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1: Bir Örnek Olarak Doğal Çevre ve Yaya Yolu

A colocação e utilização de garrafas GPL

predial de gás permite o transporte do combustível s de queima.

Os reservatórios permitem abastecer os aparelhos a gás transportado em rede. Neste ca

pressão (RSP), com capacidades superiores a 150 dm3, ou garrafas de GPL, de menor capacidade,

postos de garrafas

no) são geralmente designadas pelo volume de gás armazenado. se as características dimensionais das garrafas usadas em Portug

O fabrico de garrafas de GPL deve obedecer aos critérios da norma NP EN 1442:2006 requalificação das garrafas deve satisfazer a norma NP EN 1440:2010

Características das garrafas [S.3].

Capacidade

(l ou dm3) Carga

a) Garrafas exclusivas dos Açores.

Existem garrafas com outras capacidades, as representadas são as mais usuais.

a Portaria 361/98, não é permitida a instalação de garrafas de GPL no interior de egulamento Técnico de

(SCIE), publicado na portaria n.º 1532/2008, ou seja em edifícios com

entre a cota do pavimento do último piso coberto susceptível de ocupação e a cota da via de s elevada, donde seja possível aos bombeiros lançar operações de salvamento de pe

altura é obrigatório recorrer a uma instalação abastecida através de GN

interior dos edifícios

no interior dos edifícios deve obedecer às

ustível entre o dispositivo de corte geral ao edifício

Os reservatórios permitem abastecer os aparelhos a gás quando não for possível efectuar transportado em rede. Neste caso podem ser utilizados reservatórios sob

, ou garrafas de GPL, de menor capacidade, s de garrafas.

no) são geralmente designadas pelo volume de gás armazenado. se as características dimensionais das garrafas usadas em Portug

O fabrico de garrafas de GPL deve obedecer aos critérios da norma NP EN 1442:2006 EN 1440:2010

Características das garrafas [S.3].

Carga (kg) 11 45 13 55

Existem garrafas com outras capacidades, as representadas são as mais usuais.

instalação de garrafas de GPL no interior de de Segurança contra

ou seja em edifícios com

entre a cota do pavimento do último piso coberto susceptível de ocupação e a cota da via de s elevada, donde seja possível aos bombeiros lançar operações de salvamento de pessoas e de combate a incêndios. altura é obrigatório recorrer a uma instalação abastecida através de GN

no interior dos edifícios deve obedecer às

entre o dispositivo de corte geral ao edifício

quando não for possível efectuar so podem ser utilizados reservatórios sob , ou garrafas de GPL, de menor capacidade,

no) são geralmente designadas pelo volume de gás armazenado. se as características dimensionais das garrafas usadas em Portug

O fabrico de garrafas de GPL deve obedecer aos critérios da norma NP EN 1442:2006 EN 1440:2010.

Características das garrafas [S.3].

Dimensões (mm × mm) 300 × 555 380 × 1200 300 × 555 380 × 1200

Existem garrafas com outras capacidades, as representadas são as mais usuais.

instalação de garrafas de GPL no interior de egurança contra Incêndios e

ou seja em edifícios com altura igual ou superior a 28 m, entre a cota do pavimento do último piso coberto susceptível de ocupação e a cota da via de s elevada, donde seja possível aos bombeiros lançar ssoas e de combate a incêndios. altura é obrigatório recorrer a uma instalação abastecida através de GN

no interior dos edifícios deve obedecer às

entre o dispositivo de corte geral ao edifício

quando não for possível efectuar so podem ser utilizados reservatórios sob , ou garrafas de GPL, de menor capacidade,

no) são geralmente designadas pelo volume de gás armazenado. se as características dimensionais das garrafas usadas em Portug

O fabrico de garrafas de GPL deve obedecer aos critérios da norma NP EN 1442:2006

Dimensões mm) Material 555 Aço 1200 555 1200

Existem garrafas com outras capacidades, as representadas são as mais usuais.

