1.9. Markaların Dijital Dönüşümü
1.9.1. Markaların Sosyal Medya Platformlarındaki Varlığı
O objetivo deste estudo foi verificar as características prosódicas da fala da fala interpretada de um grupo de intérpretes, tendo como contraponto a sua fala semi-espontânea e analisar como tais características poderiam influenciar a avaliação de qualidade e compreensão da mensagem produzida pelo intérprete.
Como já mencionamos na introdução desta dissertação, os critérios de avaliação de qualidade na interpretação estão sempre sujeitos a uma avaliação subjetiva, que irá variar de acordo com quem está avaliando o trabalho e seu papel no processo de interpretação, seja ele o de ouvinte, cliente ou colega intérprete, monolíngue ou com conhecimento dos dois idiomas de trabalho, com ou sem experiência no processo de interpretação.
No nosso caso, mesmo os juízes que avaliaram estritamente os conteúdos das transcrições, se pautando teoricamente em critérios ditos mais “objetivos” (tais como presença e número de erros e omissões, correção e outros), não puderam deixar de lado uma abordagem mais subjetiva.
Como destaca Daniel Gile (1999) em relação ao critério de omissões e erros utilizado para avaliação: “Este método não é isento de falhas, tanto por causa de uma grande variabilidade entre os examinadores do que pode ou não ser considerado erro ou omissão e também porque o que pode ser identificado como erro ou omissão em uma transcrição pode ser considerado uma produção aceitável em uma apresentação oral do discurso14”.
Nossos juízes avaliadores do conteúdo semântico ainda apontaram mais um elemento dificultador na tarefa de avaliação – a falta de um critério que
14 “This method is not without pitfalls, both because of high inter-rater variability in the
perception of what is and what is not an error or omission and because what may be identified as an error or omission in a transcript may be an acceptable rendition in an oral presentation of the speech”
pudesse incorporar o estilo da fala de cada intérprete. Ao somente julgar as falas transcritas por sua quantidade de erros, omissões e transmissão completa do sentido, eles se sentiram incapazes de atribuir um peso às diferentes escolhas semânticas feitas pelos intérpretes quando estas não interferiam diretamente nos quesitos determinados, muito embora percebessem diferenças em escolhas mais ricas ou mais pobres de vocabulário e na construção semântica entre as falas interpretadas.
De uma maneira geral, no entanto, o trabalho nos trouxe elementos importantes no caminho da pesquisa do trabalho de interpretação simultânea. Pudemos ver pelos resultados que a fala interpretada para o português brasileiro mostra padrão muito similar às falas interpretadas para o inglês e o hebreu estudadas por SCHLESINGER (1994). Também no PB, foram encontradas pausas no meio de estruturas gramaticais, uso característico das proeminências, com sílabas “inesperadas” carregando o pitch accent, ou valor de pitch máximo, marcação do pitch final de fronteira, com tendência de os intérpretes concluírem suas frases com um pitch elevado, não concludente, e produção sem ritmo regular, com alterações fora do padrão tanto em duração quanto em taxa de elocução.
Isso demonstra que a fala interpretada é uma fala característica por si só, diferente de outras modalidades de fala, seja ela espontânea, semiespontânea, fala em leitura ou fala em shadowing. Nesta dissertação, os dados estatísticos comprovaram que os dois estilos analisados, o semi- espontâneo e o interpretado, são estilos diferenciados. Por esta razão, além de compararmos a avaliação da fala interpretada com outras modalidades de fala, como tem sido feito nos estudos mais recentes de qualidade na interpretação (HOLUB, 2010; RENNERT, 2010; LENGLET, 2015), é também fundamental entendermos como a prosódia afeta a avaliação de qualidade da interpretação.
