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1.3. Örgütsel Adaletin Boyutları

1.3.3. Etkileşim Adaleti

Professoras/es da rede municipal de ensino;

Escolas públicas municipais e estaduais; Trabalhadores/as rurais das áreas

de assentamentos de comunidades rurais

Associações de trabalhadores/as rurais das áreas de assentamentos; associações comunitárias;

Delegados/as dos conselhos;

lideranças comunitárias. Conselho Desenvolvimento Solidário – PDS; Conselho Municipal do Programa de comunitário de Maxaranguape; Conselho Municipal Associação de Desenvolvimento Comunitário e Cidadania.

Jovens; mulheres e artistas locais. Grupos: de Jovens, Mulheres e grupos Culturais;

Pescadores/as; artesãos e artesãs

do mar. Colônias de Pescadores.

Pastorais sociais. Igrejas Evangélica e Católica; Associações de idosos/as.

Empresários. Manoa; Associação de Desenvolvimento do

Turismo de Maracajú. Prefeito, vereadores/as e demais

representantes da gestão pública; as diversas Secretarias.

Poder Executivo e Legislativo Câmara Municipal. Secretarias Municipais: Educação, Administração, Saúde, Turismo e Meio Ambiente, Assistência Social [...].

Consolidação dos Assentamentos, (um Programa Nacional do Ministério de Reforma Agrária), voltado para o desenvolvimento das áreas de reforma agrária. Cabe ressaltar que a participação dessas equipes nas reuniões do Fórum e noutras atividades contribuiu, de forma significativa, nas discussões dos problemas, dando sugestões e na elaboração de propostas. No entanto, as mesmas deixaram de participar em meados de 2007, após o término da gestão programa do governo federal (o PAC).

Dentre as atividades apontadas com maior expressão de participação da sociedade civil organizada relacionam-se as seguintes: Um curso de capacitação para a elaboração do plano de gestão, divulgação e nivelamento de conceitos e temas da Agenda 21; Seminário de Lançamento da Agenda 21; duas (02) grandes audiências públicas; seis oficinas e caravanas relativas ao processo de construção de diagnósticos das localidades; Um Seminário Municipal de Devolução de Diagnóstico; e por último, o Seminário Final da Plataforma da Agenda 21 – “A Maxaranguape que queremos para o Futuro”. Cabe lembrar que realização estas atividades cumpriram objetivos e metas constantes do projeto de construção da Agenda 21, sendo as mesmas revalidadas pelo planejamento participativo, no Fórum.

A partir dos registros dessa prática (constituídos nos relatórios e listas de participantes), pôde ser observado que na realização do conjunto de atividades, destacadas como relevantes neste processo de observação, houve um intenso momento de mobilização, divulgação e de sensibilização, o que favoreceu a maior presença da sociedade, entidades parceiras e representantes do poder público local. Essas atividades identificavam conotação importante de caráter formativo e mobilizador, como também de relevância política, do ponto de vista da participação, quantitativa e qualitativa (demonstrado nos relatórios de atividades e nas listas de participantes das atividades da Agenda 21), a participação expressiva da sociedade civil organizada através de suas representações locais, dos diversos sujeitos e atores sociais. Não obstante, cabe ressaltar que muitas outras atividades realizadas em âmbito local tiveram também, sua igual importância nesse processo.

Logo, consideramos o grau de relevância dessas atividades em relação à prática política pedagógica, a construção coletiva de conhecimento, que

pautaram, principalmente, os aspectos da participação e o despertar da consciência crítica na intenção sócio-ambiental. Nesse sentido, buscamos privilegiar as principais atividades temáticas, como campo de observação desta pesquisa, assunto a ser abordado posteriormente, visando melhor discuti-lo e aprofundá-lo.

No próximo item são apresentados princípios teóricos metodológicos, as metodologias e dinâmicas que balizaram o fazer da Prática Educativa em pauta.

Identificando o Caminho Metodológico na Construção da Agenda 21 de Maxaranguape

O processo construção desta Agenda 21 Local, enquanto base metodológica amplia aquela indicada no momento de sua construção, anteriormente citada. Adota as referências do trabalho da educação popular, com princípios teóricos metodológicos ancorados na concepção histórico-dialética freireana41.

Como ideário, esta prática educativa alicerçou-se na construção de um programa de ação estratégica, por meio de um planejamento e processo participativo multisetorial da sociedade, ao aglutinar os diversos atores sociais grupos e organizações associativas, como os demais segmentos da sociedade. Enquanto base metodologia reforça os ideais democráticos, balizados no exercício contínuo de participação ativa ao instigar a crescente autonomia política dos sujeitos sociais coletivos, em relação a sua atuação nos espaços públicos.

