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Rusya’da Yüksek ve Orta Yüksek Teknoloji Ürünleri İhracatı-Ekonomik

1. BÖLÜM

2.2. İHRACATIN İÇERDİĞİ TEKNOLOJİ DÜZEYİNE GÖRE EKONOMİK

3.1.4. Rusya’da Yüksek ve Orta Yüksek Teknoloji Ürünleri İhracatı-Ekonomik

O último aspecto a observar diz respeito ao acto de publicitação dos resultados da visita. Esta acção deveria ser levada a cabo pelo priores, aos Domingos, na Estação, a principiar no Domingo de Pascoela, lendo-se três folhas de cada vez, havendo obrigação de a ler uma vez por ano. No final da primeira leitura o escrivão da câmara teria de dar prova da sua divulgação, devendo esta ser assente no cabo da visitação457e sendo posteriormente guardada na arca do concelho458.

Este acto entendemo-lo mais como acto simbólico de afirmação do poder do senhorio espatário459, uma vez que deveria ter lugar no próprio largo da Câmara, junto a S. Pedro, ou seja, sob olhar atento do poder concelhio, mas seria também um acto doutrinário da boa prática dos fiéis leigos bem como dos próprios clérigos da Ordem, servindo o conteúdo da sua leitura como exemplum de boa conduta cristã, a que se juntava a componente material no incutir da importância do cumprimento das obrigações financeiras e contratuais dos seus dependentes.

4.3 Conclusão

Um primeiro dado a reter a partir da documentação analisada é o da preocupação da Ordem em disciplinar a população da comenda. Esta atitude reflecte-se, logicamente, sobre uma vertente material, no que ao vencimento sazonal do foro diz respeito, e que em momento oportuno desta tese aludimos, mas também sobre um ponto de vista

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AN/TT, Mesa da Consciência e Ordens, Ordem de Santiago/Convento de Palmela, códice 151, mf. 727, fol. 136; este rubricar data de 1512, em Setúbal.

458

Idem, fol. 135v.º. 459

Subscrevemos as palavras de Paula Pinto Costa quando esta afirma que a visitação estava em si mesma impregnada de gestos simbólicos com vista à afirmação de um poder relativo, COSTA, Paula Pinto, "As visitações: as Ordens Militares portuguesas entre poderes?", in VI Encontro Sobre Ordens Militares –

Freires, Guerreiros, Cavaleiros, Palmela, GEsOS/Câmara Municipal de Palmela, 10-14 de Março de

2010.

Neste contexto importa considerar a utilização do conhecimento e do documento escrito como forma de imposição de poder e de estabelecer uma determinada hierarquia social; sobre esta questão ver: MORSEL, Joseph, "Ce qu'écrite veut dire au Moyen Âge. Observations préliminaires à une étude de la scripturalité médiévale", in Écrire, compter, mesurer/2 – Vers une histoire des rationalités pratiques, dir. Natacha Coquery, François Menant e Florence Weber, Paris, Éditions Rue d'Ulm/Presses de l'École normale supérieure, 2006, pp. 4-32.

religioso e espiritual460. De facto, uma leitura atenta das fontes faz perceber um regrar profundo da vida religiosa da comenda por parte da milícia espatária, que assim afirma mais uma vez a monopolização do espiritual que exerce sobre o seu território461.

Da mesma maneira, os próprios clérigos da Ordem parecem ser alvo de avaliação continuada – que seria maior ainda no caso de as visitações se realizarem anualmente –, sendo interessante verificar que uma das bases principais dessa mesma avaliação era a memória colectiva dos vizinhos da comenda, cujo testemunho oral constituía matéria probatória na análise comportamental desses clérigos.

Outros factores importam também destacar. Um deles diz respeito à relativização do peso que cada templo tinha na comenda de Palmela462. Assim, no que toca às igrejas paroquiais, percebe-se a perda gradual de importância a que Santa Maria do Castelo vai sendo votada em prol da igreja de S. Pedro. Esta situação explica-se em muito pela localização geográfica de ambas, estando a primeira afastada do núcleo central da vila, no alto do castelo, enquanto que a segunda está no centro vital por excelência do núcleo urbano, na zona mais pujante aos níveis religioso, político e comercial.

Quanto às demais instituições religiosas, realça-se a importância de S. Sebastião, cuja confraria consegue inclusive autorização da Ordem para erguer um campanário com um sino para chamar os seus confrades à congregação, ermida esta que se localiza no extremo Norte da vila. Também Santa Ana, que conta com um considerável poderio fundiário, é relevada pela sua posição geográfica numa zona de permeio entre dois rossios, a Oeste da vila, contígua ao núcleo urbano, pelo que teria uma afluência considerável – pelo menos em determinados momentos do ano.

