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2.5. Okulöncesi Dönemde Uygulanan Farklı Eğitim Modelleri

2.5.9. Montessori Eğitim Modeli

2.5.9.9. Montessori Metodunda Matematiksel Zeka ve Matematiksel DüĢünme

O procedimento probatório comporta, consoante foi assinalado anteriormente, várias fases, quais sejam:

297 Aqui é que se pode falar, com mais propriedade, em produção da prova. 298 MANZINI, Tratado de derecho procesal penal, t. III, p. 198-199. 299 TONINI, A prova no processo penal italiano, p. 66.

I) proposição/postulação da prova: as partes indicam ao juiz os meios de prova

com que pretendem demonstrar a veracidade dos fatos alegados como fundamentos das suas pretensões ou a ele apresentam a prova pré-constituída. 301

No processo civil, a proposição/postulação da prova é realizada, no primeiro momento, na petição inicial e na contestação (arts. 282, VI, e 300 do CPC).

Ainda no processo civil, não sendo contestada a ação, o juiz, verificando que não ocorreu o efeito da revelia, mandará que o autor especifique as provas que pretende produzir (art. 324 do CPC). A determinação de especificação das provas, quando dirigida ao autor e réu, poderá ocorrer depois das providências preliminares previstas nos arts. 323 a 327 do CPC,302 na fase de saneamento do processo, se a hipótese não for de julgamento conforme o

estado do processo (art. 328).303 Não sendo a hipótese de julgamento conforme o estado do

processo e versando a causa sobre direitos que admitem transação, será designada audiência preliminar, na qual, como dispõe o art. 331, §2º, do CPC: “Se, por qualquer motivo, não for obtida a conciliação, o juiz fixará os pontos controvertidos, decidirá as questões processuais pendentes e determinará as provas a serem produzidas, designando audiência de instrução e julgamento, se necessário”. Contudo, advirta-se: “Se o direito em litígio não admitir transação, ou se as circunstâncias da causa evidenciarem ser improvável sua obtenção, o juiz poderá, desde logo, sanear o processo e ordenar a produção da prova, nos termos do §2º” (art. 331, §3º, do CPC).

No processo do trabalho, como regra, é na audiência, depois de frustrada a tentativa de conciliação e produzida a defesa, que as partes irão especificar, oralmente, as provas que pretendem produzir (arts. 846, 847 e 848 da CLT).

II) exame de admissibilidade da prova: indicadas, pelas partes, as provas que

pretendem produzir304, ao juiz compete proceder ao exame de sua admissibilidade, definindo

aquelas que serão produzidas.

Para tanto, o juiz deverá verificar:

301 A petição inicial deve ser instruída com os documentos indispensáveis à propositura da ação (arts. 283 do

CPC e 787 da CLT).

302 Depois de findo o prazo para a resposta do réu, o juiz determinará, conforme o caso, as providências

preliminares (art. 323 do CPC), que podem consistir em: determinação ao autor para que especifique as provas que pretende produzir, se não houver contestação e não ocorrer o efeito da revelia (art. 324); concessão ao autor de oportunidade para requerer a declaração incidente (art. 325); oitiva do autor sobre fato impeditivo, modificativo ou extintivo alegado pelo réu na contestação (art. 326) ou preliminares por este suscitadas na sua contestação (art. 327).

303 O julgamento conforme o estado do processo pode consistir em extinção do processo sem provimento de

mérito (art. 329 do CPC) e julgamento antecipado da lide (art. 330 do CPC).

