• Sonuç bulunamadı

4.2. Beyoğlu Belediyesi

4.2.3. Mali Değerlendirme

4.2.3.4. Satınalma ve İhale İşlemleri

As análises e interpretações realizadas neste estudo permitiram elucubrações e inferências, não propriamente conclusivas, no sentido estrito do termo. A exploração realizada na busca da compreensão dos fenômenos estudados partiu de suposições pautadas mais na observação do pesquisador do que na confirmação de teorias já desenvolvidas sobre o tema, decorrendo daí o caráter exploratório do estudo.

A base conceitual sobre a qual o estudo se desenvolveu foi formada, essencialmente, pelos pensamentos de Moscovici, Bourdieu e Goffman, buscando-se os significados das percepções dos sujeitos da pesquisa sobre suas relações com os ambientes organizacionais, por meio das representações sociais construídas.

As teorias de onde se partiu forneceram luminosidade ao caminho percorrido, orientando sobre as retas, as curvas e os atalhos que, na exploração dos fenômenos, precisaram ser tomados. O ponto de chegada certamente não foi o mesmo ponto de partida. A especificidade das realidades do trabalho confinado trouxe à tona elementos não- enquadrados nas suposições iniciais, fornecendo uma riqueza de informações, de percepções e de interpretações que foram incorporadas à compreensão dos fenômenos estudados.

A Teoria das Representações Sociais, central neste estudo por ter sido importante para a sua delimitação metodológica, possibilitou que se verificassem, à luz dos discursos

dos sujeitos, as crenças e os comportamentos decorrentes de suas representações. Estas foram construídas na vivência e na experimentação do ambiente específico de trabalho e estabelecidas no contrato psicológico, consolidado e justificado ao longo do tempo. Esse contrato comporta as crenças dos trabalhadores sobre um acordo tácito definido com a organização, cuja natureza pressupõe um processo de troca, determinante da força da conjugação dos valores individuais com os valores organizacionais.

As promessas implícitas ou explícitas sobre as quais se baseiam os contratos psicológicos, no decorrer do tempo se estabilizam na forma de modelos mentais, a partir dos quais as representações são construídas. O contrato psicológico inferido por meio dos discursos relaciona-se mais fortemente com as empresas do que com os ambientes de trabalho propriamente ditos, lócus das pressões sofridas pelo tipo de atividade e pelo regime de confinamento do tempo e do espaço.

Conforme preconizado por Etzioni (in Hitt & Smith, 2005), o envolvimento demonstrado pelos sujeitos do grupo confinado pode ser dividido em dois tipos: em relação às empresas, o envolvimento foi o do tipo moral, mostrando uma relação positiva com a organização, por meio da internalização dos valores e dos objetivos organizacionais. Isso possibilita à empresa alocar recompensas simbólicas, reconhecidas como importantes pelos seus membros. Em relação ao local de trabalho, o envolvimento foi interpretado como o do tipo calculativo, implicando a relação baseada na decisão racional do trabalhador em dar sua contribuição e seu sacrifício em prol dos seus empregos e dos de todos os demais trabalhadores dessas empresas, por acreditarem ser o exercício de suas atividades a representação dos seus propósitos.

A influência dos ambientes de trabalho da formação de crenças e comportamentos dos trabalhadores foi o principal elemento motivador deste estudo. A especificidade do trabalho em regime de confinamento mostrou uma similaridade com o que Goffman (1992) preconizou sobre as organizações totais, onde um grande número de indivíduos leva uma vida fechada e formalmente administrada, separados de outros ambientes sociais por um determinado período de tempo.

Os tipos de ambientes ora estudados não foram alvos das análises de Goffman, mas suas conclusões sobre a influência nas crenças e comportamentos e, principalmente no estabelecimento, pelos indivíduos, de mecanismos de defesa que visam a manter certa estabilidade psicológica, imprescindível à sobrevivência nesse tipo de ambiente, puderam ser verificadas nesta pesquisa.