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Nicole Bériou considera as Ordens como situadas na base da pirâmide da eclésia, uma vez que são oriundas do mundo laico, pese embora a transformação que potenciam no sentido da ascese espiritual; BÉRIOU, Nicole, "Prédication et Ordres Militaires", in VI Encontro Sobre Ordens Militares – Freires,

Guerreiros, Cavaleiros, Palmela, GEsOS/Câmara Municipal de Palmela, 10-14 de Março de 2010.

Deste modo, seria fundamental começar a reflectir sobre como é que, de facto, as Ordens, Santiago em específico, conseguem controlar e impôr à população parâmetros comportamentais no domínio espiritual (o estudo da sermonário é, a nosso ver, fundamental para este ponto). Seria, pois, interessante perceber até que ponto a população é receptiva às premissas espirituais da Ordem. Neste ponto, o afastamento e a pouca importância que a população parece votar o acto litúrgico, a missa de Domingo em específico, talvez se possa introduzir nesta questão.

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Neste contexto importa referir que a projecção social e local das Ordens baseava-se em muito nos domínios espiritual e caritativo, não abdicando estas das suas responsabilidades ao nível pastoral da sua jurisdição territorial, bem como no garantir de serviços caritativos às suas populações; AYALA MARTÍNEZ, Carlos de, "Espiritualidad y pratica religiosa en las Órdenes Militares. Los orígenes de la espiritualidad militar", in VI Encontro Sobre Ordens Militares – Freires, Cavaleiros, Guerreiros, Palmela, GEsOS/Câmara Municipal de Palmela, 10-14 de Março de 2010 (ainda sem edição).

462

Quanto às restantes, S. Romão, S. Luís e S. Gião, são claramente periféricas face à vila e essa mesma localização explica a pouca importância a que parecem ser votadas.

Por fim, o hospital de S. Brás e Santa Susana encontra-se numa zona privilegiada uma vez que se acha junto à estrada que vai para Alcochete, local por onde deambulariam viandantes e mesmo peregrinos463 e romeiros – importa não esquecer que o Cabo Espichel, precisamente nessa direcção, era local de romaria anual464. Quanto ao hospital do Espírito Santo, também este beneficia de uma localização de destaque, próxima do núcleo central da vila.

É necessário referir de que de todas estas instituições apenas as duas paroquiais e a ermida de S. Sebastião465 tinham obrigação de missas. Por outro lado, para as ermidas de S. Brás e Santa Susana, de Santa Ana e de S. Gião não é referenciada a ausência de obrigação de missas, sendo que o mesmo não se passa para S. Luís e S. Romão466, onde é objectivamente vincada a não existência de obrigação de missas para esses templos.

Apesar disto, podemos conceber para as ermidas de S. Brás e de Santa Susana, de S. Sebastião e de Santa Ana a realização do acto de comunhão, uma vez que encontramos em cada uma delas um cálice com a sua patena467, isto é, onde se colocava a hóstia a entregar ao fiel cristão.

Importa outrossim reintroduzir a questão do número de confrarias existentes em Palmela, nomeadamente quando comparado com o mesmo para Setúbal. Uma vez mais é de referir que a determinação geral, que atrás referimos, sobre a questão dos mordomos das confrarias e ermidas da comenda, só faz sentido se considerarmos a

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Conotado a prática da peregrinação, identificámos João Peres Palmeiro. Para além de ter sido peregrino de Santiago, ficando-lhe o apodo "palmeiro", sobre ele elencámos também alguns outros dados indirectos. Primeiro, a existência de um hospital, em Setúbal, de um João Palmeiro, datado já de 1363, pode remeter para a filiação do "nossos" João Palmeiro a este outro. Por outro lado, encontrámos ainda um João Peres Palmeiro, clérigo de missa, capelão da Ermida de Nossa Senhora da Nazaré (Ordem), com informação datada entre 26 de Julho de 1518 e 1530; as duas hipóteses identificámo-las, respectivamente, em: AN/TT, Mesa da Consciência e Ordens, Ordem de Santiago/Convento de Palmela, cód. 151, mf. 714, fol. 13, e em BRAGA, Paulo Drumond, Setúbal medieval (séculos XIII a XV), Setúbal, Câmara Municipal de Setúbal/Biblioteca Municipal de Setúbal, 1998, p. 423; e a segunda em PIMENTA, Maria Cristina, As Ordens de Avis e de Santiago na Baixa Idade Média: O Governo de D. Jorge, Palmela, Câmara Municipal de Palmela, 2002, p. 492.

