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4.2 FİNANSMAN YÖNTEMLERİ ve TÜRKİYE UYGULAMALARI

4.2.9 Küçük ve Orta Ölçekli İşletmeleri Geliştirme ve Destekleme İdaresi

Passemos para a quarta questão:

4) Você considera o atual ensino de gramática na escola satisfatório, ou seja, ele consegue munir os alunos de conhecimentos reflexivos sobre a língua portuguesa? Você mudaria alguma coisa no seu método de ensino? Explique.

A seguir, temos a resposta da primeira professora:

FONTE: Coleta de dados 2013

A professora afirma não ter certeza se o seu ensino é satisfatório, e podemos pensar em algumas hipóteses: talvez seja difícil admitir que sua prática não é suficiente, ou talvez tenha uma postura indiferente ao que acontece e nem tenha refletido a esse respeito. Parece também haver uma contradição, quando afirma que “(...) nós de alguma maneira mudamos.” (fala da P1 para a Q4), pois não há convicção de que essa mudança também deva fazer parte da sua postura pedagógica.

Acreditamos, assim como Luckesi (2011, p.144), que

A avaliação subsidia uma intervenção, seja ela qual for, tendo em vista o seu sucesso; por isso se sustenta numa concepção e numa ação voltada para o sucesso. Ao educador não interessa um resultado insatisfatório; ele deseja encontrar a solução para o melhor resultado possível de sua ação.Infelizmente, nossa escola, de modo geral, não tem investido no sucesso. A pedagogia tradicional – que tem fundamentado as nossas ações pedagógicas no coitidiano escolar e que não se propõe como uma pedagogia construtiva – permite-nos “dar aulas” e ficar à espera de que o educando tenha aprendido. Todavia, no contexto de uma pedagogia construtiva, não podemos esperar que o educando tenha aprendido alguma coisa; devemos investir na construção dos resultados definidos e desejados. Por isso, somente uma pedagogia construtiva sustenta uma prática da avaliação(...)

Infelizmente, a P1 utiliza um discurso arraigado da teoria da Pedagogia

Tradicional, em que ao professor cabe ensinar ou fingir que ensinou e ao aluno cabe aprender ou fingir que aprendeu, sem nenhuma apreensão dos reais motivos do ensinoaprendizagem

significativos para ambos os partícipes do processo educativo.

“Não sei se é satisfatório, mas acho necessário. E fazer uma análise reflexiva

muitos alunos não conseguem, mas alguns conseguem. A mudança faz parte da vida e nós de alguma maneira mudamos. ( fala da P1 para a Q4)

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Vamos à resposta dada pela segunda professora:

FONTE: Coleta de dados 2013

O discurso dessa professora nos mostra um painel bastante desanimador das nossas escolas de Ensino Fundamental, pois o professor parece já não acreditar naquilo que faz. Então,

Caímos sempre nesse modo repetitivo de ser. Por vezes, até tentamos mudar, mas as dificuldades são tantas, que chegamos à conclusão de que o melhor modo de praticar os atos de acompanhamento de aprendizagem dos estudantes continua sendo a velha prova, com todos os requisitos e requintes dos exames. Então, dizemos a nós mesmos: “Não há como mudar; é impossível.” Colocamos um empecilho novo e, então, seguimos automaticamente nosso velho ritual.” (LUCKESI, op. cit., p.225)

Isso é ainda mais grave, quando se trata da LP que está em constante mudança. É muito mais fácil continuar fazendo o estudo da GN da forma tradicional, todavia se isso não está dando certo é preciso mudar, pois “ __ o estudo da gramática deve ser estimulante, deafiador, instigante, de maneira que se desfaça essa ideia errônea de que estudar língua é, inevitavelmente, uma tarefa desinteressante, penosa e, quase sempre, adversa. Uma tarefa que se quer esquecer para sempre, logo que possível” (ANTUNES, 2003, p. 97).

Dando sequência, apresentamos a fala da terceira professora:

FONTE: Coleta de dados 2013

Percebemos que P3 produziu praticamente a mesma resposta dada na Q2, só que agora ela associou o ensino tradicional ao metalinguístico, então, por consequência, o ensino construtivo seria associado ao epilinguístico.

Destacamos que é essencial o docente ter acesso a uma fundamentação teórica sólida na qual ele possa apoiar sua postura pedagógica geral e específica da disciplina de Língua Portuguesa.

O ensino da gramática não é satisfatório, pois as aulas são expositivas. Desse modo o aprendizado se torna abstrato e o ensino mecânico. Eu gostaria de mudar, mas não sei a fórmula. (fala da P2 para a Q4)

“O ensino da gramática ainda hoje é o método tradicional, mas estamos tentando

3.3.5 Conhecimento sobre Análise Linguística

Para finalizarmos o questionário, apresentamos a quinta questão com foco no conhecimento sobre AL. Eis:

5) Qual o seu conhecimento sobre Análise Linguística? Já o utilizou em alguma atividade em sala de aula? Conceitue e descreva atividade.

Vamos iniciar pela resposta da primeira professora:

FONTE: Coleta de dados 2013

A P1 Apenas se detém às variedades linguísticas, com ênfase nas variedades socioeconômicas e regionais, como se elas fossem outra língua que não seria usada pelos alunos, independentemente da vontade do professor, como já foi abordado na Q4 por essa mesma professora.

Parece ter um conhecimento fragmentado sobre Análise Linguística, uma vez que resume o ensino de AL ao ensino das variantes da língua. Também deixa transparecer que a prática de AL implica a não cobrança de tantas regras gramaticais, ou seja, ela contrapõe o ensino de AL ao ensino de GN, em que são cobradas todas as regras com suas exceções. Então, AL seria um estudo mais brando ou fraco das regras gramaticais. Podemos afirmar que a docente apresenta a visão equivocada de que a AL é uma substituta da GN, apenas com o acréscimo do estudo das variedades linguísticas e menos cobrança das regras. Por tudo que já foi explanado nos capítulos precedentes e nesse, asseveramos que é uma visão errônea sobre o ensino de Língua Portuguesa.

Dando continuidade, vamos à resposta dada pela segunda professora:

FONTE: Coleta de dados 2013

A P2 foi sucinta ao declarar que não sabe nada sobre Análise Linguística. O que afirmar sobre esse fato? É uma resposta que causa muita inquietação, pois a discussão sobre “Analisar linguisticamente deve ser perceber que a língua é utilizada por falantes que

dependendo do grau social, regional entre outros usará esta língua de uma maneira ou de outra. E não cobrar tanto as regras gramaticais. (fala da P1 para a Q5)