instalação de garrafas de GPL no interior de ncêndios em

altura igual ou superior a 28 m, entre a cota do pavimento do último piso coberto susceptível de ocupação e a cota da via de s elevada, donde seja possível aos bombeiros lançar ssoas e de combate a incêndios. altura é obrigatório recorrer a uma instalação abastecida através de GN

no interior dos edifícios deve obedecer às condições, entre o dispositivo de corte geral ao edifício

quando não for possível efectuar o so podem ser utilizados reservatórios sob , ou garrafas de GPL, de menor capacidade,

no) são geralmente designadas pelo volume de gás armazenado. se as características dimensionais das garrafas usadas em Portugal. O fabrico de garrafas de GPL deve obedecer aos critérios da norma NP EN 1442:2006. A

Material

Aço

Existem garrafas com outras capacidades, as representadas são as mais usuais. instalação de garrafas de GPL no interior de

m Edifícios altura igual ou superior a 28 m, entre a cota do pavimento do último piso coberto susceptível de ocupação e a cota da via de s elevada, donde seja possível aos bombeiros lançar ssoas e de combate a incêndios. altura é obrigatório recorrer a uma instalação abastecida através de GN

 No interior de cada fogo, garagem ou anexo de habitação, área comercial ou outros serviços, só podem existir, no máximo, 4 garrafas cheias ou vazias, cuja capacidade total não exceda 106 dm

existir mais de 2 garra  Não deve fazer

garrafas de GPL nas caves;

 É permitido o uso e existência de garrafas de GPL em compartimentos semienterrados NOTA: xxxxxxxxx xxxxxxxxx xxxxxxxxx xxxxxxxxx No projecto deve garrafas Como indicado

alojamento das garrafas (

 A garrafa deve ficar separada do aparelho através de materiais não combustíveis;  A base da garrafa deve assentar num plano ao

acumulação de gás;

 As garrafas devem localizar

Nos edifícios antigos, onde não foi inicialmente prevista a utilização de gás, localização de garrafas em

da fonte de calor [12], como

Quadro

Condições

No interior de cada fogo, garagem ou anexo de habitação, área comercial ou outros serviços, só podem existir, no máximo, 4 garrafas cheias ou vazias, cuja capacidade total não exceda 106 dm

existir mais de 2 garra Não deve fazer

garrafas de GPL nas caves;

É permitido o uso e existência de garrafas de GPL em compartimentos semienterrados NOTA: a) Compartimento semient

xxxxxxxxxrelação a um ou mais dos alçados do edifício, est

xxxxxxxxxrelativamente a, pelo menos, um dos outros alçados, dispondo de acesso que permita

xxxxxxxxxuma continuidade livre e natural do escoamento de eventuais fugas de gás para o

xxxxxxxxxexterior, não se considerando como exteriores os pátios interiores e os sag

o projecto deve dedicar garrafas de gás combustível

indicado no Quadro alojamento das garrafas (

A garrafa deve ficar separada do aparelho através de materiais não combustíveis; A base da garrafa deve assentar num plano ao

acumulação de gás;

As garrafas devem localizar

Nos edifícios antigos, onde não foi inicialmente prevista a utilização de gás, localização de garrafas em

da fonte de calor [12], como

Quadro 4.6 – Condições da utilização de garrafas GPL no interior dos edifícios [N.14].

Condições gerais

No interior de cada fogo, garagem ou anexo de habitação, área comercial ou outros serviços, só podem existir, no máximo, 4 garrafas cheias ou vazias, cuja capacidade total não exceda 106 dm3, não devendo

existir mais de 2 garrafas por compartimento; Não deve fazer-se uso nem devem existir garrafas de GPL nas caves;

É permitido o uso e existência de garrafas de GPL em compartimentos semienterrados

a) Compartimento semient

relação a um ou mais dos alçados do edifício, est

relativamente a, pelo menos, um dos outros alçados, dispondo de acesso que permita uma continuidade livre e natural do escoamento de eventuais fugas de gás para o exterior, não se considerando como exteriores os pátios interiores e os sag

dedicar-se sempre especial de gás combustível.