É isso que tentamos desenvolver neste trabalho e os resultados demonstram, em termos de classificação geral das intérpretes, haver certa compatibilidade entre a avaliação da transcrição da produção dos sujeitos e a avaliação das características da fala. As intérpretes que tiveram a melhor e pior
avaliação nas duas instâncias (Sujeitos 2 e 3, respectivamente) foram exatamente as mesmas. Além disso, 6 das doze intérpretes mantiveram resultados iguais ou com apenas uma posição de diferença nas duas avaliações.
No entanto, equivalência em termos de sentido não é garantia de uma melhor ou pior avaliação da qualidade da interpretação. Além de 10 das 12 intérpretes registrarem notas consistentemente mais baixas em produção oral, vimos que a própria ordem de classificação geral das intérpretes também foi alterada. Duas intérpretes caíram duas posições (Sujeitos 1 e 9), com médias passando de 4,5 e 3,81 para 3,48 e 2,7, respectivamente. Na escala de 5 pontos, isto significa que ambas as intérpretes perderam mais de um ponto na nota (20%), passando de uma avaliação entre muito boa e ótima (Sujeito 1) para entre regular e muito boa e de uma avaliação entre regular e muito boa (Sujeito 9) para uma entre pouco boa e regular.
Diferença ainda maior em número de posições foi encontrada nos Sujeitos 4 e 10. O Sujeito 4 apresenta ganho de três posições, aproximando-se mais das intérpretes mais bem avaliadas, S2 e S5, como evidenciado no dendograma da Figura 7. Na avaliação da transcrição, a diferença do Sujeito 4 para o Sujeito 2 é de 0,5 ponto e para o Sujeito 5 é de 0,36 ponto; na avaliação de fala, a diferença S4-S2 cai para 0,25 ponto e S4-S5 para 0,16 ponto.
Caminho contrário traça o Sujeito 10, com queda de 3 posições e média passando de 4,29 (entre muito bom e ótimo) para 3,02 (regular).
Diferenças ainda mais marcantes são encontradas nos Sujeitos 7 e 6. O Sujeito 7 apresenta perda de 5 posições e média indo de 4,37 para 2,93 (um total de 1,44 pontos), ou seja, passando de uma interpretação avaliada como entre muito boa e ótima para abaixo de regular.
Os Sujeitos 7 e 10 mostram similaridades na avaliação da fala. Ambos trazem a Agradabildade como o quesito com menor avaliação (2,24 para
ambos – abaixo de regular) e Segurança com a maior avaliação (3,35 e 3,46, respectivamente). Em relação à pontuação recebida pelos outros sujeitos em relação a esses quesitos e aos demais avaliados, suas performances em termos de expressão oral não foram bem avaliadas. Na análise do pitch, observamos com apoio na inspeção do traçado de f0 e na medição de valores de f0, que ambas as intérpretes lançam mão de modulações abruptas, referida pelos ouvintes no estudo de MOSER (1995) como uma entoação exagerada e característica de fala histriônica.
Finalmente, o Sujeito 6 ganha 7 posições, indo da 11ª para 4ª posição, apresentando notas altas todos os quesitos – Agradabilidade (4ª melhor nota, com 3,55); Confiabilidade (4ª melhor nota, com 3,55); Naturalidade (4ª melhor nota, com 3,54); Fluidez (4ª melhor nota, com 3,48); Segurança (5ª melhor nota, com 3,44); Profissionalismo (5ª melhor nota, com 3,5) e Compreensibilidade (4ª melhor nota, com 3,67). Todas os quesitos de avaliação de fala ultrapassam a média de 3,4 registrada pelo Sujeito 6 na avaliação do conteúdo da transcrição, novamente comprovando o papel da prosódia na avaliação do trabalho do intérprete.
Com base nos resultados, podemos afirmar que as intérpretes que mais aproximaram as características prosódicas da fala interpretada de sua fala semi-espontânea tenderam a receber uma melhor avaliação de qualidade e compreensibilidade da interpretação. Aquelas que mais se afastaram das características prosódicas identificadas na fala semiespontânea tenderam a ser pior avaliadas.
