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F. BÖLÜMLÜ MAĞAZALARIN BAŞARISINI ETKİLEYEN TEMEL

2. Gıda Dışı Perakende Formatları

O município de Uberaba, por meio da Prefeitura e da Vigilância Sanitária, conta com uma empresa terceirizada que fica responsável pelo tratamento e disposição final dos RSS do grupo B.

Nas categorias de estudo da pesquisa, que foram as farmácias e drogarias, as mesmas são responsáveis pelo armazenamento dos resíduos químicos farmacêuticos, que permanecem no local e são armazenadas em caixas de descarte ou saco de branco-leitosos. Após atingir em media 6 litros ou 6 kg comunica o manifesto de carga a empresa terceirizada, que faz a recolha dos lotes. Após o contato com a empresa, esta tem um prazo de 24 horas para a coleta. O responsável pela farmácia é obrigado a ter em mãos um inventário completo dos RSS grupo B com o nome (sal) das substancias e a quantidade em gramas em duas vias, sendo que a primeira via segue para a empresa terceirizada e a segunda permanece na farmácia.

No manifesto de carga, é relatado o nome do responsável, a transportadora, marca do veiculo, modelo, placa do mesmo e nome do motorista. Uma vez na empresa, após o lote atingir peso aproximadamente entre 800 a 1500 Kg, este é encaminhado para o município de Uberlândia (MG), onde é realizada a incineração. As caixas e bulas dos medicamentos são descartados como resíduo domiciliar, indo apenas os medicamentos e os blisters que os contêm.

Na cidade de Uberlândia é realizada a incineração, os RSS do grupo B são descarregados e acondicionados na sala de recepção, são pesados e posteriormente transportados até o incinerador. Ao final do processo são geradas cinzas e escórias, que são retiradas diariamente do incinerador e acondicionadas em tambores metálicos de 200 litros e posteriormente, transportados por transporte licenciado até o Aterro Industrial, localizado no município de Betim – MG, próximo a capital Belo Horizonte.

A forma de alimentação do incinerador é automática, de modo que o acoplamento da alimentação automática reduz o contato do operador com o resíduo, aumentando a vida útil da grelha e do refratário, e melhora a performance ambiental do equipamento mantendo as condições de operação contínuas. Todo resíduo a ser incinerado é pesado previamente, para evitar a sobrecarga do equipamento e o comprometimento de sua eficiência.

O sistema de extração de cinzas é automatizado, sendo que este sistema permite a operação 24h do sistema, aumentando sua capacidade em até 50%.

5.3 Descrição do Incinerador

O incinerador da Central de Tratamento dos RSS do grupo B de Uberlândia é composto de um incinerador, um sistema de tratamento de gases e um sistema de monitoramento contínuo de gases.

O equipamento em operação na unidade de tratamento térmico consiste de um incinerador RGL 600 SE, da marca Luftech, que possui uma tecnologia alemã que aperfeiçoa as relações de combustão, ou seja, realiza um balanço entre combustível, comburente e temperatura ideal para eliminar ao máximo a emissão de gases nocivos e sustentar a autocombustão, não necessitando de combustível auxiliar.

O incinerador possui capacidade de processamento de 200kg/h. As dimensões externas são de 464 x 280 x 262cm (altura, largura e comprimento) e a câmara de alimentação é de 87 x 58 x 55cm. Para o início do processo é utilizado querosene ou gás natural, pois após esta etapa a reação de combustão ocorre por meio dos gases gerados a partir dos resíduos incinerados, constituindo-se num sistema auto-sustentável.

O sistema de incineração é o de indução, onde o resíduo com ou sem secagem prévia é inserido na câmara de alimentação, fecha-se a câmara, abre-se automaticamente a próxima porta admitindo os resíduos no reator de gaseificação. Neste reator os resíduos passam do estado sólido para gasoso a 200º C e de 200ºC a 600ºC, sem haver queima.

