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5.1. KATILIMCI VERİLERİ

5.1.1. Katılımcı Müzisyen Profil Detayları

sào das secretarias. efetuada em novembro de

1902.

quando o secretário de Fi-

nanças. João Rodrigues Côsta. foi empossado no cargo de secretário-geral. Além,de representar uma redução nos pStOS públicos. a fusáo eocerrava um

aspecto político daro. no sentido da centralização.

AS mudanças concernentes ao Poder Legislativo incidiram sobre diversos pontos. A redução do número de deputados de 60 para 45 e a vinculaçâo do pa­ gamento dos vencimentos aos dias em que 05 parlamentares efetivamente comparecessem à ALERJ ligavam-se diretamente

à

preocupação de diminuir os gastos." Por outro lado. o Legislativo perdeu a prerrogativa de mllar de itens do orçamento que: implicassem criação de despesas, passando para a es· fera do Executivo a COntratação de funcionários públicos e o poder de decisão sobre o aumento de vencimentos ou a concessão de outras vantagens. Em s[n· lese. 05 deputados tiveram sua margem de atuação em assuntos financeiros sensivelmente restringida. o que implicou a redução do poder de manobra da política c1ientelista da ALERJ.

As principais inovações introduridas na esfera do Judiciário diziam res­ peito aos critérios de promoção e remoção e ao princípio de vitaliciedade dos magistrados. Todaselas restringiam na verdade a independência do�udiciário. confirmando a tendência geral da reforma, de fortalecer o Executivo. Cabia agora a este poder determinar as promoções ajuiz de dirdto e desembarpdor. com base no " mérito" e não mais na antiguidade. bem como decidir transfe­ rências de magistrados que não estivessem atendendo às solicitações dos ami· GOS locais do situacionismo." A extinção da vitaliciedade da magi�trtltunl contribuiu igualmente para envolver osjurus com as chefiaS polfticas municio pais. q Qutra alteração imponante foi a extinção do Tribunal de Cantas. me­

dida essa que. mais do que reduzir gllstos. veio dar total liberdaae de ação ao

Executivo."

No entanto. a pane da reforma que mais atraiu as atenções da ALERJ foi a relativa

à

ad ministração dos municrpios. Além de extinguir as juntas distritais e

as assembléias municipais. wb a akgação de que nâo vinham funcionando na prática, a reforma pe,rmitiu que as funções executivas, até então privativas dos presidentes das cámaras municipais. fossem uereidas por prefeitos nomeados pelo presidente do c�lado nos municípios em que o governo cstadual fosse res· ponsávcl pelo financiamento de serviços publicos como água e esgoto,· ilumi· naçlio pública elc., ou houvesse concedido abono ou fiança para a contrAta­ çào de empréstimos."

Agente de confiança do presidente do estado. o prefeito encarnava a in­ tromissão direta do Executivo estadual no munidpio. A oposição conside­ rou a inovação um atentado

à

autonomia munici

pal

. visto que a população

perderia o direito de escolher seus governantes. Um dado fundamental para a compreensão desta medida ê o falo de que os municípios passíveis de 50--

frer intervenção na época eram Niterói. Campo� e Petrópoli�. e1latamente os três principais centros polítil.:os e eçonômicos do estado: o governo esta·

duai respondia em Campos e Niterói pelo dagamento dos serviços públicos

prestados por companhias privadas. e era o avalista de um emprésti!11() con­ traído peia municipalidade de Petrópolis.

Se a autonomia dos municípios foi restringida, dor outro iado a refonna fortaleceu os executivos locais. quer fossem chefiados por prefeitos quer por presidentes de câmar.ts. Os vereadores perderam a prerrogativa de criar e extinguir empregos e fixar vencimentos. e. o que é mais imponante. a grande maioria de suas deliberações ficou sttieita

à

sanção dos governos lo­

cais."

Outra alteração capital no texto da Cana de 1892 foi a passagem do imo posto de indústrias e profissões para os cofres do governo e�taduai. Arreca­ dado pelos municfpios desde 1892, o imposto passava agora em s,:,a maior

pane (8O"k) para a mão do estado. até que cessassem suas düiculdades fi­ nanceiras. Esta mudança entraria em vigor em I." de janeiro de 1904. dia se­ guinle ao da posse: de Nilo Peçanha.