Quadro 4.6, no interior dos fogos alojamento das garrafas (Figura

A garrafa deve ficar separada do aparelho através de materiais não combustíveis; A base da garrafa deve assentar num plano ao

acumulação de gás; As garrafas devem localizar

Nos edifícios antigos, onde não foi inicialmente prevista a utilização de gás,

localização de garrafas em cozinhas com lareira. A garrafa deve estar sempre a uma certa distância da fonte de calor [12], como ilustrado

Condições da utilização de garrafas GPL no interior dos edifícios [N.14].

erais

No interior de cada fogo, garagem ou anexo de habitação, área comercial ou outros serviços, só podem existir, no máximo, 4 garrafas cheias ou vazias, cuja capacidade

, não devendo fas por compartimento; se uso nem devem existir garrafas de GPL nas caves;

É permitido o uso e existência de garrafas de GPL em compartimentos semienterrados

a) Compartimento semienterrado é um compartimento que, estando numa relação a um ou mais dos alçados do edifício, est

relativamente a, pelo menos, um dos outros alçados, dispondo de acesso que permita uma continuidade livre e natural do escoamento de eventuais fugas de gás para o exterior, não se considerando como exteriores os pátios interiores e os sag

se sempre especial , no interior dos fogos Figura 4.6) observar ainda

A garrafa deve ficar separada do aparelho através de materiais não combustíveis; A base da garrafa deve assentar num plano ao

As garrafas devem localizar-se em zonas com boa

Figura 4.6 – Alojamento de garrafas [12].

Nos edifícios antigos, onde não foi inicialmente prevista a utilização de gás,

cozinhas com lareira. A garrafa deve estar sempre a uma certa distância ilustrado na Figura

Condições da utilização de garrafas GPL no interior dos edifícios [N.14].

Alimentação de No interior de cada fogo, garagem ou anexo

de habitação, área comercial ou outros serviços, só podem existir, no máximo, 4 garrafas cheias ou vazias, cuja capacidade

, não devendo fas por compartimento; se uso nem devem existir É permitido o uso e existência de garrafas de GPL em compartimentos semienterrados a).

errado é um compartimento que, estando numa relação a um ou mais dos alçados do edifício, est

relativamente a, pelo menos, um dos outros alçados, dispondo de acesso que permita uma continuidade livre e natural do escoamento de eventuais fugas de gás para o exterior, não se considerando como exteriores os pátios interiores e os sag

se sempre especial atenção

, no interior dos fogos apenas são permitidas garrafas G 26 ) observar ainda as seguintes condições

A garrafa deve ficar separada do aparelho através de materiais não combustíveis; A base da garrafa deve assentar num plano ao nível do pavimento, a fim

se em zonas com boa

Alojamento de garrafas [12].

Nos edifícios antigos, onde não foi inicialmente prevista a utilização de gás,

cozinhas com lareira. A garrafa deve estar sempre a uma certa distância Figura 4.7.

Condições da utilização de garrafas GPL no interior dos edifícios [N.14].

Alimentação de e

Em oficinas e naves industriais, é permitida a existência de garrafas GPL amovíveis, cheias ou vazias, desde que a sua capacidade total não exceda 1500 dm3, por m2

industrial;

No caso da utilização de garrafas

amovíveis com capacidade unitária inferior a 30 dm3, estas não devem ser agrupadas

em mais de

errado é um compartimento que, estando numa

relação a um ou mais dos alçados do edifício, estão também em pisos elevados relativamente a, pelo menos, um dos outros alçados, dispondo de acesso que permita uma continuidade livre e natural do escoamento de eventuais fugas de gás para o exterior, não se considerando como exteriores os pátios interiores e os sag

atenção ao local onde terão de ficar alojadas as apenas são permitidas garrafas G 26

as seguintes condições

A garrafa deve ficar separada do aparelho através de materiais não combustíveis; nível do pavimento, a fim

se em zonas com boa ventilação.

Alojamento de garrafas [12].

Nos edifícios antigos, onde não foi inicialmente prevista a utilização de gás,

cozinhas com lareira. A garrafa deve estar sempre a uma certa distância

Condições da utilização de garrafas GPL no interior dos edifícios [N.14].

