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1.9. Devlet Borçlanmasının İktisadi Doktrinler İçindeki Yeri

1.9.2. Klasik İktisadi Ekol Açısından Devlet Borçlanması

A teoria de modelagem de empresa refere-se à explicitação de conhecimento que agrega valor ou precisa ser compartilhado em modelos da estrutura, do comportamento ou da organização de um empreendimento (VERNADAT, 2002). Ela pode ser aplicada a uma firma como um todo ou a processos de negócio da empresa em específico (BARBALHO, 2006). Assim, o que se chama de modelo de empresa diz respeito a “um conjunto consistente e complementar de modelos descrevendo vários aspectos de uma organização e que tem por objetivo auxiliar um ou mais usuários de uma empresa em algum propósito” (VERNADAT, 19966, p. 71 apud BENEDICTIS, AMARAL & ROZENFELD, 2003, p. 2), como análise ou controle de um processo. É uma abstração da empresa capaz de auxiliar na tomada de decisão através das suas fronteiras internas, integrando seus elementos funcionais de mais alto nível (PATANKAR & ADIGA, 1995). O seu papel é proporcionar um referencial semântico comum para toda a organização sobre as definições de seus elementos e de como eles trabalham conjuntamente para gerar as suas atividades fim, compartilhando o conhecimento de forma a possibilitar a troca de informações livre, mas controlada, entre os sistemas que compõem a empresa, essencial para que haja integração (AMARAL, 2002; VERNADAT, 2002). Barbalho (2006, p. 67-68, grifo do autor) caracteriza um modelo da seguinte forma:

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VERNADAT, F.B. (1996) Enterprise Modeling and Integration: principles and applications. London: Chapman & Hall, 1996.

Primeiramente, ao invés de ser uma simples representação da realidade, um modelo deve agregar a idéia de propósito, pois uma mesma realidade pode ser vislumbrada de diferentes formas por pessoas com diferentes objetivos quanto a ela. Segundo, a idéia de propósito traz à tona a necessidade de definição do usuário do modelo [...]. Terceiro, o modelo nunca descreve completamente uma realidade. Ele é sempre limitado aos propósitos do usuário. Mesmo em modelagem de empresas há limites quanto à

abrangência dos modelos [...] Quarto, um modelo é uma representação externa e explícita, ou seja, não se deve confundir um modelo com formas

de pensar ou arranjo mental das pessoas ou métodos implícitos de realização das atividades. [...] Quinto, o caráter externo e explícito do modelo é capturado através de formalismo ou linguagem de modelagem, que seria a

forma de representação do modelo. Essa forma de representação varia entre

a matemática (mais formal) e a linguagem natural, que embora menos formal é a mais rica em termos semânticos.

Frequentemente é feita uma distinção entre modelos de referência e modelos específicos, sendo esses últimos também chamados de modelos particulares ou simplesmente de modelos ou modelos de empresa (AMARAL, 2002; BENEDICTIS, AMARAL & ROZENFELD, 2003; ROZENFELD et al., 2003; TARALLO & FORCELLINI, 2007). Os modelos de referência são modelos gerais, que não atendem a um processo existente em uma realidade particular, mas podem ser utilizados como base para o desenvolvimento ou a avaliação de modelos específicos através da sua adaptação às condições particulares de um dado usuário. Eles são genéricos, normalmente direcionados a um determinado setor da economia, e apresentam a sistematização do conhecimento disponível sobre uma parte de uma realidade específica na forma de melhores práticas relacionadas com esse universo (BARBALHO, 2006). O modelo específico, por sua vez, descreve o processo de negócio de uma determinada empresa, sendo aplicado apenas nesse contexto. Rozenfeld et al. (2006) também os chamam de modelos de referência específicos, porque podem servir de base para a definição de projetos de desenvolvimento de produtos particulares da empresa.

O modelo de um processo pode fornecer um entendimento geral do processo (AGUILAR- SAVÉN, 2004), mas ao construí-lo é preciso considerar que tipos de conteúdo devem ser modelados para que o processo possa ser compreendido sem que o modelo seja tão complexo que prejudique seu compartilhamento com os usuários (BARBALHO, 2006). O modelo deve ater-se aos aspectos necessários para a obtenção do objetivo especificado, permitindo a diminuição da sua complexidade (AMARAL, 2002). Um modelo do PDP deve descrever atividades, recursos, informações, fases, responsabilidades e outras possíveis dimensões do processo (ROZENFELD et al., 2006). A tabela 1 ilustra o conjunto de elementos de processos de negócio necessários em um modelo de referência, conforme listados por Barbalho (2006).

As seis últimas linhas referem-se a elementos relacionados a importantes conceitos e práticas específicos da teoria de desenvolvimento de produtos.

Elemento Descrição

Objetivos de desempenho

Objetivos de desempenho globais buscados pelo processo de negócio

Atividades O que precisa ser feito para cumprir um determinado objetivo de desempenho

Entradas Materiais, informações de serviços ou outros serviços necessários à execução de atividades

Saídas Resultados de uma atividade têm características similares às entradas

Eventos/ mensagens Significa o status de um processo demonstrando a conclusão de uma atividade e o estado de prontidão para o início de uma outra Decisões Lógica de resolução de pendências apresentadas pelas atividade ao

longo do processo

Processo Visão integradora das demais que sumariza o contexto das atividades

Fatores de desempenho

Indicadores construídos com base nos objetivos de desempenho para que sejam tomadas decisões acerca do processo e suas atividades

Informação Dados utilizados e gerados pelos processos e suas atividades Organização Unidade organizacional na qual as atividades são realizadas Papéis Responsabilidades de uma unidade organizacional que é

diferenciada em termos de sua competência para a realização de uma atividade

Competências Habilidades necessárias à unidade organizacional para que sejam realizadas atividades de desenvolvimento e perfil do pessoal que participa do processo

Recursos Equipamento e dispositivos em geral utilizados em uma atividade Tecnologia Software e infra-estrutura de comunicação da empresa

Tempo Padrão temporal que caracteriza o processo e suas atividades Custo Padrão de custo que caracteriza o processo e suas atividades Conhecimento Tipo de conhecimento gerado ao longo dos projetos

Métodos Descrição de conjuntos estruturados de passos, formulários e metodologias de análise normalmente relacionadas com alguma saída ou decisão do PDP

Áreas de processo Aglomerado de melhores práticas relacionadas com uma área que acontecem nas diversas fases do PDP

Princípios de projeto Regras de projeto aplicáveis a determinados campos da engenharia Tecnologias de

projeto

Princípios físicos e dispositivos utilizados nos projetos

Modelos Representações gráficas, virtuais ou físicas do produto em diferentes etapas de seu desenvolvimento