3.2. Fotorealist Sanatçıların Konu Seçimi
3.2.3. Manzara Çalışan Sanatçılar
A concentração de nitrogênio na solução nutritiva, na ausência e na presença de silício, afetou o acúmulo de nitrogênio na parte aérea e raízes das plantas de milho; entretanto, não houve interação (Tabela 2).
O aumento da concentração de nitrogênio incrementou o acúmulo do nutriente na parte aérea, com ajuste linear na ausência de silício e quadrático na presença, atingindo o máximo valor na concentração de nitrogênio igual a 28,6 e 18,4 mmol L-1, respectivamente (Figura 6a). Nas raízes, o aumento da concentração de nitrogênio incrementou o acúmulo de nutriente, com ajuste quadrático na presença de silício, atingindo o valor máximo na concentração de nitrogênio igual a 18,3 mmol L-1; entretanto, na ausência não foi verificado efeito significativo (Figura 6b).
O aumento da concentração de nitrogênio incrementou o acúmulo deste nutriente na planta inteira, com ajuste linear na ausência e quadrático na presença do silício, atingindo máximo o valor na concentração de nitrogênio igual a 28,6 e 18,4 mmol L-1, respectivamente (Figura 6c).
Os trabalhos científicos têm demonstrado que produtividade elevada na cultura do milho relaciona-se positivamente com o aumento da concentração de nitrogênio do fertilizante aplicado, isto devido ao acréscimo na produção de fitomassa que consequentemente proporciona maior acúmulo de nitrogênio na planta. (ROZAS et al., 1999; SILVA et al., 2003). Porém, existem estudos em plantas de milho, que o efeito de doses de nitrogênio do fertilizante não foi constatado (TIMMONS; BAKER, 1992; LIANG; MACKENZIE, 1994).
Observou-se que o acúmulo do nitrogênio das planta de milho foi potencializado com adição de silício, nota-se para a parte aérea, que na ausência de silício a concentração de nitrogênio de 28,6 mmol L-1 resultou no maior acúmulo de nitrogênio (47,2 mg por vaso), entretanto, com silício na solução nutritiva esse
Figura 6. Acúmulo de nitrogênio na parte aérea (a), na raiz (b) e na planta inteira (c) na cultura do milho em função das concentrações de nitrogênio na ausência e na presença de silício em
solução nutritiva. *, ** e NS - Significativo a 5 e 1% de probabilidade e não significativo,
respectivamente, pelo teste F.
(a) (b) (c) A cú m u lo d e N n a p la n ta in te ir a (m g p o r va so )
mesmo valor do acúmulo de nitrogênio ocorrer na concentração de nitrogênio de apenas 6 mmol L-1 (Figura 6a).
4.1.6. Atividade da redutase do nitrato
A atividade da redutase do nitrato nas folhas de milho foi influenciada pelas concentrações de nitrogênio, entretanto não foi significativa a interação entre o nitrogênio e o silício (Tabela 2).
Observa-se que na presença e na ausência de silício na solução nutritiva, o ajuste foi linear, atingindo máximor valor na concentração de nitrogênio igual a 28,6 mmol L-1 (Figura 7).
Cazetta e Villela (2004) também observaram incremento da atividade da redutase do nitrato com o aumento do nitrogênio na planta. O aumento na absorção de nitrogênio pelas plantas (Figuras 6a, 6b, 6c) foi um fator importante na indução e na manutenção da atividade da enzima nitrato redutase nos tecidos vegetais (VINCENTZ et al., 1993), pois a síntese dessa enzima é afetada por variações no suprimento de nitrogênio (SAGI; LIPS, 1998), sendo induzida por NO3- (TAIZ;
ZEIGER, 2004; EPSTEIN; BLOOM, 2006).
Figura 7. Atividade da redutase do nitrato em folhas da cultura do milho em função das concentrações de nitrogênio na ausência e na presença de silício em solução nutritiva. ** - Significativo a 1% de probabilidade pelo teste F.
Nota-se que, para o milho, o uso do silício promoveu aumento na atividade da enzima redutase do nitrato (Tabela 2), fato não observado por Moura, (2009) em plantas de pimentão.
Os resultados permitiram inferir que o aumento da concentração de nitrogênio na solução nutritiva promoveu maior absorção do nutriente na planta (Figura 6c) e induziu a atividade da redutase do nitrato (Figura 7), favorecendo sua ação no metabolismo da planta e resultando em incremento na produção de matéria seca, nas plantas de milho na presença do silício na solução nutritiva (Figura 2a).
4.1.7. Acúmulo de silício
Houve efeito significativo no acúmulo de silício, na parte aérea e na planta inteira da cultura do milho, apenas para os tratamentos na presença de silício em relação à ausência, exceto para a maior concentração de nitrogênio na solução nutritiva, indicando que na concentração de nitrogênio igual a 28,6 mmol L-1, houve menor acúmulo de silício na parte aérea na presença deste elemento (Tabela 2). O maior acúmulo de silício na parte aérea de plantas de arroz é observado quando se aumenta a disponibilidade do silício no solo (RAMOS et al., 2008).
Os tratamentos não afetaram o acúmulo de silício nas raízes da cultura do milho. Na planta inteira, houve efeito significativo para a presença de silício, nota-se que, na concentração de nitrogênio igual a 3,6 mmol L-1, houve o maior acúmulo de silício nas plantas de milho (Tabela 2).
O acúmulo do silício pode ser regulado por processos ativo que é desencadeado pelo estímulo de proteção da planta contra as condições de estresse, sugerindo que o acúmulo de silício depende das exigências das plantas para resistirem a essa condição (BÉLANGER; BENHAMOU; MENZIES, 2003; CURRIE; PERRY, 2007).
4.1.8. Teores de prolina
Os tratamentos e sua interação não influenciaram o teor de prolina na folha das plantas de milho. Entretanto, nas raízes, houve efeito no teor de prolina apenas nos tratamentos com silício (Tabela 2).
Observou-se que o aumento da concentração de nitrogênio promoveu um incremento no teor de prolina das raízes de milho, com ajuste quadrático na presença de silício, atingindo o valor de máximo na concentração de nitrogênio igual a 16,4 mmol L-1; entretanto, na ausência, não foi significativo (Figura 8).
Esse aumento no teor de prolina nas raízes pode ser mecanismo desta espécie para precaver a possível ocorrência de estresse, pois é conhecido que o silício é um elemento benéfico que pode atenuar o estresse em plantas de milho, como o excesso de Al, sais e metais pesados (GIONGO; BOHNEN, 2011; LIMA et al., 2011; LIMA FILHO, 2011).
A hipótese do aumento do teor de prolina em função do estresse devido à alta concentração de 28,6 mmol L-1 de nitrogênio, não ocorreu na ausência e nem na presença do silício. O acúmulo de prolina nas plantas depende do tempo de duração do estresse, do estádio vegetativo, do tipo de órgão ou tecido e, principalmente das espécies das plantas (HEUER, 1994; KAVI KISHOR et al., 2005).
Figura 8. Teor de prolina livre das raízes da cultura do milho em função das concentrações de
nitrogênio na ausência e na presença de silício em solução nutritiva. *, ** e NS -