• Sonuç bulunamadı

6. BÖLÜM ULAŞIM VASITALARI/ MEKÂNLARI

6.2. Otobüs Terminali

Os indicadores de desempenho são elementos-chave na gestão da performance de empresas, de forma individual, como também, na perspectiva da cadeia de suprimentos. Várias são as empresas que atuam em cada etapa desde o planejamento, obtenção de licenças e construção dos parques eólicos. Por se tratar de uma fonte de energia primária que está em desenvolvimento no Brasil, os esforços voltados para a estruturação e desenvolvimento de sua cadeia produtiva são de fundamental importância.

A utilização de indicadores de desempenho em cadeias de suprimentos atua como elemento condutor no alinhamento dos interesses (dispersos ou conflitantes) existentes nos diversos elos que compõem a cadeia de suprimentos, ampliando o entendimento da competição empresarial individual para a competição entre cadeias de suprimentos. Indivíduos e organizações têm seus comportamentos moldados de acordo com seus incentivos e recompensas (reconhecimento, promoções, e etc.). Desta forma, os indicadores de desempenho moldam o comportamento das empresas, convergindo suas ações para objetivos comuns, além de monitorarem e estimularem a excelência do desempenho operacional.

De acordo com Bond (2002) a implementação da gestão da cadeia de suprimentos é uma atividade complexa, na qual geralmente seu ponto de partida é a organização de maior poder econômico na rede de suprimentos, o que lhe projeta à uma posição de liderança natural.

Na cadeia eólica brasileira dois grupos se alternam nesta posição: os empreendedores e os fabricantes de aerogeradores de grande porte. Entretanto, a posição de liderança natural supracitada, deriva essencialmente da capacidade de influência que um grupo exerce sobre outro. Neste caso, o presente trabalho recomenda estritamente que o processo de coordenação da cadeia eólica brasileira seja direcionado pelos empreendedores, sob tutela do corpo gerencial da ABEEÓLICA, órgão articulador de forte influência nas empresas do setor eólico brasileiro. Os empreendedores centralizam as decisões da cadeia, injetando capital no setor, no qual todas as demais empresas que compõem a cadeia gravitam de forma direta ou indireta em torno das decisões que os empreendedores tomam, legitimando o seu papel de liderança natural.

Ampliando para uma perspectiva de amadurecimento do gerenciamento da cadeia de suprimentos, o processo de evolução da rede de suprimentos automobilística pode ser utilizado como benchmark no processo de maturação do setor eólico brasileiro. No nascimento da indústria automobilística, no final do século XIX, havia forte desarticulação entre os elos da cadeia e este cenário foi evoluindo a partir da absorção dos saltos tecnológicos e gerenciais ocorridos ao longo do século XX, culminando com grupos econômicos multinacionais coesos, fortemente articulados e com objetivos de desempenho da cadeia de suprimentos bem definidos.

Além da forte permeabilidade na troca de informações e planejamento em conjunto das empresas da rede de suprimentos da indústria automobilística, foi publicada em 2002 a primeira versão da ISO/TS 16949. Baseado na ISO 9001, o sistema de gerenciamento da qualidade aplicado à toda cadeia de suprimento da indústria automobilística, tem como objetivos estimular a melhoria contínua, prevenção de defeitos e redução de todos os desperdícios dos processos ao longo da cadeia de suprimentos. A ISO/TS 16949 é um padrão internacional de excelência em gestão; desta forma, os indicadores de performance da ISO/TS 16949 atuam alinhando os objetivos de desempenho ao longo de toda a cadeia em uma perspectiva global e customizada para os interesses específicos da indústria automobilística.

Naturalmente, o processo de maturação das redes de suprimentos não ocorre de forma instantânea; é necessário um esforço permanente, envolvimento dos elos e meios (ferramentas de gestão) para alcançar patamares mais elevados de maturidade. Os resultados do survey aplicado nas empresas do setor eólico brasileiro apresentam que ainda há forte dispersão entre os elos quanto aos seus objetivos estratégicos de desempenho; na competição da cadeia, o elemento ganhador de pedidos é o custo, sendo seguido em importância pelo fator qualidade. Em nenhuma das etapas específicas pesquisadas (prospecção, construção, O&M e logística) o fator custo aparece como o objetivo de desempenho de maior relevância; apenas na etapa de construção, os fatores custo e qualidade aparecem como os objetivos de desempenho mais importantes, entretanto, de forma invertida, sendo a qualidade o elemento mais importante da etapa de construção, tendo o custo como o segundo mais importante.

