9. İletişim tarzımızın kısa ve uzun vadedeki sonuçlarından sorumlu olduğumuzu kabul etmek ve başkalarından da aynısını beklemek
1.3 SINIF İÇİ DİSİPLİN, SORUNLU DAVRANIŞLAR VE BUNLARA YÖNELİK STRATEJİLER
1.3.3 Sorunlu Davranışların Ortaya Çıkmasını Etkileyen Etmenler
No ano de 2005, o presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários (SEEB) de Presidente Prudente, o senhor Edmilson Trevisan, afirmou que o número de empregados diminuiu no período de 1995 até 2003, assim como o número de
associados do sindicato. Em período anterior havia 3000 trabalhadores bancários associados e no ano de 2005 o numero estava reduzido a 1165, portanto houve uma diminuição significativa de 61% no número de trabalhadores bancários.
De acordo com os dados do CAGED, até o dia 1º de janeiro de 2008 existiam: 651 empregos formais no município de Marília nas instituições de crédito e 69 estabelecimentos; 851 empregos formais na micro região de Marília e 104 estabelecimentos; 1.065 empregos formais em instituições de crédito, seguros e capitalização município de Presidente Prudente e 90 estabelecimentos; 1.578 empregos formais na micro região de Presidente Prudente e 186 estabelecimentos.
Quadro 6: Movimentação do Emprego nas Instituições de Crédito, Seguros e Capitalização de Marília e Presidente Prudente em Relação à Micro Região.
MARÍLIA (jan/ dez) 2005 (jan/ dez) 2006 (jan/ dez) 2007 (jan/ abr) 2008 Movimentação Município Micro
Região Município Micro Região Município Micro Região Município Micro Região51 Admissão 82 105 57 88 59 68 30 - Desligamento 87 106 49 68 82 96 36 - Variação Absoluta -5 -1 8 20 -23 -28 -6 -
P. PRUDENTE (jan/ dez) 2005 (jan/ dez) 2006 (jan/ dez) 2007 (jan/ abr) 2008 Movimentação Município Micro
Região Município Micro Região Município Micro Região Município Micro Região Admissão 186 249 147 255 152 192 40 56 Desligamento 172 226 102 141 91 115 41 45 Variação Absoluta 14 23 45 114 61 77 -1 11 Fonte: CAGED, 2008. Org. Ivanildo Dias Rodrigues.
51
Por motivos de problemas técnicos na página do CAGED não foi possível obter os dados da Micro Região de janeiro a abril de 2008 para o município de Marília.
Na Unidade da Federação existia, até o dia 1 º de janeiro de 2008, 227.450 empregos formais e 19.082 estabelecimentos.
Quadro 7: Movimentação do Emprego nas Instituições de Crédito, Seguros e Capitalização de Marília e Presidente Prudente em Relação à Unidade de Federação (SP).
MARÍLIA (jan/ dez) 2005 (jan/ dez) 2006 (jan/ dez) 2007 (jan/ abr) 2008 Movimentação Município U.F. Município U.F. Município U.F. Município U.F.
Admissão 82 52.279 57 40.059 59 36.958 30 15.124 Desligamento 87 38.804 49 26.167 82 26.050 36 11.996
Variação absoluta
-5 13.475 8 13.892 -23 10.908 -6 3.128
P. PRUDENTE (jan/ dez) 2005 (jan/ dez) 2006 (jan/ dez) 2007 (jan/ abr) 2008 Movimentação Município U.F. Município U.F. Município U.F. Município U.F.
Admissão 186 52.279 147 40.059 152 36.958 40 15.124 Desligamento 172 38.804 102 26.167 91 26.050 41 11.996 Variação absoluta 14 13.475 45 13.892 61 10.908 -1 3.128 Fonte: CAGED, 2008. Org. Ivanildo Dias Rodrigues.
No ano de 2008, no Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários (SEEB) de Marília o seu presidente, senhor Edilson Julian, afirmou que houve de 1995 até 2007 uma diminuição de cerca de 50% no número de trabalhadores bancários e conseqüentemente no de filiados, aproximadamente na mesma proporção.
O trabalhador bancário de acordo com o presidente Edilson é um trabalhador qualificado, que tem escolaridade, sabe lidar minimamente com a tecnologia e com o público, por isso quando perde o emprego na agência bancária, reúne condições de encontrar uma nova colocação no mercado de trabalho com carteira registrada, porém com um salário reduzido. Aquele trabalhador bancário que busca colocações informais geralmente vai trabalhar nas financeiras ou cooperativas de créditos que estão se multiplicando rapidamente, sendo que estes empregos geralmente são informais. Há também os bancários com maior tempo de trabalho que ao perder o emprego utilizam o montante do dinheiro arrecadado com os direitos trabalhistas e passa a atuar como agiota, o que corresponde a uma atividade informal.
No entanto, a informalidade do trabalho atinge o setor bancário de forma específica, se pensarmos pelo viés dos empréstimos e financiamentos que o banco realiza para trabalhadores
com carteira registrada, assim como para os aposentados e pensionistas, ou micro e pequenos empresários formais. Neste caso tanto os trabalhadores informais como comerciantes ilegais são impossibilitados de realizar tais transações por não possuir comprovação de renda, renda fixa ou emprego estável. Portanto, na medida em que a informalidade aumenta de forma exorbitante, o público alvo do patronato bancário diminui, ao mesmo tempo aumentam as práticas de fusão e contratação de estagiários e se acelera a política gestora patronal de exigir do trabalhador bancário com emprego fixo a realização de várias atividades ao mesmo tempo, inclusive como vendedor.
Neste sentido, a realização de greves por trabalhadores bancários em grande medida perdeu a eficácia, já que grande parte das transações pode ser realizada fora da agência em caixas eletrônicos, via internet e pelo correio. A última greve significativa foi em 1995, houve outra 2006 que durou apenas 2 dias, muito embora a exploração do trabalho seja cada vez mais intensa.
Hoje em dia, quando um bancário não consegue atingir as metas, ele perde o emprego, o patronato diz que não, mas nós do sindicato sabemos que perde, assim como nós sabemos que a venda casada é proibida, mas se tornou prática comum, como a pressão é muito grande o bancário tenta emprego público, privado, ou um negócio por conta própria muitas vezes na informalidade52.
São impostas metas de venda de produtos do banco como seguros, títulos de capitalização, financiamentos etc. Para o bancário, a venda casada torna-se uma estratégia, em que a concessão de um empréstimo, por exemplo, é atrelada à condição de compra de um destes produtos pelo cliente. Caso haja reclamações por parte dos clientes o próprio bancário vai formando um dossiê que irá pesar contra ele mesmo, podendo ser demitido por tentar atrelar a venda de um produto a um serviço obrigatório. No entanto, o atrelamento é fruto de toda a pressão que o bancário recebe para cumprir as metas de vendas, levando-o muitas vezes, até exercer a atividade de vendedor fora do expediente de trabalho.
Outro ramo de atividades muito importante com relação à geração de empregos é a indústria da alimentação, principalmente no município de Marília. Neste ponto, os números apresentados pelo CAGED nos causam certo estranhamento, quando comparados aos números referentes ao município de Presidente Prudente.
52
Depoimento dado pelo senhor Edilson Julian atual presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Marília, no dia 29 de maio de 2008.
3.4. Análise Preliminar da Movimentação do Emprego Formal na Indústria de