3. SEYFE GÖLÜ SULAK ALAN YÖNETİM PLANI ÇERÇEVESİNDE TURİZM
3.3. Eylem Planı ve Ayrıntılı Açıklamalar
Nas instalações de redes de gás está bem patente a presença do SPQ através dos seus diversos subsistemas.
A metrologia garante que os co
utilizados nas inspecções efectuam as medições com exactidão e rigor. Através da normalização desenvolveram
outros inexistentes, por forma a Com a qualificação garante
gás, bem como as pessoas envolvidas no fabrico d formação e
Atendendo gás tornaram
junto dos utilizadores.
Figura
QUALIFICAÇÃO
A qualificação visa dar a garantia
serviços para os quais se diz habilitada e se propõe realizar certificar.
A acreditação de uma
condições de garantir a qualidade
desses serviços sintam confiança e tranquilidade na utilização dos mesmos. A certificação de um produto é a acção
cumpre os requisitos das normas aplicáveis.
RESUMO CONCLUSIVO
Nas instalações de redes de gás está bem patente a presença do SPQ através dos seus diversos subsistemas.
A metrologia garante que os co
utilizados nas inspecções efectuam as medições com exactidão e rigor. Através da normalização desenvolveram
os inexistentes, por forma a Com a qualificação garante
gás, bem como as pessoas envolvidas no fabrico d formação e a qualificação adequadas.
Atendendo às valências dos
tornaram-se mais seguras e eficientes, criando assim um sentimento de segurança e conforto junto dos utilizadores.
APIP (ONS) CT 161
Figura 3.2 – Organograma das ONS e respectivas CT no âmbito dos gases combustíveis (com base no
QUALIFICAÇÃO
A qualificação visa dar a garantia
serviços para os quais se diz habilitada e se propõe realizar A acreditação de uma determinada
condições de garantir a qualidade
desses serviços sintam confiança e tranquilidade na utilização dos mesmos. A certificação de um produto é a acção
cumpre os requisitos das normas aplicáveis.
RESUMO CONCLUSIVO
Nas instalações de redes de gás está bem patente a presença do SPQ através dos seus diversos A metrologia garante que os co
utilizados nas inspecções efectuam as medições com exactidão e rigor. Através da normalização desenvolveram
os inexistentes, por forma a resolver problemas
Com a qualificação garante-se que as pessoas envolvidas nas instalações e manutenção de redes de gás, bem como as pessoas envolvidas no fabrico d
a qualificação adequadas. às valências dos diversos
se mais seguras e eficientes, criando assim um sentimento de segurança e conforto junto dos utilizadores.
CATIM (ONS) CT 18 CT 36
Organograma das ONS e respectivas CT no âmbito dos gases combustíveis (com base no
A qualificação visa dar a garantia de que uma
serviços para os quais se diz habilitada e se propõe realizar determinada entidade pa
condições de garantir a qualidade dos serviços
desses serviços sintam confiança e tranquilidade na utilização dos mesmos.
A certificação de um produto é a acção pela qual se comprova que determinado protótipo ensaiado cumpre os requisitos das normas aplicáveis.
RESUMO CONCLUSIVO
Nas instalações de redes de gás está bem patente a presença do SPQ através dos seus diversos A metrologia garante que os componentes utilizados nas instalações, bem como os aparelhos utilizados nas inspecções efectuam as medições com exactidão e rigor.
Através da normalização desenvolveram-se os resolver problemas
se que as pessoas envolvidas nas instalações e manutenção de redes de gás, bem como as pessoas envolvidas no fabrico d
a qualificação adequadas.
diversos subsistemas integrados no SPQ, as instalações de redes de se mais seguras e eficientes, criando assim um sentimento de segurança e conforto
ISO CEN IPQ (ONN) CATIM (ONS) CT 36 CT 178
Organograma das ONS e respectivas CT no âmbito dos gases combustíveis (com base no Instituto Português da Qualidade [15])
que uma determinada serviços para os quais se diz habilitada e se propõe realizar
idade passa por tornar público
dos serviços a que se propõe, de modo a que os consumidores desses serviços sintam confiança e tranquilidade na utilização dos mesmos.
pela qual se comprova que determinado protótipo ensaiado
Nas instalações de redes de gás está bem patente a presença do SPQ através dos seus diversos mponentes utilizados nas instalações, bem como os aparelhos utilizados nas inspecções efectuam as medições com exactidão e rigor.
os métodos que se mostravam inadequados e criaram resolver problemas
se que as pessoas envolvidas nas instalações e manutenção de redes de gás, bem como as pessoas envolvidas no fabrico de componentes
subsistemas integrados no SPQ, as instalações de redes de se mais seguras e eficientes, criando assim um sentimento de segurança e conforto
IPQ
CT 178 CT 100
Organograma das ONS e respectivas CT no âmbito dos gases combustíveis (com base no Instituto Português da Qualidade [15])
determinada entidade tem condições para prestar os serviços para os quais se diz habilitada e se propõe realizar. Esta qualificação passa por acreditar e
ssa por tornar público
a que se propõe, de modo a que os consumidores desses serviços sintam confiança e tranquilidade na utilização dos mesmos.
