• Sonuç bulunamadı

Suzana Gontijo, tradutora. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde; 2005. 60p.

2. Ramos LR. Fatores determinantes do envelhecimento saudável em idosos residentes em centro urbano: Projeto Epidoso, São Paulo. Cad. Saúde Pública. 2003;19(3):793-7.

3. Argimon IIL. Wendt GW, Souza SG. Contribuições da avaliação neuropsicológica na investigação da doença de Alzheimer. RBCEH, Passo Fund. 2008;5(1):70-9.

4. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-IV. 4a ed. Traduzido por Batista D. Porto Alegre: Artes Médicas; 1995.

5. Charchat H, Nitrini R, Carameli P, Sameshima K. Investigação de marcadores clínico dos estágios iniciais da doença de Alzheimer com testes neuropsicológicos computadorizados. Porto Alegre. Psicologia: Reflexão e Crítica. 2001;14:305-16.

6. Hamdan AC, Bueno O. Relações entre controle executivo e memória episódica verbal no comprometimento cognitivo leve e na demência do tipo Alzheimer. Estudos de Psicologia. 2005;10:63-71.

7. Ortiz KZ, Bertolucci PHF. Alterações de linguagem nas fases iniciais da doença de Alzheimer. Arq Neuropsiquiatr. 2005;63(2-A):311-17.

8. Wajman JR. Avaliação neuropsicológica em idosos altamente intelectualizados. In: Ortiz KZ, Mendonça LIZ, Foz A, Santos CB, Azambuja DA. Avaliação Neuropsicológica. Panorama interdisciplinar dos estudos na normatização e validação de instrumentos no Brasil. São Paulo: Vetor; 2008. p.104-12

9. Charchat-Fichman H, Caramelli P, Sameshima K, Nitrini R. Declínio da capacidade cognitiva durante o envelhecimento. Rev. Bras. Psiquiatr. São Paulo. 2005;27(1):79-82.

10. Albert MS, Moss MB, Tanzi R and Jones K. Preclinical prediction of AD using neuropsychological tests. Journal of International Neuropsychological Society. 2001;7:631-9.

11. Nitrini R, Caramelli P, Bottino C et al. Diagnosis of Alzheimer's disease in Brazil: diagnostic criteria and auxiliary tests. Recommendations of the

Scientific Department of Cognitive Neurology and Aging of the Brazilian Academy of Neurology. Arq. Neuro-Psiquiatr. [online]. 2005, vol. 63, no. 3a [cited 2007-03-10], pp. 713-19.

12. Alchieri JC. Aspectos instrumentais e metodológicos da avaliação psicológica. In: Andrade VM, Santos FH, Bueno OFA, editores. Neuropsicologia Hoje. Porto Alegre: Artes Médicas; 2004. p.13-36.

13. Pawilovwiski J, Trentini CM, Bandeira DR. Discutindo procedimentos psicométricos a partir da análise de um instrumento de avaliação neuropsicológica breve. PscioUSF. 2007;12(2):211-19.

14. Pasquali L, organizador. Técnicas de exame psicológico – TEP. Manual. Fundamentos das técnicas psicológicas. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2001. p.11-149.

15. Ferri CP, Prince M, Brayne C, Brodaty H, Fratiglione L, Ganguli M, Hall K, Hazegawa K, Hendrie H, Huang Y, Jorm A, Mathers C, Menezes PR, Rimmer E, Scazufca M. Global prevalence of dementia: a Delphi consensus study. The Lancet;dec.2005(366)9503:2112 - 2117.

16. Organización Mundial de la Salud. Trastornos neurológicos: desafíos para la salud pública. Datos de Publicación Catalogados en la Biblioteca de la OMS. ISBN 92 4 156336 2 (Clasifcación NLM: WL 140). ISBN 978 92 4 156336 9. Ginebra. Suiza. WHO Press.2006.

17. Lopes MA, Botino CMC. Prevalência de demência em diversas regiões do mundo. São Paulo. Arq Neuropsiquiatr: 2002;60(1):1-15. .

18. Atalaia-Silva Kelly C, Ribeiro PCC, Lourenço RA. Epidemiologia das Demências. Revista do Hospital Universitário Pedro Ernesto. UERJ. 2008;Ano7:46-51.

19. Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID 10. Descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. World Health Organization. Geneva: Artes Médicas; 1982. p. 46-9.

20. Veras RP, Caldas CP, Dantas SB, Sancho LG, Sicsú B, Motta LB, Cardinale C. Avaliação dos gastos com o cuidado do idoso com demência Rev. psiquiatr. clín. São Paulo. 2007;34(1):5-12.

21. Lezak MD, Howieson DB, Loring DW. Theory and practice of neuropsychological assessment. Basic concepts.. Neuropsychological Assessment. 4a ed. New York: Oxford University Press; 2004. p.15-38.

22. Baddeley AD, Hitch G. Working memory. In: Bower GA, editor. The psychology of learning and motivation. ed. New York: Academic Press; 1974. p. 47-89.

23. Morris RG, Baddeley AD. Primary and Working Memory Functioning in Alzheimer-type Dementia. Journal of Clinical and Experimental Neuropsychology. 1988;10(2):279-96.

24. Tulving, E. Episodic and semantic memory. In E. Tulving e W. Donaldson, editores. Organization of memory. ed. New York. Academic Press. 1972;381-403.

