A partir dos resultados encontrados nest e estudo, foi possível identificar padrões de evolução no contexto de internal offshoring. Para isso, um padrão de evolução foi definido com o sendo um atributo e suas possíveis seqüências de evolução. No total, foram identificados vinte e seis padrões de evolução, relacionados com os construtos teóricos apresent ados ant eriorm ente e com os dados coletados nas em presas. É im portant e dest acar que os atributos identificados n ão são necessariam ent e diferentes de atributos que poderiam ser caract erizados no modelo de offshore outsourcing. A diferença est á em com o cada atributo evolui e na importância de diferentes per spectivas em cada m odelo estudado ( pessoas, projetos e organização) .
A partir dos construtos t eóricos e das entrevist as an alisadas, atributos de capacidade relevant es foram identificados. Posteriormente, par a cada atributo identificado, possíveis seqüências de evolução em am bientes de internal offshoring foram analisadas e propost as. A decisão sobre incluir ou não um atributo e sua evolução envolveu a análise da respost a de duas perguntas: com o det erminada experiência evoluiu ao longo do tem po e, se fosse possível com eçar novam ent e, ist o seria r epetido. Enquanto que a prim eira pergunta fez part e do planejam ento inicial do estudo, a segunda foi incluída logo na prim eira entrevista, a partir do teor das respost as fornecidas. I sto foi possível a partir da definição do instrumento de coleta de dados com o um roteiro para entrevista sem i- estruturada, com questões abert as. Foram selecionados atributos e seqüências de evolução identificados em pelo m enos duas das três em pr esas no modelo de internal offshoring e citados por pelo m enos m et ade dos respondentes em cada um a das em pr esas. A Tabela 33 apresent a o mapeam ento de cada atributo com seu construto.
Tabe la 3 3 . Map e am e nt o dos con st rut os t e óricos com os a t rib ut os de capa cida de
Con st r ut os Te óricos At ribut o de Ca pa cidade De scriçã o
Distância per cebida Per cepção ( awar en ess) sobr e as atividades Per cepção sobre o qu e ocorr e no proj eto, dispersão geográfica e tem por al, awaren ess, coor denação Distância per cebida Per cepção ( awar en ess) sobr e o processo Per cepção sobre o qu e ocorr e no proj eto, dispersã o geográfica e tem por al, awaren ess, coor denação Distância per cebida Per cepção ( awar en ess) sobr e a disponibilidade de pessoal Per cepção sobre o qu e ocorr e no proj eto, dispersão geográfica e tem por al, awaren ess, coor denação Distância per cebida Distância percebida entr e as unidades dist ribuídas Per cepção sobre o qu e ocorr e no proj eto, dispersão geográfica e tem por al, awaren ess, coor denação Níveis de disper são Níveis de disper são Localização das unidades e dos stakeholders Estrutura
organizacional Estrutura organizacional
Estrutura n ecessária para um a organização viabilizar o DDS, incluindo estr uturas horizon tais ou vert icais, hierarquia, estrutu ra das equipes, núm er o de unidades
Natur eza dos proj etos
distribuídos Tipos de proj etos
Caract erísticas dos pr oj etos ( t est e, su por te, m anut enção, desen volvim en to, et c)
Diferenças culturais Diferenças culturais Cultura nacional e out ros tipos de difer en ças culturais que podem se tornar im portant es desafios em um proj eto dist ribuído
Confiança Aquisição de confiança