Encerrados os trabaihos da Constituinte. em 2) de setembro rcinicia­

ram-se as sessôcs ordinárias da ALERJ. passando a ser debatidos diversos

projetos que davam continuidade à refonna constitucional. No entanto, o

reduzido comparecimento dos deputados - poucos nilistas e nenhum odosi­

cionista - dificultou a realização das sessões e. por conseguinte. a votação

dos projetos. A resisténcia da Assembléia

à

refonna tomou-se evidente

também com a apresentação de projetos que negavam ou amenizavam as

medidas já previstas. Este componamento dos deputados foi veemente­

mente denunciado delo secretário-geral Abelardo de Meio. que. temendo o

êxito do boicote ii refonna. não hesitou em recomendar o fechamento da

ALERJ.·'

Se a refonna constitucional de 190) significou a etapa final do processo de constituição do gropo nilista, revelou também a falta de unidade interna desse grupo. Na realidade. o projeto centralizador da refonna foi idealizado pelo próprio Nilo e por um reduzido numero de aU1liliares, entre os quais destacaram·se Leão Teixeira e Bulhões Carvalho. A grande maioria dos

ni·

listas era constitvída de políticos sem maior identificação com a refonna, go­ vernistas por conveniência. que reagiram abenamente a algumas das propos­ tas mais arrojadas.

NOTAS

1. Ver Ciro S�va. � �, ,,� It�. p. 10. Eo. � 1aapO"

u.t:fácio da iriIo fatcIo ... . _ " _ _ •

Abma. IX I�I'.IOI. � ... _ "cklido (.,.) � ... � ... ..., EI>­

...ao do !tio,. (A� Boc.iojn).

2. 8ripdo T_. anA ...,.

ti<! Ni/q I'rf...Ju" p. 116-111 ·'quuclodu ___ 40 ... �

dilta . Nilo l_i,..._ desta maneira: çom ... AAU .. ...iftha!I _"'oçõr. ClOfdiUs C mi'" Anh. Do �d"" e IIkI\lllSO ... "

l. A OOI'I\'tJ>OfI<Incioo pOOe!!C. enoonuadlo IlOl "rqui ... Nilo l'rIçanha c QuintiflO Boeaiúv •• 4. Ver Ciro Silva. Op. cit .• p. 16.

1. s",CUndo Duru.hee de Abnnc:holl, eM C_ ,t IfItkur< �iilk"IU. p. Jl11, CampDo SaIe. lCriIo de iNdo con .... noõo ideal " _ de QuialiIlO lJoc:aiomo � ICU o CoMIIIIo •

... ' ...,...w... em fia ck 1900. cn.ciwMdo pdIot & li pre'l1 ...

1;..0, que " c.mpos su.. t .... • "dejWccioo _ �Iho ... __

-.do _ ... ...x � Im) i paidbocio da Mcpjb!jno", Eon juntIo "" 1'J01. _ _ a Joio (7) lnnICriuo por Ed .... c- em A fl�19JfJ1. p. 109. CMIpOI SaIe:t ",,",,-va: " Sc cu. acolha ., leI'TaIO ... jua>ç. ( ... ) � a.I

... dRÍlo que QWltino Boaoiúv., _ ro; " ...oor e " ... podo,,_ ... apiosI ... _

cauA t ... ) O ''''''''''Il10. pew&.. c.;p: ... � das u� ... " _ ( •.. ) r. aindII e prineipalIMnlc • ele " """ c" ÍIII'dizmcIU ni<> poMUi. � pale ... t_ c ... pruio;!lncw do !tio."

6. A CSIIC rupeilO ver Ciro sano Op. cit .• p. ISO; Edpr Carone.A RrpMbll"" v,u... (nooI .. � ptIIítlc"J. p. IH. � A�ao Arinos de Melo �nc:o. R<OIIrilwl Alvr •. .,� .. , d«lif,io do p"," lNUM'ÚlIi."",. p. 181. J'arúçiploram da çon.�nçiII1gelladooll. qob ..., com dois �"'IIWIL�I. O Ettado do Rio roi "piC$/l\.l<lo por H� SiI •• � M(!I'li ... Torru. O primeiro. _

..,in60 . orienhçjo de Nilo �. _,n, Qt.Mtino. nquanlO O "",,- •

....oorioo • ..owodo�", ltodtipeI AI'iu.

