BÖLÜM IV BULGULAR VE YORUM
SONUÇ, TARTIŞMA VE ÖNERİLER
5.1 SONUÇ VE TARTIŞMA
Na Tabela 39, compara-se o número de atributos positivos e negativos atribuídos aos alunos pelas professoras, no pré-teste e no pós-teste, para o GE1, GE2 e GC.
Tabela 39. Número de atributos positivos e negativos atribuídos os alunos pelas professoras, no pré-teste e no pós-teste: Comparação do GE1, GE2 e GC
Grupo Experimental 1
(N = 29) Experimental 2 (N = 36) Controle (N = 34)
Manova Manova Manova
Pré- teste Pós- teste F gl Pré- teste Pós- teste F gl Pré- teste Pós- teste F gl Média do N. de atributos positivos do aluno. 2,10 2,76 40,8*** 1;28 2,00 2,22 10,0** 2;35 2,00 1,94 ns ns Média do N. de atributos negativos do aluno. 1,24 1,00 8,91** 1;56 1,39 1,11 13,4** 1;70 1,00 0,94 ns ns
Nota: **p<0,01; ***p<0,001; ns = não apresenta diferenças estatisticamente significativas.
Comparando o número de atributos positivos usados para descrever os alunos, pelas professoras, no pré-teste e no pós-teste, notou-se um aumento no GE1 (F(6,22; 28) = 40,8, p<0,001) e no GE2 significativo (F(0,89; 35) = 10,0, p<0,01). Ao comparar os atributos negativos, notou-se uma diminuição significativa, entre a fase do pré-teste e do pós-teste, no GE1 (F(0,85; 28) = 8,91, p<0,01) e no GE2 (F(1,39; 35) = 13,4, p<0,01), como mostra a Tabela 39.
Na Tabela 40, compara-se o número de atributos positivos e negativos atribuídos aos alunos pelas professoras, no pós-teste e no follow-up, para o GE1, GE2 e GC.
Tabela 40. Número de atributos positivos e negativos atribuídos os alunos pelas professoras, no pós-teste e no follow-up: Comparação do GE1, GE2 e GC
Grupo Experimental 1
(N = 12) Experimental 2 (N = 17) Controle (N = 17)
Manova Manova Manova
Pós-
teste Follow-up F gl Pós-
teste Follow-up F gl Pós-
teste Follow-up F gl Média do N. de atributos positivos do aluno. 2,67 3,0 ns ns 1,88 2,18 ns ns 2,06 2,00 ns ns Média do N. de atributos negativos do aluno. 1,00 0,83 ns ns 1,00 0,94 ns ns 0,71 0,88 ns ns
Nota: **p<0,01; ***p<0,001; ns = não apresenta diferenças estatisticamente significativas.
Comparando o número de atributos positivos e negativos usados para descrever os alunos, pelas professoras, no pós-teste e no follow-up, não houve mudanças estatisticamente significativas, como mostra a Tabela 40.
Tanto no pré-teste, quanto no pós-teste e no follow-up, os atributos positivos mais citados, em relação aos alunos foram: interesse que demonstravam nas matérias ou no aprendizado ou dedicação (GE1, GE2 e GC), atencioso (GE1), bom relacionamento com os colegas (GE2) e estudioso (GC). Os atributos negativos mais citados, em relação aos alunos foram: distraído ou desatento (GE1, GE2), agride os colegas ou briga (GE1, GE2 e GC) e conversa muito (GC). A Tabela 41 compara a porcentagem de alunos que, segundo as professoras, não apresentavam problemas de aprendizagem ou problemas de comportamento, no pré-teste e no pós-teste, comparando o GE1, GE2 e GC.
Tabela 41. Porcentagem de alunos sem problemas de aprendizagem ou de comportamento, no pré-teste e no pós-teste, segundo as professoras: Comparação do GE1, GE2 e GC
Grupo Experimental 1 (N = 29) Experimental 2 (N = 36) Controle (N = 34) Teste de χ2 Teste de χ2 Teste de χ2 Pré- teste teste Pós- χ2 gl Pré- teste teste Pós- χ2 gl Pré- teste teste Pós- χ2 gl
Aluno não tem problemas de aprendizagem.
48,3% 69,0% 2,56+ 1 52,8% 69,4% ns ns 52,9% 55,9% ns ns
Aluno não tem problemas de comportamento.
20,7% 34,5% ns ns 30,6% 36,1% ns ns 41,2% 44,1% ns ns
Segundo a avaliação das professoras, nos três grupos, aumentou a porcentagem de crianças que não apresentavam problemas de aprendizagem e de comportamento. No GE1 há uma tendência a diferença estatisticamente significativa χ2
(1) = 2,56, p<0,1, com base no aumento da porcentagem de crianças sem problemas de aprendizagem, entre o pré-teste e o pós-teste, como mostra a Tabela 41.