Confiança baseada em atividades form ais ( um a boa docu m entação de proj et o) , ou nas pessoas ( atividades das equipes podem aum en tar a confiança) , espírito de equipe, coesão da equipe Colaboração Gest ão de conhecim ent o Ferram entas de colaboração e de com unicação, gest ão do con hecim ent o, apr en dizado e t reinam ento Colaboração Apr endizado Ferram entas de colaboração e de com unicação, gest ão do con hecim ent o, apr en dizado e t reinam ento Colaboração Tr einam ent o em DDS Ferram entas de colaboração e de com unicação, gest ão do con hecim ent o, apr en dizado e t reinam ento Colaboração Ferram ent as de com u nicação Ferram entas de colaboração e de com unicação, gest ão do con hecim ent o, apr en dizado e t reinam ento Colaboração Ferram ent as de colaboração Ferram entas de colaboração e de com unicação, gest ão do con hecim ent o, apr en dizado e t reinam ento Políticas e padr ões Políticas e padrões Qualidade de softwar e, certificação
Alocação de proj etos Alocação de proj etos
Alocação de proj etos, existência de cent r os de com pet ências em unidades distribuídas, núm ero de par ceiros externos, t om ada de decisão, negociação, m odelo de distribuição de proj etos
Ger ência de pr oj eto Estrutura da ger ên cia de proj etos Alocação de atividades, planej am ento, liderança, m onitoram ent o, PMO, estim at iva, ger ência de risco Ger ência de pr oj eto Alocação de atividades nos proj etos Alocação de atividades, planej am ento, liderança, m onitoram ent o, PMO, estim at iva, ger ência de risco Ger ência de pr oj eto Ger ência de r isco Alocação de atividades, planej am ento, liderança, m onitoram ent o, PMO, estim at iva, ger ência de risco Ger ência de pr oj eto Estim ativa de esforço em
proj etos
Alocação de atividades, planej am ento, liderança, m onitoram ent o, PMO, estim at iva, ger ência de risco Ger ência de pr oj eto Escrit ório de ger ência de proj etos Alocação de atividades, planej am ento, liderança, m onitoram ent o, PMO, estim at iva, ger ência de risco Metodologia de
desen volvim ent o
I niciativas de m elhoria de
processo de soft war e Qualidade de softwar e, certificação Metodologia de
desen volvim ent o I nfra- estrutura
Processo de desenvolvim ento, ciclo de vida do proj eto
Metodologia de
desen volvim ent o Ger ência de configuração
Processo de desenvolvim ento, ciclo de vida do proj eto
Metodologia de
desen volvim ent o Engenhar ia de requisitos
Processo de desenvolvim ento, ciclo de vida do proj eto
Metodologia de desen volvim ent o
Ciclo de vida de
desen volvim ent o de software
Processo de desenvolvim ento, ciclo de vida do proj eto
Com o a coluna “ descrição” se refere à descrição do construto teórico, procurou-se m antê- la de forma idêntica à descrição apresent ada na Tabela 26. Sendo assim , ela fica evidenciada de form a idêntica nos at ributos que foram m apeados a par tir do mesmo construto.
Além disso, cada atributo ainda foi classificado baseando-se em duas atividades ( Tabela 34) : a et apa de consolidação da base t eórica, quando se gerou um a lista de construtos classificados em tr ês categorias ( pessoas, projetos, organização) ; e a classificação realizada com 16 profissionais (pesquisadores na área de DDS e profissionais de m ercado) que foram convidados a classificar cada item em um a das tr ês cat egorias ou sugerir outras cat egorias de classificação. Dest a form a, a lista de cat egorias inicial foi revisada, criando- se t am bém a cat egoria “ portfólio” para car act erizar atributos no nível de ger ência de portfólio e trocando-se a cat egoria “ organização” pela cat egoria “ unidade” de forma a buscar um m elhor alinham ento com o foco do estudo.