304 Às partes é lícito indicar as provas a serem produzidas e o resultado que pretendem alcançar como cada meio

1) a proposição da prova como ato processual: verificação das condições de eficácia da proposição da prova, o que implica exame do lugar, tempo e prazo da proposição da prova pela parte;305

2) a licitude do meio de prova proposto;306

3) a idoneidade ou utilidade da prova: verificação da idoneidade ou aptidão do meio de prova proposto para demonstrar a veracidade dos fatos controversos;307

4) a necessidade da prova que as partes pretendem produzir. O exame da necessidade da prova envolve a indagação sobre:

a) a prévia alegação do fato que se pretende provar: somente os fatos alegados pelas partes podem ser objeto de prova;

b) a pertinência da prova: exame da pertinência do fato que se pretende provar com o objeto da demanda. Não podem ser objeto de prova os fatos impertinentes, isto é, que não tenham relação, direta ou indireta, com o objeto da demanda;308

305 Os atos probatórios são atos processuais. Nessa condição, estão sujeitos aos requisitos de eficácia dos atos

processuais em geral. Como assinala José Frederico Marques, “os atos probatórios estão subordinados, primeiramente, à disciplina geral dos atos processuais. Em seguida há as regras próprias do procedimento probatório em geral, e, por fim, os preceitos particulares de cada um dos meios de prova” (MARQUES,

Instituições de direito processual civil, v. III, p. 386).

306 Ao tema retornaremos mais adiante.

307 Na Espanha, a Ley de Enjuiciamiento Civil prevê, no art. 283, 2: “Tampouco devem admitir-se, por inúteis,

aquelas provas que, segundo regras e critérios razoáveis e seguros, em nenhuma hipótese podem contribuir para o esclarecimento dos fatos controversos”. Eduardo Couture examina a questão sob a ótica da admissibilidade da prova, observando que “de prova admissível ou inadmissível se fala para referir-se à idoneidade ou falta de idoneidade de um meio de prova determinado para demonstrar um fato. Não se trata do objeto da prova, mas dos meios aptos para produzi-la” (COUTURE, Fundamentos del derecho procesal civil, p. 238).

308 Ensina Eduardo Couture que “prova pertinente é aquela que versa sobre as proposições e fatos que são

verdadeiramente objeto de prova. Prova impertinente é, ao contrário, aquela que não versa sobre as proposições e fatos que são objeto de demonstração. Uma prova sobre um fato não articulado na demanda [...] ou na contestação [...] é prova impertinente.” (COUTURE, Fundamentos del derecho procesal civil, p. 238). O direito processual do trabalho contém regra expressa sobre a vedação da prova impertinente, consoante se vê do art. 852-C da Consolidação das Leis do Trabalho, que confere ao juiz o poder para indeferir a prova impertinente. Nos Estados Unidos da América, prevê a regra n. 402 da Federal Rules of Evidence que são admitidas todas as provas pertinentes, salvo disposição constante da Constituição, de Lei editada pelo Congresso ou de regras estabelecidas pela Suprema Corte no âmbito de sua competência, e que é inadmissível a prova impertinente. Na Espanha, a Ley de Enjuiciamiento Civil prevê, no art. 283, I: “Não deverá ser admitida nenhuma prova que, por não guardar relação com o que seja objeto do processo, tenha que ser considerada impertinente”. Joan Pico I Junoy afirma que a pertinência da prova diz respeito ao meio de prova proposto, afirmando que a impertinência deve “predicar-se ao meio probatório proposto e não ao fato sobre o qual versa a prova [...]. O que se declara impertinente na decisão judicial não é um fato (ou sua afirmação), mas o meio de prova proposto por uma das partes” (NUNOY, El derecho a la prueba en el proceso civil, p. 44-45). Registra Joan Pico I Junoy que “entendemos com TARUFFO, que uma prova é pertinente quando responde à função que lhe é própria, isto é, quando o fato sobre o qual versa a prova supõe um elemento útil para a declaração judicial do factum

c) a relevância jurídica da prova: verificação da relevância do fato a ser provado para a constituição, impedimento à constituição, modificação ou extinção do direito objeto de disputa ou relevância do resultado da prova para a solução da lide. Não podem ser objeto de prova os fatos irrelevantes, isto é, fatos que, embora tenham relação com a demanda, não têm efetiva influência no julgamento da pretensão das partes.309 O juiz deve, ao

