3. YAPI BİLGİ SİSTEMLERİ
3.5 Veri Standartları
3.6.2 YBS’de Veri Standardı ve IFC
3.6.2.1 IFC standartları
A comparação entre a sensibilidade dos testes também foi realizada, tanto nos controles (tabela 6) quanto nos apráxicos (tabela 7). Considerando-se que o perfil de dificuldade dos testes foi mesmo tanto para os controles quanto para os apráxicos, a discussão destes resultados será única.
De acordo com a tabela 6, pode-se observar que as comparações do teste SDD com os outros testes apresentaram diferenças estatisticamente significantes. Este dado indica que seu nível de dificuldade não é similar ao dos demais testes, demonstrando ser mais simples.
Considerando, primeiramente, apenas os resultados obtidos no DS, que avalia a atenção e a MO (Ryan, 1996), a diferença de performance entre a ordem direta e a inversa é notável, tanto nos apráxicos quanto nos sujeitos-controle (tabela 2). Porém, o melhor desempenho no SDD já era esperado, pois o processamento necessário de MO é considerado simples enquanto o SDI requer um processamento mais complexo. Segundo Wilde et al (2004), o SDD é realizado, primariamente, pela alça fonoarticulatória, já o SDI deve exigir o envolvimento do executivo central, solicitando uma maior participação da MO. Unswoth e Engle (2006) afirmaram que as tarefas mais complexas requerem maior demanda cognitiva, já que é necessária uma “reorganização” dos itens, durante o resgate.
Os processos de memória de curta-duração utilizados no teste SDD também são mais simples que os utilizados na realização do teste de repetição de palavras curtas e longas, os quais exigem, além da participação da alça fonoarticulatória e do executivo central (Wilde et al, 2004), o envolvimento da memória de longo-prazo (Burgess e Hitch, 2005).
Os resultados que apontam uma dificuldade semelhante, entre a repetição de palavras curtas e longas, podem ser explicados pela escolha das palavras utilizadas no teste. A literatura afirma que o desempenho dos indivíduos na repetição de palavras curtas é mais alto que no de palavras longas: efeito de extensão de palavras. Ou seja, a memorização de itens curtos é facilitada pelo pouco espaço ocupado pela informação no MO, sendo assim, mais itens podem ser estocados (Baddeley e Hitch 1974; Baddeley et al 1984; Hitch et al, 1989; Waters et al, 1992; Gathercole e Baddeley, 1993; Service, 1998; Howard et al, 2000 e Unswoth e Floyd, 2006). Conforme já foi
discutido anteriormente, o teste utilizado continha palavras de duas (curtas) e três (longas) sílabas. A diferença de apenas uma sílaba pode ter interferido na ausência do efeito de extensão. Os trabalhos que testaram este efeito (Baddeley e Hitch 1974; Baddeley et al 1984 e Waters et al, 1992) utilizaram palavras com uma maior diferença de sílabas entre elas: uma sílaba versus cinco sílabas ou uma versus três sílabas. Howard et al demonstrou o efeito de extensão, comparando o span entre palavras de uma, três e cinco sílabas. No entanto, na literatura compulsada, encontramos o experimento de Unswoth e Floyd (2006) que verificou o efeito de extensão através do
span entre palavras de uma sílaba e palavras de duas sílabas. No presente estudo,
que utilizou palavras de duas e três sílabas este efeito não foi observado.
Como ambos os grupos estudados neste trabalho apresentaram graus de dificuldade nos mesmos testes aplicados, a presença da apraxia de fala não interferiu na análise de sensibilidade entre os testes.
Em vista dos dados encontrados, verificamos que os apráxicos apresentam uma redução na capacidade da MO, sugestiva de alguma disfunção da alça fonoarticulatória. Além disso, evidenciamos que o grau de comprometimento do déficit de MO apresentado pelos apráxicos não teve correlação com o grau de apraxia de fala destes indivíduos. Também observamos que o SDD demonstrou ser o teste de memória imediata mais fácil dentre os testes de span utilizados nesta pesquisa. Quanto à relação das manifestações de fala e de memória com suas localizações cerebrais, os resultados nos permitem sugerir que lesões nas regiões do córtex frontal e ou parietal podem provocar tanto uma desordem na programação motora da fala quanto um déficit na MO.
