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Grafik Paftaların Netcad Ortamında SayısallaĢtırılması

6 UYGULAMA

6.2 Grafik Paftaların Netcad Ortamında SayısallaĢtırılması

Para reelaborar foi desencadeado o Ciclo de Estudo Reflexivo por ser considerado um processo de formação continuada que aponta para superação dos conceitos e os significados espontâneos por nós emitidos e incentivar aprendizagens que levem a romper com nível conceitual no qual nos encontramos.

No primeiro momento, entregamos o texto de Burlatski (1987), sobre a consciência e sua essência e solicitamos a leitura prévia do texto.

Após a leitura aconteceram as interações mediadas pelo texto de Burlatski (1987), quando passamos a focar nossa atenção, a abstrair determinados atributos para reelaborar o conceito científico. Essas transformações científicas propiciam o desenvolvimento das funções mentais como também o domínio consciente e inteligível do pensamento humano.

Em se tratando da autorreflexão sobre as nossas histórias de vida, vejamos o extrait: Hoje, 31 de março 2011, iremos começa o primeiro ciclo de estudo com o texto Consciência a sua origem e essência. São 10h da manhã, encontra-se nesse Estudo Le e Lu - vamos começar a partir da introdução do livro de Burlastki, A origem da consciência e sua essência, nessa introdução a

gente vai discutir a relação entre o pensamento e o ser, entre o espírito e a natureza, entre a consciência e a matéria.

Nesse primeiro momento a gente entende que a consciência deriva da matéria e que ela é uma das manifestações específica da forma social da matéria, o mistério da consciência, sua essência e origem sempre foram alvo da atenção dos cientistas e filósofos mais destacados, durante muito séculos foram dedicados estudos à consciência, a partir dos quais foram elaboradas sinterizações importantes.

Reportando-se ao texto Le destaca:

Le – (Lendo) “Na luta contra as concepções anticientíficas, a ciência e a experiência chegaram à conclusão de que o órgão do pensamento é o cérebro humano”, e aqui ele vai falar das funções do cérebro, do que ele é capaz de fazer, como ele processa as coisas, eu fico pensando, esses anos todinhos trabalhando como professora e não conheço o cérebro, como pode isso gente??? Nós éramos pra conhecer bem o cérebro, pois é com ele que trabalhamos. Que formação foi a nossa??? A gente fica se perguntando. Mais na frente ele vai falar a questão da consciência, que eu sou a minha consciência o resultado daquilo que eu vivo que eu acredito.

Lu - São as experiências, as circunstâncias da vida e da cultura. Le – Na qual eu fui educada e na qual eu acredito.

Lu – E essa consciência... Ela vai sendo adquirida à medida que o pensamento vai sendo trabalhado pra que você chegue a esse momento.

Le – Isso é interessante porque eu já pensei em alguma fase de minha vida, quando eu não tinha conhecimento nessa questão do além, tinha que fazer tudo certinho, porque lá no além eu ia prestar conta. Como dizem nas igrejas, as religiões dão conta de algo que fizemos de errado aqui, pois ao chegar lá com o Senhor Jesus Cristo, Deus, sei lá. Hoje eu já não penso assim, hoje eu penso que minha consciência é fruto das relações que eu construo no meio que eu vivo.

(Extrait do primeiro ciclo de estudo sobre Consciência, realizado em 31/03/11).

Como podemos perceber, a partícipe se apoia nas vivências para discutir a formação da sua consciência e busca a essência dos seus valores, rejeitando imposições religiosas, colocando-se com ser consciente.

A partícipe, no trecho acima, coloca-se como profissional responsável pelo processo de formação e pelo desenvolvimento da consciência das novas gerações, revelando as angústias que permeiam o processo de ensinar e aprender.

[...] ser professor é ser ator e autor no seu cotidiano, a partir de seus valores, de sua visão e de sua maneira de situar-se no mundo, de sua história de vida, de suas representações, de seus saberes, de suas angústias e anseios, do sentido que tem em sua vida o ser “professor”.

Ser protagonista do processo de ensinar e aprender é também saber selecionar aquilo que realmente é importante para o desenvolvimento cognitivo, sócio-afetivo e cultural.

