1.2. TaĢrada Modern Eğitimin Mali Temelleri
1.2.1. Merkez Bütçeleri ve Vergi Siyaseti
INTRODUÇÃO
Exercícios físicos realizados em imersão produzem respostas fisiológicas diferenciadas dos exercícios realizados no solo. Em resposta aos exercícios em imersão, é esperado o aumento da pressão arterial (PA) e da freqüência cardíaca (FC) em menor intensidade do que em exercícios realizados em solo para o mesmo nível de consumo de oxigênio (VO2) (Ruoti et al, 2000).
Duas medidas são fatores preditivos importantes da qualidade do sistema circulatório, a pressão arterial sistólica (PAS) e a pressão arterial diastólica (PAD) (Amato, 2003).
Durante o envelhecimento ocorre diminuição da capacidade aeróbica e este declínio é maior quando associado com o estilo de vida sedentário (Steinhaus, 2001). Ocorrem modificações na elasticidade do miocárdio, provocando prolongamento do tempo de contração, aumento da resistência à estimulação elétrica, espessamento do tecido conectivo das grandes artérias e as células de revestimento dos vasos sangüíneos tendem a apresentar irregularidades, resultando em aumento da pressão arterial (Baum, 1999; Campiom, 1999). Estes fatores aumentam o risco de incidência de acometimentos como o acidente vascular encefálico, insuficiência cardíaca, eventos coronarianos, doenças artérias oclusivas periféricas e insuficiência renal (II Congresso Brasileiro de HA, 1998; Amatuzzi, 2004; McArdle, 1991).
Para a idade adulta considera-se normal a PAS menor que 130 mmHg e a PAD menor que 85 mmHg. Aceita-se como valores normal limítrofe a PAS de 130 a 140 mmHg e a PAD de 85 a 89 mmHg e, acima destes valores, considera-se hipertensão arterial (II Congresso Brasileiro de HA, 1998).
Exercícios físicos regulares podem retardar ou mesmo impedir o aumento da pressão arterial decorrente do envelhecimento (Amato, 2003; Baum, 1999; Campiom, 1999; Ruoti et al,
resistência vascular, melhora da complacência arterial, aumento da vascularização periférica e diminuição da freqüência cardíaca de repouso (Amatuzzi, 2004). Dados de Forjaz, 1995 mostram que a diminuição da PA é imediata após a prática de exercícios físico e se mantém por até 24 horas após a realização de exercícios de moderada intensidade.
A freqüência cardíaca (FC) é o numero de batimentos cardíacos que o coração realiza dentro de um minuto e, sua medida é freqüentemente usada para descrever e regular a intensidade metabólica do exercício. Considera-se normal para um homem adulto em repouso uma freqüência de 80 a 100 batimentos por minuto (bpm) (McArdle, 1991).
São considerados exercícios de baixa intensidade aqueles realizados com utilização de 50% da FC máxima, de moderada intensidade os exercícios que atinjam 70% da FC máxima e de alta intensidade os que alcançam 85% da FC máxima (Negrão, 2001).
Na hidrocinesioterapia, as repostas produzidas pelas atividades físicas se somam às respostas desencadeadas pela imersão (Bates e Hanson, 1998). Com imersão até o pescoço, em repouso, ocorre o efeito da pressão hidrostática, agindo sobre todo o corpo e produzindo deslocamento de 700ml de sangue que são desviados das extremidades e vasos abdominais para dentro das grandes veias do tórax e do coração. Isso causa um aumento significativo na pressão arterial no ventrículo direito, no volume de ejeção e no débito cardíaco. Em conseqüência, diminui a resistência vascular sistêmica e aumenta o retorno venoso resultando na diminuição da pressão arterial (Koury, 2000; Ruoti, 2000). Com o aumento do retorno venoso os barorreceptores aumentam o volume de enchimento cardíaco e o volume ejetado por contração e, reduz de forma reflexa a FC (reflexo do mergulho) (Baum, 1999; Gren, 1990).
Embora as respostas cardiocirculatórias de diferentes tipos de exercícios em imersão ainda sejam pouco estudadas, existem, na literatura, indicadores de que exercícios de hidrocinesioterapia afetam de forma positiva a PA e FC de repouso (Ruoti, 2000). Questiona-se se estes benefícios se estendam a programas de hidrocinesioterapia que incluam exercícios de resistência, uma vez que em terra, estes exercícios tendem a aumentar a pressão arterial e diminuir a freqüência cardíaca, durante a sua aplicação (McArdle, 1991).
em imersão em repouso, ocorre uma redução de aproximadamente 10 bpm (Baum, 1999; Campiom, 1999; Caromano e Candeloro, 2001). Estes efeitos ocorrem imediatamente após a imersão.
O trabalho respiratório do corpo em imersão, em repouso, aumenta em 60% devido à ação da pressão hidrostática e calor da água, pois causam aumento do volume sangüíneo central pelo aumento do retorno venoso e aumento do trabalho dos músculos respiratórios pelo aumento da pressão imposta pela água na parede do tórax. A alteração da capacidade pulmonar se deve essencialmente à compressão sofrida pela pressão hidrostática e aumento na pressão dos grandes vasos localizados no tórax (Agostini, 1986; Becker, 2000; Caromano e Candeloro, 2001).
O estudo realizado em terra, por Steinhaus, 1990 com 13 sujeitos (9 homens e 4 mulheres) realizando exercícios aeróbicos moderados, encontrou queda na média PAS de repouso de 140,1 para 137,7 mmHg e queda na média da PAD de repouso de 90,3 para 89,4 mmHg. Também demonstrou uma queda na média da FC de repouso de 82,4 para 77,7 bpm. No grupo que realizou exercícios de fortalecimento e alongamento, de moderada intensidade, encontrou-se queda na média de PAS de repouso de 136,4 para 136 mmHg, aumento na média da PAD de repouso de 85,9 para 87,9 mmHg e queda mínima na média da FC de repouso de 78,9 para 77,7 bpm.
Estudo realizado por Arca, Fiorelli, Rodrigues, 2004 com 20 mulheres hipertensas com idade entre 44 e 65 anos, que participaram de um programa de hidrocinesioterapia mostraram queda na média da PAS de repouso de 5 mmHg e na média da PAD de repouso de 10 mmHg. No estudo realizado por Gilbert, Glein e Nicholas (1989), com 11 sujeitos (seis homens e cinco mulheres) com média de idade de 27,5 ± 1,8 anos, submetidos à caminhadas em imersão, foram encontrados queda na média da PAS de 5 a 15 mmHg, na média da PAD de 5 a 10 mmHg e de 15% na média da FC.
O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de um programa preventivo de hidrocinesioterapia elaborado com objetivo clínico de ganho de força muscular e flexibilidade
e saudáveis.
MÉTODO