O survey revelou outra característica de dispersão dos objetivos estratégicos: os resultados apresentaram que as empresas de uma mesma etapa tinham com frequência percepção invertida sobre determinado item. Como observado na etapa de prospecção para alguns empresários, o fator custo obteve importância máxima (1), enquanto para outros obteve a importância mínima (6), elevando o desvio padrão das respostas. Esse resultado denota duas possibilidades: (1) o mercado não compreende com clareza quais são os objetivos de desempenho que deve perseguir para alcançar a excelência na competição; (2) as empresas estão buscando dentro das etapas da cadeia características que as diferenciem frente às demais empresas. Ambas as possibilidades de interpretação reforçam que a cadeia de suprimentos do setor eólico brasileiro atravessa atualmente a sua fase de estruturação e desenvolvimento.

Os sistemas de medição de desempenho, de forma geral, sofrem um notável trade- off entre a quantidade de elementos que o constitui e sua aplicabilidade no contexto da realidade organizacional. Desta forma, os modelos de medição de desempenho buscam o gerenciamento dos fatores críticos para a criação de valor das empresas e, adicionalmente, fomentar o aprimoramento destes fatores, seja em uma perspectiva individual ou de cadeia.

É importante destacar que, de acordo com Beamon e Ware (1998), o processo de implementação de um sistema de medição de desempenho deve responder a três questionamentos: quais aspectos devem ser medidos; como podem ser medidos tais aspectos; e como utilizar essas medidas para otimizar e controlar o desempenho da organização ou cadeia de suprimentos. O presente trabalho se focou em responder a primeira indagação, cabendo aos trabalhos subsequentes explorar e detalhar os demais questionamentos. Desta forma, recomenda-se para pesquisas futuras o desenvolvimento de temas relacionados à implantação e utilização dos sistemas de medição de desempenho, propostos neste trabalho, nos processos de tomada de decisão empresarial. Os resultados do survey apontam que os métodos empregados nas etapas de revisão bibliográfica e pesquisa de campo foram adequados, tendo em vista a ampla validação dos indicadores de desempenho específicos propostos. Entretanto, apesar de haver um alto percentual de utilização para maior parte dos indicadores de desempenho propostos, a cadeia ainda se encontra em estágios iniciais de estruturação. Para uma implementação

eficaz de um sistema de medição de desempenho de cadeia é preciso acompanhar os elementos-chave, mensurar de forma correta (quanto à frequência e formas de coleta de dados) e sobretudo utilizar os resultados nos processos de tomada de decisão com perspectiva e respaldo estratégico.

Desta forma, para um desenvolvimento consistente desta ferramenta na realidade atual do setor eólico brasileiro é reforçada a importância da centralização das informações da performance de toda a cadeia na figura dos empreendedores, os quais devem utilizar as informações coletadas de forma sistemática nos processos de contratação e acompanhamento da performance das empresas que fazem parte de sua rede. Informações dispersas sobre o desempenho das empresas do setor têm sua utilização e relevância estratégica minimizadas nos processos de tomada de decisão e desenvolvimento do setor. Outro ponto importante a ser destacado é de que o sistema de medição de desempenho é uma ferramenta de gestão dinâmica e precisa ser revisado periodicamente, pois as métricas selecionadas devem sempre refletir os objetivos estratégicos do setor, que são derivados dos critérios competitivos do mesmo.

Os atuais sistemas de medição estão inseridos em uma realidade extremamente dinâmica, onde há constantes alterações em como lidar com os elementos de criação de valor, bem como mudanças dos próprios elementos classificados desta forma. Neely (1998) destaca que a capacidade e velocidade de adaptação às novas demandas são características fundamentais para a utilização efetiva de indicadores de desempenho. Assim, o presente trabalho reflete os critérios competitivos e objetivos de desempenho que a cadeia de suprimentos do setor eólico brasileiro atravessa no seu atual estágio de estruturação e desenvolvimento.

BIBLIOGRAFIA

ABEEOLICA – Associação Brasileira de Energia Eólica. Boletim Mensal de Dados do Setor Eólico – Público. Nª 1, janeiro, 2013.

ABEEOLICA – Associação Brasileira de Energia Eólica. Boletim Mensal de Dados do Setor Eólico – Público. Nª 10, novembro, 2013.

ABEEOLICA – Associação Brasileira de Energia Eólica. 2º Workshop para Formação de Redes Cooperativas em Tecnologia e Pesquisa em Energia Eólica Integradas aos Setores Industriais, Natal, 2012.

