3.4. Veri Toplama Yöntemi
3.5.2. Araştırmada Kullanılan Ölçeklerin Güvenilirlik Analizleri
3.5.2.1. Keşfedici Faz
Como visto anteriormente a complexidade dos elementos que interferem nas condições de viagem integra algumas diversidades de fatores. Alguns elementos são de considerável importância para se compreender as condições de mobilidade da população no espaço rural, porém são de difícil modelagem de dados. Dentre esses fatores, podem- se destacar as condições atmosféricas, solos e substrato rochoso e fluxos nas vias de circulação.
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Implica em uma condição em que os habitantes de uma determinada área do município ou núcleo urbano têm seu acesso dificultado à outras áreas ou regiões, em virtude da existência de um obstáculo. É um efeito decorrente da implantação de estruturas que tem uma forma linear, como uma rodovia ou uma
Condições Atmosféricas
Não há dúvida que num dia chuvoso o trânsito nas rodovias não mantém a mesma fluidez que num dia de tempo bom. A alteração da visibilidade e a instabilidade da pista são os principais fatores que limitam o trânsito de veículos nas pistas. Em vias não- pavimentadas o resultado é ainda mais agravante, pois se somam os freqüentes pontos de alagamento, instabilidade do revestimento e precária infra-estrutura das rodovias. O estado atmosférico certamente pode impor dificuldades para a mobilidade das pessoas, porém o tratamento dessa informação é de abordagem complexa no contexto dos SIG, uma vez que imprevisibilidades das chuvas e dos locais de agravamento dificultam a definição de um padrão que possa ser modelado computacionalmente, e assim, garantir um sistema de informações que prescreva a ocorrência de eventos decorrentes das instabilidades atmosféricas de uma dada área.
No contexto dos alcances da presente pesquisa, a obtenção de respostas às indagações como: “Quais são as localidades mais afetadas? Qual o caminho ótimo nestas condições?” certamente exigiriam a construção de um sistema sofisticado capaz de combinar dados relativos ao tempo e às condições meteorológicas com o das condições das pistas, uma estrutura dessa monta traria respostas relativas a eventos muito específicos, que não se desenhariam num único plano de informação.
Solos e substrato rochoso
Outro aspecto que pode ser de importância para a definição de impedância de viagem diz respeito ao solo e à geologia, sobretudo em sua relação com as condições das rodovias rurais não-pavimentadas. O solo e substrato rochoso são elementos que podem ser analisados sob diferentes pontos de vista: para um engenheiro agrônomo, estas camadas condicionam o desenvolvimento da vida vegetal, sendo mais importantes para o tratamento de questões relacionadas à fertilidade; já para a engenharia dos transportes estas camadas são utilizadas como suporte para a implantação de rodovias, ferrovias e dutovias.
Na presente abordagem, considerações feitas sobre os tipos de solo e tipos rochosos poderiam orientar uma avaliação sobre as vias não-pavimentadas, tratando das instabilidades e consequentemente da maior dificuldade à acessibilidade física em determinadas áreas. No entanto, entende-se que esta abordagem é de difícil consecução dada a dificuldade em se produzir uma cartografia que discrimine as condições das vias não-pavimentadas ponto a ponto em nível de detalhe.
Uma metodologia que poderia conduzir a um primeiro encaminhamento dessa questão poderia, em primeira instância, se fazer sobre a interpretação de aerofotos ou imagens de satélite de alta resolução espacial que permitisse o detalhamento das vias não-pavimentadas. A partir desses levantamentos far-se-ia a averiguação em campo das condições das pistas e tomada de pontos de agravamento; em gabinete procederia em torno de combinações desses dados com modelos numéricos do terreno cartas de declividade e solos e a identificação de modelos de previsibilidade. A consecução de uma metodologia bem estruturada nesse sentido poderia abrir possibilidades para a identificação de padrões que pudessem implicar em restrições e impedâncias de viagem, todavia cabe destacar que a presente pesquisa não avançou nesse sentido.
Fluxo de veículos
Assim como as condições atmosféricas, o fluxo de veículos nas vias de circulação é imprevisível boa parte do ano. Exceto por padrões de velocidade de atraso mensuradas relativamente em finais de semana e em feriados prolongados, considerar esse elemento como um critério de Impedância de viagem somente seria possível com base num sistema de informações de trânsito fornecedor de dados de fluxo pautados em pontos de monitoramento para cada um dos diferentes ramais rodoviários.
Sabe-se que uma estrutura de informações dessa monta só ocorre para locais com ramais arteriais de grande importância, em geral aqueles que fazem conexões com regiões centralizadoras da economia ou em grandes cidades que dispõem de coordenadorias de engenharia de tráfego bem equipadas dispondo de sistema de monitoramento por câmeras, radares e unidades de atenção.
O DNER (1999, p.21) salienta que em rodovias alocadas em regiões de terreno ondulado e montanhoso a presença de carga pesada pode resultar em velocidades de atraso no fluxo de veículos por tempo significativo. Em condições de pista simples onde a freqüência de carga pesada é constante, a interferência desse fator no desempenho da velocidade média dos veículos de passeio é certamente importante, todavia dada as assimetrias destas relações, torna-se difícil a identificação de um padrão que possa conduzir à adoção de critérios razoáveis para a modelagem desse tipo de informação. Diante destas colocações, entende-se a questão do fluxo de veículos em vias de circulação como sendo um fator de difícil abordagem no contexto do presente estudo.