• Sonuç bulunamadı

UlaşımÇevresel

5. SÜRDÜRÜLEBİLİR ULAŞTIRMA SİSTEMLERİNDE GÜNCEL UYGULAMALAR UYGULAMALAR

5.1.1. Kentsel Ulaşımın Geliştirilmesinde Elektrikli Araç Seçimi

O Perfil do enfermeiro que se deseja ter é aparente, público e posto nas normas, diretrizes, objetivos e no discurso que resultou dos movimentos realizados até aqui que será colocado em quadros para que se possa confrontá-los.

O currículo do Curso de Enfermagem da PUC-SP, reformulado em 1994 vigente até agora, tem por base a na Portaria 1721 - 94.

Quadro 5 – Perfil do egresso / profissional do Curso de Graduação em Enfermagem da PUC-SP, vigente desde 1994.

No I FóRUM DE AVALIAÇÃO INTERNA DO CURSO DE ENFERMAGEM foi realizada uma pesquisa em quinze instituições de saúde da cidade de Sorocaba sendo 11 Hospitais dos quais 6 gerais e 5 especializados e destes 1 era público e os

Ter formação generalista, o desenvolvimento de competências técnico – políticas nas áreas assistencial, administrativa, pedagógica e de pesquisa, para cuidar do ser humano em todo o seu ciclo evolutivo, ao nível da promoção e recuperação da saúde.

demais particulares, 1 Unidade básica do setor público e 3 Clínicas particulares. A análise dos dados resultou um Perfil definido pelas Diretoras de Enfermagem:

Quadro 6 – Perfil do egresso - profissional Traçado pelas Diretoras de Enfermagem de Instituição de Saúde de Sorocaba – 2002.

Formação acadêmica mais abrangente com base mais sólida pautada nos princípios éticos.

Capacidade de atuar com senso de responsabilidade, humanidade e solidariedade.

Ter experiência na prática, com embasamento científico voltado para realidade.

Saber trabalhar com indicadores de saúde.

Competência e Habilidade para aplicar a Sistematização da Assistência em Enfermagem.

Capacidade de participar, realizar e/ou promover atividades de educação em saúde para o indivíduo, família, comunidade visando a prevenção, promoção e proteção à saúde.

Capacidade de liderança no trabalho em equipe e delegação de funções. Ser empreendedor, interessado em crescer junto com a empresa.

Capacidade de comunicação verbal e escrita, assim como a de saber ouvir para agir.

Quadro 7 –Perfil do egresso/profissional do Curso de Graduação em Enfermagem, sugerido pelas Diretrizes Curriculares Resolução nº3/2001 Art. Nº3.

Após o I Fórum de avaliação interna do Curso de Enfermagem – PUC-SP, foi formada uma Comissão de Reforma Curricular da qual, como já referi, também faço parte, foi constituída em 2003 para iniciar a terceira etapa do processo que consistia em construir coletivamente uma nova estrutura de currículo e o maior desafio: desenvolver consciência entre as professoras e as alunas da necessidade de mudança.

Inicialmente, a comissão se reuniu para traçar o novo perfil do formando egresso - profissional foram necessárias várias reuniões até chegar a um Perfil que contemplasse tanto as Diretrizes Curriculares e também a necessidade do mercado representado pelas Diretoras de Serviço de Enfermagem.

I- Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva: Profissional qualificado pra o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado nos princípios éticos.

Capaz de conhecer e intervir sobre os problemas / situações de saúde – doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus determinantes.

Capacitado a atuar, com senso de responsabilidades social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano; e

II – Enfermeiro com licenciatura em Enfermagem capacitado para atuar na Educação Básica e na Educação profissional.”

Quadro 8 – Perfil do egresso / profissional Traçado pela Comissão de Reforma Curricular para o Novo Currículo do Curso de Enfermagem da PUC-SP

A comissão foi constituída, inicialmente, por oito professoras enfermeiras que se reuniam às 3ª feiras para discutir e preparar reuniões de 5ª feira.