ABEEOLICA – Associação Brasileira de Energia Eólica. Disponível em: http://www.abeeolica.org.br/index.php/associados. Acessado em 02/03/2013

AITKEN, J., CHILDERHOUSE, P., et al., (2003) “The impact of product life cycle on supply chain strategy”, International Journal of Production Economics, Vol. 85, pp. 127-140.

AQUILIANO, N. J.; CHASE, R. B.; JACOBS, F. R. Administração da Produção para a Vantagem Competitiva. 10 edição, Porto Alegre, Bookman, 2006.

BABBIE, Earl. Métodos de Pesquisa Survey. Belo Horizonte. Editora UFMG, 2001.

BASU, R. (2001), “New criteria of performance management - A transition from enterprise to collaborative supply chain”, Measuring Business Excellence, Vol. 5, No. 4, pp. 5-12.

BEAMON, B. M. (1996). Performance measures in supply chain management. Proceeding of the 1996

Conference on Agile and Intelligent Manufacturing Systems. Rensselaer Polytechnic Institute, Troy,

New York, NY, 2-3.

BEAMON, B.M. (1999), “Measuring supply chain performance”, International Journal of Operations & Production Management, Vol. 19 Nos 3-4, pp. 275-92.

BEAMON, B. M., WARE, T. M. A process quality model for the analysis, improvement and control of supply chainsystems. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management, v.28, n.9/10, p. 704-715, 1998

BEER, S. Diagnosing the system for organisations, Wiley, Chichester, England, 1985. BENNETT, C. Latin American Wind Takes Shapes, Renewable Energy Focus, 2010

BITITCI, U. S., CARRIE, A. S., MCDEVITT, L. G., Integrated Performance Measurement Systems: A Development Guide. International Journal of Operations and Production Management, MCB University Press, pp. 522-535. vol. 17 no 6, May/June 1997.

BITITCI, U. S.; CARRIE, A. S. Integrated Performance Measurement Systems: Structures and Relationships, EPSRC Final Research Report, Grant No. GR/K 48174, Swindon, 1998.

BITITCI. U., TURNER, T., MACKAY, D., KEARNEY, J., PARUNG, J., WALTERS, D. 2005. ‘‘Managing Synergy in Collaborative Enterprises.’’ International EurOMA Conference 2005, Budapest, Hungary.

BOND, E.; Medição de desempenho para gestão da produção em um cenário de cadeia de suprimentos. UFSCAR, 2002.

BOWERSOX, D. J; CLOSS, Dom; Logística Empresarial: O processo de integração da cadeia de

suprimento. São Paulo: Atlas, 2001

BHAGWAT, Rajat; SHARMA, Milind K. Performance measurement of supply chain management: A balanced scorecard approach. Computers & Industrial Engineering. V.53, P. 43-62, 2007.

BREWER, P.; SPEH, T.; Adapting the balanced scoredcard to supply chain management. Supply Chain Management Review,v.5, nª2, Mar./April, 2001.

BURNS, N.; BACKHOUSE, C. Integrated Performance Measurement Systems -Behavioural Issues, EPSRC Final Research Report, Research Grant No. GR/K 48198,Swindon UK, 1998.

CASTRO, R. M. G. - Energias renováveis e produção descentralizada: Introdução à energia eólica.Universidade técnica de Lisboa, março de 2008.

CCEE - Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - Disponível em: http://www.ccee.org.br/portal/faces/pages_publico/onde-atuamos/setor_eletrico; Acessado em 10/08/2012.

CEIWEP - Committee on Environmental Impacts of Wind Energy Projects - Environmental Impacts Of Wind-Energy Projects. National Research Council. Washington, 2007.

CHAN, F. T.S., QI, H. J. et al. (2003), “A conceptual model of performance measurement of supply chains”, Management Decision, Vol. 41, No. 7, pp. 653-642.

CHAN, F.T.S. (2003), “Performance measurement in a supply chain”, International Journal of Advanced Manufacturing Technology, Vol. 21, pp. 534-48.

CHIBBA, A. Measuring Supply Chain Performance Measure – Prioritizing Performance Measures. 173f. Thesis Licentiate ( Licentiate in Industrial Management) – Lulea University of Technology, Department of Business Administration and Social Sciences, Division of Industrial Management, 2007.

CHRISTOPHER, M. Logistics and supply chain management. Londres: Prentice Hall, 1998.