Alimentação de equipamentos em e naves industriais Em oficinas e naves industriais, é permitida a existência de garrafas GPL

veis, cheias ou vazias, desde que a sua capacidade total não exceda 1500

2 de área útil da oficina ou nave

No caso da utilização de garrafas

amovíveis com capacidade unitária inferior , estas não devem ser agrupadas em mais de 4 unidades por grupo.

errado é um compartimento que, estando numa

ão também em pisos elevados relativamente a, pelo menos, um dos outros alçados, dispondo de acesso que permita uma continuidade livre e natural do escoamento de eventuais fugas de gás para o exterior, não se considerando como exteriores os pátios interiores e os sag

o local onde terão de ficar alojadas as apenas são permitidas garrafas G 26

as seguintes condições:

A garrafa deve ficar separada do aparelho através de materiais não combustíveis; nível do pavimento, a fim

ventilação.

Nos edifícios antigos, onde não foi inicialmente prevista a utilização de gás, requer especial cuidado cozinhas com lareira. A garrafa deve estar sempre a uma certa distância

Condições da utilização de garrafas GPL no interior dos edifícios [N.14].

quipamentos em oficinas ndustriais

Em oficinas e naves industriais, é permitida a existência de garrafas GPL

veis, cheias ou vazias, desde que a sua capacidade total não exceda 1500

de área útil da oficina ou nave No caso da utilização de garrafas

amovíveis com capacidade unitária inferior , estas não devem ser agrupadas

4 unidades por grupo. errado é um compartimento que, estando numa cave em

ão também em pisos elevados relativamente a, pelo menos, um dos outros alçados, dispondo de acesso que permita uma continuidade livre e natural do escoamento de eventuais fugas de gás para o exterior, não se considerando como exteriores os pátios interiores e os saguões.

o local onde terão de ficar alojadas as apenas são permitidas garrafas G 26, devendo A garrafa deve ficar separada do aparelho através de materiais não combustíveis;

de se evitar eventual

requer especial cuidado cozinhas com lareira. A garrafa deve estar sempre a uma certa distância

23

ficinas permitida a existência de garrafas GPL

veis, cheias ou vazias, desde que a sua capacidade total não exceda 1500

de área útil da oficina ou nave amovíveis com capacidade unitária inferior

, estas não devem ser agrupadas cave em

relativamente a, pelo menos, um dos outros alçados, dispondo de acesso que permita uma continuidade livre e natural do escoamento de eventuais fugas de gás para o

o local onde terão de ficar alojadas as , devendo o

se evitar eventual

requer especial cuidado a cozinhas com lareira. A garrafa deve estar sempre a uma certa distância

24

Nos casos em que exista possibilidade de colocar uma antepara entre a garrafa e a fonte de calor, a distância entre a garrafa e a fonte de calor diminui conforme se ilustra na

4.2.1.2.

Quando

garrafas deverão situar

ou em bateria, sendo que este último é vulgarmente designado por posto de garrafas. Não existe nenhum impedimento a que o posto de garrafas seja constituído por garrafas G 26, mas

têm uma menor capacidade de vaporização, será necessário, para um mesmo consumo, um número muito superior de garrafas G 26 comparativame

arrumação das garrafas. No Quadro

edifícios

Nos casos em que exista possibilidade de colocar uma antepara entre a garrafa e a fonte de calor, a distância entre a garrafa e a fonte de calor diminui conforme se ilustra na

Figura 4.8

Garrafas n

4.2.1.2.

Quando a capacidade das garrafas excede garrafas deverão situar

ou em bateria, sendo que este último é vulgarmente designado por posto de garrafas. Não existe nhum impedimento a que o posto de garrafas seja constituído por garrafas G 26, mas

têm uma menor capacidade de vaporização, será necessário, para um mesmo consumo, um número muito superior de garrafas G 26 comparativame

arrumação das garrafas. Quadro 4.7 apresentam edifícios.

Figura 4

Nos casos em que exista possibilidade de colocar uma antepara entre a garrafa e a fonte de calor, a distância entre a garrafa e a fonte de calor diminui conforme se ilustra na

8 – Distância entre a garrafa e a fonte de calor com interposição de antepara [12].

Garrafas no exterior dos

a capacidade das garrafas excede

garrafas deverão situar-se no exterior do fogo. Neste caso, as garrafas poderão existir isoladamente ou em bateria, sendo que este último é vulgarmente designado por posto de garrafas. Não existe

nhum impedimento a que o posto de garrafas seja constituído por garrafas G 26, mas

têm uma menor capacidade de vaporização, será necessário, para um mesmo consumo, um número muito superior de garrafas G 26 comparativame

arrumação das garrafas.

apresentam-se os requisitos colocados aos postos de garrafas no exterior dos

4.7 – Distância entre a garrafa e a fonte de calor [12].