Nas reuniões de 5ª feira, o número médio de participantes era de 12 pessoas, embora fossem convidados todos os professores do curso (incluía professores das disciplinas básicas, grupo formado por profissionais de outras áreas: médicos, psicólogos, biólogos, antropólogos etc..,) os alunos também eram convidados, porém havia uma participação mínima. O problema, nessas reuniões, é que nem sempre estavam as mesmas pessoas presentes, sendo necessário reprisar as decisões das reuniões anteriores para interar os novos componentes. Isso tornava o trabalho de construção coletiva muito lento, cansativo e desinteressante para os participantes assíduos.

Várias estratégias foram usadas para conseguir a participação de todos os professores, inclusive a suspensão de aulas; porém, demonstraram-se ineficazes

O Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas do CCMB da PUC-SP tem como perfil do formando egresso - profissional: Enfermeiro com formação generalista e humanista com capacidade crítica e reflexiva, fundamentado no rigor científico e norteado por princípios éticos legais.

Atuante e competente para conhecer, interpretar e intervir, com senso de responsabilidade social, nos diferentes cenários e gradientes do processo saúde-doença e seus respectivos condicionantes e determinantes.

Compromissado na qualidade da assistência prestada e com a promoção da saúde integral do ser humano, que contribuam para o impacto social e sanitário requeridos e necessários para as transformações dos perfis epidemiológicos.

uma vez que era praticamente impossível compatibilizar dias e horários de encontros, tendo em vista que alguns professores atuavam em outros cursos ou em outros empregos.

A maioria das reuniões transcorreu de uma maneira técnica e racional. Procedia-se leitura de textos de relatos de experiências de inovações curriculares de outras escolas de enfermagem dentre elas a (FAMEMA) Faculdade de Medicina de Marília - SP, e leitura e interpretação das Diretrizes Curriculares, buscando subsídios para adequar à nossa realidade.

O grande avanço do grupo foi quando decidiu romper com as concepções pedagógicas até hoje praticadas e adotar na configuração do novo currículo as metodologias inovadoras e ativas.

Então, a Comissão de Reforma Curricular iniciou os trabalhos do Marco Estrutural em agosto de 2003, quando houve uma intensa produção; em 2004, os trabalhos foram mais lentos e em 2005 houve uma desaceleração intensa dos trabalhos da Comissão no início do ano; já no segundo semestre, o grupo se animou, após passar por capacitação em aprendizagem baseada em problemas.

Atualmente a Comissão está revendo o material produzido para posteriormente ser apresentado à comunidade e aprovado nos Órgãos Colegiados da Universidade.

Este capítulo representa o Projeto Pedagógico finalizado (disponível na página da PUC-SP www.sorocaba.pucsp.br), porém como mencionamos anteriormente, não pretendemos nos apropriar desse produto (o currículo e suas transformações) como resultado da pesquisa.

Acho importante, no entanto, ressaltar que a nossa participação foi fundamental devido ao modesto conhecimento da Psicologia Social, que contribuiu para construção do conhecimento psicológico para superar a fragmentação e as dicotomias que têm predominado nos Currículos de Enfermagem.

Os trabalhos na Comissão não se encerram com esta tese, pelo contrário, os próximos meses serão extremamente importantes e decisivos, pois iniciaremos a fase de REconstrução da reforma e a contribuições com a participação de todos os professores e alunos do Curso de Enfermagem.

ALGUMAS PALAVRAS FINAIS

Ao final desse debate, desfazemos a arena que montamos para o diálogo com interlocutores, no confronto dos momentos históricos de mudança curricular relatados por pesquisadoras da enfermagem com os momentos históricos da Escola de Enfermagem, apesar da distância e as lembranças do passado que, com suas dúvidas e proposições, contribuíram para elaborar argumentos que possam diminuir a insatisfação desse cenário que ora nos é apresentado, e oferecer subsídios para decifrar as preocupações que neste momento estamos vivenciando de reforma curricular do Curso de Enfermagem da PUC-SP para adequa-lo às novas Diretrizes Curriculares.

