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2.2 İş-Aile Çatışmalarının Etkileri

2.2.2 İş-Aile Çatışmalarının Evlilik Memnuniyetine Etkisi

Foram realizados estudos, através de tratamentos térmicos duplos, controlando o tempo (t) e a temperatura (T), e obtidos amostras com diferentes frações cristalizadas e diferentes morfologias.

Na Figura 4.6 são apresentadas micrografias de amostras tratadas a Tn=590oC e TC=690oC para vários tempos de nucleação (tn) e crescimento (tC)

e várias frações cristalizadas.

Figura 4.6 Micrografias de amostras tratadas a Tn=590oC e TC=690oC para

vários tempos de nucleação ( tn ),crescimento ( tC ),várias frações

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No estudo da evolução das vitrocerâmicas, tendo em vista os ensaios de bioatividade, foram mantidas constantes a temperatura de nucleação (Tn =

600oC) e crescimento (TC = 690oC) conforme discutido na seção 3.3 e mediu-

se o efeito da variável tempo, onde as amostras foram ensaiadas com valores pré-fixados de tempo de nucleação (tn). utilizando a Equação 3.4

tn = -88.41. ln (1 - α ) (4.1)

Na Figura 4.7 são apresentadas micrografias de amostras tratadas à temperatura de crescimento T = 690o C ( 500X ) com tC 6, 7 e 8 min.

A) B)

C) D)

Figura 4.7 Micrografias de amostras tratadas a TC = 690oC, tempo de

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A dependência do no de cristais NV pelo tempo de nucleação tn à

temperatura de Tn=600oC são apresentadas na Figura 4.8, observando-se em

a ) os tempos tC de 6, 7 e 8 min. para TC = 690oC ; (b) tC = 7 min para a mesma

temperatura de crescimento.

a) b)

Figura 4.8 Dependência no de cristais NV pelo tempo de nucleação tn à

temperatura Tn=600oC, onde pontos são dados experimentais.

Frações cristalizadas experimentais (Tabela 4.1) são mostradas na Figura 4.9., para tempo de crescimento tC de 7 e 8 min

.

Tabela 4.1Frações cristalizadas, valores experimentais tratados a Tn = 600oC e

TC= 690oC, para tempo de crescimento (tC) de 7min e 8 min.

tn (min) min 7 α α8min 20 0,073 0,116 40 0,196 0,248 60 0,357 0,449 0 10 20 30 40 50 60 0.0000 0.0002 0.0004 0.0006 0.0008 0.0010 0.0012 0.0014 0.0016 0.0018 0.0020 0.0022 tC=7 min tC=8 min tC=6 min NV (m m -3 ) tn ( min ) 20 30 40 50 60 0.0004 0.0006 0.0008 0.0010 0.0012 0.0014 0.0016 0.0018 0.0020 0.0022 tC= 7 min. NV (m m -3 ) tn ( min.)

40 0 10 20 30 40 50 60 0.00 0.05 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0.45 0.50 6908m- α(20min)=10.02% α(40min)=27.09% α(60min)=43.79% 6907m - α(20min)= 6.68% α(40min)=20.86% α(60min)=35.04% Alpha (7 min.) Alpha (8 min.) α - fra ç ã o c ris ta liza d a tn ( min.)

Figura 4.9 Fração cristalizada fixado TC= 690oC, valores indicados nas retas,

em função de tempos de nucleação (tn) fixados em 20,40 e 60 min

para tempo de crescimento (tC) de 7 e 8 min.

É muito importante a mudança de composição do vidro com mudança de composição das frações cristalizadas, sem mudar a estrutura, no sistema 1N2C3S estudado.

Durante a transformação de fase a composição da fração cristalizada muda, e mudando a fração muda a composição. Devendo se levar em conta também o efeito do tamanho de grãos. Se estes grãos são em maior número e menores, melhor serão para a microestrutura da vitrocerâmica. Já aqueles grãos maiores e em menor número, não são tão bons em termos de propriedades mecânicas.

Na composição estudada 1N2C3S, apesar da nucleação volumétrica e o fato de ser estequiométrica, durante a transformação de fase observam-se frações diferentes de vidro e de cristal na mesma amostra. Hench não leva em conta esta mudança de composição durante a transformação de fase [2].