Nos casos em que exista possibilidade de colocar uma antepara entre a garrafa e a fonte de calor, a distância entre a garrafa e a fonte de calor diminui conforme se ilustra na

Distância entre a garrafa e a fonte de calor com interposição de antepara [12].

o exterior dos edifícios

a capacidade das garrafas exceder os limites para aplicação no interior do fogo, então as no exterior do fogo. Neste caso, as garrafas poderão existir isoladamente ou em bateria, sendo que este último é vulgarmente designado por posto de garrafas. Não existe

nhum impedimento a que o posto de garrafas seja constituído por garrafas G 26, mas

têm uma menor capacidade de vaporização, será necessário, para um mesmo consumo, um número muito superior de garrafas G 26 comparativame

se os requisitos colocados aos postos de garrafas no exterior dos

Distância entre a garrafa e a fonte de calor [12].

Nos casos em que exista possibilidade de colocar uma antepara entre a garrafa e a fonte de calor, a distância entre a garrafa e a fonte de calor diminui conforme se ilustra na

Distância entre a garrafa e a fonte de calor com interposição de antepara [12].

edifícios

r os limites para aplicação no interior do fogo, então as no exterior do fogo. Neste caso, as garrafas poderão existir isoladamente ou em bateria, sendo que este último é vulgarmente designado por posto de garrafas. Não existe

nhum impedimento a que o posto de garrafas seja constituído por garrafas G 26, mas

têm uma menor capacidade de vaporização, será necessário, para um mesmo consumo, um número muito superior de garrafas G 26 comparativamente ao número de garrafas

se os requisitos colocados aos postos de garrafas no exterior dos

Distância entre a garrafa e a fonte de calor [12].

Nos casos em que exista possibilidade de colocar uma antepara entre a garrafa e a fonte de calor, a distância entre a garrafa e a fonte de calor diminui conforme se ilustra na

Distância entre a garrafa e a fonte de calor com interposição de antepara [12].

r os limites para aplicação no interior do fogo, então as no exterior do fogo. Neste caso, as garrafas poderão existir isoladamente ou em bateria, sendo que este último é vulgarmente designado por posto de garrafas. Não existe

nhum impedimento a que o posto de garrafas seja constituído por garrafas G 26, mas

têm uma menor capacidade de vaporização, será necessário, para um mesmo consumo, um número nte ao número de garrafas

se os requisitos colocados aos postos de garrafas no exterior dos

Distância entre a garrafa e a fonte de calor [12].

Nos casos em que exista possibilidade de colocar uma antepara entre a garrafa e a fonte de calor, a distância entre a garrafa e a fonte de calor diminui conforme se ilustra na Figura 4

Distância entre a garrafa e a fonte de calor com interposição de antepara [12].

r os limites para aplicação no interior do fogo, então as no exterior do fogo. Neste caso, as garrafas poderão existir isoladamente ou em bateria, sendo que este último é vulgarmente designado por posto de garrafas. Não existe

nhum impedimento a que o posto de garrafas seja constituído por garrafas G 26, mas

têm uma menor capacidade de vaporização, será necessário, para um mesmo consumo, um número nte ao número de garrafas G 110, o que

se os requisitos colocados aos postos de garrafas no exterior dos Nos casos em que exista possibilidade de colocar uma antepara entre a garrafa e a fonte de calor, a

4.8.

Distância entre a garrafa e a fonte de calor com interposição de antepara [12].

r os limites para aplicação no interior do fogo, então as no exterior do fogo. Neste caso, as garrafas poderão existir isoladamente ou em bateria, sendo que este último é vulgarmente designado por posto de garrafas. Não existe nhum impedimento a que o posto de garrafas seja constituído por garrafas G 26, mas, como estas têm uma menor capacidade de vaporização, será necessário, para um mesmo consumo, um número G 110, o que dificulta a se os requisitos colocados aos postos de garrafas no exterior dos Nos casos em que exista possibilidade de colocar uma antepara entre a garrafa e a fonte de calor, a

Benzer Belgeler