2.5. İkonik Yapıların Önemi ve Olumlu Etkileri
2.5.2. Çok katlı ikonik yapıların kent kimliği ve yaşam kalitesi açısından
Visando a chegar a uma definição sobre avaliação, diversos pesquisadores optaram por externar seus conceitos: compreendendo avaliação como uma estratégia para verificação de resultados em processos de ensino- aprendizagem. (Kraiger, Ford e Salas, 1993) destacam a importância de que “a avaliação seja realizada primeiramente, para determinar se o tempo e os resultados esperados em um treinamento foram atingidos”.
De forma mais abrangente, Maciel e Costa (2008) enfatizam que não é possível entender o que é avaliação sem o desenvolvimento anterior de uma análise do contexto de sua aplicação. Para os autores, é necessário, antes de tudo, definir quais são os propósitos de um processo de avaliação levando em consideração as funções específicas desse processo, principalmente as aplicáveis em contextos diagnósticos, as relacionadas com avaliação formativa e as centradas em resultados (somativas).
O processo de avaliação formativa é defendido por Haydt (2011) e sua função é verificar se os objetivos estabelecidos para a aprendizagem foram atingidos. O seu progresso só pode ser percebido quando comparado com ele mesmo. Na avaliação formativa, o aprendiz pode tomar conhecimento de seus avanços e dificuldades, cabendo ao professor desafiá-lo a superar suas dificuldades, de forma a continuar progredindo na construção dos conhecimentos. É também conhecida como “avaliação aplicada ao processo de ensino-aprendizagem” ou “avaliação no processo”.
Já em relação à função de avaliação diagnóstica, Haydt (2011) afirma que esta auxilia o professor a determinar quais são os conhecimentos e habilidades que devem ser retomados antes de introduzir os novos conteúdos previstos no planejamento.
A próximo processo de avaliação na sequência, é o somativo, cuja função está relacionada mais diretamente à atribuição de uma “nota” ou “conceito” como resultante de um processo de aprendizagem.
Segundo Haydt (2011), este tipo de avaliação supõe uma comparação quando se considera que o aluno é classificado de acordo com o nível de
37 aproveitamento e rendimento atingido, geralmente, em comparação com os colegas. É uma das funções de avaliação mais utilizadas nos processos educacionais e normalmente reduzida a uma utilização de métricas (conceitos, notas, pontuações diversificadas) para aferir uma medida ao processo de avaliação.
No que se refere à avaliação de habilidades, teóricos como Kraiger, Ford e Salas (1993) afirmam que tradicionalmente o desenvolvimento de habilidades é avaliado por meio de métodos de observação de aprendizes, quanto ao desempenho de determinados papéis em seções de treinamento ou comportamentos notados durante o trabalho.
De outro modo, problemas oriundos de eficácia de treinamento são mais amplos do que questões de avaliação de treinamento no que diz respeito à explicação de motivos ou razões porque determinado treinamento alcançou ou não os resultados pretendidos (Kraiger, Ford e Salas, 1993), o que requer uma análise mais profunda, mesmo após um processo de avaliação.
Em relação a esses conceitos, é interessante ressaltar algumas contribuições de Kraiger, Ford e Salas (1993) sobre avaliação de treinamento. Eles apresentam um esquema de classificação que tem por objetivo servir como ponto de partida para o desenvolvimento de uma abordagem multidimensional da aprendizagem. Os pressupostos subjacentes dos pesquisadores referem-se à abordagem de avaliação, que deve considerar mudanças evidenciadas nos campos da cognição, habilidades ou afetividade, de forma a projetar ou ilustrar uma perspectiva multidimensional de resultados de processos de aprendizagem, conforme se observa na Figura 2.
Fonte: Adaptado de Kraiger, Ford e Salas (1993, p. 312, tradução nossa)
38 A utilização da taxonomia de Kraiger, Ford e Salas (1993) mereceu destaque no presente trabalho quando se verificou que esses autores apresentam um debate que situa o campo de avaliação nas dimensões cognitivas, afetivas e de habilidades.
Essa classificação permite que o conceito de aprendizagem seja articulado com as seguintes dimensões: i) resultados cognitivos; ii) resultados com base nas habilidades e iii) resultados afetivos (KRAIGER; FORD; SALAS, 1993, p. 312, tradução nossa).
Os resultados cognitivos são apresentados por Kraiger, Ford e Salas, (1993, p. 313, tradução nossa) tomando a própria concepção da palavra cognição, entendida como “uma classe de variáveis relacionadas à quantidade, ao tipo de conhecimento e às relações entre os elementos do conhecimento”.
Esses autores destacam que um processo de avaliação de resultados cognitivos deverá revelar não apenas os estados estáticos do conhecimento, mas também a dinâmica dos processos de aquisição, bem como sua organização e aplicação.
Observa-se também que tradicionalmente a aquisição de conhecimento em um domínio de formação tem sido avaliada pela aplicação de questões mistas (aberta, múltipla escolha, verdadeiro ou falso) ou por meio de testes aplicados ao final de um determinado processo de treinamento.
Kraiger, Ford e Salas, (1993) alertam, no entanto, que as pesquisas na área de Psicologia revelam uma natureza complexa e dinâmica na aquisição de conhecimentos, e que estes, por sua vez, devem ser submetidos a estudos que considerem aspectos de uma abordagem multidimensional de aprendizagem, inclusive. Destacam ainda os autores que um processo de avaliação, na perspectiva de avaliação cognitiva, deve considerar a existência de construtos de grande relevância para a aprendizagem, como os conhecimentos verbal e organizacional e as estratégias cognitivas utilizadas.
A dimensão de resultados com base em habilidades é proposta com o objetivo de verificar se determinados aprendizes alcançaram certos resultados no processo de aquisição de habilidades. No entanto, tendo em vista esta ser a dimensão de maior impacto no trabalho em questão, a próxima seção a apresenta com mais profundidade.
39 Os resultados afetivos consideram fatores motivacionais e de atitudes como relevantes para o processo de ensino-aprendizagem. Esses fatores são medidos por indicadores, como disposição motivacional, autoeficácia e metas aferidas durante o processo de ensino-aprendizagem.