CHRISTOPHER, M.; TOWILL, D., (2001), “An integrated model for the design of agile supply chains”, International Journal of Physical Distribution and Logistics Management, Vol. 31, No. 4, pp. 235-246.

CLM - COUNCIL OF LOGISTICS MANAGEMENT. World Class Logistics: the Challenge of Managing Continuous Change: CLM Oak Brook, 1995.

CONCEIÇÃO, S. V., QUINTÃO, R. T. Avaliação de Desempenho Logístico da Cadeia Brasileira de Suprimentos de Refrigerantes. Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2004.

CORRÊA, H. L. Gestão de Redes de Suprimentos – integrando cadeias de suprimento no mundo globalizado. 1a edição, São Paulo: Atlas. 2010.

CRESESB - Energia Eólica: Princípios e Tecnologias. Disponível em:

http://www.cresesb.cepel.br/tutorial/tutorial_eolica_2008_e-book.pdf . Acessado em 10/06/2012 CRESWELL, J. W. - Research Design: Qualitative, Quantitative, and Mixed Methods

CTGAS-ER – Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis. Tecnologia de Energia Eólica. Brasil, 2011.

DAUGHERTY, P. J.; ELLINGER, A. E.; GUSTIN, G. M. Integrated logistics: achieving logistics performance improvements. Supply Chain Management, Bradford, v. 1, n. 3, p. 25-33, 1996.

DE ROLT, m. i. p. (1998). O uso de indicadores para a melhoria da qualidade em pequenas empresas. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1998.

DIEHL, A. A. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Prentice Hall, 2004.

DODGE D.M. - The illustrated history of wind power development. Littleton,Colorado: U.S. Federal Wind Energy Program. Available at: http://www. telosnet.com/wind/. 2006 Acesso em: 10/09/2012. EFQM, Self-assessment Guidelines for Companies, European Foundation for Quality Management, Brussels, Belgium, 1998.

EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Leilão de Reserva 2011. Disponível em: http://www.epe.gov.br/imprensa/PressReleases/20111220_1.pdf. Acesso em: 10/10/2012.

EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Leilão de Reserva 2011. Disponível em: http://www.epe.gov.br/imprensa/PressReleases/20110818_1.pdf. Acesso em: 10/10/2012.

EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Leilão A-3 de 2011. Disponível em: http://www.epe.gov.br/imprensa/PressReleases/20110817_1.pdf. Acesso em: 10/10/2012.

EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Leilão de Fontes Alternativas 2010. Disponível em: http://www.epe.gov.br/imprensa/PressReleases/20100826_1.pdf.

Acesso em: 10/10/2012

EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Leilão de Reserva 2009. Disponível em: http://www.epe.gov.br/imprensa/PressReleases/20091214_1.pdf. Acesso em:10/10/2012

EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Leilão A-5 de 2012. Disponível em: http://www.epe.gov.br/imprensa/PressReleases/20121214_1.pdf

FIGUEIREDO, K. F; FLEURY, P. F., WANKE, P. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos recursos. São Paulo: Atlas, 2003.

FORZA, C. Survey research in operations management: a process-based perspective. International Journal of Operations & Production Management, v. 22, n. 2, p. 152-194, 2002.

FREDERICO, G. F. Proposta de um modelo para a adequação dos sistemas de medição de desempenho aos níveis de maturidade da gestão da cadeia de suprimentos. UFSCar, 2012.

GIL, A.L. (1992). Qualidade total nas organizações. São Paulo: Atlas, 1992.

GODOY, F. V. Análise Estratégica do Setor Eólico Italiano. 2008. 159f. Monografia (engenharia de produção) – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo.

GUNASEKARAN, A., PATEL, C.; TIRTIROGLU, E. (2001), “Performance measures and metrics in a supply chain environment”, International Journal of Operations & Production Management, Vol. 21 Nos 1-2, pp. 71-87.

GUNASEKARAN, A.; PATEL, C.; MCGAUGHEY, E. (2004) “A framework for supply chain performance measurement”, International Journal of Production Economics, Vol. 87, pp 333-347. GWEC – Global Wind Energy Council. Analysis of the regulatory framework for wind power generation in Brazil, 2011.

GWEC – Global Wind Energy Council. Annual market update 2010. Abril, 2011. GWEC – Global Wind Energy Council. Annual market update 2012. Abril, 2013.

GWEC – Global Wind Energy Council. Disponível em: www.gwec.net/ Acessado em: 10/10/2012.

