• Sonuç bulunamadı

Sonuçlar: En yaygın ilk cevap „düĢünmek‟

3. TASARIM ARAÇLARINI TANIMAK

3.2 Tematik analiz

3.2.2 Sonuçlar: En yaygın ilk cevap „düĢünmek‟

Considerando que o tema gestão portuária, desempenho portuário e o Porto de Suape ainda se constituem construtos pouco explorados no meio acadêmico brasileiro, vários estudos poderão ser ainda desenvolvidos, focalizando-se as seguintes contribuições:

A realização de um estudo comparativo dos indicadores de desempenho do porto de Suape

com os principais portos do Nordeste, como Itaqui, Pecém e Salvador, com vistas a identificar os pontos convergentes e divergentes no desempenho desses portos.

A realização de um estudo comparativo do porto de Suape, com os principais portos brasileiros, considerando o ranking dos dados estatísticos da ANTAQ, com o objetivo de analisar a eficiência produtiva dos vários portos brasileiros.

Elaboração de um estudo comparativo de Suape com os principais portos internacionais, com base no modelo de gestão Land lord Port, com o objetivo de avaliar o porto de Suape em relação a esses portos.

Elaboração uma pesquisa exploratória com os usuários do porto para identificar como são percebidos os impactos futuros da Nova Lei dos Portos.

REFERÊNCIAS

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGA - ANTAQ. Indicadores de desempenho portuário: cartilha de orientação, ano 2003. Disponível em:

<http://www.antaq.gov.br/portal/DesempenhoPortuario/Cartilha.pdf>. Acesso em: 24 abr.

2014.

____________. Glossário. Disponível em: < http://www.antaq.gov.br/acessoainformacao/>. Acesso em: 30 set. 2014.

____________. Sistema de desempenho portuário. Disponível em:

<http://www.antaq.gov.br/portal/DesempenhoPortuario/SDP_Manual_do_Usuario_Fev2014.p

df>. Acesso em 09 fev. 2015.

____________. Sistema de informações Gerenciais. Disponível em:

<http://www.antaq.gov.br/sistemas/sig/AreaTrabalho.asp>. Acesso em 08 mar. 2015.

____________. Resolução nº 2969 de 4 de julho de 2013, que define a classificação dos portos públicos, terminais de uso privado e estações de transbordo de cargas em marítimos, fluviais e lacustres. Disponível em:

<http://www.antaq.gov.br/Portal/pdf/Classificacao_PortosPublicos_TUPs_EstacoesTransbord

oCargas.pdf>. Acesso em: 08 fev. 2015.

BARAT, J. (Org.) Logística e Transporte no processo de globalização: oportunidades para o Brasil. São Paulo: UNESP, 2007.

BARAT, J. Globalização, logística e transporte aéreo. São Paulo: Senac, 2012.

BORGER A.; BORGER F. Portos e Terminais Marítimos do Brasil.2. ed. Joinville, SC : Bela Catarina, 2009.

BRASIL. LEI Nº 12.815, de 5 de Julho de 2013. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br>. Acesso em: 29 nov. 2013.

_______. LEI Nº 8.630, 25 de Fevereiro de 1993. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br>. Acesso em: 29 nov. 2013.

_______. LEI 9.537, 11 de dezembro de 1997. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9537.htm >. Acesso em: 29 set. 2014. CAMPOS NETO, C. A. S et al. Gargalos e demandas da infraestrutura portuária e os investimentos do PAC: mapeamento IPEA de obras portuárias. Texto para discussão, Brasília: IPEA, nº 1423, out. 2009.

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRANSPORTES. Pesquisa CNT do Transporte Marítimo - 2012. Disponível em :

CRUZ, S.M.L. Diagnóstico em Relação ao transporte de cabotagem no porto de Suape. Dissertação de Mestrado – Universidade Federal de Pernambuco. Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção. Recife, 2011.

CURCINO, G. A. Análise de adequabilidade de portos às novas teorias e práticas portuárias: um estudo de caso no porto de Belém. 2007. Dissertação de Mestrado – Universidade de Brasília, departamento de engenharia civil e ambiental. Brasília, 2007. DAVIS, M. M; AQUILANO, N. J. ; CHASE, Richard B. Fundamentos da administração da produção. 3e.d. Porto Alegre: Bookman, 2001.