4.2 Bioatividade

Amostras de vitrocerâmicas expostas inicialmente em SBF, para planejamento dos ensaios e comparação, estão apresentadas na Figura 4.10.

41 1400 1300 1200 1100 1000 900 800 700 600 500 400 CaP (Amorfo) IV (c) (b) (a) a) 43 horas (a)10% (b)20% (c)30% r e fl e c tâ n c ia ( u .a .) comprimento de onda (cm-1) 1400 1300 1200 1100 1000 900 800 700 600 500 400 CaP (Cristaliz.) (b) (a) b) 67h (a) 40% (b) 60% re fl ec tân c ia (u .a .) comprimento de onda (cm-1)

Figura 4.10 Espectros de FTIR amostras de vitrocerâmicas expostas em solução SBF: (a) 43 horas com até 30% de fração cristalizada, com pico de CaP(amorfo) não dependente das frações

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A evolução da reação superficial, como função do tempo de exposição de amostras ensaiadas com várias frações cristalizadas é mostrada na Figura 4.11. a) b) 1400 1300 1200 1100 1000 900 800 700 600 500 400 300 Estágio V (c) (b) (a) 50% 50h(a) 100h(b) 200h(c) r e fl e c tânci a (u. a .) comprimento de onda (cm-1) c) 1600 1500 1400 1300 1200 1100 1000 900 800 700 600 500 400 300 0.4 0.8 1.2 1.6 2.0 Estágio V 100h 75% cristalizado % r e fl ec tânc ia comprimento de onda (cm-1)

Figura 4.11 Espectros de FTIR de frações cristalizadas (vidro 1N2C3S),tempo de reação em solução SBF-K9 até 200 horas.a) 25% ; b) 50%; c) 75% em 100h. 1300 1200 1100 1000 900 800 700 600 500 400 300 Estágio V (d) (c) (b) (a) 25% cristalizado (a) 43h 25% (b) 52h 25% (c) 100h 25% (d) 200h 25% r e fl e c tâ n c ia ( u .a .) comprimento de onda (cm-1)

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A Figura 4.12, da fase inicial de planejamento, apresentou após 18 horas de exposição em SBF-K9, já visível, o começo de formação da camada de sílica-gel (SiO2) correspondente ao estágio III.

Confirmada na figura pelo duplo pico de Si-O-Si nos comprimentos de onda de ~ 1100 cm-1 e ~ 1200 cm-1, e pelo pico à ~470 cm-1. Observa-se também o início de formação da camada de fosfato de cálcio amorfo (CaP) em ~ 525 cm-1, correspondente ao estágio IV.

1600 1500 1400 1300 1200 1100 1000 900 800 700 600 500 400 Sílica Gel III

(b) (a) (a) 18h 1.5% (b) 18h 3.2% re fl e c tâ n c ia (u .a .) comprimento de onda (cm-1)

Figura 4.12 Espectro de FTIR de vitrocerâmicas com 1,5 e 3,2 % de cristalização tempo de exposição em SBF de 18 horas.

Com o aumento do tempo de reação, acompanhando a barra vertical em (a) e (b) da Figura 4.11, observa-se que a camada amorfa (CaP), inicialmente visível como um pico em ~ 525 cm-1 se divide em dois picos de ~ 600 cm-1 e ~ 550 cm-1.Indicando o início da cristalização, ou seja, formação da camada de HCA (Estágio V).

Com o processo de cristalização da camada, há o surgimento ao mesmo tempo, de um pico pouco pronunciado a ~ 900 cm-1 indicação de incorporação de CO2 da solução e a formação de um pico bem pronunciado de fosfato (P-O)

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A despeito dos 5 estágios de formação nas vitrocerâmicas da composição 1N2C3S seguirem o previsto, comparando os espectros de FTIR destas vitrocerâmicas e aqueles FTIR de outras composições [1], foi possível observar diferenças no tempo de exposição para formação da camada de HCA.

Enquanto na composição SSP6 (6%P-fosfato) a formação de HCA ocorreu após 11 horas, Figura3, pg.119 [1], e após 33 horas de exposição na composição 1,07N2C3S, Figura 4 [3], somente após 67 horas de exposição em solução SBF-K9, o V Estágio começou a dar sinais de início de ocorrência, na composição estudada 1N2C3S, conforme Figura 4.10(b).