HANDFIELD, R.; NICHOLS JR.,E.; Introduction to supply chain management. New Jersey: Prentice Hall, 1999.

HILL, T. - Manufacturing Strategy, Macmillan, 1993.

HILL, A.; HILL, T. Essential Operations Management. Palgrave Macmillan, 2011.

HOEK VAN, R. I. (2001). "The contribution of performance measurement to the expansion of third party logistics alliances in the supply chain." International Journal of Operations & Production Management Vol. 21, No. 1/2, pp. 15-29.

HOEK VAN, R.I. (1998). “Measuring the unmesurable” – Measuring and improving the performance in the supply chain”, Supply chain management, Vol. 3, No. 4, pp. 187-192.

HOLMBERG, S. (2000). "A systems perspective on supply chain measurements." International Journal of Physical Distribution & Logistics Management , Vol. 30. No.

IRAOSSI, G. (2006). The Power of Survey Design: A User's Guide for Managing Surveys,

Interpreting Results, and Influencing Respondents. Washington, D.C.: The World Bank.10, pp. 847-

868.

JOHNSON, H. T.; KAPLAN, R. S.; (1987), Relevance Lost - the rise and fall of Management Accounting, Harvard Business School Press, Boston MA.

JOHNSON, M.; GUSTAFSSON, A. Improving Customer Satisfaction, Loyalty, and Profit. University of Michigan Business School, Management Series, 2000, 214 p.

JURAN, J. M. (1992) Planejando para a qualidade. São Paulo: Pioneira, 1992.

KALDELLIS, J. K.; ZAFIRAKIS, D. The wind energy (r)evolution: A short review of a long history.

Renewable Energy [S.I.], v. 36, n. 7, p. 1887-1901, 2011.

KAPLAN, R. S. (1990), Measures for Manufacturing Excellence, Harvard Business School Press, Boston MA 1990.

KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. The Balanced Scorecard - Translating Strategy into Action, Harvard Business School Press Boston, MA, USA, 1996.

KAPLAN, R.S. & NORTON, D.P. (1997). A estratégia em ação: balanced scorecard. 10ª ed. Campus, São Paulo, 1997.

KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. The Strategy Focused Organisation: How Balanced Scorecard Companies thrive in the New business Environment, - Measures that Drive Performance, Harvard Business School Press Boston, MA, USA, 2000.

KARDEC, A., ARCURI, R., CABRAL, N. Gestão Estratégica e Avaliação do Desempenho. Rio de Janeiro: Qualitymark: ABRAMAN, 2002

KEHOE, D. F.; LITTLE, D. Integrated Performance Measurement Systems - Information Systems, EPSRC Final Research Report, Research Grant No. GR/K 47818, Swindon UK, 1998.

KOH, L. S.C.; DEMIRBAG, M. et al (2007). “The impact of supply chain management practices on performance of SMEs” Industrial Management and Data Systems, Vol. 107, No. 1,pp. 103- 124. KOTLER, P. - Do marketing móvel às lacunas de valor. HSM Management. n. 29, ano 5, p. 116-120, nov./dez. 2001.

LAI, K., NGAI E. W. T., et al. (2001). "Measures for evaluating supply chain performance in transport logistics." Transportation Research, Vol. 38, pp. 439-456.

LAMBERT, D.M., POHLEN, R. L. Supply chain metrics. The International Journal of Logistics Management, Vol. 12 No. 1, pp. 1-19, 2001.

LAMBERT, D. M., COOPER, M. C.; PAGH, J. D.: Supply Chain Management: Implementation Issues and Research Opportunities. The International Journal of Logistics Management 9(2), 1–19 (1998).

LAMMING, R.; JOHNSEN, T.; ZHENG, J.; HARLAND, C.; An initial classification of supply networks. International Journal of Operations & Production Management, Vol. 20 Iss: 6, pp.675 – 691, 2000.

LANDEGHEM V. R.; PERSOONS, K. (2001). “Benchmarking of logistical operations based on a casual model." International Journal of Operations & Production Management , Vol. 21, No. 1/2, pp. 254-266.

LANTELME, E.M.V.(1994). Proposta de um Sistema de Indicadores de Qualidade e Produtividade para a Construção Civil. Dissertação apresentada ao Curso de Pós Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1994.

LEBAS, M.J. Performance measurement and performance management. International Journal of Production Economics, v.41, n. 1/3, p.23-35, 1995.