DIRETORIA DE PORTOS E COSTA . Histórico. Disponível em:

<https://www.dpc.mar.mil.br/info_dpc/historico.htm>. Acesso em: 14 jul, 2014.

FALCÃO, V. A; CORREIA, A. R. Eficiência portuária: análise das principais metodologias para o caso dos portos brasileiros. Journal of Transport Literature, vol. 6, n. 4, pp. 133-146, 2012.

FERREIRA, J. J. Classificação de Portos Organizados: Um estudo de caso no Brasil. Dissertação de Mestrado em Transportes, Publicação T.DM – 016 A/2012, Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, Universidade de Brasília, Brasília, DF, 2012.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. HAIR, JR. et al. Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração. Porto Alegre: Bookman, 2005.

IPEA. Portos Brasileiros: diagnóstico, políticas e perspectivas. Série eixos do desenvolvimento brasileiro, nº 48. Brasília: Ipea, 2010.

KEEDI, S.; MENDONÇA. P. C.C. Transportes e seguros no comércio exterior. 2. ed. São Paulo: Aduaneiras, p. 251. 2003.

LACERDA, S. M. Investimentos nos Portos Brasileiros: oportunidades da concessão da infraestrutura portuária, BNDES Setorial. nº22. P. 297- 315, Rio de Janeiro, setembro, 2005. LLAQUET J.L.E. “Los puertos españoles y su relación con las ciudades. Unanálisis de su reciente evolución”, Portus, nº 4 (2/2002); Marsilio Editori :Venice, 2002.

MALHOTRA, K. N. Pesquisa de Marketing: uma orientação aplicada. Tradução Laura Bocco. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

MARTINS, G.A.; DOMINGUES O. Estatística geral e aplicada. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011.

MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2012.

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES – MT. Portaria – MT nº 1.031/ 93). Disponível em :

MORAES, H. B. Material Didático. Departamento de Engenharia de Transportes – Centro Tecnológico. Universidade Federal do Pará, 2003.

NOVAES, A. G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição. 3ª reimpressão. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

PIERDOMENICO, F. Audiência Pública, Senado Federal, Comissão de agricultura e reforma Agrária e Comissão de Serviços de Infraestrutura, Secretaria dos Portos, 29 de julho de 2010. Disponível em:

<http://www.senado.leg.br/comissoes/ci/ap/AP20100629_Fabrizio_Pierdomenico.pdf>.

Acesso em: 24 abr. 2014.

PIRES, S.R.I. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégia, práticas e casos- Supply Chain Management. 2.ed. 7 reimp. São Paulo: Atlas, 2013.

PORTO, M. M. Portos e o Desenvolvimento. São Paulo: Lex , 2006.

RECEITA FEDERAL. Decreto nº 1.910, de 21 de maio de 1996. Disponível em: <

http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/decretos/ant2001/ant1999/dec191096.htm>. Acesso em: 08 de fev. 2015.

RECEITA FEDERAL. Despachante Aduaneiro. Disponível em: <

http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/procaduexpimp/DespachanteAdu.htm>. Acesso em: 08 de fev. 2015.

REPEZZA, A. P. et al. Análise de stakeholders e cadeia de valor para formulação estratégica da Apex-Brasil. Painel 23/84. Gestão estratégica de políticas públicas. V Congresso CONSAD, 2012. Disponível em:< http://consadnacional.org.br/wp-

content/uploads/2013/05/084-AN%C3%81LISE-DE-STAKEHOLDERS-E-CADEIA-DE- VALOR-PARA-FORMULA%C3%87%C3%83O-ESTRAT%C3%89GICA-DA-APEX- BRASIL.pdfjul>. Acesso em: 29 set. 2014.

ROESCH, S. M. A. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudo de caso. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1999.

SANTANA. J. R. Análise de adequabilidade da infraestrutura do porto do recife: um estudo de caso. Dissertação de Mestrado Profissional em Gestão Empresarial, Faculdade Boa Viagem , Recife, 2012.

SECRETÁRIA DE PORTOS. Sistema portuário brasileiro. Disponível em:

<http://www.portosdobrasil.gov.br/assuntos-1/sistema-portuario-nacional>. Acesso: 22 jul. 2014.

SECRETARIA ESPECIAL DOS PORTOS- SEP. Plano Mestre do Porto de Suape.