O funcionamento dos ambientes confinados como “fachadas” sociais que levam às representações coletivas e a dificuldades no enfrentamento de alguns aspectos da vida social fora daqueles ambientes, pode ser constatado por meio dos discursos. Foi relatada a existência de tensões constantes entre o mundo doméstico e o mundo institucional, o que, para Goffman pode significar o exercício do poder organizacional, realizado por meio da promoção persistente de formas estratégicas de controle dos trabalhadores. Disso decorrem mudanças nas crenças que os indivíduos têm sobre si próprios e sobre o ambiente organizacional, gerando a percepção de “perda de papeis” no seu mundo social, em função das barreiras impostas pelo espaço e pelo tempo. Os relatos apresentados apontam para a formação de crenças aderentes a essa análise de Goffman.

Os ambientes de trabalho confinados, pela pressão que exercem nos indivíduos, precisam ser reconhecidos e interpretados por estes como ambientes de contornos definidos e familiares. As simbolizações permitem essa “familiaridade” com tais contextos, sob a forma de abstração, necessária à permanência e à continuidade das atividades e da produção. A transformação dos conceitos ou da abstração em objetos, por meio das representações, é operada pelo agente social, no caso o trabalhador. Dá-se, assim, o encontro dos pensamentos de Moscovici e Bourdieu, para quem essas representações são construções de um mundo inteligível, instituído pelas estruturas mentais e que existe porque foi pensado a partir de estruturas objetivas.

A naturalização desses pensamentos leva ao que Bourdieu (2007) denominou de dominação social. As crenças retiradas dos discursos dos sujeitos indicam uma naturalização de conceitos e de percepções, contribuindo para isso o tempo de permanência no ambiente confinado que, no caso dos sujeitos da amostra, teve a média de 18,8 anos, indicando um tempo longo de permanência ininterrupta naquele ambiente.

A afirmação de Bourdieu de que os dominados aplicam categorias construídas do ponto de vista dos dominantes às relações de dominação, fazendo-as ser vistas como naturais e as tornando partes integrantes de seu sistema simbólico, pode ser entendida na relação entre os trabalhadores e as empresas, que é o espaço dessa naturalização, da introjeção da crença de que a grandiosidade de suas empresas e a estabilidade que elas oferecem devem ser retribuídas com suas participações, percebidas como indispensáveis aos objetivos organizacionais. Isso é reproduzido em seus discursos e em seus comportamentos, tanto no ambiente de trabalho quanto no ambiente social e familiar.

A representação do espaço onde o trabalho se desenvolve simboliza a privação da liberdade, indicada por eles pela palavra “prisão”. Aquele é o local do sacrifício, onde a contribuição dos trabalhadores em prol do compromisso com a organização se efetiva e em relação ao qual a construção do significado é feita, sobre uma base mais objetiva e realista. Apesar da existência de mecanismos de defesa, verificados em seus discursos, pode-se inferir que eles ocorram mais em função da necessidade de sobrevivência ao ambiente do que por uma idealização daquele local.

A identidade social criada por esses agentes fazem sentido pela luta em prol do reconhecimento daqueles ambientes como espaços com os quais precisam ter familiaridade, apesar da manutenção da reflexão crítica sobre as pressões sofridas. Tal fato encontra respaldo no pensamento de Guerreiro Ramos, para quem o indivíduo é alguém capaz de se sobrepor às regras e aos valores impostos, mesmo considerando-se a forte determinação dos valores sociais (e organizacionais) sobre as pessoas. Isto é apresentado pelas representações constituídas sobre o ambiente confinado, onde o “estar lá” significa “prisão” e onde o “estar fora de lá” implica “liberdade”. Guerreiro Ramos (1981) critica o determinismo social sobre o comportamento humano, sem deixar de reconhecê-lo. A determinação dos valores organizacionais sobre os indivíduos encontra resistências, apresentadas na forma de reconhecimento das pressões, da falta de privacidade, da privação da liberdade. Os mecanismos de defesa garantem a continuidade dessa relação, especialmente para aqueles que adquirem habilidades de adaptação sem, no entanto, perderem a capacidade reflexiva.

A apresentação do indivíduo como alguém capaz de se colocar frente às imposições sociais o torna agente ativo na interação, logo, agente transformador, embora também

transformado pelo processo de estruturação do campo, conforme asseverava Bourdieu (2007).