Sobre o tema da peregrinação, pese embora com um texto direccionado para o Oriente, leia-se: DANSETTE, Béatrice, CLAVERIE, Pierre-Vincent, "Pélerins", in Prier et Combattre. Dictionnaire

européen des ordres militaires au Moyen Âge, dir. Nicole Bériou e Philippe Josserand, Paris, Fayard,

2009, pp. 706-707. 464

MARQUES, A. H. de Oliveira, A Sociedade Medieval Portuguesa, Lisboa, Sá da Costa, 1974, p. 158. 465

AN/TT, Mesa da Consciência e Ordens, Ordem de Santiago/Convento de Palmela, cód. 151, mf. 714, fol. 116.

466

Idem, fols. 119v.º e 120 (respectivamente). 467

existência de mais de uma confraria para Palmela; sobre isto verificamos que é o que se passa para Setúbal, onde consta igualmente essa determinação.

Assim, e por último, importa questionar o porquê desta questão, mesmo que a fonte não nos permita avançar com uma resposta definitiva. Deste modo levantam-se algumas hipóteses: 1) organização deficiente dessas instituições, razão pela qual os visitadores não as consideraram como sedes de confraria; 2) inexistência de estatutos de funcionamento das mesmas; 3) pouca importância que teriam para a vila (porventura por falta de iniciativas de índole caritativa e assistencial; as confrarias poderiam ter uma acção mais significativa em Setúbal, mercê do maior vínculo urbano desta vila468); 4) ou, por fim, o próprio diminuir de importância que Palmela vai tendo na mundividência da Ordem469.

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Esta hipótese é visível se olharmos os dias que dura cada visitação: 7 dias para Setúbal e 3 para Palmela.

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Paradigmático desta questão é o facto de o próprio Convento, por normativa obrigado a ser o primeiro a ser visitado, não o ser, nem sequer do seu rol de visitação constar a visita à Igreja de Santiago, sobre a qual nos vota ao completo desconhecimento.

CONCLUSÃO

Chegados que somos ao terminus desta investigação, importará agora sintetizar um pouco aquele que foi um caminho – curto, mercê dos novos imperativos legais das teses de Mestrado nascidas no "reinado" de Bolonha – complexo, mas a nosso ver satisfatório.

O objectivo inicial que traçáramos para esta tese era o de re-desenhar a imagem de Palmela nos finais da Idade Média, uma (re)construção que queríamos a princípio que se alicerçasse principalmente na sua componente paisagística – urbana e rural – e na acção humana sobre esse mesmo espaço. Contudo, o decorrer da investigação trouxe, como seria de esperar, novas perspectivas de análise e, logo, suscitou algumas alterações ao nível da organização e do peso relativo que cada parte deste trabalho teria no conjunto final da investigação.

Assim, mercê também de leituras bibliográficas que não havíamos tomado na devida consideração a priori, optámos por diminuir o peso que originalmente tínhamos previsto para o estudo da paisagem e decidimo-nos por aprofundar outras questões de foro social e do comportamento humano, nomeadamente na sua componente religiosa.

Em suma, e apesar de um relativo desvio face ao plano inicial da tese, consideramos ter atingido, no geral, os objectivos a que nos propusemos. Neste contexto, e partindo da nova organização do plano da investigação, pensamos também ter contribuído para um conhecimento mais rigoroso da vivência coeva medieval na comenda de Palmela, objectivo que, provavelmente, não seria de todo atingido se nos ativessemos à organização estabelecida ab initio.

Efectuadas estas considerações, poderia o leitor entender que havíamos considerado que todas as interrogações epistemológicas que colocáramos para a execução deste trabalho teriam sido respondidas. Não poderia estar mais enganado. Apesar de, grosso modo, termos confirmado muitas das nossas hipóteses iniciais, a verdade é que foram mais as questões que fomos levantando do que aquelas a que pudemos dar resposta.

Relativamente à orgânica da documentação estudada, relevamos a interrogação relativa à construção do tombo de propriedades. Aquele que, de início, nos parecia constituir um corpus documental bem estruturado e finito, acabou por se revelar como possivelmente incompleto. A discrepância de valores que apontámos entre as propriedades da Ordem e a quantidade de terrenos contratualizados é tal – 135 para 82 – , a que se junta a descoberta de dois contratos de 1510 que não foram incluídos na síntese documental que precedeu a organização do tombo, parecem comprovar esta incongruência.