Assim, embora a fala interpretada evidencie características singulares, pudemos verificar uma variabilidade prosódica entre as intérpretes na produção dessa fala. Isso indica que há espaço para se trabalhar a fala interpretada na formação do intérprete. A incorporação de softwares de análise acústica como o Praat, utilizado como ferramenta deste estudo, poderá permitir que instrutores e alunos visualizem melhor essa fala e os diferentes elementos a
serem trabalhados (frequência fundamental, taxa de elocução, variação de pitch etc.).
Ainda precisamos caminhar muito na compreensão de como a fala interpretada pode ser avaliada, mas aprendemos através deste estudo que as questões prosódicas tëm papel importante na avaliação de qualidade e compreensão e compreensibilidade da fala interpretada. Como vimos na Tabela 14, das doze intérpretes aqui avaliadas, apenas 3 atingiram mais de 60% em alta compreensibilidade. Isso é muito pouco. Precisamos utilizar nosso conhecimento para fornecer programas de formação para intérpretes que englobem as questões prosódicas, tão fundamentais para nossa profissão.
Como destacamos na introdução desse trabalho, a interpretação é uma atividade completamente baseada na fala, tanto como fonte quanto como resultado final. É preciso dar mais atenção às características prosódicas da fala do intérprete, pois estas afetam a maneira pela qual tanto a qualidade do trabalho é percebida quanto a mensagem interpretada é compreendida.
Este trabalho dá um primeiro passo nesta direção, na certeza de que outros virão para enriquecer uma área ainda tão carente de pesquisa. Precisamos desenvolver mais estudos na área e as possibilidades para tanto são muitas, desde o desenvolvimento de experimentos de manipulação prosódica e verificação dos seus efeitos até comparações entre grupos de interpretes com e sem treinamento em questões de prosódia.
Em um futuro cada vez mais desafiador para a profissão de intérprete, uma maior compreensão da fala interpretada será uma ferramenta importante na formação de novos e melhores profissionais.
Referências Blibliográficas
BAIGORRI JALÓN, J. From Paris to Nuremberg: The Birth of Conference Interpreting, Benjamins Translation Library, 2014
BAIGORRI JALÓN, J. Interpreting Vol. 4(1), 29–40, John Benjamins Publishing Co, 1999, disponível em http://www.researchschool.org/intranets/baigorri_1.pdf. Último acesso em 09/07/2015.
BARALDI, G. et al. Estudo da freqüência fundamental da voz de idosas portadoras de diferentes graus de perda auditiva. Rev. Bras. Otorrinolaringologia, São Paulo, v.73, n.3, p. 378-383, 2007, disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
72992007000300013&lng=en&nrm=iso. Último acesso em 09/07/2015.
BARBOSA, P. Syllable-Timing in Brazilian Portuguese": Uma Crítica a Roy Major. DELTA, vol. 16 no. 2. São Paulo, 2000, disponível em http://dx.doi.org/10.1590/S0102-44502000000200006. Último acesso em 09/07/2015.
BARBOSA, P. Prosódia: uma entrevista com Plínio A. Barbosa. ReVEL, v. 8, n.
15, 2010, disponível em
http://www.revel.inf.br/files/entrevistas/revel_15_entrevista_plinio.pdf. Último
acesso em 09/07/2015.
BOERSMA, P, WEENINK, D. Praat: doing phonetics by computer. In: http://www.fon.hum.uva.nl/praat/. Amsterdan, 2002.
BOLINGER, D. Intonation and Grammar. Language Learning 8, 31-117, 1958. BROWN, G., CURRIE, K., KENWORTHY, J. Questions of Intonation. Croom- Helm, London, 1980 Cauldwell, R. Streaming Speech. Speech in Action, UK, 2001.
BUHLER, H. Linguistic (semantic) and extra-linguistic (pragmatic) criteria for the evaluation of conference interpretation and interpreters. Multilingua, 5 (4): 231- 235, 1986.