O gás gerado passa para o reator de combustão composto por três câmaras consecutivas, com temperaturas sucessivamente maiores, chegando a 1200º C na última. Esse

sistema reduz a formação de CO, NOx e material particulado e permite uma maior eficiência de combustão, prevenindo a formação de dioxinas e furanos. Os gases combustíveis formados nessas fases (cerca de 70% CO e 30% CHx), são incinerados nas fases subsequentes, atingindo temperaturas elevadas no ciclone (acima de 1000 graus centígrados), inibindo a geração de gases nocivos. A geração de gás dentro do reator é obtida pela adição de quantidades sub-estequiométricas de ar primário, quantidade esta que depende da temperatura da grelha.

O gás proveniente da pós-combustão entra em um ciclone e resfria o ar por dissipação térmica. Posteriormente passa por um resfriador gás-ar, reduzindo a temperatura dos gases de combustão para menos de 200º C, evitando a formação de dioxinas e preparando o gás para passar por um lavador Venturi. A corrente gás-líquido proveniente desse lavador faz com que os gases se dirijam para a chaminé e a parte líquida decanta, levando para um tanque o material particulado aderido às gotas de água. Essa água é bombeada para uma torre de resfriamento, reduzindo a temperatura da água de 60º para 30ºC. Além disso, há um filtro de linha com a função de clarificar a água, possibilitando a sua recirculação.

Esse incinerador é abrigado em um galpão, com piso em concreto, com baias de classificação dos materiais a serem incinerados e com sistema de recepção dos resíduos. Todo o sistema de drenagem de águas de limpeza é conectado ao sistema de tratamento de efluentes.

O sistema de tratamento proposto para os efluentes gerados no lavador de gases é composto por tratamento químico (neutralização), floculação seguida de precipitação. Para a seleção deste processo de tratamento foram considerados os seguintes aspectos: necessidade de correção de pH em função da presença de gases ácidos nas emissões gasosas; existência de material em suspensão e material dissolvido não passível de sedimentação simples; necessidade de precipitação de metais; simplicidade de operação e segurança do sistema. O lodo proveniente do leito de secagem também é disposto no Aterro Sanitário. A Figura 04 ilustra as etapas envolvidas no processo de Tratamento e Disposição Final dos RSS do grupo B em Uberlândia (MG).

Figura 04: Fluxograma do Tratamento e Disposição Final dos RSS do Grupo B em Uberlândia (MG). Chaminé Aterro Betim (MG) Pesagem Cinzas Sala de Recepção de RSS grupo B Balança Incinerador de RSS Grupo B Gases Túnel Lavador de Gases Atmosfera Correção PH (soda cáustica) Água Residuária Efluente líquido Leito de Secagem de Lodo

Lodo Água Reservatório

Caixa

Cloração

Retorno de água tratada p/ lavador

Rede de Esgoto Vapor d`água

5.4 Avaliação dos pontos de entrega voluntária

Foram preenchidos 76 formulários nos três pontos, totalizando 90 produtos farmacêuticos entregues nos pontos de entrega voluntária (média de 1,18 produtos por entrevista). Cerca de 10% dos medicamentos descartados ainda estavam dentro do prazo de validade. Aproximadamente 5% dos itens descartados eram amostras grátis e 13% eram produtos de venda livre. Em relação às classes terapêuticas, anti-hipertensivos (21,11%), antibióticos (17,77%) e antiinflamatórios (8,88%), foram as mais freqüentes. A forma farmacêutica mais freqüente foi a sólida com 60% dos medicamentos. A tabela 13 apresenta os valores referentes a cada ponto de entrega voluntária.

