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Silahların Bırakılması ve Savaşçıların Entegrasyonu

Belgede Hukuk Fakültesi Dergisi (sayfa 165-172)

SURİYE’DE BARIŞIN İNŞASI VE BİRLEŞMİŞ MİLLETLERİN ROLÜ

PEACEBUILDING IN SYRIA AND THE ROLE OF UNITED NATIONS

A. Silahların Bırakılması ve Savaşçıların Entegrasyonu

Assistimos à evolução de um fenômeno iniciado essencialmente em um século marcado por duas grandes guerras, cujo legado foi um horroroso vilipêndio à humanidade.

As mais diversas justificativas para o embate militar, sejam elas de ordem racial, territorial ou econômica, trazem em si motivos suficientes para a preocupação com direitos inerentes à condição humana que, não sem razão, ganham adeptos e defensores nos quatro cantos do globo.

Sem adentrar os pormenores para o fundamento científico dos direitos humanos, acreditamos, com apoio em Manoel Gonçalves Ferreira Filho63, que a Declaração Universal de 1948 expressa “um ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações” e reflete “uma visão otimista do progresso e da história como marcha em sentido determinado”. Do mesmo modo, estamos convictos da importância do momento histórico para a caracterização dos direitos humanos, cujos limites serão travados pela contingência social de cada época. O constitucionalista José Afonso da Silva bem esclarece essa questão, quando pontua:

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TRINDADE, José Damião de Lima. Anotações sobre a História Social dos Direitos Humanos. Centro de Estudos da Procuradoria do Estado de São Paulo, Grupo de Trabalho de Direitos Humanos, out/1998, p.158.

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Os direitos humanos são históricos, como qualquer direito. Nascem, modificam-se e desaparecem. Eles apareceram com a revolução burguesa e evoluem, ampliam-se com o correr dos tempos. Sua historicidade rechaça toda a fundamentação baseada no direito natural, na essência do homem ou na natureza das coisas.64

A par do questionamento sobre a inserção ou não dos direitos sociais no rol de classificação dos direitos humanos, o que se nota, antes de mais nada, é a expansão desse elenco de relíquias indissociáveis da condição humana, encampando a cada etapa um maior número de direitos ou garantias ditas fundamentais.

Esse processo pode ser afirmado como conseqüência da própria controvérsia instaurada no período antecedente/próximo à elaboração da Carta Internacional de Direitos Humanos, ante a divergência filosófica travada por pensadores da época, de diversos países, quanto à extensão e caracterização dos direitos humanos a serem nela incluídos65.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 pode ser entendida como um marco histórico de preocupação com a busca de proteção normativa internacional da humanidade, tendo seus outros desideratos e posteriores instrumentos de proteção auxiliado diretamente o incremento e efetividade dos valores nela expressos.

Dentre esses valores estão consagrados os direitos sociais, que passaram a ganhar relevo e espaço a partir de um modelo de Estado abstencionista, expectador do liberalismo político e econômico, e propulsor de uma deterioração do quadro social.

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Curso de Direito Constitucional Positivo, 9a ed., São Paulo: Malheiros, 1994. p.166.

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Tratado de Direito Internacional dos Direitos Humanos, Antônio Augusto Cançado Trindade, 2a ed.,v.I,p.56/57.

A esse fenômeno foi empregada a expressão burguesa “Questão Social”, que os marxistas preferiram chamar de “luta de classes”, e que de fato representou a situação de miséria imposta à classe trabalhadora66.

A importância de instrumentos complementares à consecução de um direito internacional dos direitos humanos, principalmente no campo social, é assim exposta por Antônio Augusto Cançado Trindade:

Reconhece-se hoje que a grande contribuição da Conferência de Teerã tenha consistido no tratamento e reavaliação globais da matéria, o que propiciou o reconhecimento e asserção, endossados por resoluções subseqüentes da Assembléia Geral das Nações Unidas, da interrelação ou indivisibilidade de todos os direitos humanos. Algumas resoluções adotadas pela Conferência (e.g., as resoluções XXI, sobre a realização dos direitos econômicos,sociais e culturais; XXII, sobre a adesão universal aos instrumentos internacionais de direitos humanos; IX, sobre os direitos da mulher; XII, sobre o analfabetismo; XVII, sobre o desenvolvimento econômico e os direitos humanos; e XX, sobre educação em matéria de direitos humanos) referem-se à promoção da observância e gozo universais dos direitos humanos, tomam os direitos civis e políticos e econômicos e sociais e culturais em seu conjunto, e avançam assim um enfoque essencialmente globalista da matéria.67

O modelo econômico adotado pela burguesia desde a sua chegada ao poder, particularmente bipolarizou a sociedade capitalista, dividida entre aqueles que detêm os meios de produção e aqueles que empregam sua força de trabalho como veículo do seu próprio sustento.