25. Fischer JS, Hannay HJ, Loring DW, Lezak MD. Observational Methods, Rating Scales, and Inventories. In: Lezak MD, Howieson DB, Loring DW. Neuropsychological Assessment. 4a ed. New York: Oxford University Press; 2004. p. 698-737.

26. Banhato EFC e Nascimento E do. Funções executivas em idosos: um estudo utilizando subtestes da Escala WAIS-III. PsicoUSF. Itatiba. jun.

2007;12(1):65-73. Acessado em 06/09/2007: http://pepsic.bvs-

psi.org.br/scielo.php.

27. Elmore CM, Gorhan DR. Measuring the impairment of the abstracting function with the Proverbs Test. Journal of Clinical Psychology 1957;13:263- 6.

28. Siviero, MO. Capacidade de abstração e o teste de provérbios. [dissertação]. São Paulo: Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo;1997.

29. Lomônaco JFB, Claro ECF, Sousa JTP, Mori NNR, Barrera SD, Lima V de S. Escolaridade e capacidade de abstração: um estudo com Teste Brasileiro de Provérbios. Revista Psicologia: Teoria e Pesquisa. 1995;11(2)101-6. 30. Papagno C, Lucchelli F, Muggia S, Rizzo S. Idiom comprehension in

Alzheimer’s disease: the role of the central executive. Brain. 2003;126:2419- 30.

31. Mansur LL, Carthery MT, Caramelli P, Nitrini R. Linguagem e cognição na doença de Alzheimer. Psicologia: Reflexão e Crítica. 2005;18:300-7.

32. Folstein MF, Folstein SE, McHugh PR. “Mini-Mental State”. A practical method for grading the cognitive state of patients for the clinician. J Psychiatr Res 1975; nov; 12(3):189-98.

33. Bertolucci PHF, Brucki SMD, Campacci SR, Juliano Y. O mini-exame do estado mental em uma população geral: impacto da escolaridade. Arquivos de Neuropsiquiatria.1994;52:1-7.

34. Chaves MLF. Testes de avaliação cognitiva: Mini-Exame do Estado Mental. Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da

ABN – Biênio 2006 - 2008. Disponível em:

www.cadastro.abneuro.org/site/arquivos_cont/8.pdf. Acessado

em (04/03/2009).

35. Lourenço RA, Veras RP, Ribeiro PCC. Confiabilidade teste-reteste do Mini- Exame do Estado Mental em uma população idosa assistida em uma unidade ambulatorial de saúde. Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 2008;11(1):315-19.www.unati.uerj.br/tse/scielo. 36. Bertolucci PH, Okamoto IH, Bricki SMD, Siviero MO, Neto JT, Ramos LR.

Desempenho da população brasileira na bateria neuropsicológica do Consortium to Establish a Registry for Alzheimer’s Disease (CERAD). Arq Neuropsiquiatr. 2001;59(3-A):532-6.

37. Freedman M, Leach L, Kaplan E, et al. Clock-drawing: a neuropsychological analysis. New York, NY: Oxford University Press, 1994.

38. Okamoto IH. Aspectos cognitivos da doença de Alzheimer no teste do relógio: Avaliação de amostra da população brasileira [tese]. São Paulo: Escola Paulista de Medicina; 2001.

39. Atkinson, R. C. & Shiffrin, R. M. (1971). The control of short-term memory. Scientific American. 1971;225: 82-90.

40. Isaacs and Kennie. The Set test as an aid to the detection of dementia in old people. British Journal of Psychiatry. 1973;123(575):467-70.

41. Wechsler D. Wechsler Adult Intelligence Scale- Revised. WAIS-R Manual. San Antonio: Psychological Corporation, New York. 1981. p. 132-204. 42. Ostrosky-Solis F, Ardila A, Rosseli M. A brief neuropsychological test

battery in spanish with norms by age and education level. JINS. 1999;5(5):413-33. In: Abrisqueta-Gomez J. Avaliação neuropsicológica nas fases inicial e moderada da Demência do Tipo Alzheimer [tese]. São Paulo: Escola Paulista de Medicina; 1999.

43. Yesavage JA, Brink TL, Rose TL, Lum O, Huang V, Adey M, et al. Development and validation of a geriatric depression screening scale: a preliminary report. J Psychiat Res 1983;17(1):37-49.

44. Paradela EMP, Lourenço RL, Veras RP. Validação da Escala de Depressão Geriátrica em um ambulatório geral. São Paulo. Revista de Saúde Pública. 2005;dec;39(6):918-23.

45. Katz S, Downs TD, Cash HR, Grotz RC. Progress in development of index of Katz in Gerontologist. 1970;10:20-30.

46. Almeida OP. Instrumentos para avaliação de pacientes com demência. Revista de Psiquiatria Clínica. Edição Especial. 1999;26(2):78-89.

47. Argimon IIL, Bicca M, Timm LA, Vivian A. Funções executivas e avaliação de flexibilidade de pensamento e idosos. RBCEH – Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano, Passo Fundo. 2006;34-42.

48. Jorm AF, Korten AE, Henderson AS. The prevalence of dementia: a quantitative survey of the literature. Acta Psychiat Scand 1987;76:465-79. 49. Charchat-Fichman H. Heterogeneidade neuropsicológica no processo de

envelhecimento: transição do normal aos estágios iniciais da doença de Alzheimer [tese]. São Paulo: Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo; 2003;108p.

ABSTRACT