A suposição inicial que deflagrou este trabalho foi suplantada. Apesar de alguns de seus elementos terem sido verificados e confirmados, a constatação da capacidade do indivíduo em ultrapassar os obstáculos de forma consciente, sem a completa submissão aos modelos estabelecidos representou, para o estudo, um achado inestimável. Achado este que encontrou respaldo nas teorias que formaram a base sobre a qual o estudo se desenvolveu: em Moscovici, na afirmação de que toda representação é uma simbolização, uma realização de algo não-familiar, colocando contornos inteligíveis nos elementos abstratos e desconhecidos para o observador; em Bourdieu, na visão do indivíduo estruturado e estruturador do campo; em Guerreiro Ramos, na concepção do homem ativo frente às determinações sociais e na verificação da existência de uma variedade de sistemas sociais coexistentes, porém delimitadores dos papéis. Essa delimitação informa que os sujeitos recebem influências, inclusive em sua vida organizacional, dos outros diversos subsistemas dos quais participam. Isso retira o protagonismo do determinismo organizacional como modelador de comportamentos, tornando-o coadjuvante, embora relevante, de um sistema mais amplo, onde, ainda assim, o indivíduo se faz presente.

Esta tese, apesar das limitações explicitadas, ampliou a compreensão sobre os fenômenos instigadores da pesquisa ao jogar mais luz nos caminhos propostos pelas teorias, possibilitando a imersão nos relatos de experiências vividas pelos sujeitos. Possibilitou, ainda, verificar a capacidade de adaptação e de superação de obstáculos pelos trabalhadores

que operam em regime de confinamento, confirmando a presença do indivíduo na estruturação de seus ambientes sociais, apesar de ser também por eles estruturado.

A introjeção de valores organizacionais foi também constatada, especialmente aqueles relativos aos seus papéis em prol das empresas, cujas relevâncias para o desenvolvimento do país são ressaltadas pelos sujeitos. A modificação de comportamentos, supostamente delineada nesta pesquisa, foi evidenciada, mas se apresentou como aspectos reativos às pressões sofridas nos ambientes confinados, por meio dos mecanismos de defesa e da criação de hábitos decorrentes de suas atividades em ambientes árduos.

A tese possui a característica de ser um estudo não-conclusivo, pela própria natureza de sua temática. É, portanto, merecedora de investigações complementares posteriores.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDERSON, N.; COOPER-THOMAS, H.D.; van VIANEN, A. Changes in person- organization fit: the impact of socialization tactics on perceived abd actual P-O fit. European Journal of Work and Organizational Psychology v. 13 (1), p. 52-78, 2004.

ARAGONÉS, J. I.; AMÉRIGO, M.. Un estudio empírico sobre las actitudes ambientales. Revista de Psicologia Social, n. 6, p. 223-240, 1991.

ARCURY, T. A.. Environmental attitude and environmental knowledge. Human Organization, n. 49, p. 300-304, 1990.

ARENDT, Hanna. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005.

ARGYRIS, C.. Personalidade e organização: o conflito entre o sistema e o indivíduo. Rio de Janeiro: Usaid, 1968. 269p.

BALANDIER, G.. As dinâmicas sociais: sentido e poder. São Paulo, Rio de Janeiro: Difel, 1976.

BASTOS, A.V.B.. Comprometimento no trabalho: a estrutura dos vínculos do trabalhador com a organização, a carreira e o sindicato. Tese (Doutorado em Psicologia) – Instituto de Psicologia, UnB, Brasília, 1994. 294p.

BAUMAN, Z. A sociedade individualizada: vidas contadas e histórias vividas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 2008.

BERGAMINI, C. W.. Psicologia aplicada a Administração de empresas: psicologia do comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, 1997. 232p.

BERGER, P.; LUCKMANN. T.. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 25. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.

BLAKE, D. E.. Contextual effects on environmental attitudes and behavior. Environment and Behavior, n. 33, p. 708-725, 2001.

BLAU, P. M.; SCOTT, W. R.. Organizações formais: uma abordagem comparativa. São Paulo: Atlas, 1977.

BORGES, L. O.; YAMAMOTO, O. H.. O mundo do trabalho. In: ZANELLI, J. C.; BORGES-ANDRADE, J. E.; BASTOS, A. V. B. (Orgs.). Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. São Paulo: Artmed, 2004.

BOURDIEU, P.. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1992.

_____________ O poder simbólico. 8. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.

_____________ A dominação masculina. 5. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

_____________ CHAMBOREDON, J. C.; PASSERON; J. C.. A profissão do sociólogo: preliminares epistemológicas. Petrópolis: Vozes, 1990.