7. v� Eduardo Si! .. t ... l. il.r itNitu politka "" QwiIoI ... """" ... p. li. L ib .• p. )9.

9. A an. ... ,dI> dlretõrio do PPRJ _ 8Mio de ... por 11""­ ... 8o:qIrs). Joio BlllÔItoI Fcmr. doi s..t0l, Altftdo WhIoIcly, AnIõroio Fcmr. üma c Si

Earp _ cnc:on ... no � QuiDlino 12.

10. Vn Ed.ar Caro"". Op. �;I .. p. 195. Aron", Arinos. op. cil .. p. 184 e 191. dá Oul"'" ,...uha- 00.: 591.(139 ""01 panI Rodri&uu Alves e �2.1�9 pNa QuintillO.

1 1 . Cilado por Ciro Silva. op. cil .. p. I�I.

12. A�m de: Monin. Torre •. o Vi5Cond< de: Quiçamã e S<'U� co,.,..liRionário$ lambo!m teriam lrabalhado em ravur de RodriiUu Alvu em Macaof. Ver ema do: Alr,..<Io Bao:ur a Nilo Peça· nha em HI12/I90I. Arqui"" Nilo \'eçanha.

Il. Dive .. .,. autoro. q ... Ulodan.m e<te pcriodo da hi'lória numi"""$<" afirmam lu",.I"",,,!e q ... Nilo foi o prindpal IniculaoJor da t .... da capital do: Petrópolit pano Niterói. Ver Joio Barrelo. A,p«w, poli/ico.r. r�rmômiroJ e udmi"ilrlmliV<l> do ülodo do Rio de Jouiro; o Jr. Ni/u Per""lIu. p. 21; Brlgido Tinoco. op. cit .. p. 1 15; Clodomiro Vasço�loI. HilfQria dO) úlodo do Rio de J"Miro, p. 197-1'1\1.

I •. Ver Elisio do: AIlI.oljo. A/ro,·h dr mrio ';cu/o. p. 164.

IS. Ver Ali"" d(I ALERJ, 1899. &''''0 Ordinária, p. 122.

lI>. VerA"uis JuAl..EIU. 1901. p. �8-59.

17. Albtno Torre. foi DOmeado para O STF em .lO de .bril de 1901 c lUmou posR no mê. S<"­

auinl •. Ver Barbosa Uma Sobrinho. fuJrn{o dr A/br" o TorN's (sua ,·ida r prll.om."IO). p. 232.

18. O llrupo q ... apoiava Albtno Torre. de:tinh� ine .... v.1 força poli'ka. ianto é "". " .u�ti­ tuto de: Quinlino no &lIIIdu foi �I (>c,Jlana. um de IICU. """,ido", •. A ","'llIÇão de afas­

'�r-"" ··inlei.-amonte da poIftica partidária·' ao lerminar o pe,;""o pre.idencial j.i teria .ido tO­ mada. ""Iulldo o prÓprio Albmo Torrei . •. 10&0.".,. o primeiro rompimenlo de<:Iarado··. ou "". ia. em >Clluida i c:isio do PRP. Ver Carla de X\'12}1915 publica"" emA N"'icifl. 1lJ1/19Ib. c

dlw pOr Barbosa Lima Sobrinho. Op. dr •• p. 188.

19. Ver ""ui. d" AURJ, 1901. p. 402.

20. V.,. /.IMsaK,m d" pr" id'M. d(I ,,,oda ,, "URJ, 1902. Embora eSla len"" .ido a posiçãa ofICial de Quinli"". E1isia Aralijo. op. cil .. p. 164-165. afi,,,,,, que o prt"sidc:nte do c,u"lo era c.· t�ho ao mo�i"",nto mudanc;Sta c rer:cbtu a llOlícia da mudança oom """"ifesta contrariedade:. !1. ANai, d(I M.I!:RJ. 1902. p. 107.