Pode-se afirmar que a importância dos direitos sociais sobreleva-se diante desse quadro específico que, com o passar dos tempos, apresenta-se insuficiente para a solução das insatisfações de toda uma classe que não consegue enxergar por quais caminhos os direitos de liberdade e de igualdade, rodas motrizes de todo um movimento que revolucionou a organização da sociedade no mundo, tornarão

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FERREIRA, Manoel Gonçalves Filho. Direitos Humanos Fundamentais. São Paulo:Saraiva, 1995. p.41/42.

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Tratado de Direito Internacional dos Direitos Humanos. 2 ed.Porto Alegre:Sergio Antonio Fabris, 2003.v.I.p.78/79.

melhores as suas condições de vida. Essa resposta, de fato, jamais poderia ser apresentada por um modelo voltado exclusivamente às garantias individuais.

Daí a contribuição do movimento operário, pelas contingências de vida comum dos trabalhadores, representar uma verdadeira alavanca para os direitos sociais.

O desenvolvimento industrial e a conseqüente formação de uma classe operária logo demonstraram a insuficiência daquelas garantias formais, caracterizadoras das chamadas liberdades formais, de sentido negativo, como resistência e limitação ao poder. Pois a opressão não era, em relação a ela, apenas de caráter político formal, mas basicamente econômico. Não vinha apenas do poder político do Estado, mas do poder econômico capitalista. De nada adiantava as constituições e leis reconhecerem liberdades a todos, se a maioria não dispunha e ainda não dispõe, de condições materiais para exercê-las. Sintetiza bem a questão Juan Fernando Badía, quando escreve: “A burguesia liberal apresenta concencer a todos a liberdade de imprensa, a liberdade de associação, os direitos políticos, as possibilidades de oposição política: mas, de fato, tais direitos e liberdades não podem ser exercidos senão pelos capitalistas, que são os que têm meios indispensáveis para que tais liberdades sejam reais. E, assim, no caso do direito ao sufrágio, este servia para camuflar diante dos olhos dos proprietários uma papeleta de voto, mas a propaganda eleitoral se encontra nas mãos das forças do dinheiro.”68

Aliado a esse fator de natureza econômico-social, o reconhecimento dos direitos humanos como uma universalidade de garantias indissociáveis da pessoa (e aqui essa expressão é empregada no sentido supra-nacional) vem fortalecer a importância dos direitos sociais para a preservação da dignidade humana. A consagrada Flávia Piovesan69 escreveu:

Além da universalidade dos direitos humanos, a Declaração de 1948 ainda introduz a indivisibilidade destes direitos, ao ineditamente conjugar o catálogo dos direitos civis e políticos ao catálogo dos direitos econômicos, sociais e culturais. De fato, concebida como a interpretação autorizada dos arts. 1o (3) e 55 da Carta da ONU, no

sentido de aclarar, definir e decifrar a expressão “direitos humanos e liberdades fundamentais”, a Declaração de 1948 estabelece duas

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SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 9 ed. São Paulo:Malheiros, 1994.p.146.

69

Direitos Humanos e o Direito Constitucional Internacional, 6 ed. São Paulo: Max Limonad, 2004. p.146.

categorias de direitos: os direitos civis e políticos e os direitos econômicos, sociais e culturais. Combina, assim, o discurso liberal e o discurso social da cidadania, conjugando o valor da liberdade ao valor da igualdade.

Inicia-se a partir da Declaração dos Direitos Humanos, de 1948, uma verdadeira corrente destinada ao reconhecimento e efetividade do binômio liberdade-igualdade. A busca é de concretização material dessas garantias, que certamente não serão alcançadas somente através das concepções de cunho civil e político emprestadas aos direitos humanos até então, exigindo também o apoio e a companhia dos direitos sociais, econômicos e culturais.