Disponível em: http://www.portosdobrasil.gov.br/assuntos-1/pnpl/arquivos/planos-mestres-

versao-completa/porto-de-suape.pdf . Acesso em: 08 mar. 2015.

SOUSA JUNIOR, J. N. C. ; PRATA, B. A. ; NOBRE JUNIOR, E. F. Análise da eficiência dos Portos da Região Nordeste do Brasil baseada em Análise Envoltória de Dados. Sistemas & Gestão, v. 3, p. 74-91, 2008.

SOUSA JR., J. N. C., Nobre Jr., E. F., Prata, B. A. and Mello, J. C. C. B. S. Avaliação da eficiência dos portos utilizando análise envoltória de dados: estudo de caso dos portos da região nordeste do Brasil. Journal of Transport Literature, vol. 7, n. 4, pp. 75- 106, 2013. SOUSA JR., J. N. C. Avaliação da eficiência dos portos utilizando análise

envoltória de dados: estudo de caso dos portos da região nordeste do Brasil. Fortaleza, 2010. Dissertação de Mestrado. Programa de Mestrado em Engenharia de Transportes, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, 89 fls, 2010.

SUAPE, Complexo Industrial Portuário de. Apresentação institucional Projetos e Oportunidade. Recife: Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, 2010. SUAPE, Complexo Industrial Portuário de. Histórico do Porto. Disponível em:

<http://www.suape.pe.gov.br/institutional/historic.php>. Acesso em: 29 jan. 2015.

TADEU, H. F. B.; SALUM, F. A. Visão crítica e possibilidade do setor portuário nacional. 14.ed. São Paulo: Revista Fundação Dom Cabral, 2011.

THE WORLD BANK. Port Reform Toolkit. The International Bank for Reconstruction and Development / The World Bank. p.82-8 2007.

TRIOLA, M.F. Introdução à estatística: atualização da tecnologia. Tradução e revisão técnica Ana Maria Lima de farias, Veras Regina Lima de Farias e Flores. 11. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.

UNCTAD- United Nations Conference Trade and Development. Guidelines for Port Authorities and Governments on the privatization of port facilities. 23 Setembro 1998. UNCTAD- United Nations Conference Trade and Development. The trading port - the prospects of the ports of the third generation, 1994.

APÊNDICE A - Roteiro da entrevista com o diretor de gestão portuária.

A presente entrevista trata-se de uma pesquisa sobre o porto de Suape e seus aspectos operacionais e gerenciais. Esta pesquisa tem como objetivo identificar como funciona a gestão portuária do Porto de Suape. Saliento que esta pesquisa é parte integrante de uma dissertação de mestrado da autora.

1. Quais as funções da diretoria de gestão Portuária em Suape?

2. Como funciona a gestão portuária e sua interface com os demais órgãos do governo? 3. Quais os indicadores de gestão utilizados em Suape?

4. Existe algum porto internacional adotado como referência para a gestão portuária em Suape?

APÊNDICE B - Questionário usado para coleta de dados usuários do porto de Suape.

O presente questionário trata-se de uma pesquisa sobre o porto de Suape e seus aspectos operacionais e gerenciais. Esta pesquisa tem como objetivo identificar os seus principais problemas estruturais, operacionais e de gestão, assim como, as possíveis sugestões de melhorias que, aplicadas, poderão proporcionar-lhe um melhor padrão de competitividade. Saliento que esta pesquisa é parte integrante de uma dissertação de mestrado. Sendo assim, trata-se de uma pesquisa que deverá ser usada pelo autor nas argumentações de seu trabalho.

Pesquisa sobre o Porto de Suape - Coleta da dados para dissertação de mestrado da mestranda Fabiane Veras ( Tempo de resposta entre 7 e 10 min.)

1. Sexo* Feminino Masculino 2. Idade Entre 20 - 29 anos Entre 30 - 39 anos Entre 40 - 49 anos Entre 50 - 59 anos Mais de 60 anos

3. Último nível de instrução concluído:

4. Qual a área de atuação da empresa que você trabalha? Armador

Agente Marítimo

Agente de Carga ( NVOCC) Empresa de Despacho Aduaneiro

Empresa exportadora/importadora ( dono de mercadoria) Operador Portuário

Transportador rodoviário Outro (especifique)

5. Que tipo de posição ou cargo você ocupa atualmente na empresa em que trabalha? Diretoria ( presidência/direção/superintendência)

Gerente ( geral ou de departamento/ setor) Analista ( logística ou outra área)

Assistente ou auxiliar Vendedor

Outro (especifique)

6. Informe quais os principais destinos ( de exportação), das cargas de sua empresa, que embarcam pelo porto de Suape?

Assinalar até 3 principais destinos em volume de embarque.