Le – É isso que tá pegando assim, como é que eu quero dizer, assim essas cobranças é porque pensamos diferente, temos valores muitos diferentes. Exatamente, então eu não exijo deles (referindo aos alunos) porque o que era importante pra mim era que eles construíssem o texto, que eles aprendessem a fazer um texto, que eles aprendessem a argumentar o texto, muito embora estes textos viessem na forma mais rudimentar que você possa imaginar do ponto de vista gramatical, mas eles vinham com as ideias que pra mim... É o mais importante.

Lu – Inclusive na formação da consciência, a ideia é quem move o mundo, a ideia é que se chegue a essa consciência.

Le – A gente vê como é difícil ter uma prática pedagógica, é... Como se diz... Unificada.

Lu – A questão do trabalho coletivo de que fala o texto aqui. A gente pensa que tem um trabalho coletivo, mas a gente está muito distante do que se chama trabalho coletivo, porque as nossas relações de formação de valores, as nossas relações de domínio do saber, da própria consciência, da formação política, tudo isso permeia nosso pensar pedagógico, nossa prática pedagógica está pautada em todos esses valores que nós carregamos.

Le – Lendo no texto sobre o pensamento Medieval na Europa, esse pensamento está muito presente ainda em nossos professores, que ele é influenciado pela religião e pela igreja, que considerava a consciência, que chamava na maioria das vezes de alma, o reflexo do intelecto divino, então você vê muito isso nos reflexos dessa prática, sendo apoiada ainda na religião dos professores, especialmente dos professores daqui.

Lu – Nossos professores aqui ainda estão nesse pensamento medieval, (risos).

Le – Você imagina assim, quando a gente lê esse texto aqui quando ela se refere a dor na consciência, nunca é o trabalho com a formação da consciência, é uma dor que ela vai... Que ela acha que está mentindo, negando a Deus alguma coisa... Estão é no pensamento medieval, é de lamentar, mas esse pensamento aí perdura nas nossas escolas.

Lu – O próprio texto mostra que a questão desse desenvolvimento é um processo psíquico e pode ser desenvolvido pela escola também, só que a escola que nós estudamos e fizemos a nossa formação não passou por esse movimento.

Le – Passou não, eu, por exemplo, eu penso dentro de uma corrente materialista, mas eu não adquiri esse conhecimento na escola, isso aqui foi influência do meu ex-marido, ele era militante do partido comunista e tal e esse partido comunista tem outra concepção de mundo então eu acho que eu fui muito influenciada.

Lu - As circunstâncias lhe levaram a pensar diferente.

Fica evidente que a formação da consciência está pautada nas experiências e nas circunstâncias e possibilidade que a vida nos oferece.

Quando dialogamos sobre o cotidiano escolar em relação ao fazer pedagógico, percebemos que fazemos exigências e cobranças e muitas vezes a fragilidades está na ausência de um trabalho coletivo, observamos a falta de autonomia do professor na gerência do processo de aprendizagem. Nesse sentido, “[...] a escola existe, pois, para propiciar a aquisição dos instrumentos que possibilitam o acesso ao saber elaborado (ciência), bem como o próprio acesso aos rudimentos desse saber. As atividades da escola básica devem organizar- se a partir dessa questão” (SAVIANI, 2005, p.15).

Le – As emoções permeiam a nossa sala de aula. Surgiu na sala um conflito com aluno, um deles, de tanto ser tratado de forma grosseira, com violência, começou a discutir com a menina tal e acabaram indo as tapas com ela e quando ela veio me contar, ele disse que não tinha batido nela, na verdade, eu não sei se ele bateu nela, ela chegou se rasgando de chorar, aí ele disse que não tinha batido nela, então eu mandei conversar com a coordenadora, os dois na coordenação pra ver... se acabando de chorar, um choro sentido mesmo dizendo que não tinha batido nela, mas como tudo acaba sobrando pra ele, ele ia se ferrar, então, a consciência dele é que ninguém acredita nele. Fui atrás da história dele e é bastante sofrida também.