No trabalho escrito por dois procuradores do Estado de São Paulo, Patrícia Helena Massa Arzabe e Potyguara Gildoassu Graciano, intitulado “A Declaração Universal dos Direitos Humanos – 50 anos”, há uma passagem transposta da obra de Hegel que muito se encaixa em nosso discurso:

“quem sofre de fome desesperada, chegando a correr risco de morrer de inanição, está numa condição de ‘total falta de direitos’, ou seja, numa condição que, em última análise, não difere substancialmente da situação de escravo”. Por isso é que não é possível considerar-se direitos humanos simplesmente os direitos civis e políticos, pois, sem os direitos econômicos, sociais e culturais, eles se desmancham no vazio, sem qualquer possibilidade de realização sequer parcial. A garantia e o acesso efetivos aos direitos econômicos, sociais e culturais, permite a todos alcançar – e manter – as condições econômicas e sociais necessárias para que possam se fazer concretos os direitos civis e políticos, como a liberdade de opinião com conteúdo opinativo, a liberdade de expressão possível de contribuir criativa e construtivamente para a comunidade política, com pleno acesso aos meios e modos para tal expressão – os meios de comunicação, etc.70

No entanto, a incorporação dos direitos sociais ao conjunto dos direitos civis e políticos, de modo a também fazerem parte do consagrado grupo de direitos humanos, não foi algo que contou com um reconhecimento unânime; ao revés, foi

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Centro de Estudos da Procuradoria do Estado de São Paulo, Grupo de Trabalho de Direitos Humanos, out/1998, p.262.

necessário percorrer inúmeros obstáculos de cunhos ideológico, normativo e eficacial.

A discussão sobre as diferenças entre os direitos civis e políticos e os direitos econômicos, sociais e culturais repousava na crença de que pertenciam a categorias distintas.

Essa celeuma vai perdurar mesmo após a Declaração de 1948 e se encerrará apenas em 1968, por intermédio da Conferência Mundial de Teerã, quando a tentativa de separar os direitos humanos em duas categorias recebeu sua sentença de morte.

Inexistia fundamento para a prevalência de uma categoria sobre a outra, senão o arraigado pensamento liberal burguês, classificando os direitos civis e políticos como direitos humanos de primeira geração, enquanto os econômicos, sociais e culturais ganhariam um honroso plano secundário, para originarem os direitos humanos de segunda geração71.

A Conferência Mundial sobre Direitos Humanos, realizada em 1993, em Viena, espancou de vez a idéia seccional dos direitos humanos, realçando que os mesmos são universais, indivisíveis, interdependentes e interrelacionados.

A indivisibilidade, então, está ligada ao objetivo maior do sistema internacional de direitos humanos, a promoção e garantia da dignidade do ser humano. Ao se afirmar que os direitos humanos são indivisíveis, se está a dizer que não existe meio-termo: só há vida digna se todos os direitos previstos no Direito Internacional dos Direitos Humanos estiverem sendo respeitados, sejam civis, políticos, sejam econômicos, sociais e culturais.72

Cançado Trindade destaca que os organismos internacionais, notadamente a Organização das Nações Unidas, aperceberam-se da necessidade de proceder a

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FERREIRA, Manoel Gonçalves Filho. Direitos Humanos Fundamentais. São Paulo: Saraiva, p.53.

72

WEIS, Carlos. O Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. Centro de Estudos da Procuradoria do Estado de São Paulo, Grupo de Trabalho de Direitos Humanos, out/1998, p.297.

uma análise global dos problemas existentes no campo dos direitos humanos,

especialmente pelas mudanças a que assistia a sociedade internacional, que se colocava diante de uma nova estruturação social, coberta de novos valores e mazelas que distanciavam o momento atual do contexto em que foi adotada a Declaração de 1948. Resumiu o membro da Corte Internacional dos Direitos Humanos:

Em suma, entre as duas “categorias” de direitos – individuais e sociais ou coletivos – não pode haver senão complementariedade e interação, e não compartimentalização e antinomia.73

No interregno que mediou a Declaração de 1948 e a Conferência de Viena, em 1993, a resistência filosófica liberal sempre esteve ladeada por uma outra de natureza jurídica, a consagrar os direitos civis e políticos como normas de aplicabilidade imediata, representadas por liberdades negativas e, portanto, com maior poder de coercibilidade pelos mecanismos processuais internacionais.

Já os direitos econômicos sociais e culturais relegavam-se a uma aplicabilidade apenas progressiva, a exigir o que Bossuyt, citado por Cançado Trindade74, situou como obrigações positivas do Estado, que, por tal razão, impediam a sua real efetividade no plano interno.