A Tabela 42 compara a porcentagem de alunos que, segundo as professoras, não apresentavam problemas de aprendizagem ou problemas de comportamento, no pós- teste e no follow-up, comparando o GE1, GE2 e GC.
Tabela 42. Porcentagem de alunos sem problemas de aprendizagem ou de comportamento, no pós-teste e no follow-up, segundo as professoras: Comparação do GE1, GE2 e GC
Grupo Experimental 1 (N = 12) Experimental 2 (N = 17) Controle (N = 17) Teste de χ2 Teste de χ2 Teste de χ2 Pós-
teste Follow-up
χ2 gl
Pós-
teste Follow-up
χ2 gl
Pós-
teste Follow-up
χ2 gl
Aluno não tem problemas de aprendizagem.
70,8% 79,2% ns ns 70,9% 83,9% ns ns 59,2% 70,4% ns ns
Aluno não tem problemas de comportamento.
33,3% 54,2% ns ns 38,7% 54,8% ns ns 44,4% 48,1% ns ns
Nota: +p<0,1; ns = não apresenta diferenças estatisticamente significativas.
Segundo a avaliação das professoras, nos três grupos, não houve mudanças estatisticamente significativas no número de alunos que não apresentavam problemas de aprendizagem e de comportamento, entre as fases do pós-teste e follow-up, como mostra a Tabela 42.
Dentre as crianças com problemas de aprendizagem, as professoras citaram os seguintes problemas: dificuldades para ler e escrever, dificuldades em matemática, não querer fazer as atividades em sala de aula, problemas de fala, lentidão para fazer as atividades, apresenta problemas em função da alta cobrança dos pais, resistência para aprender, ansiedade e caligrafia pobre.
Os problemas de comportamento das crianças que mais diminuíram, entre o pré- teste e o pós-teste, segundo as professoras, foram: (a) no GE1, a desatenção e a provocação de confusões ou conflitos; (b) no GE2, a agressividade e (c) no GC, a agressividade e a teimosia. Na Tabela 43, compara-se a porcentagem de alunos que aumentou o rendimento acadêmico, entre o pré-teste e o pós-teste, segundo as professoras, no GE1, GE2 e GC.
Tabela 43. Porcentagem de alunos que melhoraram o desempenho acadêmico, do pré-teste para o pós- teste, segundo as professoras: Comparação do GE1, GE2 e GC
Grupo Experimental 1 (N = 29) Experimental 2 (N = 36) Controle (N = 34) Teste de χ2 Teste de χ 2 Teste de χ2 Pré- teste teste Pós- χ2 gl Pré- teste teste Pós- χ2 gl Pré- teste teste Pós- χ2 gl Desempenho de médio à muito bom/excelente. 55,2% 82,8% 5,16* 1 61,1% 86,1% 5,79* 1 55,9% 73,5% ns ns
Nota: *p<0,05; ns = não apresenta diferenças estatisticamente significativas.
Comparando o desempenho acadêmico das crianças, no pré-teste e no pós-teste, segundo as professoras, a porcentagem de crianças que tinha um desempenho de médio à muito bom/excelente, aumentou significativamente no GE1 χ2
(1) = 5,16, p<0,05 e no GE2 χ2
(1) = 5,79, p<0,05, como mostra a Tabela 43.
Na Tabela 44, compara-se a porcentagem de alunos que aumentou o rendimento acadêmico, entre o pós-teste e o follow-up, segundo as professoras, no GE1, GE2 e GC. Tabela 44. Porcentagem de alunos que melhoraram o desempenho acadêmico, do pós-teste para o follow-
up, segundo as professoras: Comparação do GE1, GE2 e GC
Grupo Experimental 1 (N = 12) Experimental 2 (N = 17) Controle (N = 17) Teste de χ2 Teste de χ 2 Teste de χ2 Pós-
teste Follow-up
χ2 gl
Pós-
teste Follow-up
χ2 gl
Pós-
teste Follow-up
χ2 gl
Desempenho de médio à muito bom/excelente.
83,3% 87,5% ns ns 87,1% 93,5% ns ns 74,1% 70,4% ns ns
Comparando o desempenho acadêmico das crianças, no pós-teste e no follow-up, segundo as professoras, pode-se verificar que não houve diferenças estatisticamente significativas na porcentagem de alunos que apresentavam desempenho de médio à muito bom/excelente, como mostra a Tabela 44. Na Tabela 45, compara-se a porcentagem de crianças que não apresentavam aspectos escolares e familiares preocupantes, no pré-teste e no pós-teste, segundo as professoras, entre o GE1, GE2 e GC.
Tabela 45. Porcentagem de alunos que não apresentaram aspectos escolares ou familiares preocupantes, no pré-teste e no pós-teste, segundo as professoras: Comparação do GE1, GE2 e GC
Experimental 1 (N = 29) Experimental 2 (N = 36) Controle (N = 34) Teste de χ2 Teste de χ 2 Teste de χ2 Pré- teste teste Pós- χ2 gl Pré- teste teste Pós- χ2 gl Pré- teste teste Pós- χ2 gl
Aluno não tem aspectos escolares preocupantes.