6. CONCLUSÕES
A partir dos dados obtidos neste estudo, foi possível concluir que:
o déficit de MO verificado nos apráxicos está mais relacionado ao processo articulatório da alça fonoarticulatória
7. ANEXOS
Anexo 2
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO
A INFLUÊNCIA DOS COMPONENTES DA MEMÓRIA OPERACIONAL NA PRAXIA DE FALA
As informações expostas a seguir estão sendo fornecidas para a sua participação voluntária neste estudo. O estudo visa avaliar diversos tipos de alterações de compreensão oral, de fala e memória em indivíduos que tenham sofrido um derrame (acidente vascular cerebral). Para que essa análise seja feita, os voluntários deverão realizar uma série de testes que irão avaliar a compreensão oral, a fala e a memória. Assim, o indivíduo deverá responder algumas perguntas sobre pequenas histórias que serão lidas para ele. Depois de responder estas perguntas apenas com sim ou não, o voluntário deverá realizar alguns movimentos com a boca como colocar a língua para fora ou mandar um beijo. Finalmente, na prova de memória, o indivíduo deverá repetir algumas palavras que lembrar de uma lista que será lida pelo pesquisador. Para isso, será utilizada 1 sessão de avaliação com duração máxima de 1 hora.
Esses procedimentos não oferecem riscos à saúde física ou mental do participante nem tampouco benefício direto.
É importante ressaltar que em qualquer etapa do estudo você terá acesso aos profissionais responsáveis pela pesquisa para esclarecimento de eventuais dúvidas. A principal pesquisadora é a fonoaudióloga Fernanda Chapchap Martins que pode ser encontrada no endereço Rua Botucatu, 796, tel: 5576-4570.
Se você tiver alguma dúvida ou consideração sobre a ética, entre em contato com o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) – Rua Botucatu, 572 – 1° andar – cj. 14, tel: 5571-1062, FAX: 5539-7162.
É garantida a liberdade de retirada de consentimento a qualquer momento e deixar de participar do estudo, sem qualquer prejuízo à continuidade de seu tratamento na Instituição. As informações obtidas serão analisadas em conjunto com outros pacientes, não sendo divulgado a identificação de nenhum destes. Você tem direito de ser mantido atualizado sobre os resultados parciais das pesquisas, quando em estudos abertos ou de resultados que sejam do conhecimento dos pesquisadores.
Não há despesas pessoais para o participante em qualquer fase do estudo. Da mesma forma, não há compensação financeira relacionada a sua participação. Se existir qualquer despesa adicional, ela será absorvida pelo orçamento da pesquisa.
Não há nenhum risco de saúde ou danos pessoais envolvidos nesta pesquisa. O nosso compromisso é utilizar os dados coletados somente para esta pesquisa. Acredito ter sido suficiente informado a respeito das informações que li ou que foram lidas para mim, descrevendo o estudo “A INFLUÊNCIA DOS COMPONENTES DA MEMÓRIA OPERACIONAL NA PRAXIA DE FALA”.
Eu, juntamente com meus familiares, discuti com a fonoaudióloga Fernanda Chapchap Martins sobre a minha decisão em participar deste estudo. Ficaram claros para mim quais os propósitos do estudo, os procedimentos a serem realizados, seus desconfortos, as garantias de confidencialidade e de esclarecimentos permanentes. Ficou claro também que minha participação é isenta de despesas e que tenho a garantia de acesso ao tratamento hospitalar quando necessário. Concordo voluntariamente em participar deste estudo e poderei retirar meu consentimento a qualquer momento, antes ou durante o mesmo, sem penalidades, prejuízo ou perda de qualquer benefício que eu possa ter adquirido, no meu atendimento neste serviço.
___________________________________ Assinatura do paciente/ representante Legal Data: / /
____________________________________ Assinatura da testemunha
Data: / /
(Somente para o responsável do projeto)
Declaro que obtive de forma apropriada e voluntária o Consentimento Livre e Esclarecido deste paciente ou representante legal para a participação neste estudo.