A tese pretendeu mostrar que o enfermeiro não está estagnado nos primórdios da profissão, pelo contrário, tem buscado constantemente mudar, porém tem se submetido à determinação de leis, estas sim insistem em distanciar-se das necessidades da sociedade. O conhecimento da história das mudanças curriculares nos será útil para não cairmos mais uma vez na armadilha do jogo de palavras de ordem de novos paradigmas.

A partir da conversa – reflexiva - com a situação e a transação com os materiais contextuais e nossos interlocutores, ficou claro que a prática (tanto de ensino como a do cuidado) é algo construído historicamente, já que cada ação traz a

marca de outras ações. Isto explica que não há estagnação ou acomodação, e muito menos se pode alegar que o problema esteja no aluno que não quer aprender ou no professor que não sabe ensinar.

Vimos que os nexos que tecem as competências é que dão tonalidade do ensino, conseqüentemente, são os nexos que precisam ser mudados. Só será possível quando nos libertarmos das amarras das diretrizes: aí sim, no exercício da autonomia, podemos formular e organizar o nosso Projeto Pedagógico que tenha o nosso selo.

Desta forma, quando cada ator do cenário educativo sentir-se participante das conexões que tecem as competências, “sentir e querer os objetivos” Sacristâ (1999), a ação pedagógica terá significado e imprimirá nossa marca: a formação.

Não se restringe ao cumprimento de normas, numa visão teórica afastada da prática, sem a dicotomia normatizada e a afetividade que move as relações interpessoais, neste caso entre o enfermeiro e o paciente.

Não podemos deixar de registrar nossa preocupação com o panorama atual em que se encontra a PUC-SP, que reflexos no Novo Currículo que está sendo construído.

Parafraseando Chauí (1997) ”não me preocupo tanto com novas formas de subjetividade, mas com novas formas de socialidade porque é nelas que uma subjetividade é modelada e plasmada”. Temos vivenciado ultimamente uma nova socialidade em nossa universidade, a demissão de professores de longa cátedra cujo critério foi a baixa produção científica!, novos professores estão sendo contratados temporariamente e por menores salários.

O que irá acontecer com a nossa tão sonhada proposta inovadora? Como iremos convencer esse “novo” grupo a querer e sentir participantes das conexões que tecem as competências do futuro enfermeiro?

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ADORNO, T. W., HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Zahar. 1985.

AGUIAR, W. M. J. A pesquisa em psicologia sócio histórica: contribuições para o debate metodológico. In Encontro Nacional da ABRAPSO/ out. 1999. (mimeo)

_____________Professor e Educação: realidades em movimento. In TANAMACHI, E. de R., PROENÇA, M. ROCHA,M.L.(orgs.) Psicologia e educação desafios teórico- práticos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.

ANDRADE, M. D. L. de. Problemática do Currículo Escolar de Escolas de Enfermagem em face da dinâmica do desenvolvimento do Brasil. Revista da Escola de enfermagem da USP. V.3, n.1, março, 1969.

BARÓ, I. M. Sistema, grupo y poder. El Salvador : UCA Editores, 1989.

BRÊTAS, A. C. P. As Enfermeiras, o poder, a História: um estudo exploratório sobre mentalidades. Campinas – 1994, Dissertação de mestrado em Educação. Universidade Estadual de Campinas.

ALMEIDA, M. C. P.; ROCHA, J. S. U. O saber de enfermagem e sua dimensão prática. São Paulo: Cortez, 1986.

AZEVEDO, C. As emoções no processo de alfabetização e a atuação docente. São Paulo, 2002. Tese (Doutorado em Psicologia Social) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

BACKES, V. M. S. O legado histórico do modelo Nightingale: seu estilo de pensamento e sua práxis. Rev. Bras. Enf., Brasilia, v.52, n.2, p.251-264, abr./jun.1999.

BRASIL, Ministério da Saúde. VIII Conferencia Nacional de Saúde. Relatório final – Brasília: 1986.

BRASIL, Ministério da Saúde. IX Conferência Nacional da Saúde. Brasília: 1993 CAMARGO, D. de. As emoções no processo de aprendizagem. São Paulo, 1997. Tese (Doutorado em Psicologia Social) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

CARVALHO, Amália. C. de. CARVALHO, Anayde. C. de. Situação atual do corpo docente das escolas de enfermagem. Revista da Escola de enfermagem da USP. V.3, n.1, março, 1969.

