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Evre II Boyun normal pozisyonda iken gözle görülebilen guatr

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6. SONUÇ VE ÖNERİLER

Diversos fatores podem contribuir para fraqueza, fadiga e falência da musculatura respiratória. Uma respiração inadequada pode ser causada por deficiência nutricional, medicações sedativas, comprometimento do sistema nervoso central, traumas torácicos, trabalho excessivo da respiração, intolerância ao exercício dentre outros comprometimentos (REGENGA, 2000).

Diante de um quadro de fadiga muscular, observamos movimentos descoordenados da parede torácica os quais produzem padrões respiratórios

diafragmáticos e intercostais combinados ou alternados. Podemos observar o sinal de Hoover, com o movimento para dentro das margens costais e respiração paradoxal com movimento do abdome para dentro durante a inspiração. Nessa fase o paciente pode apresentar intolerância aos mínimos esforços e não tolerar a posição horizontal no leito (REGENGA, 2000).

Enoka (2000) refere-se à fadiga muscular como sendo uma classe de efeitos agudos que prejudicam o desempenho, fazendo com que o músculo não seja capaz de gerar tensão suficiente para promover adequada ventilação alveolar. Geralmente não é causada pelo comprometimento de um único processo, variando de uma condição para outra.

Referindo-se a musculatura diafragmática, esta possui uma capacidade oxidativa e uma densidade capilar duas a três vezes maiores do que os outros músculos esqueléticos. Com isso a sua capacidade de obtenção energética e resistência à fadiga são superiores aos outros músculos esqueléticos. Portanto, o sistema respiratório é bem projetado para situações que demandam respiração intensa durante o esforço físico de curta e longa duração e até mesmo em casos patológicos como a asma (WILMORE; COSTILL, 2001).

A fadiga do músculo diafragma ocorre quando o índice de pressão- tempo atinge um nível crítico, portanto, quando há um aumento na pressão respiratória por doenças obstrutivas e restritivas. Seria mais provável afirmar que haja fadiga devido à fraqueza dessa musculatura (ROCHESTER, 1996).

Nomori et al. (1994) e Rochester (1986), observam em estudos que a eficácia da tosse é comprometida pelo surgimento da fraqueza muscular

respiratória. Em indivíduos normais em que a PEmáx cai a 30% do normal, ocorre redução de 15% da taxa de fluxo de tosse. Isso ocorre devido ao déficit do fluxo supramáximo inicial, representado pela expulsão de ar das vias aéreas de grosso calibre. Esse fato sugere que a fraqueza da musculatura expiratória diminui a compressão dinâmica das vias aéreas de grosso calibre, limitando o mecanismo efetivo da tosse. A fraqueza é sugerida por uma redução da força e elevação crônica da PaCO2 (pressão parcial de dióxido de carbono no sangue

arterial)

A falência respiratória é observada quando a capacidade vital do indivíduo atinge valores menores ou iguais aos parâmetros de normalidade levando a uma retenção de dióxido de carbono e caracterizando a falência respiratória hipercápnica. Esse fato ocorre quando o consumo de energia pelo músculo é maior do que o suprimento de energia fornecido pelo sangue (ROCHESTER, 1986).

Pardy et al. (1988), diferenciam fraqueza de fadiga muscular respiratória. A fraqueza é sugerida como uma redução da força e elevação crônica da PaCO2. A fadiga é descrita como uma redução abrupta na força muscular

respiratória, aumento na PaCO2 ou desenvolvimento agudo de movimentos

paradoxais na parede abdominal.

Segundo Regenga (2000) e Azeredo (1999) a fadiga, fraqueza e falência muscular respiratória podem ser correlacionadas e diagnosticadas através da mensuração criteriosa e sistemática das PREM:

b) Fadiga muscular respiratória: PImáx = -40 a -25 cmH2O

c) Falência muscular respiratória: PImáx ≤ -20 cmH2O

Observamos que esses são dados gerais referentes para uma população adulta jovem e que a partir dos 20 anos de idade ocorre um decréscimo anual de 0,5 cmH2O em ambos os gêneros AZEREDO (1999),

CHEN; KUO (1989); SCHMIDT et al. (1999); CLAR et al. (2003).