pela qual se comprova que determinado protótipo ensaiado
Nas instalações de redes de gás está bem patente a presença do SPQ através dos seus diversos mponentes utilizados nas instalações, bem como os aparelhos utilizados nas inspecções efectuam as medições com exactidão e rigor.
métodos que se mostravam inadequados e criaram se que as pessoas envolvidas nas instalações e manutenção de redes de
componentes
subsistemas integrados no SPQ, as instalações de redes de se mais seguras e eficientes, criando assim um sentimento de segurança e conforto
CT 100 CT 101
Organograma das ONS e respectivas CT no âmbito dos gases combustíveis (com base no Instituto Português da Qualidade [15])
entidade tem condições para prestar os sta qualificação passa por acreditar e ssa por tornar público que essa
a que se propõe, de modo a que os consumidores desses serviços sintam confiança e tranquilidade na utilização dos mesmos.
pela qual se comprova que determinado protótipo ensaiado
Nas instalações de redes de gás está bem patente a presença do SPQ através dos seus diversos mponentes utilizados nas instalações, bem como os aparelhos utilizados nas inspecções efectuam as medições com exactidão e rigor.
métodos que se mostravam inadequados e criaram se que as pessoas envolvidas nas instalações e manutenção de redes de
componentes a integrar
subsistemas integrados no SPQ, as instalações de redes de se mais seguras e eficientes, criando assim um sentimento de segurança e conforto
ITG (ONS) CT 101 CT 102
Organograma das ONS e respectivas CT no âmbito dos gases combustíveis (com base no
entidade tem condições para prestar os sta qualificação passa por acreditar e essa entidade está em a que se propõe, de modo a que os consumidores pela qual se comprova que determinado protótipo ensaiado
Nas instalações de redes de gás está bem patente a presença do SPQ através dos seus diversos mponentes utilizados nas instalações, bem como os aparelhos
métodos que se mostravam inadequados e criaram se que as pessoas envolvidas nas instalações e manutenção de redes de
integrar nessas redes, têm a subsistemas integrados no SPQ, as instalações de redes de se mais seguras e eficientes, criando assim um sentimento de segurança e conforto
CT 102 CT 106 Organograma das ONS e respectivas CT no âmbito dos gases combustíveis (com base no
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entidade tem condições para prestar os sta qualificação passa por acreditar e entidade está em a que se propõe, de modo a que os consumidores pela qual se comprova que determinado protótipo ensaiado
Nas instalações de redes de gás está bem patente a presença do SPQ através dos seus diversos mponentes utilizados nas instalações, bem como os aparelhos métodos que se mostravam inadequados e criaram-se se que as pessoas envolvidas nas instalações e manutenção de redes de essas redes, têm a subsistemas integrados no SPQ, as instalações de redes de se mais seguras e eficientes, criando assim um sentimento de segurança e conforto
CT 106 Organograma das ONS e respectivas CT no âmbito dos gases combustíveis (com base no
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Apresenta-se nos Quadro 3.1 e Quadro 3.2as principais normas aplicáveis nas instalações de gás.
Quadro 3.1 – Principais normas legislativas em vigor.
Contadores de gás
NP EN 1359:2010 – Contadores de gás. Contadores de paredes deformáveis Cores de segurança
NP 182:1966 – Identificação de fluidos. Cores e sinais para canalizações Equipamento sob pressão (garrafas e reservatórios para gpl)
NP EN 1442:2006+A1:2010 – Equipamentos e acessórios para GPL. Garrafas para gases de petróleo liquefeitos (GPL) de aço soldado transportáveis e recarregáveis. Concepção e construção Instalação de aparelhos e equipamentos
NP 1037-1:2002 – Ventilação e evacuação dos produtos da combustão dos locais com aparelhos a gás. Parte 1: Edifícios de habitação. Ventilação natural
NP 1037-2:2009 – Ventilação e evacuação dos produtos da combustão dos locais com aparelhos a gás. Parte 2: Edifícios de habitação. Ventilação mecânica centralizada (VMC) de fluxo simples NP 1037-3-1:2012 – Ventilação dos edifícios com aparelhos a gás. Parte 3-1: Edifícios de habitação Instalação dos aparelhos a gás: volume dos locais; posicionamento dos aparelhos e suas ligações aos vários sistemas de alimentação; ligações ao sistema de ventilação
NP 1037-4:2001 – Ventilação e evacuação dos produtos da combustão dos locais com aparelhos a gás. Parte 4: Instalação e ventilação das cozinhas profissionais
Produtos de estanquidade, espumíferos e lubrificantes
NP EN 14291:2006 - Soluções que produzem espuma para pesquisa de fugas em instalações de gás
EN 751-1:1996 - Sealing materials for metallic threaded joints in contact with 1st, 2nd and 3rd family gases and hot water - Part 1: Anaerobic jointing compounds
EN 751-2:1996 - Sealing materials for metallic threaded joints in contact with 1st, 2nd and 3rd family gases and hot water - Part 2: Non-hardening jointing compounds
EN 751-3:1996 - Sealing materials for metallic threaded joints in contact with 1st, 2nd and 3rd family gases and hot water - Part 3: Unsintered PTFE tapes
Instalações de gás
NP 4271:1994 - Redes, ramais de distribuição e utilização dos gases combustíveis da 1ª., 2ª. e 3ª. famílias. Simbologia
Redutores e reguladores de pressão
NP EN 334:2005+A1 – Reguladores de pressão de gás para pressões de entrada até 100 bar NP EN 12864:2005 – Redutores de pressão fixa, com uma pressão de saída máxima igual ou inferior a 200 mbar, com caudal inferior ou igual a 4 kg/h, e seus dispositivos de segurança associados para butano, propanos ou suas misturas
EN 13785:2005+A1:2008 – Regulators with a capacity of up to and including 100 kg/h, having a maximum nominal outlet pressure of up to and including 4 bar, other than those covered by EN 12864 and their associated safety devices for butane, propane or their mixtures
EN 13786:2004+A1 :2008 – Automatic change-over valves having a maximum outlet pressure of up to and including 4 bar with a capacity of up to and including 100 kg/h, and their associated safety devices for butane, propane or their mixtures
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Quadro 3.2 – Principais normas legislativas em vigor (continuação).