A camada de HCA encontra-se bem consolidada em todas as frações cristalizadas apresentadas, após tempo de exposição de 100 horas, conforme Figura 4.11 (a) (b) (c) já discutido acima, evidenciando que o início de formação e consolidação do V Estágio (camada de HCA) ocorreu entre os tempos de exposição de 67 e 100 horas.

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5 CONCLUSÕES

As vitrocerâmicas totalmente cristalizadas, de composição estudadas por Peitl, quando expostas à solução SBF-K9 apresentaram mudanças nos vários estágios de formação da camada de HCA similares àqueles do vidro SSP6 (do sistema Na-Ca-Si, cuja composição contém fosfato).

Porém levando tal exposição à formação da camada de HCA de forma mais lenta, em relação ao SSP6, o que evidencia uma cinética de reação diferente, para o composto com e sem fósforo.

O vidro 1,07N2C3S possui as seguintes diferenças de composição química em relação ao vidro SSP6 estudado por Peitl:

-4,7% em peso de Na2O,

+8,1% em peso de CaO e +2,8% em peso de SiO2

Pode-se observar ainda no estudo de Peitl ( Figura 5, pg120 de [2] ) que tanto a composição vítrea como a composição totalmente cristalizada apresentaram quase o mesmo nível de bioatividade. Nota-se que sendo este um vidro estequiométrico, o vidro deve possuir a mesma composição química que o cristal ( vitrocerâmica 100% cristalizada).

As vitrocerâmicas da composição 1N2C3S estudada neste trabalho, apresentaram comportamento similar àquele da composição do estudo de Peitl, em relação aos vários estágios de formação da camada de HCA. Porém a formação de tal camada ocorreu de forma bem mais lenta do que o esperado.

Tal resultado é interessante uma vez que é muito pequena a diferença de composição química entre a composição 1N2C3S estudada e a composição de referência 1,07N2C3S de Peitl:

-1,5% peso Na2O,

+0,3% peso CaO e +0,5% peso SiO2.

Esperar-se-ia, uma diferença ainda maior nos tempos de formação, devido à menor quantidade de Na na composição 1N2C3S.

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Porém isto não foi observado. Ao contrário, o início de formação da camada de HCA ocorreu a ~ 70 horas de exposição à solução SBF-K9.

Numa primeira análise, poderia se atribuir esta diferença à parcela um pouco menor de Na2O na composição estudada.

No entanto, foi observado neste trabalho, mudanças de composição química no vidro 1N2C3S durante a cristalização (Figura 4.1). Este comportamento foi também observado em vidros do mesmo sistema, de composição semelhante [33].

Assim, para a análise das diferenças de tempos de formação de camada de HCA, o estudo das variações na composição do vidro e na composição dos cristais nas amostras ensaiadas, parece ser uma abordagem mais indicada.

Seria necessário considerar além das diferenças de tempo de reação obtidas, que elevaram de ~33 horas para ~70 horas a formação da camada de HCA, as mudanças de composição nas diferentes frações cristalizadas.

Obteve-se vitrocerâmicas com microestrutura planejada.

A condutividade elétrica pode ser uma ferramenta para caracterizar vitrocerâmicas com as mudanças estruturais.

A formação da camada de HCA ocorreu de forma mais lenta (~70h) do que o esperado (33 h) apesar da pequena diferença no teor de sódio. Porém com melhores tempos para formação da camada de HCA que outras composições comerciais.

As vitrocerâmicas da composição 1N2C3S e frações cristalizadas estudada apresentaram os mesmos estágios de reação para formação da camada de HCA, que os 100% cristalinos.

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6 SUGESTÕES

Com os dados obtidos neste trabalho, para a complementação dos tempos de formação da camada de HCA e a influência das diferenças de Na2O

nestes tempos de formação, as vitrocerâmicas nas várias frações cristalizadas estudadas, seria necessário :

- Complementar o trabalho estudando a influência do teor de Na2O e da

presença dos cristais na matriz vítrea.

- Estudo comparativo dos dados obtidos com os de composições comerciais (com e sem fosfato).

- Estudo da resistência mecânica das amostras analisadas nestes trabalhos.

- Considerar a influência do tamanho de grão nestes estudos.

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