CHIARO, D. & NOCELLA, G. Interpreters’ perception of linguistic and non- lingu-istic factors affecting quality: A survey through the World Wide Web, 2004, disponível em https://www.erudit.org/revue/meta/2004/v49/n2/009351ar.pdf. Último acesso em 09/07/2015.
CHUN, D.M. Discourse Intonation in L2: From theory and research to practice, Benjamins Publishing Company, 2002
COLLADOS AÍS, A. La evaluación de la calidad em interpretación simultânea. La impostancia de la comunicación no verbal. Granada: Comares, 1998.
CRUTTENDEN, A. Intonation, Cambridge Textbooks in Linguistics, 1986
FERRARI, M. Simultaneous Consecutive Revisited, 2007, disponível em https://iacovoni.files.wordpress.com/2009/01/simultaneousconsecutive-2.pdf. Último acesso em 09/07/2015.
FLEROV, C. On Comintern and Hush-a-Phone: Early history of simultaneous interpretation equipment, 2013, disponível em http://aiic.net/page/6625/on- comintern-and-hush-a-phone-early-history-of-simultaneous-interpretation-
equipment/lang/1. Último acesso em 09/07/2015
GILE, D. L’évaluation de la qualité de l’interprétation ales délégués: une étude
de cas, 1990, disponível em
http://www.openstarts.units.it/dspace/handle/10077/2156. Último acesso em 09/07/2015.
GILE, D. Basic Concepts and Models for Interpreter and Translator Training, Benjamins Translation Library, 1995
GILE, D. Testing the Effort Models’ tightrope hypothesis in simultaneous interpreting – A contribution, Hermes, Journal of Linguistics no. 23, 1999 – disponível em http://download2.hermes.asb.dk/archive/FreeH/H23_09.pdf. Último acesso em 09/07/2015.
GRICE, M. / BAUMANN, S. An Introduction to Intonation – Functions and Models, 2007, disponível em http://www.gtobi.uni-koeln.de/lit/grice-baumann- int-func-models-revised-1107.pdf. Último acesso em 09/07/2015.
GUMPERZ, J. Discourse Strategies, Cambridge University Press, 1982, disponível em http://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam031/81020627.pdf. Último acesso em 09/07/2015.
HARTLEY, A; MASON, I; PENG, G. PEREZ, IA; Peer- and Self-Assessment in Conference Interpreting Training. Research output: Book/Report › Commissioned report, 2003.
HOLUB, E. "Does Intonation Matter? The impact of monotony on listener comprehension", in: The Interpreters' Newsletter, 15, pp. 117-126, 2010.
HUSSON, F.; JOSSE J.; LÊ S.& MAZET, J. (2013). FactoMineR: Multivariate Exploratory Data Analysis and Data Mining with R. R package version 1.25, disponível em http://cran.r-project.org/web/packages/FactoMineR/index.html. Último acesso em 09/07/2015.
KAHANE, E. Thoughts on the quality of interpretation, 2000, disponível em http://aiic.net/page/197/thoughts-on-the-quality-of-interpretation/lang/1. Último acesso em 09/07/2015.
KURZ, I. Conference Interpreting—User Expectations, Coming of Age. Proceedings of the 30th Annual Conference of the American Translators Association (D. L. Hammond, ed.), Medford (NJ), Learned Information, 1989 KURZ I. / PÖCHHACKER F. Quality in TV interpreting, Translatio – Nouvelles de la FIT – FIT Newsletter XIV 3:4, 350-358, 1995
KURZ, I. Quality and role: The Professionals' view, 2008. Disponível em http://aiic.net/page/3044/quality-and-role-the-professionals-view/lang/1. Último acesso em 09/07/2015.
KURZ, I. The Impact of non-native English on students’ interpreting performance, em Efforts and Models in Interpreting and Translation Research, 2008. Benjamins Translation Library.