LOHMAN, C.; FORTUIN, L.; WOUTERS, M. Designing a Performance Measurement System: A Case Sutdy. European Journal of Operational Research. Volume 156, November 2002, Pages 267- 286.

LUMMUS, R. R.; VOKURKA, R. J. Defining supply chain management: a historical perspective and practical guidelines. Industrial Management & Data Systems, v. 99, n. 1, p.11– 17, 1999.

MANWELL, J.,F.; MCGOWAN, J.,G.; ROGERS, A.,L. - Wind Energy Explained: Theory, Design and Application. University of Massachusetts, 2002.

MARTINS, R.A. Sistemas de medição de desempenho: um modelo para estruturação do uso. Tese de Doutorado. São Paulo: Escola Politécnica da USP, 1998.

MARTINS, R.; COSTA NETO, P. Indicadores de Desempenho para a Gestão pela Qualidade Total: Uma proposta para Sistematização. Revista Gestão e Produção. São Carlos, v.5, n.3, p. 298-311, dez. 1998.

MCNAIR, C. J.; MASCONI, W. (1987), "Measuring Performance in Advanced Manufacturing Environment", Management Accounting, July 1987.

MENTZER, J.T., DEWITT, W., KEEBLER, J.S., MIN, S., NIX, N.W.., SMITH, C.D., ZACHARIA, Z.G. Defining Supply Chain Management. Journal of Business Logistics, 22, (2), 1-25. 2001. MIGUEL, P. A. C. et. al. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. São Paulo: Campus, 2010.

MINTZBERG, H. e QUINN, J. B. El Processo Estratégico: Conceptos, contextos y casos. Mexico: Prentice Hall Hispanoamericana, S.A., 1993

MORGAN, C. (2004), “Structure, speed and salience: performance measurement in the supply chain”, Business Process Management Journal, Vol. 10, No. 5, pp. 522-536.

NEELY, A. Measuring business performance. London: The Economist in Association with Profile Books, 1998.

NEELY, A., MILLS J., GREGORY, M., RICHARDS, H., PLATTS, K., BOURNE, M. Getting the measure of your business, University of Cambridge, Manufacturing Engineering Group, Mill Lane, Cambridge, 1996.

NEELY, A.; ADAMS, C. The Performance Prism Perspective, Journal of Cost Management, January/February 2001.

NEELY, A; GREGORY, M; PLATTS, K. Performance measurement system design. International Journal of Operations Management. Cambridge, v.14, n.4, p. 81-114, 1995.

NEELY, A.; ADAMS, C. Perspectives on Performance: the performance prism. In: Handbook of Performance Measurement. London: Bouine, 2000.

NEELY, A.; ADAMS, C.; CROWE; P. The Performance Prism in Practice. Measuring Business Excellence. v.5, n.2, p. 6-12, 2001.

NEIJ, L., A., D. P., DURSTEWITZ, M., HELBY, P., HOOPE-KILPPER, M., MORTHORST, P.E. Experience Curves: A Tool for Energy Policy Assessment, Final Report of the EC project Experience Curves: A Tool for Energy PolicyAssessment, 2003.

NEW, S. J. A framework for analyzing supply chain improvement. International Journal of Operations & production Management, Bradford, v. 16, n. 4, p. 19- 34, 1996.

OLIVEIRA, M.; LANTELME, E.M.V.; FORMOSO, C.T. Sistema de indicadores de qualidade e produtividade na construção civil: manual de utilização. SEBRAE, Porto Alegre, 1995.

OTTO, A.; KOTZAB, H. (2001). Does Supply Chain Management really pay? - Six perspectives to measure the performance of managing a supply chain. Nurnberg, Lehrstuhl fur Logistik, Friedrich- Alexander-Universiteät: p. 17

PARMENTER, D. (2007). Key Performance Indicators: developing, implementing and using winning KPIs. John Wiley & Sons, New Jersey, 2007.

PETRONI, A.; PANCIROLI, B. (2002). "Innovation as a determinant of suppliers' roles and performances: an empirical study in the food machinery industry", European Journal of Purchasing & Supply Management, Vol. 8, pp. 135-149.

PIRES, S., Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management): Conceitos, Estratégias, Práticas e Casos. 309 páginas, 2ª Edição, 2009.

PORTER, M. E. Estratégia Competitiva: Técnicas para Análise de Indústrias e da Concorrência. Tradução de Elizabeth Maria de Pinho Braga. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1986.

RUSSELL, R. The Role of Performance Measurement in Manufacturing Excellence. BPICS

Benzer Belgeler