7.3. Araştırma Sonuçları
7.3.4. Faktörlerin Dağılımı
As parcerias estratégicas englobam praticamente todos os tipos de financiamento mencionados acima, já que são alianças que o empreendedor faz para alavancar o seu negócio e criar mais valor a sua empresa. Uma abordagem possível para algumas parcerias estratégicas é a chamada joint venture, o qual se refere à união de duas ou mais empresas com o intuito de juntas explora- rem oportunidades de negócios.
Vantagens: A empresa tem acesso aos recursos e tecnologia das outras partes envolvidas e há potencial ganho de escala e eficiência, por meio de sinergias entre as empresas.
Desvantagens: O parceiro estratégico tem acesso aos recursos e à tecnologia da sua empresa e o processo decisório é compartilhado entre os parceiros. Outras desvantagens são: ineficiências operacionais (mais tempo e recursos para iniciar), potenciais conflitos de interesse em contratos, dificuldade no relacionamento e necessidade de melhor coordenação e comunicação entre as par- tes.
Exercícios de Verificação de Leitura
1. Quais são as ferramentas para apresentação do negócio e captação de recursos financeiros mais comuns utilizadas pelos empreendedores? Explique-as.
2. Qual o objetivo do empreendedor ao construir um Plano de Negócios? Como isso pode aju- dar na gestão do seu negócio?
3. Qual a estrutura de um Plano de Negócios tradicional? Quais são os principais assuntos que você deve abordar?
4. O gestor dá atenção a inúmeros aspectos da empresa analisada para o investimento. Cite e explique alguns pontos da análise da oportunidade de investimento.
5. Caso seu negócio tenha recebido uma resposta negativa das organizações gestoras de PE/ VC, quais são as suas alternativas de financiamento? Quais são as vantagens e desvantagens de cada uma?
REFERÊNCIAS
1 DE CARVALHO, Antônio Gledson; RIBEIRO, Leonardo e FURTADO, Cláudio. 2005. “A Indústria de Private Equity e Venture
Capital – Primeiro Censo Brasileiro”. Editora Saraiva. São Paulo.
2 Para se ter maiores informações sobre o PRI, acessar o seguinte link: http://www.unpr1.org/
3 Disponível em: http://vcexperts.com/vce/library/encyclopedia/glossary_view.asp?glossary_id=38. Acessado em 18 de
Janeiro de 2010.
4 Disponível em: http://www.techcoastangels.com/Public/content.aspx?ID=EA6BF3BF-964F-11D4-AD7900A0C95C1653.
Acessado em 23 de Janeiro de 2010.
5 Disponível em: http://blogs.wsj.com/venturecapital/2010/01/11/how-to-pitch-a-venture-capitalist-on-a-napkin/. Aces-
sado em 22 de Janeiro de 2010.
6 Disponível em:http://www.universia.com.br/santandereducacao/empreendedorismo/doc/sumario_executivo.doc. Aces-
sado em 22 de Janeiro de 2010.
7 World of Good Executive Summary – para mais informações buscar o site: www.worldofgood.com e http://www.dfjfrontier.com/cgi-portfolio/artman/publish/worldofgood.shtml
8 BONOMI, Cláudio e MALVESSI, Oscar. 2002. “Projec Finance no Brasil: Fundamentos e Estudo de Casos”. Atlas. 9 PIERCE, Corey J. 2007 .“The Art and Science of Obtaining Venture or Angel Investor Capital
10 PIERCE, Corey J. 2007 .“The Art and Science of Obtaining Venture or Angel Investor Capital
11 Para mais informações acesse: http://www.josedornelas.com.br/wp-content/uploads/2009/09/emp41.ppt. Acessado
em 20 de Janeiro de 2010.
12 Disponível em: www.incubadorarevap.com.br/download/plano_neg_estrutura.doc. Acessado 26 de Janeiro de 2010. 13 Alguns exemplos de demonstrativos podem ser encontrados no link: http://www.digitalworktools.com/pro-forma-fi nan-
cial-statements.php.
14 Disponível em: http://www.ehow.com/about_5032944_pro-forma-fi nancial-statement.html. Acessado em 23 de Janeiro
de 2010.
15 TIMMONS, Jeffrey e SPINELLI, Stephen. 2004. “New Venture Creation: Entrepreneurship for the 21st Century”. Boston:
Irwin McGraw Hill, 6a edição.
16 Disponível em: http://innovationzen.com/blog/2006/07/29/innovation-management-theory-part-1/. Acessado em 23
de Janeiro de 2010.
17 Site institucional do Ministério da Ciência e Tecnologia <http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/8477.html> 18 Site Institucional do Ministério da Ciência e Tecnologia <http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/8586.html> 19 Do inglês Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. Em português LAJIDA – Lucro Antes de Juros,
Impostos, Depreciação e Amortização.
20 Economic Value Added.
21 HIGGINS, Robert. 2001. “Sources of Financing Tool Kit”. Required Curriculum, Term I1. Winter. Harvard Business School. 22 HIGGINS, Robert. 2001. “Sources of Financing Tool Kit”. Required Curriculum, Term I1. Winter. Harvard Business School. 23 Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI). Disponível em http://www.
anpe1.org.br. Acessado em 24 de janeiro de 2010.
24 [19] FORTUNA, E. Mercado fi nanceiro: produtos e serviços. Editora Qualitymark, 16ª edição, Rio de Janeiro, 2005 25 Disponível em: http://www.fi nep.gov.br. Acessado em 23 de janeiro de 2010.
26 Para mais informações, acesse: http://www.fi nep.gov.br/programas/programas_in1.asp
27 Para maiores informações sobre o cartão BNDES, acesse o link: <http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/
Institucional/Apoio_Financeiro/Produtos/Cartao_BNDES/index.html>.
28 Para maiores informações, acesse o link http://www.bndes.gov.br e consulte todas as linhas de fi nanciamento operadas
pela instituição
29 Para mais informações a respeito de fi nanciamento não-reembolsável, acesse: http://www.fi nep.gov.br/como_obter_fi -
nanciamento/modalidades_de_fi nanciamento.asp#nao_reemb e também http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/ bndes_pt/Areas_de_Atuacao/Cultura/Procult/nao_reembolsavel.html.
30 Quadro enviado pelo Sr. Cássio Rabello, especialista em projetos da ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento In-
dustrial.