22. 1)00 I. �at""' canltiriM. Iodo. lipI:loo à lideranç. de Hcl'1llOjlénco Silva, IICte fonllll dado, por "'prt".enlanrcs do •. � diorrim (lIora nO""""nle S<"diado em (>c,lrópoIi.). quatro do 5.° dis· trito c rli. do 3.° di.rrito. Ver Ano,·, da Al..EIU. 19O1. &uão E�ttaORl;""",,,. p. 108.

23. CoIcriJo de I,u , du .... ,OJ . • . 1902. p. 64-65.

2 •. Ver /.In .. """ .., d" p,,,iJ,,," d(I u/aJ,, ;' ALERJ. 1901. p. 10.

H. Nikl �ça"ha r"'acionava a oposição de Hen1ll>Fnw i tlll."srelinda da CIIpiuJ c ii sua pre_ len"'o ao fIO�crno do cSlado; ··0 H�""""neo nÍlO u,á ti<> reti&nado ""mo fazia ocredilar; umm q .... pleiteando. pre.idéncia. faz ao ""'smo lempo . campan"" de resistbtcia' mooan· ça.·· ,Carta de Nilo Peçanha. Quimino Bocalúva. 11/7/l9Ol. ArquivO Quintino Bocaiún). 2(" Mesmo anle! da morte de I'IJrt;úncula c do C""oclbdro Paulino. a ;mprcn ... c ao fontes em ,eral já .. referiam ao, intCJ.l"8llte, do PRF como ··miaue�,ta.··. a q ... ",vela que • 1I$Ocndên. da de Mipl de C ... alho nO interior do partido" anterior a 1901. A .. iSttncia do:.m""e"'l.o .m municípios do centto-DOrIc numincnllC pode. IICr eom'atado pela co ... p<>ndência .""tido no ",,,uivo Nilo Peçanha. Vu. principal""'",e. os canas enviada • • Nilo por Raul ibM.,. c A",ujo Pinbtiro datada. re,pectivamente de I S/1 c 2/9/1903.

27. O únic" partidário abcnamenle reconhecido do tomomo na ALERJ era Franc:i'ICO Tav"",". No .n,an",. de não "" compo<lava exalame"le como o"",iciuniSta. teodo votado com a lilua· çio em "",me"m. cruciais como a lrandelincia da <.apitai c a ... fa",," conslitucional. O ali­ nhamUIO de f'ran<:isco Ta� • • Marli", To,"" rIC. patente em pelo menos dua, dcel.nções de Ta ... "", . .... ",ow-mbléia Lesi.lativa. conrarme ateStam .,. Alla/.l do A LER) (julho d� /9Q2J.

P �2·�1. " '" "",,;. ,}" Al t/lJ, I"'�. p, _192·W4. Na Com',,""" 110." Dcpulad,,,. o h"",n.o '" f ••

,ia '�pr(",n' ... p')r Juão [I.'i"" �reir� " ... 5..n" ...

2K Ver O H"mi",·�.,·, I 1l12/I\IO}.

29, A,"uj" F�n""i", II.� di",i'ol. Oliv�ira Ikk. (S.� d',u" o) e !ton6ri" I'"�h""o " " d'''""" . rival d� J':'I,,, V�n"imo "'-" S""I"" em Can'ag�Jo. "nlr-" ou,''''. lançardnH," �<>mo .vul"".

lO. Man"" -r""", apte",,,''''' Ire. """,c'. "i,pu'aM a, vag., 0.10 1,0 di" ri,,,, Frd""'''''u Ta. V8"" . Lu;, Carlo> Fr'Ó<. d� (""nu. 'r.idicio"al liMr.lnça política em Niwói" ...,u ;w,'or'lli,iu nu J>C'f1"d<> rmperial. e. ''''flf''endc"temen,,,. o rre,i<ltnle da ALEItI. Gcr.I,J., Mani" •. A In�lu,"-1O

<lo>!e IiI'i",., diliculla a .,·o!iaçào do 'co! <>!"",icioni,mo d� co ... "le 10m" •. Se M,,"'''' pern,a·

""C'Cu na p",<.idt""'a da A LERJ ""..te _ ",.$ã<l U'raurdinária de I\IO! ai'; o final da I<�"I", "r.

i "'''�'''' g<"�"� da c"nliança do aovemo e de Nilu Peçonha. O f.1O ,Ic cOlar e,,,d'<In..:n'c ".