Lu - Ele tem consciência que a opinião dele não serve porque na casa dele ninguém acredita nele, a história daquele menino que eu não sei se vale apena a gente contar, ele é filho da amante do pai dele e quando essa amante tinha dois filhos, ela arranjou outro namorado e entregou os filhos para o pai, então o pai por sua vez não cria esses filhos; entregou para uma tia. Uma história de vida de muita rejeição, rejeição da mãe que não o quis, do pai.

Le – E o reflexo dele na vida é esse: que a opinião dele é sempre rejeitada, ele faz essa transferência para todos os fatos da sua vida. Então a consciência está ligada ao contexto que a pessoa vive. Lu – Tem aqui um pensamento de Espinosa que considera o pensamento como um atributo da substância. É uma doutrina sobre uma substância única e seus atributos, destruía o conceito da religião sobre Deus igual como o mesmo material. Na opinião de Espinosa a consciência de cada indivíduo é uma manifestação desse atributo substancial. A gente acabou de falar esse atributo substancial e o qual ele está vivendo, na circunstância que está vivendo... Do aluno que falei aqui... agora sobre Deus...

Le– Mas o nosso caso aqui na escola com... Fecha as suas emoções.

Lu – Aquilo que ele chama de atributo substancial, exatamente o que esse menino está vivenciando, então a consciência dele está ligada à emoção, essa rejeição é a manifestação da consciência como o reflexo do mundo objetivo, então esse menino está vivenciando toda essa situação e isso vai refletir diretamente nas relações que ele tem com os outros alunos e com as outras pessoas.

aluno, logo ele também é rejeitado pela escola.

Lu - A escola não está preparada para desenvolver um trabalho voltado para esse aluno. Como também, o professor não tem nem formação pra isso, a escola reproduz o mesmo papel dos pais do menino.

(Extrait do primeiro ciclo de estudo sobre Consciência, realizado em 31/03/11).

Nesse estudo, passamos a compreender as inquietações e as expressões de raiva e revolta dos nossos alunos, observamos também que a emoção é vista como instrumento de sobrevivência imprescindível à espécie humana, sobrevivência que se manifesta também na afetividade. Como sinaliza Almeida (1999, p.82).

A emoção está sempre na vida do indivíduo; mesmo em estado de serenidade ela se encontra como que latente. Portanto, se nenhuma atividade, por mais intelectual que seja, suprime a emoção, nenhuma situação emocional, por mais intensa que seja elimina completamente a presença da razão. Convivendo em estado de perfeita comunhão, quando uma sobressai na atividade é porque a outra se encontra eclipsada. Dessa relação de complementaridade entre a emoção e a inteligência depende o desenvolvimento do sujeito.

Dessa maneira, a emoção é um viés que costura nosso fazer pedagógico e é pela afetividade que iremos trilhar o nosso percurso para chegar ao desenvolvimento dos sentimentos e da consciência do aluno.

Lu – A consciência é criada por toda circunstância que você vive então os materialistas vão acreditar nisso, que a consciência é algo da sua experiência e tal, por exemplo, consciência ecológica que a gente fala demais. Eu trabalho numa escola de ensino médio, imagina-se que esses alunos desde a educação infantil até o ensino fundamental II (9º ano) e eles chegam lá na Escola (Ensino Médio) sem ter aprendido a jogar papéis no cesto.

Le – A consciência de preservação de meio ambiente não foi incorporada.

Lu – Você imagina que você entrou numa sala de Ensino Médio, o lixo dá no meio da canela. Lu – Então a consciência ecológica não se faz presente, cadê o trabalho com a formação da consciência.

Le – É difícil, isso é todo um processo.

Lu – Mas olha o tempo para se processar essa consciência.

Le – Eu lembro que eu vim adquirir essa consciência ecológica já bem adulta, às vezes eu ia de ônibus e chupava uma bala e jogava o papel pela janela isso não me incomodava coisa nenhuma, depois de um tempo eu passei a me incomodar e ainda jogava, mas ficava com remorso, pra que eu joguei isso.

Le – Porque, que eu joguei, mais uma vez eu me via jogando papel de bala pela janela, hoje eu não faço mais isso, em canto nenhum, entendeu. Essa consciência ela demora muito tempo pra ser construída principalmente se ela não foi construída na infância.