_____________________________________ Assinatura do responsável pelo estudo
Data: / /
Anexo 3
QUADRO 1 - DADOS DE SEXO, IDADE E ESCOLARIDADE DE CADA SUJEITO
suj caso sexo idade escol
1 1 F 48 15
2 1 F 61 2
3 1 F 62 2
4 1 F 62 4
6 1 F 67 4 7 1 F 73 8 8 1 F 73 2 9 1 F 42 7 10 1 M 33 9 11 1 M 39 4 12 1 M 47 2 13 1 M 53 11 14 1 M 56 4 15 1 M 62 2 16 1 M 63 4 17 1 M 72 4 18 1 M 72 2 19 1 M 75 7 20 1 M 48 2 21 1 M 60 6 22 1 M 49 8 23 2 F 50 15 24 2 F 64 1 25 2 F 63 1 26 2 F 64 4 27 2 F 61 1 28 2 F 69 2 29 2 F 77 7 30 2 F 75 4 31 2 F 45 5 32 2 M 37 15 33 2 M 32 4 34 2 M 50 1 35 2 M 56 15 36 2 M 58 4 37 2 M 64 1 38 2 M 70 4 39 2 M 71 4 40 2 M 75 2 41 2 M 73 8 42 2 M 49 2 43 2 M 57 8 44 2 2 45 7
Legenda: suj = sujeito
caso: 1 = apráxico, 2 = controle sexo: F = feminino, M = masculino escola = escolaridade
Anexo 4
QUADRO 2 - RESULTADOS INDIVIDUAIS DOS SUJEITOS NOS TESTES APLICADOS
suj caso comp AF DSD DSI SPC SPL RAVLT
I II III IV V EV A1 EV A2 Rec 1 1 12 2 6 4 5 5 8 10 12 14 14 11 10 28 2 1 9 1 2 2 2 2 6 5 7 6 8 6 6 27 3 1 8 1 4 2 3 3 4 4 5 4 5 3 4 24 4 1 8 1 3 3 3 3 3 4 7 6 8 4 5 21 5 1 6 2 3 2 3 3 3 2 4 3 3 0 3 18 6 1 10 1 4 2 3 3 5 6 7 9 9 3 4 27 7 1 8 3 2 2 99 99 4 3 4 9 10 8 9 27 8 1 4 1 3 2 2 2 1 3 5 6 7 4 5 26 9 1 9 2 3 2 3 3 2 2 4 4 6 4 3 29
10 1 11 1 4 3 2 2 3 4 4 7 8 4 5 26 11 1 4 2 3 1 2 2 1 1 3 0 1 1 0 23 12 1 5 2 2 2 2 2 0 0 0 1 2 0 1 20 13 1 9 2 3 2 2 3 2 4 3 3 2 1 4 26 14 1 3 2 3 2 2 2 1 4 5 6 6 6 6 25 15 1 6 2 6 3 3 3 1 3 3 4 3 2 3 22 16 1 8 2 3 3 2 2 4 4 4 6 7 5 5 26 17 1 3 2 3 1 2 2 0 2 2 1 2 0 0 17 18 1 5 1 4 3 4 3 1 4 5 2 4 2 1 24 19 1 8 1 3 2 3 3 99 99 99 99 99 99 99 99 20 1 5 1 2 2 2 2 2 2 4 4 3 1 0 23 21 1 7 1 3 3 3 3 3 6 5 7 7 4 7 22 22 1 7 1 3 3 2 2 3 4 5 7 9 5 6 26 23 2 12 0 8 7 6 5 10 14 15 15 14 13 13 30 24 2 5 0 5 4 5 5 5 9 9 10 10 9 8 26 25 2 10 0 5 4 4 4 4 9 8 12 12 9 12 30 26 2 10 0 5 5 4 3 5 11 7 8 10 10 8 28 27 2 6 0 4 3 4 4 7 6 7 9 9 6 8 26 28 2 9 0 5 3 4 4 6 9 10 11 13 11 10 28 29 2 12 0 6 5 5 5 5 4 9 11 12 9 10 28 30 2 11 0 5 4 4 4 6 6 9 7 8 6 4 29 31 2 10 0 6 6 5 6 7 10 13 11 13 9 8 30 32 2 12 0 7 6 4 5 6 7 7 12 8 4 6 29 33 2 11 0 5 3 5 4 5 8 10 9 11 8 8 27 34 2 7 0 4 3 4 4 3 4 7 9 9 3 5 26 35 2 12 0 7 6 6 5 10 11 14 15 15 14 14 30 36 2 9 0 6 3 4 4 2 7 7 10 10 5 1 30 37 2 6 0 4 4 4 4 6 7 8 8 10 9 8 26 38 2 9 0 6 4 5 5 6 8 9 8 9 6 4 26 39 2 11 0 5 3 4 3 2 6 10 7 8 3 3 28 40 2 9 0 5 5 4 4 3 5 7 7 9 5 6 26 41 2 9 0 4 4 4 3 4 8 7 9 10 7 7 30 42 2 8 0 6 4 5 5 6 9 10 10 11 5 7 26 43 2 10 0 5 5 5 4 6 7 10 11 12 9 9 28 44 2 9 0 5 5 4 5 7 9 10 11 13 8 8 28
Legenda: suj = sujeito
caso: 1 = apráxico, 2 = controle comp = compreensão
AF = apraxia de fala; 0 = normal, 1 = leve, 2 = moderada, 3 = grave DSD = span de dígitos na ordem direta
