Bayezid I. Binaları, cilt 2, İstanbul 1952.
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O, İstanbul’da doğmuştur Ama ne yazık ki, doğum tarihi bilinmiyor A ilesi ve akrabaları hakkında da bir şey bilinmiyor Bu şâir hakkında ya
XIX. yüzyıl edebiyatının tarihçileri ve nazariyecileri, Ziya Paşa ve Mu allim Naci, V âsıf ı, şiirde öncelikli yeri işgâl edenler arasında saymazlar.
34 Alm ış parayla sanki halayık gibi beni/Şokmaklık ister âşevine gidi külhânî (II m’a a chetee com m e (on achete) une esclave et il veut, ce vilain, me pousser dans la cuisine (Cevâb
O Código Civil enumera algumas obrigações das partes, que devido à importância devem ser observadas quando da execução dos contratos. Não obstante, o diploma legal não pretende esgotar as obrigações das partes num rol taxativo. O que o código apresenta, assim como tudo que diz respeito aos seguros, é de caráter genérico, podendo a legislação extravagante trazer novos deveres aos contraentes a depender do caso específico.
III.5.1. DO SEGURADOR
A principal obrigação do segurador, advinda do contrato de seguro, consiste em garantir o interesse legítimo do segurado (obrigação de garantia). Apontar o pagamento em dinheiro do valor segurado (obrigação de pagar) como obrigação principal é equivocado, eis que esse pagamento é secundário e ocasional. Se o seguro é contrato bilateral (caracterizado pela reciprocidade das prestações) está sujeito a
exceptio inadimpleti contractus (condição resolutiva tácita), logo, se uma das partes não
cumpre a sua prestação, a outra não fica obrigada à contraprestação.
Se admitirmos ser a obrigação do segurador um pagamento, uma vez este não sendo realizado, o segurado não teria que pagar o prêmio, podendo, inclusive, resolver o contrato. Baseados nestes pressupostos, o contrato de seguro seria impossível. O prêmio é uma porcentagem da indenização. A seguradora só pode pagar os valores devidos nos casos em que houver o sinistro se possuir fundos, os quais são o resultado
da reunião de todos os prêmios pagos. Logo, se mesmo quando os riscos não se concretizassem, a seguradora não ficasse com o que lhe foi pago, não teria condições de pagar as indenizações.
O problema não ocorre se admitirmos que a obrigação da seguradora é de garantia. Obrigação de garantia é aquela cujo conteúdo ‘é eliminar um risco que pesa
sobre o credor’. A simples assunção do risco pelo devedor da garantia representa, por si só, o adimplemento da prestação125. Logo, o contrato não é descumprido se a indenização não vem a ser paga por inocorrência do sinistro, continuando o segurado obrigado ao prêmio. O pagamento, em ocorrendo, seria forma de execução contratual. Este parece ser o posicionamento mais acertado, não desnaturando a bilateralidade do seguro, nem o tornando impossível.
Ocorrido o sinistro, o segurador, uma vez que assumiu o risco na apólice, deverá pagar em dinheiro, se outra forma não foi convencionada, o prejuízo resultante do evento danoso (artigo 766 do Código Civil). Nos seguros de bens materiais a indenização não terá de corresponder à quantia declarada, sendo esta o limite da cobertura. Destarte, o valor a ser pago dependerá de apuração real do prejuízo, pois o seguro não tem finalidade lucrativa (vedação do sobre-seguro: aquele que vai além do valor do efetivo prejuízo). No entanto, nos seguros pessoais, a indenização será paga pela importância constante da apólice, porque os bens cobertos são inestimáveis. A menos que haja expressa previsão na apólice, inclui-se na garantia todos os prejuízos resultantes ou consequentes do risco, ocasionados para evitar o sinistro, minorar o dano ou salvar a coisa (artigo 779 Código Civil). A mora do segurador em pagar o sinistro enseja correção monetária, sem prejudicar a inclusão de juros de mora, como regula o artigo 772 Código Civil.