Essa teoria foi de plano rechaçada, por não se revestir de caráter absoluto75, ante a constatação de que os Pactos de Direitos Civis e Políticos também apresentavam disposições cuja aplicabilidade exigia uma atuação progressiva, do mesmo modo que os de Direitos Econômicos Sociais e Culturais contemplavam regras de aplicação imediata.

73

Tratado de Direito Internacional dos Direitos Humanos, 2 ed.Porto Alegre:Sergio Antonio Fabris, 2003.v.I. p.453.

74

Ibid. p.446.

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No campo eficacial, a comunidade internacional vem pretendendo incrementar os Pactos de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais com mecanismos que lhe confiram maior exigibilidade e justiciabilidade, seja dotando alguns desses direitos de aplicabilidade imediata, seja através da criação de um sistema de petições e comunicações individuais das ofensas praticadas (no âmbito interno ou internacional), seja conferindo o status de violações a todos os Estados recalcitrantes na observância desses direitos, abandonando a expressão “não- observância”, até então empregada, mormente diante da inexistência de categorias entre os direitos humanos76.

Toda essa preocupação e ebulição dos direitos humanos no sentido convergente da importância e necessidade dos direito sociais para a sua real materialização refletiram na construção da Constituição Federal brasileira de 1988. Relata esse resultado a professora Flávia Piovesan:

O texto de 1988 ainda inova, ao alargar a dimensão dos direitos e garantias, incluindo no catálogo de direitos fundamentais não apenas os direitos civis e políticos, mas também os direitos sociais (ver capítulo II do título II da Carta de 1988). Trata-se da primeira Constituição brasileira a integrar, na declaração de direitos, os direitos sociais, tendo em vista que nas Constituições anteriores as normas relativas a estes direitos encontravam-se dispersas no âmbito da ordem econômica e social, não constando do título dedicado aos direitos e garantias. Nesta ótica, a Carta de 1988 acolhe o princípio da indivisibilidade e interdependência dos direitos humanos, pelo qual o valor da liberdade se conjuga ao valor da igualdade, não havendo como divorciar os direitos de liberdade dos direitos de igualdade77.

E não poderia ser outro o tratamento emprestado aos Direitos Econômicos Sociais e Culturais, que não o teor ideológico da adoção da Declaração de 1948,

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TRINDADE, Antônio Augusto Cançado. Tratado de Direito Internacional dos Direitos Humanos. 2 ed.Porto Alegre:Sergio Antonio Fabris, 2003.v.I.p.483.

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rompendo com a sistemática ortodoxa liberal, em função da complementariedade que aquela recebeu do Pacto Internacional dos Direitos Econômicos Sociais e Culturais, de 1966, instrumento adotado pela Resolução n. 2.200-A (XXI) da Assembléia Geral das Nações Unidas, e ratificado pelo Brasil em 24 de janeiro de 1992.

Em seu preâmbulo, a concretização dos ideais de liberdade e de igualdade mostra-se carente dos direitos sócio-econômico-culturais, exteriorizando, já ali, uma interdependência entre as diversas categorias de direitos humanos, agora elevadas a uma universalidade e uma interrealcionalidade inegáveis, merecendo destacar de seus considerandos:

Considerando que, em conformidade com os princípios proclamados na Carta das Nações Unidas, o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo,

Reconhecendo que esses direitos decorrem da dignidade inerente à pessoa humana,

Reconhecendo que, em conformidade com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o ideal do ser humano livre, liberto do temor e da miséria, não pode ser realizado a menos que se criem condições que permitam a cada um gozar de seus direitos econômicos, sociais e culturais, assim como de seus direitos civis e políticos,

Considerando que a Carta das Nações Unidas impõe aos Estados a obrigação de promover o respeito universal e efetivo dos direitos e das liberdades da pessoa humana,

Compreendendo que o indivíduo, por ter deveres para com seus semelhantes e para com a coletividade a que pertence, tem a obrigação de lutar pela promoção e observância dos direitos reconhecidos no presente Pacto.

No corpo de suas disposições, notadamente na sua terceira parte, reservada aos direitos econômicos, sociais e culturais propriamente ditos, deixa claro o Pacto que no seu rol, dentre outros, estão a liberdade de trabalho e pleno emprego, ofertados em condições justas e favoráveis, e o direito de toda pessoa à previdência social, destacando o modelo do seguro social (artigos 6o, 7o, e 9o).

Belgede Hukuk Fakültesi Dergisi (sayfa 165-172)