DSI = span de dígitos na ordem indireta SPC = repetição de palavras curtas SPL = repetição de palavras longas EV A1 = recordação após distrator
EV A2 = recordação tardia
Rec = reconhecimento
Anexo 5
Legenda: pal = palavras
espont = espontânea F = fluente
F* = fluente com muitas parafasias fonêmicas NF = não fluente
REFERÊNCIAS
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sujeito repetição pal repetição frases automatismo fala espont leitura pal leitura frases (total 32 pal) (total 4 frases) (total 15 pal) (total 2 frases)
1 6 0 + / - F * 7 0 2 22 1 + F 13 2 3 21 2 + F 10 1 4 16 2 + F 11 1 5 7 0 - NF 6 0 6 20 2 + F 12 2 7 2 0 - NF 2 0 8 23 3 + F 11 2 9 8 0 + / - NF 9 0 10 11 1 + F 11 2 11 6 0 - NF 7 0 12 20 0 + / - F * 6 0 13 18 2 + / - NF 8 1 14 19 0 + / - F * 9 1 15 10 1 - NF 7 1 16 12 0 + / - F * 10 0 17 11 1 + / - NF 6 1 18 23 3 + F 13 2 19 24 2 + F 11 1 20 24 1 + F 12 1 21 21 2 + F 13 1 22 22 3 + F 12 2
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Objective: To verify the interference of working memory in the apraxia of speech and explore which components of this memory would be involved in the motor planning of speech. Methods: There were assessed 22 apraxic subjects and 22 control subjects. There were administered a comprehension test and a protocol used to assess and classify the degree of apraxia of speech. To investigate working memory in the subjects, digit span forward and backward test, and a short-lenght and long-lenght word repetition test, both able to assess the phonoarticulatory loop, and the Rey Auditory Verbal Learning Test, which investigates both the phonoarticulatory loop and the episodic buffer, were administered. Results: The statistical analysis of the study showed some significant differences. The apraxic subjects performances in the memory tests, in the forward and backward digit span test, as well as in the short-lenght and long-length word repetition test, and in the Rey Auditory Verbal Learning Test was statistically significantly lower than the performance of the control group. It was also emphasized that the performance among the apraxic subjects in all of the memory tests was similar, independently on the degree of the apraxia. Conclusion: From the results mentioned earlier, the study concluded that subjects with apraxia of speech present a working memory deficit and that this deficit is more related to the articulatory process of the phonoarticulatory loop. Furthermore, a degree of compromise in the working memory deficit shown by the apraxic subjects is independent from the degree of apraxia of speech in these individuals.
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