• Sonuç bulunamadı

I Dünya Savaşı Sürecinde Rumlar ve Fener Rum Patrikhanesi

primeiras
pesquisas,
na
direção
da
construção
de
um
modelo
teórico
para
abordagem
 de
seu
objeto,
que
vem
sendo
aplicado
por
uma
corrente
de
semioticistas
afinados
com
 sua
 linha
 de
 pesquisa.
 Recentemente
 ambos
 lançaram
 livros
 que
 incluem
 ensaios,
 canções
e
entrevista.
Talvez
não
por
acaso
o
livro
de
Wisnik
se
chame
Sem
receita
e
o
 de
Tatit,
Todos
entoam.164



2.3.2
Contier:
nova
relação
entre
história
e
música



Entre
 os
 três
 autores
 aqui
 indicados
 como
 referências
 fundamentais
 para
 as
 primeiras
pesquisas
historiográficas
sobre
música
popular,
Arnaldo
Contier
é
o
único
 historiador
 de
 ofício
 ligado
 ao
 meio
 acadêmico.
 Teve
 formação
 musical
 na
 linha
 da
 tradição
artística
européia,
que
é
o
que
se
ensinava
nos
conservatórios
na
época
de
sua
 formação,
 ainda
 que
 seu
 instrumento,
 o
 acordeom,
 tenha
 presença
 significativa
 na
 música
 popular
 no
 Brasil.
 Ampliou
 seu
 horizonte
 de
 informações
 musicais
 através
 de
 seus
próprios
estudos,
incorporando
a
produção
das
vanguardas
musicais
do
século
XX,
 que
 pouca
 ou
 nenhuma
 atenção
 tinha
 nos
 cursos
 tradicionais,
 e
 vai
 iniciar
 em
 sua
 atividade
docente

suas
reflexões
sobre
a
história
da
música
no
Brasil.165

A
importância
de
Contier
na
pesquisa
sobre
música
na
área
de
História
reside
 tanto
na
afirmação
do
objeto
dentro
da
disciplina
num
momento
em
que
temas
como
 arte
e
questões
culturais
ainda
não
estavam
contemplados
na
pesquisa
histórica,
como
 também
 no
 seu
 papel
 de
 formador
 de
 diversos
 pesquisadores
 do
 campo.
 Em
 um
 momento
em
que
os
fóruns
para
o
debate
sobre
música
popular
na
universidade
eram
 escassos
 e
 o
 objeto
 ainda
 não
 estava
 consolidado
 no
 campo
 acadêmico,
 Contier
 promoveu
 seminários
 sobre
 o
 tema
 que
 muito
 contribuíram
 para
 a
 formação
 de
 pesquisadores
que
hoje
são
referência
no
assunto
e
orientou
diversas
pesquisas
sobre
 música
 na
 área
 de
 História.
 Segundo
 Vinci
 de
 Moraes,
 ele
 foi
 por
 muito
 tempo
 uma
 espécie
 de
 solista
 na
 formação
 de
 pesquisadores
 e
 na
 evolução
 deste
 novo
 campo
 de
 pesquisa.166

164
TATIT,
Luiz.
Todos
entoam:
ensaios,
conversas
e
canções.
São
Paulo:
Publifolha,
2007.


165
 Uma
 breve
 explanação
 sobre
 sua
 formação
 musical
 e
 trajetória
 de
 pesquisador
 encontra‐se
 em
 entrevista


publicada
em:
REVISTA
DE
HISTÓRIA.
Departamento
de
História
da
FFLCH‐USP.
São
Paulo:
Humanitas/FFLCH‐USP,

 nº
157,
2º
semestre
de
2007,
p.
173‐192.