O segurador se exime do pagamento provando que houve dolo do segurado quanto ao sinistro (artigo 781). Da mesma forma não está obrigado ao pagamento nos casos de segundo seguro da mesma coisa pelo mesmo risco e valor (artigo 778); inexistência de cobertura para o sinistro ocorrido; caducidade da apólice pelo não-pagamento do prêmio; descumprimento de obrigações por parte do segurado, dentre as quais podemos destacar a falta de comunicação do agravamento dos riscos e de ocorrência do sinistro.
O artigo 784 do Código Civil exclui da garantia o sinistro decorrente de vício intrínseco da coisa segurada (defeito próprio da coisa, que não se encontra normalmente em outras da mesma espécie). Entretanto, da mesma forma que este dispositivo protege o segurador, o artigo 773 determina que o segurador que, ao tempo
do contrato, sabe estar passado o risco de que o segurado se pretende cobrir, e, não obstante, expede a apólice, pagará em dobro o prêmio estipulado.
Quanto ao artigo 786 do Código Civil, cumpre destacar que este determina que paga a indenização, o segurador sub-roga-se, nos limites do valor
respectivo, nos direitos e ações que competirem ao segurado contra o autor do dano126.
O § 1º do artigo supracitado enuncia uma exceção ao caput, prevendo que salvo dolo, a
sub-rogação não tem lugar se o dano foi causado pelo cônjuge do segurado, seus descendentes ou ascendentes, consangüíneos ou afins.
III.5.2. DO SEGURADO
A obrigação principal do segurado é a de pagar o prêmio acordado no ato de receber a apólice ou conforme tenha sido ajustado. O descumprimento desta obrigação dá ensejo à rescisão contratual ou a caducidade da apólice. O pagamento pode ser anual e adiantado, o mais comum, ou em quotas mensais. Admite-se a concessão de um prazo de abono, geralmente de 30 dias, após o recebimento da apólice a fim de que o prêmio seja pago. Também se aceita a reabilitação do segurado em mora através do resgate do débito acrescido dos juros de mora. A lei, todavia, prevê que não terá o direito de indenização o segurado que estiver em mora no pagamento do prêmio em ocorrendo o sinistro antes que ela seja purgada (artigo 763 do Código Civil).
A não verificação do risco previsto no contrato não exime o segurado do pagamento do prêmio (artigo 764). A diminuição do risco no curso do contrato, a menos que de maneira diversa haja sido acordado, não acarreta redução do prêmio estipulado (artigo 770). Todavia, se a redução do risco for considerável, caberá ao segurado exigir revisão do contrato ou resolvê-lo. Já se o segurado intencionalmente agrava o risco perderá o direito à garantia (artigo 768).
126 O Código Civil de 1.916 não trazia qualquer disposição a respeito do tema, porém a legislação
extravagante e a jurisprudência já haviam suprimido tal omissão. A súmula 188 do STF assentou esse entendimento regulando que: “O segurador tem ação regressiva contra o causador do dano, pelo que efetivamente pagou, até o limite previsto no contrato”.
Quando da celebração do contrato, fica o segurado ou seu representante obrigado a fazer declarações (informar) exatas e completas, incluindo todas as
circunstâncias que possam influir na aceitação da proposta ou na taxa do prêmio,
conforme o artigo 766 do Código Civil. A inobservância deste preceito por má-fé do segurado o faz perder o direito à garantia além de obrigá-lo a pagar o prêmio vencido.
Inexistindo má-fé, o segurador terá a opção de resolver o contrato ou cobrar a diferença do prêmio mesmo depois de ocorrido o sinistro. O segurado deverá informar o segurador, o mais prontamente possível, sobre incidente que possa agravar o risco coberto. O descumprimento desta determinação disposta no artigo 769 do Código Civil implica na perda ao direito de receber a indenização.
No caso da ocorrência do sinistro, o segurado fica obrigado a informá-lo o quanto antes ao segurador, permitindo-o tomar as providências imediatas para evitar ou minorar as consequências. No caso de omissão, se o segurador provar que oportunamente avisado poderia ter evitado o sinistro, poderá exonerar-se127.