MESLEKLERDEN FARK
3. Uygun niteliklere sahip olmama 4 Fırsat yoklu ğu
3.4. UZAKYOL ZAB İTLERİNİN KARİYERLERİNİ ETKİLEYEN ULUSLARARASI ÖRGÜTLER ANLA ŞMALAR DÜZENLEMELER
3.4.3. ISM Code (Uluslararası Emniyet Yönetimi Kuralları)
delerasse dinoscitur dicens et commodius esse omnia in civitate lupanaria ingredi quam abnegare adorationem imaginis Domini aut eius sanctae genetricis.
INÍCIO DOS CAPÍTULOS DO LIVRO TERCEIRO
I. Confissão da fé catolica, que recebemos dos dos santos pais, que nós mantemos e na qual, com o coração puro, acreditamos.
II. Porque Tarasio tentou esconder um erro com outro erro e de indisposição em indisposição esvaiu-se, pois que, tendo sido convertido repentinamente de laico [e] impelido ao episcopado, no seu esforço para retificar na adoração da imagem, aquilo que admitiu em um [repentino] apoio da consagração da imagem.
III. Acaso Tarasio julga corretamente, quando confessa em seu credo que o Espirito Santo não procede do Pai e do Filho, conforme a (regra) verissíssima santa fé, mas do Pai pelo Filho415.
IIII. Acaso Teodoro, bispo de Jerusalém, julgou corretamente quando disse acreditar no Pai completamente sem princípio e eterno, e não se sabe sob qual rodeio de palavras, confessou que o Filho não conhece outro princípio além do Pai, e tem a mesma substância do Pai.
V. Porque da mesma forma Tarasio não corretamente disse que o Espírito Santo donfunde-se com Pai e Filho, quando teria sido suficiente dizer ‘co-eterno, consubstancial da sua mesma essência e natureza’.
VI. A respeito daquilo que Basilio, bispo de Anchira, em seus escritos, apos confessar o Pai, Filho e Espirito Santo, introduziu a adoração e beijo das imagens (lipsanorum), dizendo ter fé (acreditar) participar por estas mesmas coisas na santificação, calou totalmente sobre a remissão dos pecados ou a ressurreição da carne, ou a vida futura.
415
Kristina Mitalaité citou o credo de Tarasio, que para a autora pode ter sido formulado no concílio de Nicéia – Paul Speck em Die Interpolationen afirma ter sido escrito em uma carta aos patriarcas da Anatólia: “Credo in unum Deum Patrem omnipotentem et in unum Dominum Jesum Christum Filium Dei et deum nostrum, natum ex Patre per Filium procedentem”. Mitalaité escreveu que a crítica tem uma clara dimensão politico- eclesiológica, é uma confissão de fé formulada pela maior autoridade espiritual que, no plano de autoridade, se situa simetricamente ao credo de Carlos magno pronunciado em Frankfurt. Philosophie et théologie des imagens dans les Libri Carolini, página 253.
VII. Sobre aquilo que Teodosio, bispo de Armori, ociosamente calou a respeito da fé da santa e una Trindade, mas disse imprudentemente e extraordinariamente a respeito das imagens: Confesso, prometo, contemplo, beijo e adoro as imagens, e poucas palavras depois: aqueles que não ensinarem diligentemente todo o povo amado de
Cristo a adorar e venerar e honrar as imagens de todos os santos, que agradaram a Deus há tempos, anátema.
VIII. Porque se discute (se duvida) a respeito da fé de quase todos, quando alguns confessam que o Espírito Santo procede somente do Pai, e outros na verdade nem do Pai nem do Filho.
VIIII. Sobre o fato de que se por acaso algum erro tiver permanecido não examinado a fundo, nas sentenças de fé apresentadas pelos supra-citados bispos, por causa da dificuldade e enormidade das suas discussões, [assim] permanecerá, porque na sua maior parte estão cobertas por tanto descuido, que, de modo algum fica claro o que querem significar ou que sentido deve ser entendido ou discernido nelas.
X. Ridículamente e infantilmente foi dito no credo de Teodoro ( )bispo: Admirável
Deus em sua santidade, e em seguida: Santos que estão em sua terra, ele glorificou todas as minhas vontades entre eles (os santos), como este versículo segue o
precedente.
XI. Quão inútil e imprudentemente os gregos tentaram em seu sínodo anatematizar a Igreja católica, porque não adora as imagens, embora deveriam, em verdade, examinar o que a Igreja de cada uma das partes gostaria de dizer a respeito desta questão.
XII. Porque eles renunciaram a grande parte da mansidão e paciência em não contendo a sua boca e falando desordenadamente.
XIII. Por qual razão a mulher no sínodo não deve instruir, assism como se lê que Irene fez no sínodo deles.
XIIII. Contra aqueles que dizem: nós, colaborando com Deus nós dispusemo-los
reunidos; ou Deus querendo estabelecer a sua própria decisão congregou-vos no rebanho.
XV. Contra aqueles que dizem: Se seguramente as efígies e imagens imperiais são
mandadas às cidades e províncias e a população vai ao encontro delas com velas e incensos, honrando não a cera derramada na madeira, mas o imperador, muito mais convém nas igrejas de Cristo serem pintadas as imagens do Deus nosso Salvador e de sua imaculada mãe e de todos os santos.