31,0% 44,8% ns ns 29,4% 38,2% ns ns 29,4% 26,5% ns ns
Aluno não tem aspectos familiares preocupantes.
48,3% 62,1% ns ns 36,1% 55,6% 2,74+ ns 52,9% 55,9% ns ns
Nota: +p<0,1; ns = não apresenta diferenças estatisticamente significativas.
Como mostram os dados da Tabela 45, segundo a avaliação das professoras, as crianças do GE2 apresentaram uma tendência à diferença estatisticamente significativa χ2
(1) = 2,74, p<0,1 em relação ao aumento da porcentagem de alunos que não apresentavam aspectos familiares preocupantes, na fase de pós-teste. Na Tabela 46, compara-se a porcentagem de crianças que não apresentavam aspectos escolares e familiares preocupantes, entre o pós-teste e o follow-up, segundo as professoras, entre o GE1, GE2 e GC.
Tabela 46. Porcentagem de alunos que não apresentaram aspectos escolares ou familiares preocupantes, no pós-teste e no follow-up, segundo as professoras: Comparação do GE1, GE2 e GC
Experimental 1 (N = 12) Experimental 2 (N = 17) Controle (N = 17) Teste de χ2 Teste de χ 2 Teste de χ2 Pós-
teste Follow-up
χ2 gl
Pós-
teste Follow-up
χ2 gl
Pós-
teste Follow-up
χ2 gl
Aluno não tem aspectos escolares preocupantes.
41,7% 62,5% ns ns 40,7% 59,3% ns ns 29,6% 48,1% ns ns
Aluno não tem aspectos familiares preocupantes.
62,9% 75,0% ns ns 48,4% 54,8% ns ns 59,3% 66,7% ns ns
Nota: ns = não apresenta diferenças estatisticamente significativas.
Como mostram os dados da Tabela 46, segundo a avaliação das professoras, não houve diferenças estatisticamente significativas na porcentagem de alunos que não apresentavam problemas escolares e familiares preocupantes, entre o pós-teste e o
follow-up.
Dentre os aspectos familiares preocupantes presentes em maior porcentagem nos alunos têm-se: os pais não saberem estabelecer limites para a criança, agressão infantil e ausência dos pais no processo de aprendizagem da criança. Tanto no pré-teste, quanto no pós-teste, os aspectos preocupantes mais citados pelas professoras foram: falta de interesse em realizar atividades acadêmicas, dificuldade em matemática, desatenção, agressividade e a insegurança ao desempenhar uma atividade.
As professoras foram questionadas quanto à participação do pai nas atividades escolares dos alunos e quanto à qualidade do relacionamento entre pai e filho, aspectos que não apresentaram mudanças entre o pré-teste, o pós-teste e o follow-up. Independente do grupo e da fase de coleta de dados, aproximadamente 50,0% a 75,0% dos pais foram considerados participativos nas atividades escolares das crianças (compareciam a todas as reuniões ou mantinham contato freqüente com a professora) e de 40,0% a 55,0% dos pais foram avaliados como tendo um bom relacionamento com os filhos. Provavelmente, os pais dos três grupos (que se prontificaram a participar da
pesquisa e que tinham interesse em freqüentar o grupo de pais) já eram os pais mais participativos, antes de iniciar o estudo. É difícil as professoras detectarem melhorias no relacionamento entre pai-filho, pois não é possível ter conhecimento de detalhes do dia a dia. Por isso, provavelmente fazem avaliações mais simples, percebendo apenas se a relação é positiva ou negativa.
Resumo do impacto do programa de intervenção com os pais
A Tabela 47 mostra as variáveis que apresentaram mudanças estatisticamente significativas, entre o pré-teste e o pós-teste e entre o pós-teste e o follow-up, considerando os três grupos.
Tabela 47. Variáveis que apresentaram mudanças estatisticamente significativas, entre o pré-teste e o pós- teste: Comparação do GE1, GE2 e GC
Legenda: Borda cinza = perda, no follow-up, ao comparar com o pós-teste.
Borda branca = ganhos na fase de pós-teste e follow-up, ao comparar com o pré-teste e o pós- teste, respectivamente.
Pré-teste e Pós-teste
Pós-teste e Follow-up GE1 GE2 GE1 GE2 Bem-estar pessoal e familiar dos pais
Estresse.
Adequação do desempenho no papel familiar.
Envolvimento paterno
Comunicação entre pai e filho
Participação do pai nas atividades escolares, culturais e de lazer do filho Número de comportamentos dos filhos que agradavam os pais.
Número de comportamentos dos filhos que desagradavam os pais. Número de pais que participavam das reuniões escolares do filho. Número que pais que mantinham contato com a professora do filho. TDE
Leitura. Escore total.
SSRS