Tabela 13: Farmácias e drogarias avaliadas como ponto de entrega voluntária Categoria Quantidade (kg) de RSS

Grupo B entregue nos meses de Julho à Outubro

No de Formulários Preenchidos % Farmácia central 1,9 25 32,8 Farmácia em bairros 2,1 30 39,4 Farmácia periférica 1,5 21 27,6 TOTAL 5,5 76 100

Com base na Tabela 13, observou-se que o local onde houve maior ponto de entrega voluntaria de RSS do grupo B foi a farmácia localizada em bairro. Acredita-se que o motivo seja pela localização do ponto que foi escolhido, por ser um “shopping Center” e por haver uma maior movimentação de pessoas e uma maior visualização do programa implantado. Nas farmácias periféricas foi registrado as menores taxas de entrega de medicamentos, o que acredita estar associado à falta de informação que as pessoas residentes no local tenham, o que leva a uma deposição inadequada dos resíduos químicos farmacêuticos, conforme foi verificado na aplicação dos questionários. O pesquisador acredita também que a menor taxa de entrega nas farmácias periféricas pode estar relacionado ao menor poder aquisitivo desta parcela da população, o que leva a menores estoques de medicamentos nas residências.

A quantidade e diversidade de medicamentos descartados pela população podem ter relação com a automedicação, falta de adesão ao tratamento, inadequação das apresentações das especialidades farmacêuticas entre outros fatores. Para amenizar os riscos de contaminação ambiental pelo descarte incorreto de medicamentos, a melhor abordagem é a minimização da geração destes resíduos, através de prescrições racionais, adequação das embalagens aos tratamentos, dispensação adequada e cumprimento das prescrições por parte dos usuários.

Diante destes dados, é importante refletir sobre os possíveis fatores relacionados ao estoque domiciliar de medicamentos, pois é daí que se originam os produtos para o descarte. Para constatar tais fatores, o questionário procurou analisar as causas/motivos que levaram ao descarte do medicamento. Os resultados dos questionários e a análise quali-quantitativa dos RSS do grupo B entregues nos pontos estão representados a seguir.

5.5 Análise dos Formulários

Quanto aos motivos de descarte dos RSS Grupo B pelos usuários, observou-se 80% dos medicamentos apresentavam fora do prazo de validade. Os outros 20% representaram sobras de medicamentos por tratamento finalizado ou por não adaptação ao medicamento por reações adversas. A Figura 05 apresenta os motivos de descarte dos medicamentos pela população.

Figura 05: Motivos do descarte de medicamentos no município de Uberaba, MG

Em relação aos medicamentos descartados antes do prazo de validade ter se expirado pode-se considerar a ocorrência de apresentação inadequada, reação adversa, falha ou interrupção do tratamento, entre outros. Outra hipótese seria que estes usuários não têm conhecimento sobre data de validade, o que poderia resultar também em uso de medicamento vencido. A impossibilidade de identificar a data de validade de alguns produtos descartados está relacionada com as condições de armazenamento. Deve-se reforçar entre os usuários, a importância de estocar os medicamentos em suas embalagens originais. Como os medicamentos vencidos ou até mesmo aqueles que apesar de não terem expirado seu prazo de validade não podem ser reciclados, o correto destino e tratamento destes são cruciais.

Quanto à origem dos RSS Grupo B descartados pelos usuários, a maior porcentagem representou os medicamentos comprados em farmácias e drogarias, chegando a 90% do total, seguido pelas amostras grátis, representando cerca de 5% dos medicamentos descartados na campanha. É importante ressaltar que alguns entrevistados entregaram apenas amostras grátis, que poderiam ser de consultórios médicos, onde há maior concentração destes produtos. Os medicamentos adquiridos em postos médicos representaram 4% do total de amostras e aqueles doados 1%. Os resultados para este questionamento estão representados a seguir na Figura 06.

Figura 06: Origem dos medicamentos entregues nos pontos de coleta no município de Uberaba, MG Conforme observado no gráfico, a maior parcela dos medicamentos adquiridos é comprada, uma das causas para as sobras de medicamentos adquiridos nas farmácias é a apresentação inadequada do produto, de maneira que ao terminar o tratamento, ainda há sobras de medicamento que não devem ser utilizados. Os dados do gráfico corroboram com a pesquisa realizada por EICKHOFF (2009), onde foram encontradas parcelas semelhantes quanto à origem dos medicamentos dos usuários.

