu sempre fui escoteiro, e o presidente dos escoteiros tinha uma republica em Natal, nunca quis nada saber com os estudos, nunca estudei na minha vida até a oitava série eu nunca estudei, perdia aula, perdia prova, perdia tudo, mas também graças a Deus eu nunca fui reprovado, você sabe a resposta, né, o porque. Fui com quatorze anos pra Natal, estudar lá, é, passei quase cinco anos da minha vida lá, e em um ano eu ia ver minha família eu acho que duas no máximo três vezes eu ia pra Apodi. Ficava em Natal o não todinho, eu acho que foi a época mais difícil da minha vida, assim, em relação a dificuldade, tristeza mesmo, eu já cheguei a ter estresse tão grande, de chorar, querer sair correndo, querer ir embora, querer voltar pra casa, mas fui criando forças, fui criando vários laços lá em Natal, até que um dia assim várias pessoas moravam comigo e oito homens, várias pessoas passavam mal, a gente ia pro hospital, ia, e eu ia sempre pelo fato de eu não pagava republica, eu ajudava e eu sempre tava acompanhando essas pessoas no hospital, e ficava e via, eu olhava muita essa parte de biomédica, eu sempre gostei também, mas eu via o tratamento dos médicos com as pessoas, eu queria ser médicos inicialmente, era o sonho ser médico, mas, como eu via o jeito que eles tratavam os pacientes assim, aquela indiferença, aquele fato de não olhar nem no olho, de não falar direito com a pessoa, e sempre tinha um enfermeiro assim, ou técnico de enfermagem, que eu via que se importavam mesmo com aquele problema, com aquela pessoa, e, até meu terceiro não sabia também, se era realmente isso que eu queria, gostava muito de engenharia, mas não sabia nada de matemática, e sabia muito biologia, física, química eu gostava muito e sabia mesmo, aí foi que