2.1. SANAYİ VE TİCARET ALANINDAKİ GELİŞMELER
2.1.1. Fabrika ve İmalathaneler
A recolha de informação policial está intimamente ligada às fontes donde se obtém esta informação, razão pela qual a informação recolhida possui restrições na significância e relevância para a polícia. A polícia hierarquiza as informações e direciona-as segundo as diversas especialidades que esta comporta.
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Partindo do princípio de que a GI observa não só a estratégia e os processos de negócios, mas também a estrutura organizacional, a cultura organizacional e a orientação dos recursos humanos, observa-se que a informação é influenciada por estes fatores para a sua valoração. Por essa razão, que o policial que recebe a informação, tem que ter uma capacidade de abstração para considerar e enquadrar esta informação, bem como inutilizá-la se não for de interesse policial.
A informação policial obedece trâmites predefinidos pelos relacionamentos, processos e valores inerentes da atividade. Devido à estrutura organizacional, é mais comum o movimento vertical da informação, principalmente, do policial na sua atividade de policiamento para os dirigentes policiais. Isto tem a sua razão de ser pois, a principal fonte de informação é a população que está em contato permanente com o pessoal operacional. Pouca informação se transmite do alto escalão para o pessoal operacional.
A transmissão de informação, não se resume só na via hierárquica, como também na colaboração entre funcionários de um mesmo setor de atividade, ou mesmo vindo da sociedade. Mas direcionada por uma instituição, esta chega aos órgãos superiores da organização policial e mais tarde, é comunicada ao pessoal operacional sob forma de ordens para fazer face à uma eventual situação.
Nisto, pode-se questionar: como buscar e como construir informações para a atividade policial?
A atividade policial é guiada por dois domínios de funções que são as de Law
officers ou funções legais e peace officers ou funções de paz (SOUSA, 1999).
As funções legais ou Law officers são as levadas acabo para a responsabilização dos violadores das normas de convivência social. É neste contexto que a polícia tem como função a detenção de criminosos usando o poder coercivo do Estado na proteção do bem comum regulamentado em preceitos legais, ou seja, a polícia tem em vista a proteção da lei, identificando os culpados de violá-la e detê-los. As informações a serem buscadas neste caso estariam viradas à localização dos criminosos e a perspectivar ações futuras de prevenção da ação criminal através do policiamento em locais considerados propensos ao cometimento de crimes.
As funções de paz ou peace officers estariam ligadas às ações da inteligência policial ou trabalho secreto da polícia. Para o efeito, a polícia não tem em vista a proteção dos valores morais descritos na lei, mas sim em atividades conducentes à tomada de decisões práticas de acordo com as constatações aferidas no terreno. Esta ação serve muito mais para detectar ações de perigo iminente e procuram ações interventivas para poderem solucioná-las.
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O mesmo autor mostra certa incompatibilidade entre as funções acima descritas atendendo à prática de que a polícia trabalha a maior parte do tempo em atividades de âmbito social imprevisíveis e que exigem raciocínio prático, sensibilidade para coletar e selecionar informações relevantes, interpretar situações, negociar e dialogar com pessoas da comunidade (SOUSA, 1999). Aqui a polícia deve estar dotada de conhecimento tácito construído com a participação da comunidade como principal fonte de informação.
Para polícia aplicadora da lei, a parte social fica aquém da comunidade o que leva ao seu afastamento e fraca colaboração entre ambos, um aspecto diretamente ligado à cultura organizacional que demonstra a superioridade da polícia relativamente à comunidade. Isto leva a um dilema entre a lei (law officers) e a ordem (peace officers) em Estados democráticos, uma vez que a polícia se assume como instrumento político do Estado e identifica-se com a lei o que dificulta a troca de informações com a comunidade e o respectivo controle da criminalidade.
Como solução para este dilema, surge a polícia comunitária como uma nova prevenção da criminalidade e que serve de elo entre a polícia e a comunidade no fornecimento de informações relevantes que possam orientar a atividade policial.
É nesta sequência que Lemos Filho (2006) defende o uso de estatísticas bem organizadas e confiáveis como fonte de informação e parâmetro adequado para orientar as atividades policiais. Defende que a atividade dos law officers apenas se resumem em esperar que o crime ocorra para poder deter o suspeito sem ter em conta outros condicionantes que propiciam a prática de crimes.
Além disso, Sousa (1999) vai mais longe ao afirmar que
... estratégia de esperar até que um delito ocorra para que os policiais entrem em ação baseia-se numa visão limitada da ação criminosa, significando, única e exclusivamente o rompimento de alguma regra legal. Desconsidera-se assim o contexto mais amplo dos problemas subjacentes que desencadearam a quebra da lei (SOUSA, 1999, p.48.).
Urge a necessidade de uma colaboração entre a polícia e a comunidade, valorizando os conselhos de policiamento virado para a comunidade na estreita colaboração com a polícia estadual.
Para que a polícia possa buscar a informação é necessário que esta estabeleça a relação com a comunidade a que está inserida e que está servindo. É necessário o policiamento em todos os seus sentidos, dada a função policial de impor o cumprimento da lei do Estado e o combate ao crime através de ações de investigação, consultando em primeiro lugar as fontes
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de informação. Isto consegue-se pela triagem e seleção da informação importante para o trabalho policial, dada a diversidade de informação com que o policial se depara na sua vida profissional.