1.2. Telif Haklarının Korunmasına İlişkin Çalışmalar
1.2.3. Postmodern Sürecindeki Bilgi Yönetim
No ano letivo de 2012, ingressaram 50 alunos e desses, 15 não estão mais no curso.45 Dos que abandonaram temos a seguinte situação: oito estudantes foram transferidos para o Campus Itajubá, dois foram desligados do curso a pedido do aluno, dois foram desligados por processo administrativo46, e três solicitaram transferência para outra instituição de ensino.
A prevalência de evadidos do curso em virtude de transferência para o campus sede da universidade, oito em um total de 15, permite-nos enunciar a hipótese de que a melhor estruturação do campus sede, haja vista o tempo de atuação e o reconhecimento da instituição, sobretudo, na região do sul de Minas Gerais e São Paulo, é motivo para os discentes solicitarem transferência. Além do mais, é oportuno dizer que o ENEM, processo seletivo utilizado pela instituição para acesso às vagas iniciais, favorece a mobilidade geográfica e que, para retornar à casa ou próximo à residência das famílias de origem, os estudantes têm como opção a Transferência Interna. Essa hipótese também é válida para o caso do estudante que solicitou transferência para outra instituição de ensino. Dois discentes desligaram a pedido e não temos informação sobre o destino deles.
Um grupo de 38 discentes são do sexo masculino e 12 do sexo feminino, o que confirma a tendência de predominância de homens nos cursos de Engenharia Elétrica. Quanto à escolaridade do pai, temos: dois estudantes cujos pais estudaram da 1ª à 4ª série do Ensino Fundamental (antigo primário); sete cujos pais estudaram da 5ª à 8ª série do Ensino Fundamental (antigo ginásio); três estudantes que os pais possuem o Ensino Médio Incompleto; 18 Ensino Médio Completo; seis Ensino Superior Incompleto; nove Ensino Superior e cinco estudantes cujos pais estudaram até a Pós-graduação. Portanto, a maioria dos pais possui Ensino Médio, 36%, seguido de Ensino Superior, 18%. Temos 24% dos pais que estudaram até o Ensino Médio Incompleto, conforme nos apresenta a Gráfico 647.
Gráfico 06: Escolaridade dos pais dos estudantes da turma de 2012
45 Dados relativos a dezembro de 2014. Entre esses 50, não identificamos o registro, no Portal Acadêmico, de um aluno.
46 O desligamento por processo administrativo pode decorrer de insuficiente desempenho acadêmico do
estudante ou quando esse não cumpre os prazos regimentais de renovação de matrícula.
Quanto à escolaridade das mães, observamos aqui a tendência de que as mulheres estudam mais: 20 mães possuem Ensino Médio Completo; 10 Ensino Superior Completo, oito estudaram até a Pós-graduação e três possuem Ensino Superior Incompleto, quatro mães estudaram até a 4ª série, 2 até a 8ª série e três possuem o Ensino Médio Incompleto. 18% das mães tem escolaridade até o Ensino Médio Incompleto. Podemos observar tanto em relação aos pais, quanto às mães, um número pequeno de pais somente com Ensino Fundamental.
Gráfico 07: Escolaridade das mães dos estudantes da turma de 2012
Um elemento importante na configuração do perfil dos estudantes está relacionado à escolaridade dos pais. A posse de capital cultural institucionalizado, por meio de diplomas, além de uma prática associada ao hábito de leitura, escrita e acesso aos bens culturais legítimos, favorece o sucesso escolar dos filhos. Entretanto, aqui temos um perfil escolar dos pais bastante heterogêneo, o que nos impede de elencar algumas trajetórias possíveis em decorrência da alta/média/baixa escolaridade dos pais. Outrossim, devemos nos atentar também pela
0 5 10 15 20
Não estudou Da 1ª à 4ª série do Ensino Fundamental Da 5ª à 8ª série do Ensino Fundamental Ensino Médio incompleto Ensino Médio Ensino Superior incompleto
Ensino Superior Pós-graduação Não sei
0 5 10 15 20 25
Não estudou Da 1ª à 4ª série do Ensino Fundamental Da 5ª à 8ª série do Ensino Fundamental Ensino Médio incompleto
Ensino Médio Ensino Superior incompleto Ensino Superior Pós-graduação Não sei
qualidade, distinção, por exemplo, dos diplomas. Como sabemos, o prolongamento dos anos de estudos, associado às políticas de expansão da educação básica, nem sempre está associado com a qualidade dessas formações ou com uma possibilidade efetiva de mobilidade social positiva. Como podemos verificar no Gráfico 8, 20% dos estudantes vivem em famílias com renda entre 1,5 e 2 salários mínimos, 18% em famílias com renda entre 2 e 5 salários mínimos e também 9 alunos com renda entre 7 e 10 salários mínimos; seguido de 16% com renda entre 5 e 7 salários mínimos. Portanto, 38% das famílias têm renda de até 5 salários mínimos. Entre os rendimentos mais altos, temos 11 alunos com renda familiar mensal superior a 10 salários mínimos.