No que respeita à paisagem da comenda, percebemos que, nos finais da Idade Média, a acção humana operava em conjugação com a Natureza. De facto, apesar de o Homem trabalhar os campos e de construir uma convivência quotidiana em espaço urbano, o testemunho que nos fica é o de uma comunidade que procurava adaptar-se o melhor possível ao ecossistema em que habitava. As terras agrícolas situam-se na proximidade dos cursos das principais ribeiras, retirando delas a fertilidade essencial a uma boa colheita, e mesmo a própria tessitura urbana não menospreza as irregularidades impostas pelo relevo, facto visível a partir da análise da dinâmica das vias urbanas e daqueles outros caminhos de ligação com o alfoz rural.

Não obstante, se a acção humana não parece ter em Palmela o peso que vimos possuir para outras localidades, estamos em crer que ao recuarmos este estudo cronologicamente, em alguns séculos, poderíamos vir a constatar que nem sempre assim fora. Importará, pois, futuramente, perceber como foram os homens dos séculos seguintes à "Reconquista" moldando e construindo este território, num período em que o trabalho da terra e a modelação do tecido urbano não teriam tanto de estável como a realidade que observamos no início do século XVI – e, estamos em crer, em finais do século XV.

Por outro lado, a análise da componente humana levantou também ela mais questões do que respostas. Se a posição inicial passa por considerarmos uma comenda com uma maioria de gente ligada à agricultura e aos mesteres, seguindo-se aqueles relacionados com a cultura letrada, o que se pode explicar pela potencialidade comercial de Palmela e por razões relacionadas com a administração, é ainda necessário aprofundar o conhecimento destes indivíduos, estruturá-los melhor nas várias camadas da sociedade, e destrinçar aqueles que operavam em nome da Ordem daqueles outros

que serviam a Coroa, o Concelho ou um nobre local, e, por outro lado, apreender a construção e a estrutura das solidariedades sociais na comenda.

Até que ponto a realidade observada é operativa para um período mais recuado, nomeadamente nos séculos XIV-XV? Em que estaria alicerçada a relação de poderes nessa mesma cronologia? Teria a milícia um controlo semelhante ao que existia em inícios do século XVI?

Por fim, ao nível da religião e da espiritualidade, no que diz respeito aos membros da Ordem esses temas parecem ser mais facilmente respondidos do que no que toca aos leigos. Esta situação prende-se com a origem e a quantidade dos documentos disponíveis sobre o assunto, predominando claramente os que se referem aos clérigos espatários e às formas de religiosidade com eles directamente relacionadas.

Não obstante, o vazio documental em relação a outras ordens religiosas parece- nos carecer de um estudo mais aprofundado. Importará, pois, reflectir sobre o peso relativo que a presença de um convento de homens da pobre vida, na Serra de S. Luís, teria na relação com o poder dominante da Ordem, e de que modo um hipotético relacionamento entre os espatários e este último convento se reflectiria na vida da comenda. Noutra vertente, a organização confraternal em Palmela carece também ela de um estudo mais profundo, sendo fundamental procurar perceber em que moldes se constituíram as confrarias, quais as suas esferas concretas de acção e de que modo se articularam com a milícia espatária.

Poderíamos, porventura, redigir toda uma outra tese somente levantando hipóteses verosímeis, relativas à vida em Palmela. Mas guarda-las-emos para outro espaço, em outros moldes, nomeadamente com um ponto de partida baseado numa mais vasta e diversificada recolha documental, usufruindo de mais e de melhor tempo para a sua execução.

Apesar de tudo, esperamos ter contribuído para um conhecimento mais profundo e rigoroso do que seria Palmela há precisamente cinco séculos: uma comunidade que usufruía de uma intrínseca riqueza fundiária e relativamente pujante ao nível comercial, e que constituía a sede de um dos principais poderes senhoriais coevos.

As ideias que fomos deixando ao longo destas páginas mais não são do que um livro aberto que aguarda ser preenchido, uma investigação que carece de outros subsídios, e que esperamos, num futuro próximo, poder completar.