examinar a admissibilidade de uma prova e valorar a sua relevância, verificar se “a demonstração daquele fato tem influência sobre a formação da sua convicção para a decisão da causa; em outros termos, se aquela prova é relevante para a decisão [...]. Este juízo instrumental [...] implica valoração antecipada, provisória, de quais seriam os efeitos da prova, tendo em conta prováveis diversos resultados, derivados da prova mesma”;310

d) a incidência de regra de exclusão da prova: presença de uma das situações indicadas no art. 334 do CPC;311

e) a existência de limites legais estabelecidos em relação à fonte de prova de que a parte pretende se valer;312

deverá ser inadmitida, tal e como sucede nos casos em que não existe uma adequação ou idoneidade do meio probatório para demonstrar o fato integrante do thema probandi. Assim, pensemos, por exemplo, na proposição de uma prova testemunhal para demonstrar fatos sucedidos anos antes de haver nascido a testemunha” (Op. cit., p. 46-47). Joan Pico I Junoy denomina pertinência do meio de prova o que tratamos sob o título de idoneidade ou utilidade da prova. A pertinência da prova diz respeito ao fato e, a idoneidade, ao meio para demonstrar a sua veracidade.

309 Jordi Ferrer Beltrán, depois de chamar a atenção para o estudo dos filtros para a admissão da prova, afirma

que o primeiro deles, de natureza epistemológica, “prescreve a admissão de toda prova que aporte informação relevante sobre os fatos que se julgam [...]. Uma prova é relevante se fornece apoio ou refutação de alguma das hipóteses fáticas do caso à luz dos princípios gerais da lógica e da ciência [...]. Um elemento de juízo é relevante para a decisão sobre a prova de um enunciado fático se e somente se permite fundar nele (por si só ou conjuntamente com outros elementos) uma conclusão sobre a verdade do enunciado fático a provar” (BELTRÁN, La valoración racional de la prueba, p. 42 e 71). Como esclarece Andrea Proto Pisani, “o juízo de relevância tem sempre como ponto de partida a individualização e a interpretação da fatispecie legal abstrata sob a qual subsume o direito feito valer em juízo” (PISANI, Lezioni di diritto processuale civile, p. 407). Portanto, já na definição das provas a serem produzidas, é indispensável invocar a norma regente do caso concreto, o que demonstra que o silogismo judicial, que considera fatos e normas como elementos independentes, não se sustenta.

310 MICHELI. Derecho procesal civil, v. II, p. 90-91. É de suma importância a participação das partes no exame

da relevância da prova, vez que aquilo que aos olhos do juiz não tem relevância, pode para a parte ser de suma relevância. Não se pode olvidar, ainda, que o juiz de primeira instância pode não ser o único a examinar a demanda e aquilo que lhe parece irrelevante pode ser considerado indispensável para outro julgador. Com isso, além de ouvir as partes, o juiz deve ter em conta a possibilidade de reexame da relevância da prova na Instância Superior, o que aconselha adotar como premissa que toda prova proposta é relevante. Do ponto de vista da economia processual, mais vale produzir uma prova irrelevante do que não produzir uma determinada prova e, posteriormente, anular o processo, para que ela seja produzida.

311 Como aduz Paolo Tonini, “a prova não deve ser supérflua, ou seja, não deve servir para a obtenção de um

resultado conhecido já adquirido” (TONINI, A prova no processo penal italiano, p. 61).