BURREL, G. MORGAN, G. Sociological paradigms and organizational analysis. London: Heinemann, 1982.

CABLE, D.M.; EDWARDS, J.R.; LAMBERT, L.S.; SHIPP, A.J.; WILLIAMSON, I.O. The phenomenology of fit: linking the person and environment to the subjective experience of person-environment fit. Journal of Applied Psychology, v. 91 (4), p. 802-827, 2006.

CARNELL, S. C.; FARMER, E. L.; PARKES, K. Living two lives: perceptions, attitudes and experiences of spouses of UK offshore workers. Community, Work and Family, vol. 8 (4), p. 413-437, 2005.

CASTRO, P.. Cultura científica e percepção do papel da ciência em matérias ambientais: Portugal no contexto da União Européia. In: LIMA, L. (Org.). Ambiente e desenvolvimento. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2003.

CHANLAT, J. F. (Coord.). O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. 2. ed., v. 1. São Paulo: Atlas, 1993.

CLEGG, S. R.. Frameworks of power. London: Sage, 1989.

COSTA, Isabel de Sá Afonso da. Poder/saber e subjetividade na construção do sentido do teletrabalho. Tese de doutorado. Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas/FGV. Rio de Janeiro, 2004.

DARLEY, J. M.; GILBERT, D. T.. Social psychological aspects of environmental Psychology. In: Lindzey, G; Aronson, E. (Orgs.). The handbook of Social Psychology, 3. ed. New York: Random House, 1985. v. 1. p. 949-992.

DAVIS, K.; NEWSTROM, J.W.. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem psicológica. São Paulo: Pioneira, 1992. v. 16.

DEJOURS, C.. A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1988.

_____________ O fator humano. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, 2002.

DRUMMOND, V. S.. Confiança e liderança nas organizações. São Paulo: Thomson Learning Edições, 2007.

DUMONT, L.. Ensaios sobre o individualismo: uma perspectiva antropológica sobre a ideologia moderna. Lisboa: Dom Quixote, 1992.

DUNLAP, R. E.; VAN LIERE, K. D.. The “new environmental paradigm”: a proposed measuring instrument and preliminary results. Journal of Environmental Education, n. 9, p. 10-19, 1978.

DURANT, W.. A história da Filosofia. Rio de Janeiro: Nova Cultural, 1996.

DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

DUVEEN, G.; LLOYD, B. (Eds.). Social repreentations and development of knowledge. Cambridge: Cambridge University Press, 1990.

ENRIQUEZ, E.. Da horda ao Estado: psicanálise do vínculo social. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1990.

ETZIONI, A.. Organizações complexas: estudos das organizações em face dos problemas sociais. São Paulo: Atlas-Usaid, 1967a.

_____________ Organizações modernas. São Paulo: Pioneira, 1967b.

FAYOL, H.. Administração industrial e geral. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1960.

FERREIRA, V. C. P. ONGs no Brasil: um estudo sobre suas características e fatores que têm induzido seu crescimento. Tese de Doutorado. EBAPE, Fundação Getulio Vargas, 2005.

FLEURY, M. T. L.; FISCHER, R. M. (Coord.). Cultura e poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1992.

FLICK, U. Combining methods – lack of methodology. Ongoing Productions on Social Representation, v. 1 (1), p. 43-48, 1992.

GALBRAITH, J. K. A era da incerteza. 7. ed. São Paulo: Pioneira, 1986.

GEORGE, C. S.. História do pensamento administrativo. São Paulo: Cultrix, 1975.

GEORGE, J. M.; ZHOU, J. Dual tuning in a supportive context: joint contributions of positive mood, negative mood, and supervisory behaviors to employee creativity. Academy of Management Journal. V. 50 (3), p. 605-622, 2007.

GIBERSON, T. R.; RESICK, C. J.; DICKSON, M. W.. Embedding leader characteristics: an examination of homogeneity of personality and values in organizations. Journal of Applied Psychology, v. 90, n. 5, p.1002-1010, sept. 2005.

GILL, Rosalind. Análise do discurso. In BAUER, M; GASKEL, G. (Eds.) Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2003.

GOFFMAN, Erving. Encounters: two studies in the sociology of interaction. Indianapolis: Bobbs-Merrill, 1961.