( Apenas as empresas exportadoras deverão responder esta pergunta) África Ásia América do Norte Brasil, cabotagem Comunidade Europeia Mercosul Oriente Médio Outro (especifique)

7. Informe quais as principais origens ( de importação) das cargas de sua empresa que desembarcam pelo porto de Suape?

Assinalar até 3 principais origens em volume de desembarque.

( Apenas as empresas importadoras deverão responder esta pergunta) África Ásia América do Norte Brasil, cabotagem Comunidade Europeia Mercosul Oriente Médio

Outro (especifique)

8. Quais os tipos de cagas movimentadas pela empresa em que você trabalha? Escolher até 3 tipos, por importância em relação ao volume de movimentação.

Carga geral e solta (breakbulk) Granéis líquidos

Granéis sólidos

Cargas em Contêineres

Veículos ( em navio roll-on roll-off) Outro (especifique)

9. No quadro abaixo avalie as vantagens, percebidas pela sua empresa, em operar no porto de Suape?

Sem

importância Indiferente Importante

Muito Importante Desempenho do Operador

Portuário

Tarifas Portuárias

Infraestrutura do porto ( berços, armazéns alfandegados, etc) Acesso multimodal

Localização

Terminal adequado ao produto de sua empresa

Outro (especifique)

10. Como o sr. (a) avalia a gestão da Administração Portuária?

Ruim Regular Bom Ótimo Desconheço

Gestão da Administração Portuária

11. Com relação à gestão da Administração Portuária, avalie os problemas da gestão: ( enumere por ordem de importância: 1 mais importante a 5 menos importante ou N/A - não se aplica)

N/A Excesso de burocracia

N/A Falta de planejamento

N/A Mudança de dirigentes

N/A Pouca autonomia nas decisões

12. Como o sr. (a) avalia os custos pelos serviços do porto de Suape?

Ruim Regular Bom Ótimo

Custos dos serviços no Porto de Suape

13. Qual o maior custo cobrado pelos serviços prestados no porto de Suape? ( Assinalar o mais importante, de maior peso, nas operações de sua empresa)

Serviços dos operadores portuários (movimentação de carga,ova/desova, etc) Serviço de armazenamento

Serviço de mão de obra Serviço dos armadores (frete) Serviço de despacho aduaneiro Outro (especifique)

14. Como o sr. (a) avalia os serviços dos Operadores Portuários no porto de Suape?

Ruim Regular Bom Ótimo Desconheço

Serviços dos Operadores:

15. Com relação aos Operadores Portuários avalie os principais problemas:

( enumere por ordem de importância: 1 mais importante a 6 menos importante ou N/A - não se aplica)

N/A Custo elevado de serviço

N/A Baixa produtividade na execução dos serviços (tempo médio de

carga e descarga)

N/A Serviços Administrativos ineficientes

N/A Equipamentos obsoletos

N/A Pouca concorrência entre os operadores ( monopólio de

operações)

N/A Sistemas de informação ineficientes

16. Com relação à área retroportuária( terminais, depot de vazios, etc) existente no porto de Suape ela pode ser considerada:

Ruim Regular Boa Ótima Desconheço Área

Retroportuária

17. Com relação à infraestrutura de acesso multimodal ( rodoviário, ferroviário, dutoviário , marítimo e aéreo) como você avalia o porto de Suape?

Ruim Regular Bom Ótimo

18. Com relação as operações de sua empresa no porto de Suape avalie os principais problemas.

( enumere por ordem de importância: 1 mais importante a 6 menos importante ou N/A - não se aplica)

N/A Acesso Ferroviário

N/A Acesso Marítimo

N/A Terminais e operadores de cargas ineficientes

N/A Acesso Rodoviário

N/A Instalações para operação e armazenagem inadequadas

N/A Burocracia das autoridades pública

19. Das autoridades portuárias que operam no porto de Suape, avalie o desempenho com relação à qualidade dos serviços de cada entidade.