CHAUÍ, M. S. O que é educar hoje? da arte à ciência: a morte do educador. In BRANDÃO, Carlos R. (org) et al. O educador: vida e morte. 3 ed. Rio de Janeiro: GRAAL, 1984.

CHAUÍ, M. Comentários. In Subjetividades Contemporâneas. Instituto Sedes Sapientiae ano 1, n.1 São Paulo 1997.

CATANI, A.M, OLIVEIRA, J.F.de, DOURADO, L.F.; Política Educacional, mudanças no mundo do trabalho e reforma curricular dos Cursos de Graduação no Brasil. Educação &Sociedade. Ano XXII, n.75, ago/2001.

CHRISTÓFARO, M. A. C. Currículo mínimo para a formação do enfermeiro: na ordem do dia. Rev. Brasileira de Enfermagem. n.44, n.2-3, p.7-9, abril/set. 1991. COÊLHO, I. M. Diretrizes curriculares e ensino de graduação. Texto de Referência. Fórum de coordenadores de curso – PUC-SP, 1998.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - Câmara de Educação Superior. Diário Oficial – n. 215, seção 1, sexta-feira, 9 de novembro 2001. Resolução N.3, de 7 de nov.2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem.

COSTA, M.L.A. de S. Ser enfermeiro tendo sido estudante-trabalhador de enfermagem. São Paulo: Fiúza Editores, 2001.

DUSSAULT, G. Gestão dos serviços públicos de saúde: características e exigências. Revista de administração pública. Rio de Janeiro, v. 26, n. 2, p. 8-19, abr./jun. 1992.

FEUERWERKER, L.C.M. MARSIGLIA R. Estratégias para mudanças na formação de RHs com base nas experiências IDA/UNI. Divulgação. N.12, jul., p.24-28, 1996. FRANCO, M. L. P. B. Questões metodológicas e o papel do sujeito-pesquisador. In LINHARES, C.; FAZENDA, I.; TRINDADE, V. Os lugares dos sujeitos na pesquisa educacional. Campo Grande: Ed. UFMS, 2001.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 12 ed., São Paulo : Paz e Terra, 1999.

__________, SHOR, I. Medo e ousadia. O cotidiano do professor. 8 ed, São Paulo:Paz e Terra, 2000.

GARDENAL, C. L. C. Da história às falas dos egressos: currículo de enfermagem – um outro olhar. São Paulo, 1996. Dissertação (mestrado). Educação: Supervisão e Currículo-PUC-SP.

GARCIA, T. R; CHIANCA, T. C. M.; MOREIRA, A. S. P.. Retrospectiva Histórica do ensino de enfermagem e tendências atuais. Rev. Gaúcha Enf., Porto Alegre, v.16,n.1/2,p.74-81, jan./dez. 1995.

GERMANO, R. M. Educação e Ideologia da Enfermagem no Brasil. 2.ed. São Paulo:Cortez, 1986.

GÓIS, C.W.L.; XIMENES, V.M. Epistemologia, Caos e Psicologia. Psicologia e Sociedade. V.10, n.1, jan-jun, São Paulo: ABRAPSO, 1998

HELLER, A. O cotidiano e a história. 4 ed. São Paulo:Paz e Terra, 1970.

HORTA, W. de A. Desenvolvendo uma filosofia de educação de enfermagem. Revista da Escola de Enfermagem USP. v.3, n.1, março, 1969.

_______________ Processo de Enfermagem. São Paulo: EPU, 1979. ________________ Doação. São Paulo: Ponto cardeal Publicações, 1983.

IDE, C. A. C. O ser “trabalhador de enfermagem” e o ser “doente” considerações sobre o desempenho de papéis sociais. Revista da escola de enfermagem USP, São Paulo, v. 25, n.1, p.103-112, abr. 1991.

____________. O ensino superior em enfermagem: o núcleo de significações para a expressão de uma nova ação pedagógica. São Paulo, 1995 Tese (Livre Docência) Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo.