166
REVISTA
DE
HISTÓRIA.
Departamento
de
História
da
FFLCH‐USP.
São
Paulo:
Humanitas/FFLCH‐USP,

nº
157,
2º


Suas
 primeiras
 reflexões
 ainda
 estavam
 centradas
 no
 campo
 de
 produção
 erudito,
 do
 qual
 o
 autor
 é
 oriundo.
 Publicou
 em
 1980
 o
 livro
 Música
 e
 ideologia
 no


Brasil,167
onde
analisa
a
música
erudita
brasileira
entre
1922
e
1965
e
a
construção
do


mito
do
nacionalismo
musical
no
Brasil.
Mas
é
na
sua
tese
de
livre
docência
Brasil
Novo:


música,
nação
e
modernidade.
Os
anos
20
e
30,
que
Contier
irá
apresentar
de
maneira


consistente
 e
 num
 patamar
 superior,
 sua
 leitura
 crítica
 do
 nacionalismo
 musical
 brasileiro,
seus
estudos
das
relações
entre
música
e
política
e
apontar
“as
fortes
marcas
 ideológicas
 que
 permearam
 toda
 a
 produção
 musical
 brasileira
 nos
 anos
 1920
 e
 1930”.168
Trabalho
de
fôlego,
empreendido
por
um
pesquisador
já
experiente
quando


da
 sua
 realização,
 embora
 trate
 das
 relações
 entre
 música
 e
 política
 no
 Brasil
 de
 um
 modo
geral
e
com
o
foco
principal
na
música
erudita,
aborda
também
aspectos
ligados
 à
 música
 popular
 urbana
 no
 Rio
 de
 Janeiro,
 particularmente
 o
 choro.
 Este
 trabalho
 tornou‐se
 uma
 referência
 para
 pesquisas
 envolvendo
 as
 relações
 entre
 música
 e
 política
a
partir
da
análise
do
material
formal.


Contier
 analisa
 o
 surgimento
 do
 nacionalismo
 musical,
 projeto
 que,
 aliando
 a
 temática
 nacionalista
 à
 estética
 européia
 “preconizava,
 de
 um
 lado,
 a
 pesquisa
 das
 canções
folclóricas,
caracterizadas
como
as
falas
do
povo
e,
de
outro,
a
atualização
do
 código,
da
linguagem,
conforme
pressupostos
estéticos
internacionais”.
Considerando
o
 que
tinha
sido
a
música
brasileira
até
o
limiar
do
século
XX,
esse
projeto
“apresentava
 uma
 certa
 renovação
 linguística,
 sem,
 contudo,
 defender
 quaisquer
 tipos
 de
 radicalismos,
 vistos
 como
 algo
 exterior
 à
 realidade
 histórica
 brasileira”.169
 O
 autor


mostra
 como,
 num
 primeiro
 momento,
 os
 “intelectuais
 envolvidos
 com
 a
 estética
 nacionalista
 negavam
 possíveis
 relações
 entre
 a
 música
 e
 a
 política”.170
 O
 projeto,


entretanto,
 chocava‐se
 com
 “contradições
 socioculturais
 daquele
 momento”
 histórico,
 tendo
sido
“combatido
por
empresários
e
setores
do
público”,171
uma
vez
que
era
alto
o


consumo
 de
 cultura
 estrangeira
 por
 parte
 setores
 das
 elites
 da
 sociedade
 da
 época,
 dentro
da
perspectiva
de
inserir
o
país
no
concerto
das
nações
“civilizadas”.
Segundo
 Contier,
“durante
a
década
de
1920,
o
sonho
da
concretização
dos
ideais
dos
músicos
 nacionalistas
esbarrava
no
gosto
da
elite
dominante,
acostumada
à
música
universal,
de
 167
CONTIER,
Arnaldo
Daraya.
Música
e
ideologia
no
Brasil.
2ª
ed.
revista
e
ampliada.
São
Paulo:
Novas
Metas,
1985.
 Primeira
edição
lançada
em
1980.
 168
CONTIER,
Arnaldo
Daraya.
Brasil
Novo:
música,
nação
e
modernidade.
Os
anos
20
e
30.
Tese
de
livre
docência.
 FFLCH‐USP,
1988.
P.
IX.
 169
Ibidem,
p.
5‐6.
 170
Ibidem,
p.
I.
 171
Ibidem,
p.
II.