LAVER, J. The Phonetic Description of Voice Quality. Cambridge University Press, 1980
LAVER, J. Principles of Phonetics, Cambridge Textbooks in Linguistics, 1994. LENGLET, C. The impact of prosody on the Comprehensibility and quality of simultaneous interpreting: A pilot study, Translation and Comprehensibility, 2015, disponível em http://di.umons.ac.be/details.aspx?pub=74a252b8-ede5- 4c1e-93d9-af4c2c9f0974. Último acesso em 09/07/2015.
MADUREIRA, S. Estudos de prosódia/Ester M. Scarpa, org – Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1999
MADUREIRA, S. Sobre a expressividade da Fala in Kyrillos, L. Expressivdade Editora Revinter, 2004
MIGLIORINI, L.; MASSINI-CAGLIARI, G. Sobre o ritmo do Português Brasileiro: evidências de um padrão acentual. REVEL v. 8, n. 15, 2010, disponível em http://www.revel.inf.br/files/artigos/revel_15_sobre_o_ritmo.pdf. Último acesso em 09/07/2015.
MOSER P. Survey on expectations of users of conference interpretation, 1995, disponível em http://aiic.net/page/736/survey-on-expectations-of-users-of- conference-interpretation/lang/1. Último acesso em 09/07/2015.
MOSER P., ‘Expectations of Users of Conference Interpretation’. Interpreting, 1(2), 145-178, 1996.
MUNDAY, J. Translation theory before the twentieth century”. In: Introducing Translation Studies. London: Routledge, p. 19, 2005
PÖCHHACKER, F, Interpreting quality: global professional standards? 2013, disponível em http://lourdesderioja.com/2013/04/24/the-issue-of-quality/. Último acesso em 09/07/2015.
PÖCHHACKER, ZWISCHENBERGER, Survey on quality and role: conference interpreters’ expectations and self-perceptions, 2010, disponível em http://aiic.net/page/3405/survey-on-quality-and-role-conference-interpreters- expectations-and-self-perceptions/lang/1. Último acesso em 09/07/2015.
RAMLER, S. Nurember and Beyond. The Memoirs of Siegfried Ramler, Ahuna Press, 2008
RENNERT, S. The impact of fluency on the subjective assessment of interpreting quality", in: The Interpreters' Newsletter, 15, pp. 101-115, 2010 RILLIARD, A et at, Proceedings of the VIIth GSCP International Conference. Speech and Corpora, edited by di Mello, Heliana, Pettorino, Massimo, Raso, Tommaso Firenze University Press, 2012.
ROLAND, R. Interpreters as diplomats: a diplomatic history of the role of interpreters in world politics, pg 20, 1922.
SCHLESINGER, M. Intonation in the production of and perception of simultaneous interpretation, In Lambert and Moser-Mercer (Eds.) Bridging the Gap. Empirical Research in Simultaneous Interpretation. Benjamins, 1994.
SELESKOVITCH, D., English, Interpreting For International Conferences, Washington, DC: Pen and Booth, 1978.
SELESKOVITCH, D. Who should assess an interpreter’s performance in Multilingua - Journal of Cross-Cultural and Interlanguage Communication, Volume 5, Issue 4, Pages 236–236, ISSN (Online) 1613-3684, ISSN (Print) 0167-8507, DOI: 10.1515/mult.1986.5.4.236, 2009.
TAUROZA & ALLISON, Applied Linguistics (1990) 11 (1): 90-105, 1990.
VANDER ELST, P. The Nuremberg Trial, 2000. Disponível em
http://aiic.ca/page/983/the-nuremberg-trial/lang/1. Último acesso em
09/07/2015.
WEBER W.K., Improved Ways of Teaching Consecutive Interpretation in The Theoretical and Practical Aspects of Teaching Conference Interpretation. Ed. by L. Gran and J. Dodds, Udine, Campanotto Editore, pp. 161-166, 1989.
ZACKIEWICS, D.V. e ANDRADE, C.F. Seis parâmetros de fluência. Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia: 5(7), 59-64, 2000.