LANE, S. T. M. Estudos sobre a consciência. Psicologia e sociedade. v. 8 n.2, jul./dez., 1996.

____________ A psicologia social e uma nova concepção do homem para a Psicologia. In. LANE, S. T. (org.) Psicologia Social: o homem em movimento. 2 reimpressão. São Paulo: Editora Brasiliense, 1999.

_____________ Entrevista concedida a Sawaia, B. B., Guedes, M. C., Ciampa, A. C., Antunes, M. A. In: Psi - Jornal de psicologia, CRP-SP, maio/jun, 2000 a.

LANE, S. T. M. (Org.) Arqueologia das emoções. São Paulo: Vozes, 2000 b.

LIMA, V. V.; RIBEIRO, E. C. de. Desafios na construção de novos modelos pedagógicos nos cursos de medicina e de enfermagem. Olho mágico. v. 9, n.1, p. 45-48, jan./abr., 2002.

LUNARDI, V. L. Fios visíveis / invisíveis no processo educativo de (dês) construção do sujeito enfermeira. Porto Alegre, 1994, Dissertação de mestrado em Educação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

MCLAIN, M. E. GRAGG, S. H. Princípios científicos da enfermagem. Rio de Janeiro: Editora científica, 1970.

MENZIES, I. O funcionamento das organizações como sistemas sociais de defesa contra ansiedade. São Paulo, Escola de Administração de Empresas de São Paulo, Fundação Getúlio Vargas. 1970/ Mimeografado/

MERHY, E. E. Engravidando palavras: o Caso da Integralidade. In.: PINHEIRO, R. MATTOS, R.A.de. (Orgs.) Construção social da demanda: direito à saúde, trabalho em equipe & participação e espaços públicos. Rio de Janeiro: ABRASCO, 2005.

MEYER, D.E. KRUSE, L. Acerca de diretrizes curriculares e projetos pedagógicos: um início de reflexão. Texto para Oficina de Trabalho. In. 6º Seminário Nacional de Diretrizes para Educação em Enfermagem. Piauí, 2002.

MINAYO, M. C. De S. O desafio do conhecimento. Rio de Janeiro: HUCITEC, 1996.

MOREIRA, A. F. O currículo como política cultural e a formação docente. In Silva, T.T. da, MOREIRA, A. F. Territórios contestados: o currículo e os novos mapas políticos e culturais. 4 ed., Petrópolis : Vozes, 1995.

MORIN, E. Em busca dos fundamentos perdidos. Porto Alegre: Editora Salina, 2002.

NORONHA, A. B. de. Graduação: é preciso mudar. Transformações dependem de políticas de Educação e de Saúde. RADIS comunicação em saúde. n.5, dez. 2002. Fiocruz: Rio de Janeiro.

OGUISSO, T. A legislação do ensino de graduação em enfermagem. Revista da Esc. Enf. USP, v.10, n.2 p.202-218, 1976.

______________ Memória e história: Centro histórico-cultural da Enfermagem Ibero- Americana. Esc. Anna Nery Rev. de Enf. Rio de Janeiro v.4, n.3, p.359-367, dez. 2000.

OLIVEIRA, M. I. R de Ligeiras considerações sobre currículo. Revista Brasileira de Enfermagem. v.8, n.4., p. 309 -312, 1955.

._________________ O Enfermeiro e a Enfermagem. In: Anais do XXXIII Congresso Brasileiro de Enfermagem. Manaus, 1981.

PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.

- .Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed, 1999.

PIGNATARI, M. C. R. O ensino integrado e a enfermagem. Enfermagem em Novas Dimensões. v. 2, n.1, p. 34-37, 1976.

PINHEIRO, M. R. S. ; ARANTES, E. C. Um Currículo experimental. Revista da Esc. Enf. USP, v. 3, n.1, março, 1969.

PINHEIRO, M. R. S.. Aplicação do Novo currículo mínimo ao curso de graduação da escola de enfermagem da USP. Rev. Brasileira de enfermagem. v. 26, n. 4/5 p. 293-307, jul.-set., 1973

REY, F.G. Sujeito e subjetividade: uma aproximação histórico cultural. São Paulo: Thomson. 2003

RICCI, R. O perfil do educador para o século XXI: de boi de coice a boi de cambão. Educação & Sociedade. n. 66, abr. 1999.