Quanto ao conhecimento do programa de recebimento de medicamentos, esta questão procurou conhecer o efeito da divulgação do programa de entrega voluntaria e os responsáveis por transmitir o conhecimento a sociedade. De acordo com a pesquisa, 70% dos voluntários responderam que tiveram o conhecimento através da informação passada pelos funcionários das farmácias, 25% das pessoas responderam que tiveram o conhecimento pela divulgação que foi feita através de panfletos e apenas 5% responderam que o conhecimento foi passado através de colegas. Os resultados para este questionamento estão apresentados na Figura 07.

Figura 07: Conhecimento do programa de recebimento de medicamentos no município de Uberaba, MG Observou-se neste questionamento a importância das farmácias e drogarias perante a sociedade quanto à divulgação do correto descarte dos medicamentos. Isto se deve ao fato do funcionário estar em contato direto com o cliente.

Acredita-se então que divulgação do conhecimento a cerca deste assunto é o ponto de partida para que muitos estabelecimentos dêem início a um processo de adequação e para que se intensifiquem a fiscalização e a cobrança por medidas que minimizem a disposição inadequada de resíduos provenientes de medicamentos.

Quanto ao descarte dos medicamentos antes da existência da campanha, 65% das pessoas responderam que descartavam juntamente com o resíduo domiciliar e 30% descartavam na rede coletora de esgotos. Apenas 5% das pessoas disseram que entregavam os medicamentos que não mais utilizavam em estabelecimentos de saúde. A Figura 08 apresenta o descarte da sociedade antes da entrega no ponto de coleta.

Os restos de medicamentos não devem ser descartados juntamente com o resíduo domiciliar e nem lançados na rede coletora sem tratamento prévio. O ideal seria devolver a farmácia, sendo esta responsável pelo plano de gerenciamento de resíduos.

Embora a responsabilidade direta pelos RSS do grupo B seja dos estabelecimentos geradores de serviços de saúde, deve-se evidenciar a importância dos outros atores envolvidos como os consumidores quanto ao tratamento e a disposição final.

5.6 Análise quali-quantitativa dos medicamentos entregues nos pontos de entrega voluntária

Verificar a tarja do medicamento é importante, pois reflete, em certa medida, a forma de aquisição do medicamento. Medicamentos sem tarja podem ser adquiridos livremente nas farmácias e drogarias, medicamentos de tarja vermelha deveriam ser adquiridos sob prescrição médica (com ou sem a retenção da receita) e medicamentos de tarja preta devem ser adquiridos sob prescrição médica e a receita fica retida na farmácia (SCHENKEL, 2004).

Segundo a RDC ANVISA 44/2010, a venda de antibióticos, seja para uso direto ou indireto passou a ser controlada, de modo que a venda somente é permitida com a apresentação de receita de controle especial. Anteriormente a esta resolução, os antibióticos eram vendidos livremente nas farmácias e drogarias, sendo classificados como tarja vermelha sem retenção de receita médica.

A Figura 09 mostra a proporção de medicamentos entregues nos tres pontos de acordo com o tipo de tarja.

A Figura 09 mostra que a maioria dos medicamentos descartados pelos usuários pertencia aos de tarja vermelha sem retenção de receita, chegando a atingir a porcentagem de 75%. Os medicamentos sem receituário ou de venda livre atingiram a porcentagem de 13%. Este resultado de certa forma era esperado, pois são os grupos mais numerosos no mercado. No entanto, em nosso país, os medicamentos com tarja vermelha sem retenção de receita são comprados muitas vezes sem a prescrição médica o que possibilita a sua fácil aquisição.

Ainda pode-se ressaltar que medicamentos com tarja preta e tarja vermelha com retenção de receita encontraram-se em menor quantidade. Segundo EICKHOFF (2009), uma das causas dos medicamentos com tarja preta e tarja vermelha com retenção, deve-se provavelmente por serem vendidos em menor quantidade (no máximo para dois meses de tratamento), e por ter um acompanhamento médico, sendo menos comum a automedicação.