XVI. Contra aqueles que dizem que a veneração da imagem se transpõe ao protótipo.
XVII. Porque funestamente e precipitadamente, ou insensatamente Constantino, bispo de Chipre e Constantinopla, disse: acolho e abraço honoravelmente as santas e
veneráveis imagens e do mesmo modo conforme o ofício da adoração, que remeto à substancial e vivificadora Trindade; e quem assim não as julga, nem as glorifica, da santa, católica e apostólica Igreja segrego e submeto a anátema e remeto àquela parte daqueles que negaram a Encarnada e salvífica economia de Cristo, nosso verdadeiro Deus. [Você chegou a cotejar a tradução com as expliações em Alemão?]
XVIII. Porque Eutimius, bispo da Sardenha, do citado erro de Constantino não muito diverge, naquilo que afirma: De todo coração acolho as imagens que devem ser
veneradas, com a honra condizente e amável adoração. Pois àqueles que diferentemente ou contrariamente pensam ou dogmatizam contra as santas imagens, considerando-os estranhos à Igreja católica, proclamo e anuncio heréticos.
XVIIII. Inútil e extravagante e digno de riso o dito declarado por Agapii, bispo de Cesareia e Capadocia, repreensível naquilo que ele disse: Está escrito em nossas
sagradas Escrituras.
XX. Sobre aquilo que João o presbítero [Teodósio], abade do monastério de santo André, recitando e dizendo as palavras de João Crisóstomo: Eu vi o anjo em uma
imagem perseguindo uma multidão de bárbaros, disse: Quem é este anjo senão aquele a respeito do qual está escrito: pois que o anjo do Senhor abateu cento e oitenta e cinco mil dos assírios que acossavam Jerusalem no epaço de uma noite.
XXI. Porque em nenhuma autoridade vigente nem em nenhum dos livros autênticos se encontra aquilo que eles dizem, que pela imagem daquele Polemão alguém teria sido afastado da perpetração do adultério, porque na verdade eles se esforçam para igualá-lo ao milagre, que foi realizado pela extremidade da ventimenta do Nosso Senhor, a qual mulher tocando recuperou a desejada saúde.
XXII. Porque os juízes, que estiveram no citado sínodo com arrogância e inconvenientemente tentaram exaltar as artes pictórias, dizendo: seguramente a arte
pictórica é uma arte pia, e não de forma justa alguns as rebaixam estupidamente; pois o próprio Pai recomenda piamente aqueles que são pintores.
XXIII. Inútil e pleno de mentira o dito de João o presbítero e legado oriental dizendo:
os pintores não se opõem às Escrituras, mas o que quer que a Escrituras digam, elas fazem ver, de maneira que {os pintores} são concordes com as Escrituras.
XXIIII. Porque as imagens não devem ser comparadas às relíquias dos santos mártires e confessores, como eles em seu errôneo sínodo se esforçam por fazer, de tal modo que relíquias ou são provenientes do corpo ou daquelas coisas que estavam no corpo ou daquelas coisas que estavam em volta do corpo daqueles santos, imagens, na verdade, nem no corpo nem em volta dele estariam, ou haveriam de estar, como acreditam aqueles aos quais essa idéia é atribuída.
XXV. Por não por esta razão as imagens devem ser adoradas. Porque por elas, como eles dizem, alguns indícios devem ser estimados existentes, quando todavia não todas as coisas nas quais ou pelas quais os milagres aparecem devem ser adoradas.
XXVI. Porque Teodoro, bispo de Mirensis, introduziu ridiculamente e infantilmente, para que fosse somado à adoração das imagens, os sonhos do seu arquidiácono que ele reproduziu no mesmo sínodo.
XXVII. Porque Deus não está em um lugar, eles menos doutamente disseram: Veneramos e adoramos da mesma forma [como adoramos as imagens] o lugar de Deus.
XXVIII. Inútil e insensato e cheio de erros o dito, daqueles que dizem: Quem teme a
Deus, honra inteiramente, adora e venera do mesmo modo o Filho de Deus, Cristo nosso Deus e o signo de Sua cruz e a figura dos Seus santos.
XXVIIII. Dementíssimo e carente de razão o dito de João o presbítero / dos orientais no qual afirmou porque não estando presente o imperador [honra-se] sua imagem,
pois não se deve desonrá-lo, visto que também agora o Senhor de todos Jesus Cristo não se apresenta visivelmente a nós – pois é invisível aos nossos olhos carnais, pois assim como Deus está em todos os lugares – deve ser honrada a Sua imagem, assim como o Pai julgou que deve ser adorada a imagem do imperador.
XXX. Sobre os apócrifos e todos as futilidades dignas de zomba que eles interpuseram na sua linguagem.
XXXI. É um delírio cheio de erros, aquilo que eles disseram a respeito de um certo eremita, que teria jurado ao demonio, e seu proprío juramento, conta-se, teria se tornado nulo, e que seu abade não pouco delirava nota-se, [pois] dizia também ser mais apropriada para ele [o eremita] entrar em todos os bordéis na cidade do que recusar a adoração das imagens do Senhor ou da sua santa mãe.