Roscas
NP 4431:2004 – Ligações roscadas para instalações de gás. Requisitos, materiais e características NP EN 10226-1:2004 – Roscas de tubagens para ligação com estanquidade no filete Parte 1: Roscas exteriores cónicas e roscas interiores cilíndricas Dimensões, tolerâncias e designação
NP EN 10226-1:2004 – Roscas de tubagens para ligação com estanquidade no filete Parte 1: Roscas exteriores cónicas e roscas interiores cilíndricas Dimensões, tolerâncias e designação
NP EN 10226-2:2010 – Roscas de tubagens para ligação com estanquidade no filete. Parte 2: Roscas exteriores cónicas e roscas interiores cónicas. Dimensões, tolerâncias e designação
NP EN ISO 228-1:2005 – Roscas de tubagens para ligação sem estanquidade no filete. Parte 1: Dimensões, tolerâncias e designação (ISO 228-1:2000)
ISO 7-1:1994 – Pipe threads where pressure – tight joints are made on the threads. Part 1: Dimensions, tolerances and designation
ISO 262:1998 - ISO general purpose metric screw threads -- Selected sizes for screws, bolts and nuts
Torneiras/válvulas
NP EN 331:2011 – Válvulas de macho esférico e válvulas de macho cónico de fundo plano destinadas a ser manobradas manualmente e a ser utilizadas nas instalações de gás dos edifícios
NP EN 15069:2010 – Válvulas de segurança para a ligação de aparelhos de uso doméstico que utilizam combustíveis gasosos e alimentados por tubos metálico ondulados
Tubos e acessórios
NP EN 1555-1:2011 – Sistemas de tubagens de plástico para abastecimento de combustíveis gasosos Polietileno (PE) Parte 1: Aspectos gerais
NP EN 1555-2:2011 – Sistemas de tubagens de plástico para abastecimento de combustíveis gasosos Polietileno (PE) Parte 2: Tubos
NP EN 10208-1:2011 – Tubos de aço para redes de fluidos combustíveis. Condições técnicas de fornecimento. Parte 1: Tubos de classe A
NP EN 10255:2004+A1 – Tubos de aço não ligado com aptidão para soldadura e roscagem. Condições técnicas de fornecimento
EN 1057:2006+A1 – Copper and copper alloys – Seamless, round copper tubes for water and gas in sanitary and heating applications
EN 1555-3:2010+A1 – Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels – Polyethylene (PE) – Part 3: Fittings
EN 1555-4:2011 – Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels – Polyethylene (PE) – Part 4: Valves
Tubos flexíveis e acessórios
ET IPQ 107-1:1999 – Tubos flexíveis de borracha e plástico para utilização com gases da 3ª. Família. Parte 1 – Requisitos para tubos de borracha e plástico para utilização com gases da 3ª. Família NP 4392:2001 – Tubos flexíveis não metálicos, com ou sem revestimento exterior, com terminais mecânicos para ligação de garrafas de GPL a instalações de gás (liras)
NP 4436:2005 – Tubos de borracha e plástico para utilização com gás combustível. Requisitos para os tubos de borracha e plástico para ligação dos aparelhos que utilizam combustíveis gasosos da 2.ª família NP EN 14800:2010 – Tubos flexíveis metálicos ondulados de segurança para a ligação de aparelhos de uso doméstico que utilizam combustíveis gasosos
NP EN 15266:2008 – Kits de tubagem flexível corrugada em aço inoxidável para gás em edifícios com uma pressão de serviço até 0,5 bar
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4. SOLUÇÕES DE ABASTECI
No presente capítulo vão ser abordadas as questões legislativas e normativas associadas às diferentes soluções de abastecimento.
O abastecimento das instalações de gás em Portugal é efectuado através de dois tipos de solução: D
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