tendência
 cosmopolita
 e
 apegada
 ao
 romantismo
 musical”.
 Por
 essa
 razão,
 os
 intelectuais
do
nacionalismo
musical
“começaram
a
criticar
o
governo
liberal
da
Velha
 República,
passando
a
eleger
o
Estado
como
o
único
agente
capaz
de
apoiar
um
projeto
 nacionalista
de
grande
envergadura
no
campo
da
música”.
Até
então,
“o
nacionalismo
 musical,
 no
 Brasil,
 nunca
 havia
 revelado
 uma
 coloração
 política
 muito
 definida”.
 Mas,
 dentro
 deste
 contexto,
 “a
 Revolução
 de
 1930
 foi
 saudada
 pelos
 compositores
 e
 intelectuais
 –
 excetuando‐se
 Mário
 de
 Andrade
 –
 com
 vivas
 de
 entusiasmo
 e
 esperança”.172

Contier
 mostra
 como
 “o
 projeto
 nacionalista
 no
 campo
 musical,
 em
 sua
 essência,
objetivava
homogeneizar
o
social,
o
cultural,
como
exercício
de
poder
de
um
 grupo
 que
 se
 julgava
 o
 único
 agente
 capaz
 de
 interpretar
 a
 História
 da
 Cultura
 no
 Brasil.
Em
sua
interpretação,
“a
construção
do
discurso
nacionalista
na
música,
refletiu,
 intrinsecamente,
 o
 sufocamento
 de
 outras
 falas,
 no
 campo
 da
 música,
 ligadas
 ao
 proletariado
urbano,
a
movimentos
anarquistas,
à
música
carnavalesca
como
símbolo
 de
 outra
 ordem
 ou,
 ainda,
 à
 própria
 música
 internacional”.173
 “Os
 compositores
 e


intelectuais
 ligados
 ao
 projeto
 nacionalista
 mitificaram
 o
 Estado
 como
 o
 sujeito
 da
 história”.174
“No
entanto,
esse
Estado
nacional‐populista
terminou
por
não
se
interessar


pelo
 projeto
 modernista
 em
 sua
 totalidade”.
 O
 Estado
 Novo
 acabou
 endossando
 somente
 os
 projetos
 de
 fácil
 execução
 e
 que
 exigiam
 pequenas
 verbas,
 como
 o
 programa
de
canto
orfeônico
apresentado
por
Villa‐Lobos.175




Arnaldo
 Contier
 mostra
 como,
 “dentro
 desse
 quadro,
 A
 Hora
 do
 Brasil
 foi
 saudada
 com
 entusiasmo
 pelos
 músicos,
 pois
 representava
 um
 programa
 oficial
 em
 defesa
da
música
erudita
que
vinha
perdendo
o
seu
prestígio
com
a
democratização
do
 rádio
 durante
 os
 anos
 1930”.
 “A
 censura
 era
 vista
 com
 bons
 olhos
 pelos
 autores
 eruditos,
pois
esses
artistas
sentiam
certa
repulsa
em
face
da
música
vulgar.
Somente
 Pixinguinha,
 Noel
 Rosa,
 Nazareth
 e
 mais
 uns
 dois
 ou
 três
 compositores
 populares
 foram
aceitos
pelos
artistas
eruditos;
os
demais
foram
completamente
ignorados
pelos
 historiadores
 da
 música
 brasileira”.176
 Mas
 “o
 Estado
 Novo
 não
 elaborou
 um
 projeto


cultural
 hegemônico
 capaz
 de
 controlar
 ou
 de
 perseguir
 artistas
 que
 apresentassem
 propostas
estéticas
diametralmente
opostas,
como
fizeram
outros
regimes
totalitários”.
 172
Ibidem,
pp.
217‐221.
 173
Ibidem,
p.
201.
 174
Ibidem,
p.
233.
 175
Ibidem,
p.
234.
 176
Ibidem,
p.
322‐325.