Ta be la 3 4 . Cla ssif icaçã o de ca da a t ribut o na s re spe ct iva s ca t e go ria s
# Atribu to de Capacidade Categoria
1 Diferenças culturais Pessoas
2 Aquisição de confiança Pessoas
3 Percepção (awareness) sobre as atividades Pessoas
4 Percepção (awareness) sobre o processo Pessoas
5 Percepção (awareness) sobre a disponibilidade de pessoal Pessoas
6 Gestão de conhecim ento Pessoas
7 Níveis de dispersão Pessoas
8 Aprendizado Pessoas
9 Treinam ento em DDS Pessoas
10 Distância percebida entre as unidades distribuídas Pessoas
11 Engenharia de requisitos Projetos
12 Ferram entas de com unicação Projetos
13 Ferram entas de colaboração Projetos
14 I nfra-estrutura Projetos
15 Estrutura da gerência de projetos Projetos
16 Ciclo de vida de desenvolvim ento de software Projetos
17 Gerência de risco Projetos
18 Estim ativa de esforço em projetos Projetos
19 Gerência de configuração Projetos
20 Alocação de atividades nos projetos Projetos
21 Tipos de projetos Portfólio
22 Alocação de projetos Portfólio
23 Escritório de gerência de projetos Portfólio
24 I niciativas de m elhoria de processo de software Unidade
25 Políticas e padrões Unidade
26 Estrutura organizacional Unidade
Dos vinte e seis atribut os, dez er am r elacionados com as pessoas, dez eram relacionados com os projetos, tr ês diziam respeito ao portfólio de projetos e tr ês eram relacionados à unidade. Post eriormente, um a possível seqüência de evolução foi identificada par a cada atributo. A Tabela 35 apresent a as sequências de evolução par a os atributos do tipo “ pessoas” .
Tabe la 3 5 . At ribu t os e se q üê ncias de e volu çã o pa r a “p e ssoa s”
# At ribut o Seq üê ncia s de Ev oluçã o
1 Diferenças culturais em nível nacional
a. Diferenças cult ur ais não são per cebidas nas equipes distribuídas
b. Os colaborador es ent endem o im pacto das difer enças culturais e com partilh am infor m alm ente dicas de com o lidar com elas
c. Os colaborador es das unidades são t r einados em com o lidar com difer enças cult urais
d. I niciativas globais par a lidar com as difer enças culturais são desenvolvidas
2 Aquisição de confiança
a. Não exist e confiança ent re os colaborador es
b. Os colaboradores ent en dem a necessidade de aquisição de confiança nas equipes distribuídas
c. Os colabor ador es das unidades são tr einados em com o adquirir confiança d. I niciativas globais par a lidar com aquisição de confiança são desenvolvidas
3 Per cepção ( awar eness) sobre as atividades
a. Percepção inform al, reativa e no cont exto da unidade b. Percepção inform al, pró- ativa e no cont ext o da unidade c. I nfra- estrutu ra de awar en ess no cont exto das unidades
d. I nfra- estru tura global para lidar com falt a de percepção das atividades 4 Per cepção ( awar eness) sobre o
processo
a. Percepção inform al, reativa e no cont exto da subsidiaria b. Percepção inform al, pró- ativa e no cont ext o da su bsidiar ia c. I nfra- estrutu ra de awar en ess no cont exto das subsidiarias
d. I nfra- estru tura global para lidar com falt a de percepção sobr e o processo 5
Per cepção
( awar eness) sobre a disponibilidade de pessoal
a. Percepção inform al, reativa e no cont exto da unidade b. Percepção inform al, proat iva e no cont ext o da unidade c. I nfra- estrutu ra de awar en ess no cont exto das unidades
d. I nfra- estru tura global para lidar com falt a de percepção sobr e disponibilidade
6 Gestão de conhecim ent o
a. A gestão de conhecim ent o depende de iniciativas dos colaborador es b. A gestão de conh ecim ento depen de de iniciativas das equipes
c. A gestão de conh ecim ento depende de iniciativas das u nidades, com sistem as locais de gest ão de con hecim ent o
d. A gest ão de conh ecim ento depende de iniciativas globais, com sistem as globais de gestão de conh ecim en to