_____________ A representação do eu na vida cotidiana. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.

GORZ, A. (Apres.). Crítica da divisão do trabalho. São Paulo: Martins Fortes, 1988.

GUARESCHI, P., JOVCHELOVITCH, S. (Org.) Textos em Representações Sociais. Petrópolis: Vozes, 2003.

GÜNTHER, H.. Mobilidade e affordance como cerne dos estudos pessoa-ambiente. Estudos de Psicologia, v. 8, n. 2, p. 273-280, 2003.

HANDY, C. B.. Como compreender as organizações. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

HEIMSTRA, N. W.; McFARLING, L. H.. Psicologia ambiental. São Paulo: Edusp, 1978.

HOGAN, R.; ROBERTS, B. W.. A socioanalytic perspective on person-environment interaction. In: Walsh, W. B.; Craik, K. H.; Price, R. H. (Orgs.). Person-environment Psychology: new directions and perspectives. 2. ed. New Jersey, London: Lawrence Erlbaum Associates, 2000. p. 1-24.

HUFF, A.S. Managerial and organizational cognition: islands of coherence. In HITT, M. A.; SMITH, K. G. (Ed.). Great Minds in Management: the process of Theory Development. New York: Oxford University Press, 2005.

JASPARS, J. M. F.; FRASER, C.. Attitudes and social representations. In: Farr, R. M.; Moscovici, S. (Orgs.). Social representations. Cambridge: Cambridge University Press, 1984. p. 101-123.

JODELET, D.. The representation of the body and its transformation. In: Farr, R. M.; Moscovici, S. (Orgs.). Social representations. Cambridge: Cambridge University Press, 1984.

JOSEPH, I.. Erving Goffman e a microssociologia. Rio de Janeiro: FGV, 2000.

JOVCHELOVITCH, S. Os contextos do saber: representações, comunidade e cultura. Petrópolis: Vozes, 2008.

KATZ, D.; KAHN, R. L.. Psicologia social das organizações. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1987.

KURLAN, D. N., BAILEY, D. The advantages and challenges of working here, there, anywhere and anytime. Organizational Dinamics, v.28, Autumn, 1999.

LAING, R. D.. Soi et les autres. Paris: Gallimard, 1971.

LAPASSADE. G.. Grupos, organizações e instituições. 3. ed. Rio de Janeiro: F. Alves, 1989.

LEITE, M. P.. O futuro do trabalho: novas tecnologias e subjetividade operária. São Paulo: Scritta-Página Aberta, 1994.

LOCKE, John. Carta acerca da tolerância, segundo tratado sobre o governo: ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1973. v. 18. (Os Pensadores).

MALONEY, M. P.; WARD, M. P.; BRAUCHT, G. N.. Psychology in action: a revised scale for the measurement of ecological attitudes and knowledge. American Psychologist, n. 30, p. 787-790, 1975.

MALVEZZI, S. Prefácio. In: ZANELLI, J. C.; BORGES-ANDRADE, J. E.; BASTOS, A. V. B. (Orgs.). Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. São Paulo: Artmed, 2004.

MERCURE, Daniel. Adam Smith: as bases da modernidade. In: Mercure, D.; Spurk, J. (Orgs.). O trabalho na História do Pensamento Ocidental. Petrópolis: Vozes, 2005. p. 115-136.

_____________ SPURK, Jan (Orgs.). O trabalho na história do pensamento ocidental. Introdução. Petrópolis: Vozes, 2005.

MERTON, Robert K.. Sociologia: teoria e estrutura. São Paulo: Mestre Jou, 1970.

MIGEOTTE, L.. Os filósofos gregos e o trabalho na Antigüidade. In: Mercure, D.; Spurk, J. (Orgs.). O trabalho na História do Pensamento Ocidental. Petrópolis: Vozes, 2005. p. 17-36.

MILES, M. B. Qualitative data analysis: an expanded sourcebook. 2. ed. London, New Delhi: Thousand Oaks, 1994.

MINAYO, Maria Cecília de Souza. O conceito de representações sociais dentro da sociologia clássica. In: GUARESCHI, Pedrinho A.; JOVCHELOVITCH, Sandra (Orgs.). Textos em representações sociais. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

MORGAN, G. Research as engagement. In MORGAN, G (ed.). Beyond Method. Newbury Park: Sage, 1983.

