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İstisna uygulamasına ilişkin şartlar 1. İki tam yıl süre ile aktifte bulundurulma

5.6. Taşınmazlar ve iştirak hisseleri ile kurucu senetleri, intifa senetleri ve rüçhan hakları satış kazancı istisnası

5.6.2. Kurumlar Vergisi Kanununun yayım tarihinden sonra gerçekleşen satış işlemlerinde istisna uygulaması

5.6.2.3. İstisna uygulamasına ilişkin şartlar 1. İki tam yıl süre ile aktifte bulundurulma

A Portaria 1.007/2010, criada pelo Ministério da Saúde definiu os critérios para regulamentar a incorporação do Agente de Combate às Endemias ou dos agentes que desempenham essas atividades, mas com outras denominações, na atenção primária à saúde. Esta incorporação visa a fortalecer as ações de vigilância em saúde junto às Equipes de Saúde da Família (ESF), oferecendo inclusive benefícios financeiros para as equipes que incorporarem o ACE na sua composição. A Atenção Básica é a terminologia utilizada no país e internacionalmente para denominar atenção primária à saúde, atualmente um componente essencial para o bom desempenho dos sistemas de saúde. A Atenção Básica é definida como:

Um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte na situação de saúde e autonomia das pessoas e nos determinantes e condicionantes de saúde das coletividades (BRASIL, 2012, p. 19).

A atenção básica se orienta pelos princípios da universalidade, do vínculo, da acessibilidade, da continuidade do cuidado, da integralidade da atenção, da responsabilização, da humanização, da equidade e da participação social. (BRASIL, 2012). A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) aprovada pela Portaria 2.488 de 21 de outubro de 2011 tem na Estratégia da Saúde da Família sua estratégia prioritária para expansão e consolidação da atenção básica (BRASIL, 2012). As Equipes de Saúde da Família (ESF) têm que prover atenção integral, organizada e contínua à sua população adstrita, coordenar o cuidado e desenvolver ações intersetoriais, integrando projetos e redes de apoio social para o desenvolvimento desta atenção integral. (BRASIL, 2012).

No Município de Belo Horizonte, a atenção básica é reconhecida como a rede de centros de saúde que se configuram como a porta de entrada preferencial da população aos serviços de saúde e realizam diversas ações na busca de atenção integral aos indivíduos e à comunidade (SMSA, 2009). Na organização territorial estabelecida na SMSA/PBH são adotadas as seguintes Subdivisões: Município – Distrito Sanitário - área de abrangência da Unidade de Saúde - área da equipe - microárea – moradia (BELO HORIZONTE, SMSA, 2009).

As definições territoriais das áreas de abrangência são estabelecidas com base nos setores censitários definidos pelo IBGE, sendo constituídas por um agrupamento de setores contíguos, respeitados seus limites, e com possibilidades de modificações dinâmicas de acordo com a mobilidade da população (BELO HORIZONTE, SMSA, 2009). A base de organização da rede municipal são os 148 centros de saúde, distribuídos no município com base nas regiões de responsabilidade sanitária, chamadas de áreas de abrangência (BELO HORIZONTE, SMSA, 2009).

A dicotomia entre ações curativas e ações de promoção e prevenção precisa ser melhor discutida. Ainda se faz necessário esclarecer qual o potencial do trabalho de promoção à saúde para que se possibilite o avanço da prática baseada

em evidências científicas, com realização de ações comprovadamente eficazes na promoção da saúde e prevenção de doenças (BELO HORIZONTE, SMSA, 2009).

Entre as doenças que causam maior impacto no sistema de saúde está a dengue. A dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública no mundo estimando-se que 80 milhões de pessoas se infectem anualmente em 100 países de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em consequência da doença (RIBEIRO et al., 2013)

É a doença de notificação compulsória (DNC) com maior número de registros em Belo Horizonte, tendo representado mais de 70% de todas as notificações ocorridas em 2010. Em 2011 e 2012 houve uma redução no número de casos, passando a corresponder a 19% das notificações em 2012. Em 2013, com a ocorrência de uma epidemia, as notificações de dengue constituíram 84% das DNC. No ano não epidêmico de 2014 os casos voltaram ao patamar anterior, representando 35% do total de notificações (BELO HORIZONTE, SMSA, 2015).

Em 2015 houve um aumento dos casos notificados em relação ao ano anterior, representando 54% do total de notificações. Esse percentual de notificações de dengue comparado com as demais DNC demonstra seu grande impacto na população e no sistema de saúde, mesmo considerando os anos não epidêmicos (BELO HORIZONTE, SMSA, 2015).

Segundo o Relatório de Gestão 2015/SMSA, o Distrito Sanitário (DS) Noroeste apresentou o maior número de casos confirmados, 3.130 (71%), (positividade de todos os casos notificados do DS); em segundo lugar, o Distrito Sanitário Norte com 3.129 (66%). O distrito sanitário com menor número de casos confirmados foi o Distrito Sanitário Centro Sul, com 642 (48%) casos confirmados.

Os casos de Zica e Chikungunya, também transmitidos pelo Aedes

aegypti, foram registrados no município. Em 2015 foram confirmados oito casos

importados de Chikungunya.

Em 2015 foram notificados 18 casos suspeitos de Zica, desses, cinco casos foram descartados e foi confirmado o primeiro caso autóctone do vírus Zica, isto é, adquirido no próprio município. Até o momento 12 casos ainda continuam em investigação (BELO HORIZONTE, SMSA, 2015).

Outra zoonose de importância para o município é a Leishmaniose visceral (LV). A vigilância tem atuação importante na investigação de casos e também participa da atualização de protocolos e de proposição de estratégias para seu diagnóstico oportuno. Além da busca na redução da incidência da doença, o grande desafio tem sido reduzir sua letalidade. Entre 2008 e 2015 foram notificados 713 casos humanos autóctones de LV, em Belo Horizonte (BELO HORIZONTE, SMSA, 2015).

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Benzer Belgeler