RUFFINO, M. C; FREITAS, D. M. V. de; GASAGRANDE, L. D. R. Retrospectiva das publicações de pesquisas realizadas em enfermagem – 1947-1981. Rev.Bras. de Enf. Brasília, v.38, n.3/4, p. 245256, jul./dez.1985.

ROGER, E. Uma antropologia complexa para entrar no século XXI: chaves de compreensão. In PENA-VEJA A.; NASCIMENTO E. P. do. O pensar complexo: Edgar Morin e a crise da modernidade. Rio de Janeiro: Garamond,1999.

ROMANO, R.A.T.;PAPA,L.M.P. LOPES,G.T. Construção de currículo integrado de enfermagem. Rev. Brasileira de Enfermagem. v. 50, n.3, p. 407-424, jul./set. 1997. SÁ, L. D.de. ... E a enfermagem no século XXI? Rev. Brasileira de Enfermagem. v.52, n.3, p.375-384, jul./set. 1999.

SACRISTÃ, J. G. Poderes instáveis em educação. Porto Alegre: Artmed, 1999. SAUPE, R. org. Educação em enfermagem: da realidade construída à possibilidade em construção. Florianópolis: UFSC, 1998.

SAUPE, R. ALVES, E.D. Contribuição à construção de projetos políticos pedagógicos na enfermagem. Rev. Latino-americana de enfermagem. v.8, n.2, p 60-67, abr. 2000.

SAWAIA, B. B. Por que investigo afetividade? São Paulo, 2000. Texto (Concurso Professor Titular) Departamento de Sociologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

_____________. Psicologia Social: aspectos epistemológicos e éticos. In. LANE, S. T. M., SAWAIA, B.B (orgs.) Novas veredas da psicologia social. São Paulo : Editora Brasiliense, 1994.

____________ A consciência em construção no trabalho da existência. São Paulo, 1987. Tese (Doutorado em Psicologia Social) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

SAWAIA, B. et al. As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. Petrópolis: Vozes, 1999.

SHOR, I.; FREIRE, P Medo e ousadia. O cotidiano do professor. 8 ed, São Paulo:Paz e Terra, 2000.

SILVA, M.J. Enfermagem Individual e coletiva: qual a abordagem no novo currículo? Acta Paulista de Enfermagem. v.9, n. 2, mai/ago. 1996.

SILVA, T. T. da. MOREIRA, A. F. orgs. Territórios contestados: o currículo e os novos mapas políticos culturais. Petrópolis: Vozes, 2001.

SONHOS. Produção de Akira Kurosawa. USA: Waner Bros, 1990.1 DVD.

SPINK,P.K. Pesquisa de campo em psicologia social: um perspectiva pós- contrucionista. Psicologia &Sociedade. v.15, n.2, Porto Alegre, jul./dez.2003. disponível em <www.scielo.br/scielo.php/Ing_pt>. Acesso em 11 nov. 2004.

TAKAHASHI, E.I.U. A emoção na prática de enfermagem: relatos por enfermeiros de UTI e UI. São Paulo, 1991, Tese (doutorado). Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo.

VALENTE, S. M. P. Do Currículo mínimo às diretrizes curriculares. Olho mágico. Ano5. v. esp. Nov. 1999.

VEIGA-NETO, A. Currículo e Interdisciplinaridade. In MOREIRA, A.F.B.(org) Currículo questões atuais. São Paulo: Papirus, 2003.

VIGOTSKI, L.S. Psicologia da Arte. São Paulo: Martins Fontes. 1998.

____________Teoria e método em psicologia. Tradução do russo por Claudia Berliner. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

____________Pensamento e Linguagem. Tradução do inglês por Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1999b.

____________ A formação social da mente. Tradução do inglês por José Cipolla Neto, Luís Silveira Menna Barreto e Solange Castro Afeche. 6 ed, São Paulo: Martins Fontes, 2000.

____________ A construção do Pensamento e da Linguagem. Traduzido do original em russo por Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2001.