As formas farmacêuticas mais comuns foram as sólidas (coluna vermelha), integralizando 60% dos itens (comprimidos, comprimidos revestidos e cápsulas). As formas farmacêuticas líquidas (suspensão, xaropes, aerossóis) representadas pela coluna branca ficaram em segundo lugar, atingindo a porcentagem de 27% seguidas das formas farmacêuticas semi-sólidas com 13% (gel, creme, pomadas) representadas pela coluna roxa. A Figura 10 apresenta a distribuição das formas farmacêuticas mais descartadas.

0 10 20 30 40 50 60

Sólidas Liquidas Semi sólidas

Figura 10: Formas farmacêuticas mais entregues nos pontos de entrega voluntária

A partir da Figura 10, pode-se inferir que as formas farmacêuticas mais descartadas são as de uso comum, com uma maior facilidade de utilização, como comprimidos, cápsulas e soluções orais. Observou-se na pesquisa que nenhuma forma farmacêutica injetável foi descartada. A Figura 11 mostra as principais vias de administração dos medicamentos descartados pelos usuários.

0 20 40 60 80

Oral Tópica Nasal

Figura 11: Vias de administração dos medicamentos entregues nos pontos de entrega voluntária A via de administração dos medicamentos mais descartados foi a via oral (77%), seguida pela via tópica (13,95%). O fato dos medicamentos por via oral representarem maior porcentagem deve-se ao fato de que a maioria dos medicamentos são administrados por esta via. Acredita-se que a menor incidência nos medicamentos por via nasal (8,2%) deve-se a doenças sazonais. A Tabela 14 apresenta as principais classes farmacológicas dos medicamentos mais entregues nos pontos de coleta.

Tabela 14: Numero de itens entregues no ponto de acordo com a classe farmacológica do medicamento

Classe farmacológica do medicamento N° de itens (%)

Antiinflamatórios e produtos reumáticos Analgésicos

Antibióticos Antialérgicos

Antifúngicos de uso dermatológico (cremes e pomadas) Fármacos p/ desordens funcionais do Trato Gastrointestinal Oftalmológicos

Psicoanalépticos (antidepressivos) Corticoesteróides de uso sistêmico

Anti-hipertensivos (doenças cardiovasculares) Vitaminas

Hormônios sexuais e moduladores do sistema genital Tópico nasal Anti-diabéticos 08 (8,88%) 07 (7,77%) 16 (17,77%) 06 (6,66%) 07 (7,77%) 07 (7,77%) 0 (0%) 04 (4,44%) 03 (3,33%) 19 (21,11%) 04 (4,44%) 01 (1,11%) 06 (6,66%) 02 (2,22%)

Os medicamentos que mais foram descartados são os anti-hipertensivos (doenças cardiovasculares) e antibióticos. Ambas as classes são vendidas livremente nas farmácias, fazendo parte das farmácias domiciliares. A presença de analgésicos e antiinflamatórios na farmácia domiciliar é compreensível, já que servem como primeiro socorro para alívio de

sintomas usuais, como dores de cabeça e febre. Como geralmente estes medicamentos são usados somente quando há necessidade do usuário, acabam se acumulando nas residências, perdendo a sua validade e devendo ser descartados.

A grande presença de antibióticos devolvidos é preocupante, pois o descarte no meio ambiente pode resultar em resistência bacteriana, principalmente se os medicamentos são descartados na rede coletora de esgoto e contaminam a água consumida pela população. Estudos que analisam a geração de medicamentos pela sociedade encontram esses mesmos medicamentos e classes farmacológicas como as mais freqüentes no estoque domiciliar. Algumas vezes, no entanto, a ordem de freqüência pode sofrer variações (FERNANDEZ, 2000; RIBEIRO, 2009).