312 O ordenamento pátrio estabelece limites à admissibilidade da prova testemunhal quanto ao número de

f) a legitimidade da parte para propor a prova por ela indicada e o seu interesse na sua produção: a prova deve ser proposta e produzida pela parte que tem o ônus de fazê-lo;

g) a possibilidade da prova: o fato a ser provado deve ser possível, como também deve ser praticável a demonstração de sua veracidade.313

Piero Calamandrei divide o exame de admissibilidade da prova em duas operações:

a) a admissibilidade, que “constitui requisito de mera legalidade, atinente ao respeito às normas que prescrevem a forma em que devem ser propostos certos meios de prova [...] ou às normas que impõem a proibições e limitações à admissão de certos meios de prova em relação à natureza dos fatos a provar”; e b) a relevância, que “é requisito que afeta [...] à “prudente apreciação” do juiz,

chamado a dar uma avaliação antecipada e hipotética das consequências jurídicas que se seguiriam dos fatos deduzidos em prova, se fossem provados [...]. O juízo a respeito da relevância avalia de antemão a elaboração jurídica que se poderia inferir do êxito da prova proposta”.314

No mesmo sentido, observa Eduardo Cambi que

a admissibilidade é um requisito de mera legalidade, atinente às regras que prescrevem a forma pela qual certos meios de prova devem ser propostos [...], ou concernente às regras que propõem proibições e limitações à admissão de certos meios de prova, em relação à natureza de certos fatos a serem provados [...]. O juízo de admissibilidade está baseado em critérios jurídicos de escolha dos elementos probatórios que podem ser utilizados no processo, acarretando a possibilidade de restrição a determinados meios de prova [...]. Prova inadmissível é aquela que não pode entrar no processo.315

313 Os progressos da ciência têm reduzido, em grande escala, as situações de impossibilidade de produzir prova

de determinados fatos.

314 CALAMANDREI, Veritá e verosimiglianza..., in: Studi sul processo civile,, p. 121. Esclarece Piero

Calamandrei que na linguagem forense, ao invés de prova relevante, se fala, como significado análogo, de provas ‘pertinentes’, ‘concernentes’, ‘conclusivas’; são expressões que em substância querem dizer todas a mesma coisa, enquanto, partindo da hipótese de que os fatos deduzidos em prova sejam provados, tendem a estabelecer, mediante uma antecipada subsunção dos fatos sob a norma, se há nexo de causa e efeito entre tais fatos e a consequência jurídica que a parte pretende extrair a seu favor (Op. cit., p. 121).

Assevera Andrea Proto Pisani que o exame de admissibilidade decorre da necessidade de evitar a prática de atos inúteis e de realizar a exigência de simplificação e economia processuais,316 cumprindo acrescentar a necessidade de solução do litígio no menor

espaço de tempo possível, o que permite afirmar que o juízo de admissibilidade tem por finalidade evitar a prática de atos inúteis e desnecessários, em cumprimento às exigências de economia, celeridade e simplificação na solução das demandas levadas ao Poder Judiciário.

O estabelecimento no procedimento probatório de fase voltada ao exame da admissibilidade da prova indica que não foi adotado, pelo ordenamento jurídico pátrio, o sistema da liberdade plena em matéria probatória, entendida esta, à luz dos ensinamentos de Michele Taruffo, como:

a) admissão das provas, na qual a liberdade significa ausência de normas de exclusão de provas e, portanto, está admitida a possibilidade de que as partes utilizem todos os elementos de prova relevantes de que disponham; b) a formação da prova, na qual a liberdade significa ausência de normas que

regulamentem o modo em que as provas se constituem, no processo e fora dele; c) a valoração das provas, na qual a liberdade significa ausência de normas que

predeterminem, vinculando o juiz e as partes, o valor que deve ser atribuído a uma prova na decisão; e, finalmente,

d) a eleição dos elementos úteis para a decisão por parte do juiz, em que a liberdade significa que o juiz pode buscar livremente os elementos de prova e não está vinculado por normas sobre a eleição as provas que devem fundamentar o juízo de fato.317

Embora a liberdade não seja plena, estando afastada a ideia de abolição de qualquer limite à atividade probatória das partes e do juiz, no exame da admissibilidade da prova cumpre ter presente que deve ser incorporado ao processo o maior número possível de elementos de convicção sobre os fatos relevantes para o julgamento da demanda. Isso significa que no juízo antecipado e hipotético sobre o seu resultado da prova, que é realizado no exame da sua admissibilidade, deve-se presumir que a prova, se produzida, contribuirá para a definição dos direitos e obrigações das partes (relevância material da prova), não podendo ser desconsiderado

316 PISANI,Lezioni di diritto processuale civile, p. 405. 317 TARUFFO, La prueba de los hechos, p. 360.

que quanto mais elementos de convicção existirem no processo, mais justificada e, com isto, legitimada, estará a decisão produzida (relevância procedimental da prova).