Ótimo Bom Regular Ruim Desconheço ANTAQ- Agência Nacional de

Transporte Aquaviário

Autoridade Portuária -( Adm. do Porto)

ANVISA - Vigilância Sanitária Capitania dos Portos ( Marinha) Conselho de Autoridade Portuária Ministério da Agricultura MAPA/ Vigiagro ( fiscalização fito -sanitária) Polícia Federal

Órgãos Ambientais

20. Liste, por ordem de prioridade, três sugestões de melhorias para o Porto de Suape. 1

2 3

ANEXO A - Relação dos Portos Organizados

Os portos organizados delegados são 18, a saber:

Portos Organizados Delegados

Porto Estado Autoridade Portuária Tipo

Porto de SUAPE PE SDEC-PE Marítimo

Porto de IMBITUBA SC SCPAR Marítimo

Porto de SÃO FRANC. SUL SC APSFS Marítimo

Porto de ITAQUI MA EMAP Marítimo

Porto de CABEDELO PB DOCAS-PB Marítimo

Porto do RECIFE PE PORTO DO RECIFE S.A. Marítimo

Porto de SÃO SEBASTIÃO SP DERSA Marítimo

Porto de ANTONINA PR APPA Marítimo

Porto de PARANAGUÁ PR APPA Marítimo

Porto de PELOTAS RS SPH Marítimo

Porto de PORTO ALEGRE RS SPH Marítimo

Porto de ESTRELA RS SPH Fluvial

Porto de CACHOEIRA DO SUL RS SPH Fluvial

Porto de RIO GRANDE RS SUPRG Marítimo

Porto de PORTO VELHO RO SOPH-RO Fluvial

Porto de ITAJAÍ SC ADHOC Marítimo

Porto de MACAPÁ AP CDSA Marítimo

Porto do FORNO RJ COMAP Marítimo

Os Portos Públicos administrados por Companhia Docas são 19, a saber:

Portos Públicos

Porto de MANAUS AM CODOMAR

Porto de LAGUNA SC CODESP

Porto de SANTOS SP CODESP

Porto de ANGRA DOS REIS RJ CDRJ Porto de ITAGUAÍ RJ CDRJ Porto do RIO DE JANEIRO RJ CDRJ Porto de NITERÓI RJ CDRJ

Porto de VITÓRIA ES CODESA

Porto de BARRA DO RIACHO

ES CODESA

Porto de ILHÉUS BA CODEBA

Porto de ARATU BA CODEBA

Porto de SALVADOR BA CODEBA

Porto de MACEIÓ AL CODERN

Porto de NATAL RN CODERN

Porto de AREIA BRANCA RN CODERN Porto de FORTALEZA CE CDC Porto de VILA DO CONDE PA CDP Porto de BELÉM PA CDP Porto de SANTARÉM PA CDP

ANEXO B - Infraestrutura do porto de Suape

Figura 4- Porto interno Suape

Fonte: Porto de Suape, Apresentação Institucional, 2010.

Figura 5- Porto externo Suape

ANEXO C - Diagrama da organização geral dos serviços portuários

ANEXO D - Mapa do Porto Organizado de Suape

ANEXO E - Tarifas públicas do Porto de Suape

SUAPE COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO TARIFA DO PORTO DE SUAPE

Homologada pela Deliberação CAP/SUAPE Nº 05 / 00 (D.O.E de 08.06.00) e Deliberação CAP/SUAPE Nº 04 / 10 (D.O.E de 05.08.10)

TABELA 1 UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA MARÍTIMA (Taxas devidas pelo armador, agente de navegação ou requisitante) No. ESPÉCIE E INCIDÊNCIA

1.1.0 Pela movimentação de mercadorias a granel, por tonelada ou fração:

1.1.1 Derivados de petróleo (combustíveis), na importação e na exportação ... R$ 2,59 1.1.2 Álcool, na importação ... R$ 2,59 1.1.3 Álcool, na exportação ... R$ 1,34 1.1.4 Produtos químicos, na importação e na exportação ... R$ 1,34 1.1.5 Óleos vegetais, na importação e na exportação ... R$ 1,34 1.1.6 Granéis líquidos em operação de transbordo, na importação e na exportação.. R$ 1,24 1.1.7 Granéis sólidos, na importação e na exportação ... R$ 2,59 1.2.0 Pela movimentação de carga geral, por tonelada ou fração:

1.2.1 Pela movimentação de carga geral, por tonelada ou fração ... R$ 1,47 1.3.0 Pela movimentação de contêiner, por unidade:

1.3.1 Contêiner cheio, na importação e na exportação ... R$ 17,35 1.3.2 Contêiner vazio, na importação e na exportação ... R$ 5,20 1.4.0 Automóveis, no sistema “roll-on roll-off”, por unidade:

1.4.1 Automóveis, no sistema “roll-on roll-off”, por unidade ... R$ 3,07 1.5.0 Por tonelada de porte bruto de embarcações atracadas ou fundeadas no porto sem movimentação de mercadorias:

1.5.1 Até 30.000 tpb ... R$ 0,15 1.5.2 Por tonelada de porte bruto adicional ... R$ 0,10

NORMAS DE APLICAÇÃO

1.6.0 Nos casos de baldeação (descarga para o cais ou pátio com reembarque no mesmo navio, na mesma operação), as taxas desta Tabela serão aplicadas uma só vez.

1.6.1 Nos casos de transbordo de contêineres, as tarifas da presente tabela serão aplicadas só uma (1) vez, conforme deliberação do CAP 01/06 de 22/01/06.

1.7.0 São isentos das taxas desta Tabela:

1.7.1 Combustíveis, água e gêneros alimentícios para consumo de bordo.

1.7.2 Navios de guerra em operação não comercial, nacionais, e os estrangeiros quando houver reciprocidade no país de origem.

1.8.0 Nesta Tabela o valor mínimo a cobrar será de:

1.8.1 Nesta Tabela o valor mínimo a cobrar será de ... R$ 129,35

TABELA 2: OCUPAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE ATRACAÇÃO (Taxas devidas pelo armador ou agente de navegação)

No. ESPÉCIE E INCIDÊNCIA

2.1.0 Por metro linear de instalação ocupada por embarcação, mesmo que a contrabordo de outra, por hora, ou fração:

2.1.1 No CMU - Cais de Múltiplos Usos ... R$ 0,39 2.1.2 No PGL - Píer de Granéis Líquidos ... R$ 0,19 NORMAS DE APLICAÇÃO

2.2.0 São isentos das taxas desta Tabela:

2.2.1 As embarcações auxiliares, quando atracadas aos navios em operação.

2.2.2 As embarcações de tráfego interno do porto, quando atracarem para se reabastecerem de combustível e água para seu próprio consumo.

2.3.0 As taxas desta Tabela serão aplicadas em dobro, sempre que a embarcação permanecer atracada, por sua conveniência ou responsabilidade, sem causa justificada, a juízo da

Administração do Porto, sem realizar movimentação de carga.

TABELA 3: UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA TERRESTRE (Taxas devidas pelo operador portuário ou requisitante)

No. ESPÉCIE E INCIDÊNCIA

3.1.0 Pela utilização da infraestrutura colocada à disposição para a transferência de

mercadorias das embarcações até as instalações de armazenagem, de qualquer uso, localizadas na Área do Porto, ou no sentido inverso:

3.1.1 Mercadorias a granel, no PGL - Píer de Granéis Líquidos, por tonelada ou fração...R$ 1,38

3.1.2 Mercadorias a granel, no cais público, por tonelada ou fração... R$ 1,38 3.1.3 Carga geral, por tonelada ou fração ... R$ 0,55 3.1.4 Contêiner cheio, por unidade ... R$ 2,06 3.1.5 Contêiner vazio, por unidade ... R$ 0,61 3.1.6 Automóveis, no sistema “roll-on roll-off”, por unidade ... R$ 1,02 3.2.0 Pela utilização da infraestrutura do pátio de uso público, na movimentação de contêineres e carga geral:

3.2.1 Carga geral, por tonelada ou fração ... ... R$ 0,69 3.2.2 Contêiner cheio, por unidade ... R$ 8,18 3.2.3 Contêiner vazio, por unidade ... R$ 2,45 NORMAS DE APLICAÇÃO

3.3.0 São isentos das taxas desta Tabela a bagagem de tripulantes e passageiros e artigos de pequeno valor isentos do Imposto de Importação e cuja entrada ou saída não dependa de despacho aduaneiro.

3.4.0 Nos casos de baldeação de contêineres e de carga geral (descarga para o cais ou pátio com reembarque no mesmo navio, na mesma operação),as taxas 3.1.0 e 3.2.0 desta Tabela