Lu – É isso que eu estou colocando, nós aqui todos os dias, quando eu chego à sala de aula, eu mando tirar os papéis de dentro das carteiras, porque dentro da carteira é pra colocar os livros. Os alunos tiram todos os papéis de dentro das carteiras e oriento que é para permanecer com a sala limpa até o final do horário, todos os dias e todos os dias eu tenho que fazer essa intervenção em alguém que jogou no chão.

Le – E pode acreditar que essa turma que você está, é a turma que eu peguei o ano passado, eu fiz esse trabalho o ano todinho, todos os dias no final do horário tinha que varrer a sala, porque eles jogavam no chão.

Lu – Pois é, é essa a discussão nossa sobre a origem da consciência e como a gente pode desenvolver essa consciência nesse trabalho colaborativo, vai ser preciso agente estudar todos os aspectos da consciência e a gente procurar aqui mecanismos que a gente possa criar, categorias para que agente possa, dentro desse conhecimento aqui, colocar na prática essa teoria. Por isso, a gente está lendo, está discutindo, mas a gente vai ter que encontrar aqui algumas categorias para trabalhar com os alunos. Eu e você vamos organizar uma forma de trabalhar o desenvolvimento da consciência desses alunos; pode ser a consciência ecológica; pode ser outros aspectos ambientais; de uma forma geral a gente pode trabalhar com a consciência em todos os conteúdos, a gente pode eleger um aspecto ou conteúdo, eu acho que se a gente... Eu acho a questão da ciência muito interessante, pra que agente pudesse trabalhar mais essa questão da educação ambiental, eu acho mais fácil, não sei se é ou se não é.

Le – Não é fácil, não. A gente tem um monte de coisa contra, por exemplo, a gente fala de preservação na sala, mas a gente sabe que o pátio da escola está todo sujo, cheio de folha, cheio de lixo e, muitas vezes, o ano passado levei os alunos para limpar e observar quem sujava. Daqui a pouco vinham eles brigando, reclamando porque outros alunos jogavam papel fora do cesto. Assim não foi possível, como você disse não existe um trabalho coletivo na escola em que todo mundo fale a mesma língua então eu limpo aqui mais vocês suja ali.

Lu – Se todos os dias eu tenho que fazer isso é porque alguém está sendo negligente nesse aspecto. Le – Então assim é um trabalho vagaroso que vai levar tempo.

(Extrait do primeiro ciclo de estudo sobre Consciência, realizado em 28/04/11).

Nessa discussão, questionamos: Como podemos explicar o estado de consciência ecológica do ser humano formado pela nossa escola, se ela está inserida em uma sociedade capitalista que já gerou vários acordos em relação à preservação ambiental e muitos não são cumpridos para não comprometer a progresso econômico. Essa mesma sociedade põe sobre os ombros dos professores a responsabilidade única na construção do processo de conscientização da sociedade para os problemas ambientais. É dever da escola, da família e da

sociedade desenvolver no ser humano hábitos e atitudes sadias de conservação ambiental e respeito à natureza transformando-os em cidadãos conscientes e comprometidos com as transformações sociais.

Apesar da importância fundamental do professor no processo de desenvolvimento da consciência ambiental, tem-se priorizado o interesse político de manter a maioria da população sem uma formação cultural adequada.

Continuando a discussão Lu argumenta:

Lu – A nossa proposta é de trabalhar para esse ano com esse aspecto, só que dentro desses aspectos a gente tem uma função mental para desenvolver que é a atenção. E para desenvolver a atenção precisamos da consciência. O meu trabalho de mestrado foi com o desenvolvimento da atenção dos alunos tive sucesso nesse trabalho. Esse nosso agora vai ser a gente desenvolver a atenção e a consciência, porque quando eu terminei de fazer a análise e no geral se percebia que sempre eu estava dizendo que a partir do momento que os alunos tomaram consciência que era importante aprender, eles passaram a desenvolver melhor, a melhorar a disciplina, a trazer as tarefas, aprestar mais atenção às aulas, se envolver na sua aprendizagem.