7 Níveis de disper são
a. Existe apenas um a unidade desenvolven do proj et os com a m atriz
b. Exist em m ais de um a unidade desenvolven do proj et os com a m at riz, de for m a independent e
c. Exist em m ais de u m a unidade desenvolven do pr oj et os com a m at riz, de for m a depen dent e
8 Apr endizado
a. O apr en dizado depende de iniciativas dos colaborador es b. O aprendizado depen de de iniciativas das equipes
c. O apr endizado depen de de iniciativas das unidades, com com unidades d e prática locais
d. O aprendizado depen de de iniciativas globais, com unidades de prát ica globais 9 Tr einam ent o em DDS
a. Os tr einam entos são essencialm ente t écnicos, sob dem anda b. Os tr einam entos são técnicos e não- t écnicos, sob dem an da
c. Existe u m pr ogram a para t r einam entos t écnicos e não- t écnicos nas unidades d. Exist e um progr am a global de tr einam ent os t écnicos e não- t écnicos 10 Distância percebida entr e as unidades
dist ribuídas
a. As equipes estão distant es devido à distância física b. As equipes estão distant es devido a diversos fatores c. As equipes não se sent em distant es
As seqüências de evolução seguiram a m esm a regra de corte definida para a identificação dos atributos. Em outras palavr as, elas deviam est ar pr esent es em pelo menos duas das tr ês em presas inseridas no modelo de internal offshoring e ter em sido mencionadas por pelo m enos m et ade dos respondentes em cada um a. Com o exemplo, ao analisar as respost as coletadas par a a evolução do atributo “ aquisição de confiança” , e considerando que havia 11 respondentes possíveis ( 4 na empr esa C1, 3 na em pr esa C4 e 4 na em pr esa C5), pelo menos dois respondentes de cada empresa deveriam convergir par a a m esm a seqüência de evolução em pelo m enos duas das empresas estudadas. A Tabela 36 apresent a as seqüências de evolução par a “projetos” .
Ta be la 3 6 . At ribu t os e seq üê n cias de e v olu çã o pa r a “proje t os”
# At ribut o Seq üê ncia s de Ev oluçã o
11 Engenharia de requisitos
a. A especificação de r equisitos é realizada inform alm ent e de form a dist ribuída b. A especificação de r equisitos é r ealizada pr esencialm ent e
c. A especificação de r equisitos é r ealizada form alm ent e de form a dist ribuída
12 Ferram entas de com unicação
a. São utilizadas ferram entas de com unicação assíncronas que não perm it em um com partilham ento adequado de cont exto
b. São utilizadas ferram entas de com unicação síncronas ( em tem po r eal) qu e não perm it em um com part ilham ento adequado de cont exto
c. São utilizadas ferram ent as de com unicação síncr onas ( em t em po r eal) qu e perm it em um com part ilham ent o adequado de cont exto
13 Ferram entas de colaboração
a. Não exist em f erram entas de colaboração
b. Exist em ferram en tas de colabor ação sob dem anda c. Fer ram entas de bate- bat o são ut ilizadas para colaboração d. Exist em ferram en tas padrão para colaboração en tr e as equipes 14 I nfr a- estr ut ura
a. A infra- estrut ura exist ent e é lim itada b. Exist e um a boa infra- estr utura local c. Existe u m a boa infra- estrutu ra global 15 Estrutura da ger ência de pr oj etos
a. Existe um ger ent e de proj eto na m atr iz da em pr esa
b. Exist e um ger ent e de proj et o r eplicado em cada unidade distribuída c. Existe u m ger ent e de pr oj et o r eplicado apenas em unidades cr íticas d. Exist e um ger ent e de proj et o global
16 Ciclo de vida de desenvolvim ent o de soft war e
a. As unidades execu tam atividades de codificação b. As unidades executam atividades de codificação e teste
c. As unidades executam especificação de r equisitos, codificação e t est e
d. As unidades executam atividades do ciclo de vida com plet o de desenvolvim ent o de soft ware
