• Sonuç bulunamadı

I dentifica- se gr ande potencial de crescimento nest a linha de pesquisa, onde os pontos fortes envolvem um a parceria est ável entre a academ ia e a indústria, criando condições de experim entação e aprendizagem únicas, decorrent es de um a sinergia positiva entr e os parceiros. Entre est es parceiros dest acam- se o grupo SEGAL (Softwar e

Engineering Global interAction Laboratory) da University of Victoria, o grupo de

Engenharia de Software da Universidade Feder al do Pará ( UFPA) , em Belém , o I nstituto Nacional de Ciência e Tecnologia par a Engenharia de Softwar e ( I NES) vinculado à Universidade Federal de Pernam buco ( UFPE) e o grupo de pesquisa em desenvolvim ento colaborativo (CDG) da Universidade de Bari na I tália.

O m odelo WAVE, seus atributos de capacidade, obj etivos e as pr áticas que definem os padrões de evolução foram propostos a partir de um a am ostra limitada de

em pr esas e unidades. Por est e motivo, é passível de modificações com seu uso e m elhor entendim ento. Especificam ente, ent ende- se que est a pesquisa pode se desdobrar em alguns tem as de interesse não apenas da com unidade científica, m as t am bém de em pr esas e do governo. Do ponto de vista de continuidade da pesquisa, ent ende- se que prim eiram ent e as hipót eses apr esent adas no Capítulo 6 e hipóteses adicionais que venham a ser identificadas devam ser test adas. Posteriormente, a par tir dos resultados encontrados, o modelo deve ser m elhorado e seu uso incentivado par a desenvolver iniciativas nacionais de m elhoria de processo de DDS em em pr esas que adotam o

internal offshoring como modelo de negócio. Para isto, será planej ada um a sim ulação do

uso do modelo WAVE nas empresas, a partir dos dados coletados nest a pesquisa e de outros dados a serem coletados no fut uro. Pretende- se desenvolver est e estudo dentro do contexto de um a dissert ação de m estr ado a ser desenvolvida no grupo MuNDDOS a partir de m arço de 2010.

Além disso, entende- se que o m odelo deva ser utilizado de form a contínua nas em presas, identificando como cada um a se com porta em relação às pr áticas propostas. Par a isso, sugere- se a elaboração de um guia específico de avaliação das práticas do modelo, de forma a orientar as em presas que atuam no modelo de internal

offshoring a avaliarem periodicam ente sua capacidade. Sugere- se ainda a busca da

atu alização const ante das práticas e atributos do m odelo, através da coleta periódica de dados nas empresas ou com especialistas em estudos longitudinais. I sto pode ser realizado através da r eplicação dos instrum entos de coleta de dados utilizados nest a tese, buscando identificar o com portam ento de empr esas iniciant es e experientes em relação às práticas do modelo, além de oportunidades de m elhorias que podem ser incorporadas em ver sões futuras.

7 .4 REFLEXÃO FI N AL

O estudo dos fenôm enos na área de DDS t em se mostrado cada vez m ais necessário. No Brasil, em específico, relatórios recent es divulgados pelo MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) e Brasscom ( Associação Brasileira de Tecnologia de I nformação e Comunicação) colocam o Brasil em um a posição de dest aque no cen ário mundial de desenvolvim ento de software. Est es relatórios, desenvolvidos pelo I DC [ 111] e pela consultoria At Kearney [ 4] , e publicados em Junho de 2009, indicam que o Brasil vai concorrer nos próxim os anos ( at é o final de 2010) por um m ercado global de 16 bilhões de dólares, disputando espaço com países em er gentes t ais como Chile, Argentina, México e outros. Sendo assim , é necessário prepar ar as em presas (br asileiras ou estr angeiras

com oper ações no país) para responder às dem andas do m ercado global e do DDS nas em pr esas, que naturalm ente existirá e trar á dificuldades importantes.

Considerando que, segundo est es relatórios, o internal offshoring ou desenvolvim ento de software com captive center s ( segundo term inologia utilizada nos relatórios) represent a atualm ent e 36% do m er cado brasileiro e com potencial de crescimento de 40% ao ano até 2012, est a t ese est á alinhada com a visão estrat égica do governo brasileiro de melhorar subst ancialm ent e a qualidade das oper ações de desenvolvim ento de softwar e no país, visando potencializar o DDS como estr at égia com petitiva. Além disso, os relatórios dest acam que é difícil que o Brasil concorra globalm ente em relação ao custo. De fat o, o país possui outras vant agens que devem ser valorizadas, t ais com o a criatividade, a qualidade do trabalho desenvolvido e o valor do capital hum ano existent e ( aspectos não- técnicos) .

Sendo assim , o crescim ento da dem anda por desenvolvim ento de softwar e no modelo de internal offshoring no mercado nacional indica um potencial de aplicação dos resultados dest a t ese nest e contexto. Além disso, m ais estudos ser ão necessários par a entender como empresas ( nacionais ou m ultinacionais) inseridas em ambientes de

internal offshoring podem tr abalhar de forma distribuída com im pactos positivos na

produtividade e qualidade de suas equipes. Est es estudos dever ão ser planej ados no contexto dest a linha de pesquisa no grupo de pesquisa MuNDDoS, t endo com o base os resultados específicos dest a t ese de doutorado.

Dest a form a, identifica- se um alinham ento das pesquisas em DDS com as iniciativas nacionais de investim ento no desenvolvim ento de software no Brasil, visando um a m aior participação do país no mercado global. E isto tem sido alcançado atr avés da condução de pesquisas com significativa participação de em pr esas, contribuindo para o fortalecimento da interação entre a academ ia e a indústria e ao mesm o tempo contribuindo para o corpo de conhecimento teórico na ár ea de Engenharia de Software e, em específico, para a ár ea de Desenvolvim ento Distribuído de Software.

Belgede Azerbaycan halk inanışları (sayfa 129-134)

Benzer Belgeler