1""" .0 m"'''',, '''mpu ao .iluacionismo" a Man'n. To"". faz ,uPO" ui .. �nd" <lo um ca"al de nCI(O<,,,ç,;O .mr ••• d .... pan •• ,

li. Álv�rtS de AUVMO de>! ... ou a relaçio �n'rt a elciçào ""no ° Sen.d". pa(1l " I/I",e,,,,, 0'­ t""�.J. .. " .. oIhido ",,,ador ""Ia corn;sloão ueculiVl. ;.�., indicado, à mais ali. p",�ãu na chapa 00 panido . •• 1:1. txilamenle indicado li rrt�id.nda. Ningu�m pOd." conl." �·I",·· «'"n" <lo

Álvo.e. de AZCVMO. N,Iu Peçanha. 11/l/l\>Ol. Arq�ivo Nilo Peçanha),

12_ Além ". mai.,.. presença di minoria. OU'N dado a ser deMa.c:aIlo na "'p",senlação do E.·

,ado do Rio roi o eln""" {ndiee de rtnovação. de 'lua", Vl. Re.lcaeram·"" """"nle ",is del'U­ ,ado" Julio Veri .. imo dos S3nlo< e mai; o,; .�ux;".ni<la< Lui, da Silva C�"I,O . FIa,--j,o �e Mi.

""-'ema (2. � di,lrilO). Pe"";ra Um. 43.° dimilol e Oliv.ira Fiaueireoo Ij." dimilO1. alem de Pc·

rei", dos Sanlo. (J.. di"ri'ol. O aume,,10 nu,nbi<:o da Ol"',iç,;o ,,,ria ",,&n-el""" problema. ao ';I""",i""i&",o. eomprom.,.ndo � aluação d. """"aoJa du E"ado do Ri", A pro""," " do " .. m·

I"'I""men'<> d. "depul""ào m"u.Ii,,�" 1"" oca."o do reconhecim."to do depulado m,,,.in,

Loopoklo C""" .... Hon6ri<! Pu,�u. em fa"" a Nilu. orilicava ... pelu r,It" de I.r c"""ooido "

lerç" ;, """,iç,;o: "Teria, muiro mai, I'''''li8;';' • f"rça r<"'"'e a Un�;" .um "ma ""p',laç.�,

,'ompac'a ao ,eu la<l", lIo 'I". cindida c"m" se "ch • • ,crreunl""ào numin.n",". IC3f1. de Hun.ório l':ocll<.'<:o. Nilu P.<;.nha. 2�/�/I\fOl. Arqu,vo Nilo Peç.nha),

lJ. A c"'""" P" ndé""ja de Nilo .m dc"",,,,bro de 1\102 e pród,ga em canas up'." ... "J" ap"", ;i

>u� c�ndida!U""

34. O Rio d. Janeiro não r,,; ,, Linic" .'1",10 a ref",mar.ua Constiluiçào ""»<' ""ri<>oJo. Na vi· rado do .eculo. mais 1I ",I..Jo. �!ter""'m. em 1"''' <lo profllndidade '·a,iáv.1. '""' Carla' con .. (i''''''''''ai,. Ver Ca�l'" N"u"" •. "� C,m .. j"'ir ... �H",h,";.· d" BrllJiI.

Um 'rl&ÇO comum a IQd� • • Ma' rtronn�. r"i a rwu.;ão d. au,,,nomi. 00. mu"ic!pio>, CO<n()

a Con.liluição fed�",l de 1891 ... nlremamen'c vago em relação "" lema. limi!"nd<,.,,� a ,ela­

donar � �ul0n0mia municipal " noçào de '"peculia, inl .... '" <1<>. munid"",.'". _-.em (on'ud" d.·

lini, " cooc.,'o. u, �S1adÕs rocaram pralicame"le livrt. ""'� '"8ula, O u"un(o. l'Iw <un�in'e.

�obia .0,; Ic(lislaolore. e>1",luai,. (.nlo o. deputado, c"n"i'ui"'e, quanlO aquele. n" n�fCid"

do mandalo ordin&rlo . .. � I/,efa "" discrimina< a. mal':ria. C Ui limil.' da com""lénd. municio

paI". Ver Vilor Nune. Leal. Cormulá",,,. �"-""d,, � mUJ, p. 82.