“O
estado,
através
do
DIP,
somente
censurou
letras
de
músicas
populares
consideradas
 ofensivas
 à
 moral
 e
 aos
 bons
 costumes
 ou
 que
 pudessem
 incutir,
 nos
 jovens,
 ideias
 ligadas
 à
 malandragem,
 incompatíveis
 com
 a
 ideologia
 estadonovista”.177
 O
 autor


conclui
desta
análise
que
“a
questão
nacional
no
campo
da
música
não
foi
o
resultado
 de
um
projeto
estruturado
de
cima
para
baixo,
isto
é,

não
se
tratou
de
uma
estratégia
 de
dominação
do
estado,
mas,
do
produto
de
uma
ampla
polêmica
iniciada
nos
fins
do
 século
XIX,
a
qual
reuniu”
intelectuais
e
compositores
interessados
na
incorporação
de
 temas
 populares
 na
 música
 erudita
 e
 também
 representantes
 do
 campo
 de
 produção
 popular.178

Marcos
Napolitano
aponta
princípios
metodológicos
propostos
por
Contier
que
 influenciaram
a
sua
tese
de
doutorado:



a.
O
princípio
da
descontinuidade
histórica
e
a
crítica
das
origens.



b.
 Tensão
 entre
 a
 memória
 canônica
 e
 a
 história
 crítica,
 frequentemente
 cotejadas
no
mesmo
trabalho
historiográfico.



c.
Valorização
da
experiência
da
escuta
como
método
de
análise
da
canção.
A
 escuta
de
quem
escreveu
sobre
a
história
da
música;
a
escuta
do
pesquisador
 que
busca
romper
com
o
legado
historiográfico;
a
escuta
do
próprio
performer
 da
canção.



d.
 A
 valorização
 de
 uma
 tensão
 básica,
 a
 qual
 deveria
 ser
 explorada
 criticamente,
 a
 saber:
 a
 história
 da
 música
 como
 organização
 dos
 sons
 com
 base
em
princípios
estéticos,
confrontada
com
a
história
do
pensamento
sobre
 a
música,
com
base
no
conceito
de
"escuta
ideológica".179



Contier
 publicou
 também
 diversos
 artigos
 e
 comunicações
 com
 questões
 relevantes
 para
 os
 estudos
 históricos
 da
 música.
 Entre
 estes
 textos,
 tiveram
 grande
 repercussão
 os
 artigos
 Música
 e
 História180
 e
 Música
 no
 Brasil:
 História
 e


interdisciplinaridade.
 Algumas
 interpretações
 (1926­1980)181,
 que
 apresentaram
 um


estado
do
conhecimento
das
relações
ente
história
e
música
por
volta
do
momento
de
 sua
publicação
e
apontaram
questões
metodológicas
para
futuras
pesquisas.


 177
Ibidem,
p.
338.
Em
nota,
Contier
remete
o
leitor,
para
discussão
destas
ideias,
a:
TOTA,
Antonio
Pedro.
Samba
da
 legitimidade.
Dissertação
de
mestrado
em
História.
São
Paulo:
FFLCH‐USP,
1980;
MATOS,
Claudia
Neiva.
Acertei
no
 milhar:
samba
e
malandragem
no
tempo
de
Getúlio.
Rio
de
Janeiro:
Paz
e
Terra,
1982;
WISNIK,
José
Miguel.
Getúlio
 da
 paixão
 cearense
 (Villa‐Lobos
 e
 o
 Estado
 Novo).
 In:
 SQUEFF;
 WISNIK.
Música:
 o
 nacional
 e
 o
 popular
 na
 cultura
 brasileira.
São
Paulo:
Brasiliense,
1982.





178
Ibidem,
p.
297‐298.


179
 NAPOLITANO,
 Marcos.
 História
 e
 música
 popular:
 um
 mapa
 de
 leituras
 e
 questões.
 In:
 REVISTA
 DE
 HISTÓRIA.


Departamento
de
História
da
FFLCH‐USP.
São
Paulo:
Humanitas/FFLCH‐USP,

nº
157,
2007,
p.
161.