Le – Atenção aí seria um pré-requisito para essa consciência.

Lu – Um mecanismo que a gente vai utilizar pra chegar à consciência.

Le – Por exemplo, eu tenho alunos que fazem todas as tarefas assim, mas é uma coisa tão mecânica, tão viciada, que eles não estão preocupados nem entende aquilo ali, o negócio é fazer, cumprir com aquilo ali e “pronto professor, eu fiz a tarefa”, mas eu digo: “você entendeu isso aqui?”. “Professora eu fiz”, está aí, não sabe o que fez, isso você vê na tarefa que a gente manda pra casa e, até fazem, mas quando chegam aqui, eles não sabem o que eles fizeram.

Lu – Ou alguém disse pra ele, como tenho alguns que trazem pronto e foi o irmão que fez.

(Extrait do primeiro ciclo de estudo sobre Consciência, realizado em 01/05/11).

Lu prossegue:

Lu - Hoje é 1° de maio 2012; são 8 horas da manhã e nós estamos aqui para reformular o conceito de consciência. Então, nesse estudo, a gente vai retirar os atributos essenciais necessário a formação do conceito. Então vamos começar fazendo uma retrospectiva sobre o que é consciência segundo o texto de Burlatski, ele considera que a consciência é a propriedade do cérebro de refletir o mundo material objetivo. Como propriedade do cérebro, a consciência adquire existência material incontestável que se expressa também no seu aspecto ideal à medida que seu conteúdo origina-se desse mundo. O caráter ideal consiste na condição da consciência apreender fenômenos, processos e particularidades do mundo objetivo de forma mediata, isto é, atribuir-lhes significação a partir da apreensão das propriedades e leis que os constitui.

Le – Penso que a consciência é o processo mediado pela linguagem, antes de falar nem um homem poderia perceber se essa pessoa tinha essa consciência ou não, depois da fala foi que a gente veio a

formar esse conceito e a consciência é a forma histórica concreta do psiquismo, ela adquire uma particularidade diversas segundo as condições sociais da vida dos homens que transforma –se na sequência do desenvolvimento das suas relações econômica.

Ed - Então o que eu tô entendendo disso aí, é que a consciência vem da base material né, ela é construída a partir do conhecimento que o homem foi tendo sobre o desenvolvimento psíquico cultural através do trabalho.

Lu – É isso mesmo.

(Extrait do primeiro ciclo de estudo sobre Consciência, realizado em 09/06/11).

Após a discussão pedimos que cada uma emitisse o que considerava atributos essenciais ao conceito de consciência. Então cada uma foi enumerando os seguintes atributos:

Desses atributos solicitamos que ficassem apenas os atributos essenciais e necessários ao conceito de consciência, expressando suas propriedades, seus nexos, as relações essenciais desse processo, observando o nível de generalização e abstração. Assim, permaneceram os seguintes atributos:

Estado psíquico - ser humano – conhecimento – atividade – entorno – si – outro - mudança – transformação.

Nesse ciclo de estudo do processo colaborativo reflexivo predominou a colaboração acrítica técnica, à medida que a discussão centrou-se no conteúdo do texto em estudo. Continuamos a aceitar os argumentos dos autores sem questioná-los. Fazendo apenas transposições para as situações vividas sem buscar alternativas de solução caso surgisse em outro momento do cotidiano da sala de aula ou no contexto escolar. Não houve a mobilização de situações e recursos a fim de superar os conflitos e contradições que emergiram, de modo a que se tornassem mobilizadoras de aprendizagem e desenvolvimento mútuo. Nesse momento de distanciamento, percebemos que não foram criadas as condições para que todas interagissem, o diálogo centrou-se em Lu e Le, Ed praticamente não se pronunciou. Desse modo, não ocorreu o compartilhar mais abrangente das ideias que indicassem a formação de atitudes e apropriação de formas de agir mais igualitárias e democráticas, mantendo-se discursos e falas persuasivas.

Ser humano – conhecimento – entorno – atividade – estado psíquico – outro – grupo – mudança – transformação – processo – psicológico – sujeito – sociedade – ao redor – si - política.

Benzer Belgeler