17 Ger ência de risco
a. Não exist e ger ên cia de risco nos pr oj etos
b. A ger ência de risco é local e é executada em alguns pr oj et os
c. A gerên cia de r isco é global e padronizada em todas as un idades e proj etos d. A ger ência de risco é global e padronizada em todas as unidades e pr oj et os dist ribuídos e é com par tilhada entr e todos os níveis geren ciais
18 Estim ativa de esfor ço em proj et os
a. Não exist em t écnicas de estim ativa de esforço
b. Exist em t écnicas de est im ativa, m as apenas baseadas na experiên cia dos colaborador es r esponsáveis por elas
c. Existem t écnicas padrão de estim ativa de esforço 19 Ger ência de configuração
a. Não exist e infra- estr utura de ger ência de configuração b. Exist e infra- est rutura local de gerência de configuração
c. Existe infra- est rut ura global de ger ên cia de configuração, m as não integrada d. Exist e infra- est rutura global e integrada de ger ência de configuração 20 Alocação de atividades nos
proj etos
a. As at ividades são divididas ent re as unidades, sem dependência entr e elas b. As unidades trabalham em conj unt o, com atividades dependent es c. As unidades trabalham de form a paralela
d. As unidades trabalham no form ato de follow the sun
A Tabela 37 apresent a as seqüências de evolução para a cat egoria “ portfólio” . Ta be la 3 7 . At ribu t os e seq üê n cia s de e v oluçã o pa r a “por t f ólio”
# At ribut o Seq üê ncia s de Ev oluçã o
21 Tipos de proj etos
a. A unidade executa proj etos de corr eção de def eitos b. A unidade execu ta novos pr oj et os
c. A unidade executa proj etos de m anut enção ou m elhoria
d. A unidade execu ta pr oj etos de t est e desenvolvidos por ou tras unidades 22 Alocação de pr oj et os
a. Não exist e um processo de alocação de proj et os
b. Exist e um pr ocesso inform al de alocação de proj et os baseado em opiniões dos colaborador es
c. Existe u m pr ocesso form al de alocação de proj et os den tr o da unidade d. Exist e um processo for m al global de alocação de proj etos
23 Escritório de ger ência de pr oj etos
a. Não exist e escritório de ger ência de proj etos ( PMO) b. Exist e um PMO local
c. Existe u m PMO global, m as sem integração entr e as unidades d. Exist e um PMO global integrado
A Tabela 38 apresent a as seqüências de evolução na cat egoria “ unidade” . Tabe la 3 8 . At ribu t os e se q üê ncias de e volu çã o pa r a “u nida de ”
# At ribut o Seq üê ncia s de Ev oluçã o
24
I niciativas de m elhoria de
processo de softwar e
a. Existe um processo padrão para os pr oj et os ou portfólio de proj etos b. Exist e um processo padrão na unidade e um gru po de m elhoria local c. Existe u m pr ocesso padrão global e um gru po de m elhoria global 25 Políticas e padrões
a. Políticas e padrões são definidos para cada pr oj eto b. Políticas e padr ões são definidos para cada por t fólio c. Políticas e padr ões são definidos para cada unidade d. Políticas e padr ões são definidos de for m a global
26 Estrutura organizacional
a. As equipes na unidade trabalham em conj unto com ou tras equipes dist ribuídas, sem padronização dos papéis e das responsabilidades
b. As equipes na unidade trabalham em conj unto com out ras equi pes dist ribuídas, com padronização dos papéis e das r espon sabilidades
c. Existe u m a equipe global, com padronização dos papéis e das responsabilidades
Todos os atributos procuravam car act erizar a evolução da prática de DDS em am bient es de internal offshoring, mas não indicavam necessariam ent e que este seria um atributo correto, nem que est a seria a evolução de t al atributo. Dest a form a, m últiplos estudos foram planejados e execut ados, com o objetivo de avaliar os atributos identificados. Os resultados dest e estudo são apresent ados no próxim o capítulo.