180
CONTIER,
Arnaldo
Daraya.
História
e
música.
Revista
de
História.
São
Paulo:
FFLCH/USP,
nº
119
(nova
série),
p.


69‐89,
1988.


181
 CONTIER,
 Arnaldo
 Daraya.
 Música
 no
 Brasil:
 História
 e
 interdisciplinaridade.
 Algumas
 interpretações
 (1926‐

Na
 revisão
 da
 bibliografia
 até
 aqui
 apresentada,
 procurei
 traçar,
 em
 linhas
 gerais,
 o
 estado
 da
 arte
 do
 pensamento
 sobre
 a
 música
 popular
 urbana
 no
 Brasil
 no
 momento
 em
 que
 se
 iniciam
 os
 estudos
 na
 área
 de
 História.
 A
 narrativa
 histórica
 de
 longa
duração
mais
organizada
e
consistente
era
aquela
oferecida
pelos
memorialistas
 e
 historiadores
 não
 acadêmicos.
 Os
 textos
 que
 melhor
 expressam
 esta
 visão
 são
 os
 livros
 de
 José
 Ramos
 Tinhorão,
 Pequena
 História
 da
 música
 popular
 brasileira182,


lançado
 inicialmente
 em
 1974
 com
 posteriores
 atualizações,
 e,
 anos
 depois,
 História


social
 da
 música
 popular
 brasileira183.
 Uma
 outra
 vertente,
 era
 a
 produção
 que
 se


desenvolvia
nos
cursos
de
Letras
e
Comunicação
e
também
Sociologia.
Esta
produção,
 embora
 construísse
 também
 narrativas
 históricas,
 este
 não
 era
 o
 foco
 principal
 das
 pesquisas,
 além
 do
 que
 tratava‐se
 de
 estudos
 pioneiros
 e
 o
 conhecimento
 histórico
 nestas
linhas
estava
bastante
fragmentado.
A
Musicologia,
dominada
pela
corrente
do
 nacionalismo
musical
até
a
década
de
1960,
em
que
pese
a
quebra
da
hegemonia
desta
 corrente
 com
 a
 ação
 das
 vanguardas,
 até
 os
 anos
 1980
 ainda
 não
 havia
 tomado
 a
 moderna
música
popular
urbana
como
um
objeto
de
estudo.
Isto
iria
ocorrer
somente
 com
 a
 renovação
 da(s)
 musicologia(s)
 em
 suas
 distintas
 vertentes
 a
 partir
 dos
 anos
 1980,
questão
que
será
abordada
mais
detalhadamente
no
Capítulo
6.


Desta
 forma,
 pode‐se
 afirmar
 que
 não
 existia
 um
 quadro
 geral,
 uma
 visão
 panorâmica
amplamente
aceita
nos
meios
acadêmicos,
que
fosse
uma
referência
para
 pesquisas
 que
 iriam
 estudar
 aspectos
 mais
 específicos.
 Ou
 melhor,
 existia
 uma
 concepção
 da
 história
 da
 música
 popular
 no
 Brasil,
 aquela
 construída
 pela
 corrente
 historiográfica
 não
 acadêmica,
 a
 ser
 submetida
 à
 avaliação
 crítica,
 questionada
 nos
 paradigmas
 historiográficos
 em
 que
 se
 fundamentava,
 e
 confrontada
 com
 a
 busca
 de
 novas
fontes,
novos
olhares
para
o
objeto
e
a
utilização
de
outros
referenciais
teórico‐ metodológicos
dentro
de
linhas
de
pesquisa
e
abordagens
mais
atualizadas.
 
 
 
 
 
 182
TINHORÃO,
José
Ramos.
Pequena
história
da
música
popular
brasileira.
Petrópolis:
Vozes,
1974.
 183
TINHORÃO,
José
Ramos.
História
social
da
música
popular
brasileira.
São
Paulo:
Editora
34,
1998.
Primeira
edição
 portuguesa:
Lisboa,
Editorial
Caminho,
1990.



CAPÍTULO
3