A renda familiar, mensal, desta turma, pode ser assim representada:
Gráfico 08: Renda familiar mensal dos estudantes da turma de 2012
Se considerarmos os dados levantados por Souza, relativos à PNAD 2006, de que a renda média familiar dos destituídos variam de R$205,81 a R$439,42, sendo esse valor máximo um pouco acima de um salário mínimo da época, poderíamos dizer, considerando somente o critério renda, que temos três estudantes de origem popular. Temos mais da metade dos estudantes, 28, com renda familiar superior a 5 salários mínimos, portanto, desse ponto de vista, pertencentes às camadas médias e altas.
A maioria dos alunos, 44, não possui renda, uma vez que não trabalham. Entre aqueles que trabalham temos um com renda de um salário mínimo; dois discentes com renda entre 1 e 1,5 salário mínimo, dois que possuem renda entre 2 e 5 salários mínimos e um aluno com renda entre 12 e 15 salários mínimos. 40 de nossos estudantes não trabalham ou nunca exerceram atividade remunerada. Dos 10 estudantes que trabalham ou já trabalharam, cinco não
0 2 4 6 8 10 12
Nenhuma renda Até um salário mínimo
Entre 1 e 1,5 salários Entre 1,5 e 2 salários Entre 2 e 5 salários Entre 5 e 7 salários Entre 7 e 10 salários Entre 10 e 12 salários Entre 12 e 15 salários Entre 15 e 30 salários Acima de 30 salários
têm/tinham jornada fixa; três trabalham/ram entre 31 e 40 horas semanais e um trabalha/ou entre 21 e 30 horas semanais.
Gráfico 09: Estudantes que trabaham ou já trabalharam da turma de 2012
Relativamente à residência familiar, 84% dos estudantes vivem em residência própria e quitada; 6% em residência própria, mas em financiamento, 10% das famílias dos alunos pagam aluguel e nenhuma família vive em residência cedida, conforme nos mostra o Gráfico 10. Quanto à localização das moradias, somente a família de um estudante reside na zona rural e o restante, na zona urbana. A maior parte dos estudantes, 24, vivem em residência com quatro moradores, seguido de 10 estudantes que vivem em casa com três pessoas, oito estudantes que vivem em casa com cinco pessoas e quatro estudantes que vivem em casa com seis moradores. Um estudante vive em casa com 12 moradores. Não há estudante que mora sozinho e três estudantes moram em casa com apenas duas pessoas. Essa configuração das moradias, confirma a tendência de redução do número de filhos e, portanto, do tamanho das famílias. O Gráfico 12 representa o número de moradores, por residência: no eixo vertical temos o quantitativo de alunos e no horizontal, o número de moradores por residência.
Gráfico 10: Tipo de residência familiar da turma de 2012
Gráfico 11: Localidade da residência dos estudantes da turma de 2012
SIM NÃO
Gráfico 12: Número de indivíduos residentes no mesmo domílio dos estudantes da turma de 2012
Quanto à origem geográfica de nossos estudantes, temos a prevalência de estudantes oriundos do estado de Minas Gerais, 36, seguido de 10 estudantes provenientes do estado de São Paulo, dois do Espíriro Santo, um do Rio de Janeiro e um da Bahia. O Gráfico 13 representa a origem geográfica dos estudantes ingressantes no ano de 2012:48
Gráfico 13: Estado de origem dos estudantes da turma de 2012
48 Esses dados correspondem ao endereço do candidato na época da inscrição do ENEM o qual, portanto, pode ser diferente da naturalidade.
Zona rural Zona urbana
0 5 10 15 20 25 30 0 2 4 6 8 10 12 14 0 5 10 15 20 25 30 35 40 SP MG ES BA RJ