Diversos fatores como deformidades torácicas diminuem a mobilidade torácica e interferem na dinâmica ventilatória. Essas alterações motoras produzem encurtamentos e fraqueza de grupos musculares envolvidos na respiração ocasionando a quebra da harmonia biofísica e cinesiológica da musculatura respiratória. As mudanças da biomecânica corporal como deformidades da caixa torácica, podem ocasionar distúrbios restritivos e alterações das pressões respiratórias máximas (FAUROUX; LOFASTO, 2005; BADARÓ, 1995).

2.8 DADOS ANTROPOMÉTRICOS

Diversas alterações progressivas ocorrem com a deposição crescente de gordura, revestindo a cavidade torácica, dentro e sobre a cavidade abdominal. A alteração mais importante envolve uma CRF mais baixa, causada pelo processo mecânico simples de compressão da cavidade torácica, e uma redução nas dimensões anatômicas pela massa de tecido adiposo de revestimento. A redução da CRF ocorre tanto pela redução do VRE como pela redução do VR. Na obesidade elevada ou moderada há perda da eficácia muscular respiratória por compressão da cavidade torácica e pelo diafragma

encontrar-se elevado pelo abdômen distendido, além de uma redução nas dimensões anatômicas pela massa de tecido adiposo de revestimento, podendo assim ocasionar fadiga muscular respiratória (COSTA, 2003).

Considerando todo o conjunto de alterações que geralmente ocorrem em indivíduos obesos, principalmente aquelas de natureza pulmonar, justifica- se a necessidade de avaliações periódicas da função pulmonar com o objetivo de monitorar as condições mecânicas do aparelho respiratório desses indivíduos (VIUNISKI, 2000).

Em indivíduos mal nutridos há frequentemente o surgimento de fraqueza da musculatura respiratória e maior susceptibilidade a fadiga, diminuindo a eficácia ventilatória (PRIOR; WEBBER, 2002).

Para isso o avaliador deve ter como parâmetro dados de normalidade das pressões estáticas máximas, a fim de comparação e diagnóstico de distúrbios respiratórios (VIUNISKI, 2000).

A maturação ao longo dos anos (crescimento físico), um ganho das capacidades de contração da musculatura, um aumento da área total pulmonar e outros fatores associados são pontos fundamentais para a variação das PREM, seja em qual for a faixa etária. Visto que as variáveis pulmonares (pressão, capacidades e volumes) são determinadas por tais relações (massa, estatura e idade). (FILARDO; FARESIN; FERNANDES, 2002).

3. METODOLOGIA

3.3 CARECTERIZAÇÃO DA PESQUISA

O trabalho busca conhecer com a precisão possível a relação de um fenômeno com outros, sua natureza e características existentes na comunidade. De acordo com os métodos e objetos utilizados, a pesquisa caracteriza-se como sendo do tipo descritiva (CERVO; BERVIAN, 2006).

3.4 POPULAÇÃO E AMOSTRA 3.2.1 População

A população envolvida na pesquisa é de crianças e adolescentes de ambos os gêneros com idades entre 10 e 0 mês até 16 anos e 11 meses, alunos do 6º ao 9º ano de escolas públicas (municipais e estaduais) e privadas da grande Natal, o que inclui: Natal, Parnamirim, São José de Mipibú, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Extremoz, Nísia Floresta e Ceará-Mirim. Totalizando 16 escolas. Sendo relacionadas de acordo com as parcerias e as autorizações para a realização da pesquisa. Para inclusão na pesquisa, as crianças devem estar devidamente matriculadas em suas respectivas escolas, concordar com o termo de consentimento livre e esclarecido devendo ser assinado pelos responsáveis, não apresentar quadro de doenças neuro- musculares, deformidades torácicas, patologias respiratórias pregressas ou atuais, devem estar dentro da faixa etária proposta para a pesquisa.

3.2.2 Amostra

A amostra do estudo é composta de 505 crianças e adolescentes que foram inclusas na pesquisa por estarem dentro dos critérios de inclusão e exclusão. Foram excluídas da amostra uma quantidade de 12 entre crianças e

adolescentes, pelo fato de não estarem dentro da faixa etária estipulada (5 indivíduos) e por apresentarem algum tipo de doença pregressa ou em curso (7 indivíduos).

3.3 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO

Benzer Belgeler