FONTES E BIBLIOGRAFIA

Fontes – Manuscritas

IAN/TT:

- AN/TT, Mesa da Consciência e Ordens, Ordem de Santiago/Convento de Palmela, códice 151, mf. 727/727A

- AN/TT, Mesa da Consciência e Ordens, Ordem de Santiago/Convento de Palmela, cod. 37, mf. 514/514A

Biblioteca Nacional:

- Regra Statutos e diffinções da Ordem de Sanctiaguo, Setúbal, Herman de Kempis, 1509, mf. F. 6276; res. 93 A (com algumas divergências ao nível das capitais e das assinaturas finais), res. 94 A e res. 95 A.; http://purl.pt/14702; http://purl.pt/14794 (respectivamente)

- Regra e Statutos da Ordem de Samtiago, Lisboa, Germão Galharde, 1540, F. R. 471, res. 3604 v.; http://purl.pt/14634

Fontes – Impressas

- ARMAS, Duarte de, Livro das Fortalezas, Lisboa, Edições INAPA, 1997

- As comendas de Mértola e Alcaria Ruiva: as visitações e os tombos da Ordem de Santiago, 1482-1607, org. Maria de Fátima Rombouts de Barros, Campo Arqueológico de Mértola, Mértola, 1996

- BARROS, Maria Filomena, SILVA, Manuela Santos, COSTA, João Paulo Oliveira e, Os Forais de Palmela. Estudo crítico, Palmela, Câmara Municipal de Palmela, 2005

- CAVACO, Hugo, Visitações da Ordem de Santiago no Sotavento Algarvio: subsídios para o estudo da história da arte no Algarve, Vila Real de Santo António, Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, 1987

- DIAS, Mário Balseiro, Visitações e provimentos da Ordem de Santiago em Aldeia Galega de Ribatejo, Montijo, Câmara Municipal do Montijo, 2005

- DIAS, Pedro, Visitações da Ordem de Cristo de 1507-1510: aspectos artísticos, Coimbra, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 1980

- Documentos para a História da Arte em Portugal, org. Raúl Lino, Luís Silveira, A. H. de Oliveira Marques, Lisboa, FCG, 1969

- HORMIGO, José Joaquim M., Visitações da Ordem de Cristo em 1505 e 1537, 1981

- LEAL, Ana de Sousa, PIRES, Fernando, Alhos Vedros nas visitações da Ordem de Santiago: visitações de 1523, Alhos Vedros, 1994

- Livro dos Copos – Militarium Ordinum Analecta, dir. Luís Adão da Fonseca, vol. I, nº 7, Porto, Fundação Engº António de Almeida, 2006

- Visitações de Palmela e Panóias-Ordem de Santiago, org. Vítor Pavão dos Santos, Lisboa, FCG, 1972

Bibliografia

Instrumentos de trabalho:

- Corpo do Estado Maior – Carta dos Arredores de Lisboa, 1/20000, folhas 75 (1901), 69 (1902), 70 (1902), Instituto Geográfico Português

- Carta Militar de Portugal – Serviço Cartográfico do Exército, Série M 888, 1/25000, folhas 443 (Edição 3, 1961), 453 (Edição 3, 1963), 454 (Edição 2, 1966), 455 (Edição 2, 1971)

- Carta Topographica Militar do Terreno da Península de Setúbal, 1813-1816, Instituto Geográfico Português

- Palmela, nº 217-A, ed, Rotep, org. Camacho Pereira, Casa da Pimenteira-Cruz Quebrada, nº 29, Julho de 1952

- Planta da villa de Palmela, 1806-1810, 2 exs., Gabinete de Estudos Arqueológicos da Engenharia Militar/Direcção de Infra-Estruturas do Exército

- Planta de três aldeias: Vinha da Bixa, Nova dos Pinheiros, do Barelo e Villa de Palmela, 1700-1900, Gabinete de Estudos Arqueológicos da Engenharia Militar/Direcção de Infra-Estruturas do Exército

- Planta do castelo de Palmela e terrenos anexos, 1929, Gabinete de Estudos Arqueológicos da Engenharia Militar/Direcção de Infra-Estruturas do Exército

- Planta geral de toda a fortifficação antiga e moderna de que se compoem o castello de Palmella, com todos os mais edificios comprehendidos, 1781, Gabinete de Estudos Arqueológicos da Engenharia Militar/Direcção de Infra-Estruturas do Exército

- Reportório Toponímico de Portugal. 03 – Continente (Carta 1/25000), 3 vols., Lisboa, Ministério do Exército/Serviço Cartográfico do Exército, 1967

- RIBEIRO, Américo, Imagens de Palmela: 1938-1952, Palmela, Câmara Municipal de Palmela, 2001

- Topographia do terreno entre a Moita, Palmella, Setubal e a Serra do Risco¸ 1790,