H. Paro mah del.lhes ,,>Ore: 3 pOIílica ""onórnico-fi .. do ... v.rno Quinti"" Im.:.iu.'a. ver Sergio T N, I ... ma"'''. "O !IO"crn" Quin,i"" Ilucaiíiva e a (<C3Iada do nillsmo··. rr(I.'óri<!l "" lrabalho. CPDOC. 19I!71 .

.16. V .. Anai. da "I.ERJ. 19tH. p, 167 C." .. , de diverso, oim""'. munieipa;'. "'�cbid,,_, p" Nilo em julho c selembro de l\>Ol. al."'.m cla ",a envolvi"",n,,, Jin:lo na, in"'",' .. a, 0.1.:>, mun"'ip;olidaJ<._ SeI, emreMo fui , .... . videnle 'lU, o, "",,,,,,,,",,,,,,, u lOCu",vam d • • -.1,,,,

".;nd" �m fau', própria. Ver a oo"".pooo,;",,;. <lo <Clundt, ""m."re de 1\10] n" Arqui,'" N"ilo Peç"nh�.

37. E"'m rI". Jos" Hipóli,,, (�,H.lcn,c). H�ha_ Ilcrn:.ortl'no. Soan::s ü",ndào. Raul Fernan_

des c Lo"" Tr'�eir.l U"l:la,o,). V.r Anai. d" AUêlU. 1903. 1'. 1401.

JK Ma"ri"; .. do Medeiros .. '5<>b'" .. hi,,,\ria ron"i!Ucional n"mi"cn� "a Repliblica··.

111. Formavam " "a;rupo ... "",mpol,," H • ...,.,..; ... o Sil"". Sã Earp. jo'" un<!. Soon:� d. úo<> ... $d>;o,';." !la"" .... Sebl",ião Mo"' .. o. Eduardo C",rim. o.,slcino !'lo".o,. Sen.

Camp<». Aureliano I'<>rtu�al. cnln: o"Iro •.

-10. Anu" J� ALEIO. 1903. p. 1-14.

41. Anui. d" 1II.l:"R}. 1903. p. 141. N" cntanlo. de aronlo rom O depul""" Raul Rei'" a ... ·

gunda di."",içao jamais foi cumpri<L.o. 1)jS<.·ur>lUl<Jo em "'" .. " d. 19 18. Reao �r.rmava que ··.tr hojo não e"n>t� que a A,�mblóia 4 ... ) tcnlla dc:scontatlo um SÓ rcal do, .... deputad",··. Ver

Anai> d" ALt.·R}. 1918.1'. 161.

42. Ver A", .. :. da AL.J:.·IU. 1903. p. 142 e 216.

41. Seb,,,,ião lIar", ... ar.rma textualmente: " Con,rariar o ch.r. local ",rã . ruina P'nI "juiz muni"ip"l nO ,ef1TK} do qua,';lnio." Ver Anais du AI..ER}. 1918. p. 171.

44. A IUpn:,"'" do Tribunal lIMo ,cria cauoado uma redução das <les"""as. uma "u que "OS

1..,,,.1

m�mbro •. que eram v'I"Hdos. con,inuaram" =ebcr ... u. v."ci""'n!", int<gn>i,; ,000<

os .. us runcionórios foram distribuídos ""Ia< sec"'lari", do <"IOdo" . V., di!>Cu,""" "" Scb;o�,i;,,,

Barro",. A" .. i> da Al.ERJ. 1918. p. 1711.

4�. A in .. iluiçOo de p",f<ito$ 1I<>mca<los t;nl\il tar.'cr p""i .. In". ,,,it,,,!<lu " munidpio " 'c,

oomand:ulo pelo p ... idcnt. d� C�an. M "n"ipal ""im que " �><10.J0 <ki�3"" do ler "" """,a_

bilidaok. peCuniária •. Ver Anuis J� A tER}. 1903. p. 207.

46. Ano,', J" ALER}. 1901. p. 141.

47. Ver C.na de Abclardu de Melo a Nilo r"".nha <nl6/11/1\1(l]. ""qui,'o Nilo I'<:çonha.

CAPÍTULO 6

o PROJETO POLÍTICO DE NILO PEÇANHA '

Benzer Belgeler