MOSCOVICI, Serge. The Psycho-analysis: your image and your public. Paris: Presses Universitiares de France, 1976.

_____________ The myth of the lonely paradigm: a rejoinder. Social Research, n. 51, p. 939-967, 1984.

MOSCOVICI, Serge; GALAM, S. Toward a theory of collective phenomena: consensus and attitude change in groups. European Journal of Social Psychology, v. 21, p. 49- 74, 1991.

_____________ Why a theory of social representations? In: K. Deaux; Philogéne, G. (Orgs.) Representations of the social. Oxford: Blackwell, 2001

_____________ Representações sociais: investigações em psicologia social. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.

_____________ Notes toward a description of social representations. European Journal of Social Psychology, v. 18, p. 211-250, 1988.

MOSER, G.; UZZELL, D. Environmental Psychology. In: Millon, T.; Lerner, M. J. (Orgs.). Comprehensive Handbook of Psychology. Vol. 5: Personality and social Psychology. New York: Wiley, 2003. p. 419-445.

MOTTA, F. C. P.. Teoria das organizações: evolução e crítica. São Paulo: Pioneira, 1986.

MOTTA, P. C.. Pesquisando a satisfação do consumidor. Rio de Janeiro: Papel Virtual, 1999.

MOTTA, P. R. Transformação organizacional: a ciência e a prática de inovar. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.

MÜLLER, H. P.. Trabalho, profissão e “vocação” – o conceito de trabalho em Max Weber. In: Mercure, D.; Spurk, J. (Orgs.). O trabalho na História do Pensamento Ocidental. Petrópolis: Vozes, 2005. p. 234-258.

NEWCOMB, T. M., KOENING, K. E., FLACKS, R. WARWICK, D. P. Persistence and change: Bennington College and its students after 25 years. New York: John Wiley & Sons., 1967.

OFFE, C.. Trabalho e sociedade: problemas estruturais e perspectivas para o futuro da “sociedade do trabalho”. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989.

ORLANDI, E. P.. A linguagem e o seu funcionamento: as formas do discurso. 4. ed. Campinas: Pontes, 1996.

PAGÈS, M., et al. O poder das organizações. São Paulo: Atlas, 1993.

PORTER, L., STEERS, R. M., MOWDAY, R. T. W. Do employee attitudes towards organizations matter? The study of employee commitment to organizations. In HITT,

M. A.; SMITH, K. G. (Ed.). Great Minds in Management: the process of Theory Development. New York: Oxford University Press, 2005.

POTTER, J.; EDWARDS, S. D. Social representations and discursive psychology: from cognition to action. Culture and Psychology, v. 5, p. 447-458, 1999.

RAMOS, A. G. A redução sociológica. Rio de Janeiro: Iseb, 1958.

_____________ A nova ciência das organizações: uma reconceituação da riqueza das nações. Rio de Janeiro: FGV, 1981.

RICHARDSON, R. J. et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1999.

ROUSSEAU, D. M. Developing Psychological Contract Theory. In HITT, M. A.; SMITH, K. G. (Ed.). Great Minds in Management: the process of Theory Development. New York: Oxford University Press, 2005.

SALAMITO, J. M.. Trabalho e trabalhadores na obra de Santo Agostinho. In: Mercure, D.; Spurk, J. (Orgs.). O trabalho na História do Pensamento Ocidental. Petrópolis: Vozes, 2005. p. 37-62.

SCHEIN, E. H.. Psicologia organizacional. 3. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1982.

SCHNEIDER, B.; SMITH, D. B.; GOLDSTEIN, H. W.. Attraction-selection-attrition: toward a person-environment Psychology of Organizations. In: Walsh, W. B.; Craik, K. H.; Price, R. H. (Orgs.). Person-environment Psychology: new directions and perspectives. 2. ed. New Jersey, London: Lawrence Erlbaum Associates, 2000. p. 61- 86.

SCHULTZ, D. P., SCHULTZ, S. E.. História da Psicologia moderna. São Paulo: Cultrix, 1998.

SENNETT, R.. A corrosão do caráter – conseqüências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 2005.

SMITH, Adam. A riqueza das nações: investigação sobre sua natureza e suas causas. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1985.

SIMON, Herbert A.. Comportamento administrativo – estudo dos processos decisórios nas