III) produção da prova: admitida a prova proposta pela parte, passa-se à sua

produção, isto é, à incorporação ao processo dos elementos de convicção fornecidos pelas fontes de prova;318

IV) valoração da prova: definição da eficácia da prova produzida na formação do

convencimento sobre a ocorrência dos fatos controversos.

Como adverte Kazuo Watanabe, analisar bem as provas e avaliar corretamente os fatos “é condição fundamental para a prática da justiça”.319

O juiz deverá valorar a prova, isto é, definir o seu valor na formação do seu juízo sobre os fatos controversos, para, com isso, estabelecer a verdade sobre ele.

Consoante assevera Erich Döring,

a valoração da prova tem por finalidade esclarecer até que ponto merecem fé diversos elementos probatórios (declarações, documentos, indícios). O julgador quer verificar se esses elementos proporcionam uma base suficiente para dar por assentados os fatos que constituem o verdadeiro objetivo do saber. Se trata quase sempre de apreciar os meios probatórios, isto é, de ponderar se um documento é autêntico e seu conteúdo verdadeiro, se uma testemunha expôs os fatos tal como foram, se uma fotografia reflete fielmente os pontos substanciais, etc.320

Contudo, a valoração da prova não é ato exclusivo do juiz. As partes também participam na valoração da prova, posto que, produzida a prova e encerrada a fase probatória,

318 As provas serão produzidas de forma contraditória, isto é, com oportunidade de participação das partes. Na

Espanha, é expressamente assegurado o direito de a parte participar da produção da prova, como resulta do art. 289, 1, da Ley de Enjuiciamiento Civil, in verbis: “As provas serão produzidas contraditoriamente em audiência pública, ou com publicidade e documentação similares se não for levada a efeito na sede do tribunal” e, ainda, do art. 289, 2, do mesmo diploma legal: “Será inescusável a presença judicial no interrogatório das partes e de testemunhas, no reconhecimento de lugares, objetos e pessoas, na reprodução de palavras, sons, imagens e, em sendo o caso, cifras e dados, assim como nas explicações, impugnações, retificações ou ampliações de todos os laudos periciais”. No Brasil, a Constituição Federal, reconhecendo o direito à publicidade dos atos processuais e o direito ao contraditório, também reconhece o direito de as partes de participarem da produção da prova. Ao tema retornaremos quando tratarmos da dimensão do direito à prova. A CLT é expressa a respeito, quando, por exemplo, assegura à parte o direito de inquirir a parte contrária e as testemunhas (art. 820).

319 WATANABE, Da cognição no processo civil, p. 72. 320 DÖHRING, La prueba, p. 24.

elas podem, em alegações finais, proceder à sua análise crítica, fornecendo ao juiz argumentos para a sua valoração.321

É importante mencionar a existência de regras especiais relativas a determinadas provas:

a) A prova pré-constituída é produzida antes do processo e a este incorporada.322

b) A prova pode ser produzida por determinação judicial, seguindo-se a esta determinação a sua produção.323

c) A prova pode ser produzida antecipadamente, isto é, antes da instauração do processo ou, no curso deste, fora do momento próprio para a sua produção (arts. 846 a 851 do CPC).

d) A prova pode ser produzida em juízo diverso do da causa, mediante carta precatória, de ordem ou rogatória (art. 201 do CPC).

Benzer Belgeler