Nesta tônica, privilegiou-se o formato e uso de metodologias: interativa, participativa e solidária com enfoque dialógico crítico. Garantiram-se ainda, a mediação dos aspectos: interdisciplinar, multidisciplinar e de transversalidade nos temas e assuntos. Igualmente considerou-se a abordagem em gênero, geração e

41 Na visão do autor, diz respeito a uma visão de humanidade, de sociedade e uma teoria do conhecimento que busca partir do contexto, da visão de mundo do sujeito para um processo de construção social coletiva, que perspectiva a transformação da realidade social (FREIRE, 2005).

a dimensão de holismo42 ao perpassar todo o fazer dessa prática educativa.

Deste modo, foram contempladas as questões dos jovens e mulheres, com relação ao seu contexto, às suas especificidades, idéias e interesses. Da mesma forma, o enfoque holístico numa perspectiva crítica é entendido como, a possibilidade de promover a discussão e a construção social de conhecimento na interação com todas as dimensões da vida.

Enquanto prática dialógica crítica viu-se potencializar saberes históricos e do cotidiano, a construção e reforço dos laços de amizades e, principalmente, a construção social coletiva de conhecimentos. Perseguindo esse caminho os diversos espaços da Agenda 21 se constituíram em lugar de vivência e de troca de experiência, por meio das diversas atividades como: Oficinas e seminários temáticos, cursos de capacitação, audiências públicas, eventos culturais, reuniões do Fórum Permanente da Agenda 21 [...]. Estas intenções foram expressas no uso metodológico das várias linguagens, dentre as quais se citam: Discursiva, dialógica, plástica, cênica, áudio-visual e sendo embutidas outras dimensões da linguagem, a saber: afetiva, emocional, espiritual, cognitiva e, por última, a consciência corporal, a qual incorpora também, técnicas de relaxamento. A dança circular, como a dança da ciranda, é outra forma de expressão corporal bem utilizada, enquanto dinâmica pedagógica, principalmente, por entidades e grupos do campo da educação popular. Neste sentido, a garantia de instrumentos pedagógicos e de materiais didáticos se constituiu em importante mecanismo para o desenvolvimento das atividades, de forma exitosa, favorecendo a apreensão dos conteúdos bem como, a construção social coletiva co-responsável e solidária. Por fim, pode-se afirmar que esta prática educativa fomentou a formação de múltiplos sujeitos e atores sociais envolvidos, noutro pensar, a aprendizagem social à cidadania.

Ademais, entendemos esse processo de conhecimento fundamentado na idéia da constituição do sujeito, não só interativo e receptivo, em relação ao que vem do mundo exterior, nem apenas ativo ao que é impulsionando pelos seus impulsos internos e inatos. Ao contrário, o sujeito constrói seus conhecimentos e saberes sobre si e sobre o mundo em situações dialógicas, sempre mediadas por

42 Na visão do autor, compreende uma visão de humanidade, de sociedade e uma teoria do conhecimento que busca partir do contexto, da visão de mundo do sujeito para um processo de construção social coletiva, que perspectiva a transformação da realidade social (FREIRE, 2005).

outros sujeitos, direta ou indiretamente. Podemos concebê-lo ainda, como porta de entrada para aprendizagem sócio-ambiental.

Ancorada por esta proposta metodológica a construção da Agenda 21 de Maxaranguape norteou-se por seis passos (contidos no Plano de gestão do seu projeto e referendados pelo planejamento participativo), quais sejam:

1. Mobilização e sensibilização da sociedade civil e poder público 2. Criação do Fórum da Agenda 21 Local;

3. Elaboração do Diagnóstico Participativo;

4. Elaboração do Plano Local de Desenvolvimento Sustentável; 5. Implementação do Plano Local de Desenvolvimento;

6. Monitoramento e Avaliação do Plano Local de Desenvolvimento Sustentável. Este último se inicia após o lançamento da Plataforma da Agenda 21, o qual compõe o referido Plano. Deve-se ressaltar que cada passo compreende uma meta e uma metodologia específica, em consonância com o que foi proposto no projeto de intervenção da Agenda 21. Ou seja, a utilização das metodologias considerou as diferentes etapas do processo, tipo de atividade (reunião, curso, seminário...), como também, os níveis de formação dos sujeitos sociais (individuais e coletivos) envolvidos na ação. Nesse prisma, a formulação da proposta metodológica das atividades sempre foi discutida anteriormente, de forma coletiva, entre equipes de assessoria e coordenação do Fórum.

Permeando esses passos, cabe aqui destacar o processo de sensibilização e de mobilização das atividades, o qual contou com a utilização de vários instrumentos pedagógicos: materiais de divulgação (convites, panfletos, faixas, jornais, cartazes e carro de som). Igualmente foram valorizados os recursos tecnológicos constituídos a saber: data-show, retroprojetor, vídeo, equipamento de som, máquina fotográfica, visando qualificar a ação educativa e, por conseguinte, a formação sujeitos e atores participantes.

Deu-se também a devida importância ao registro das atividades, capaz de produzirem conhecimentos e levantamento de informações e dados para a

construção do documento final da Agenda 21 – “O Plano de Desenvolvimento Local”.

Para um melhor entendimento apresentamos abaixo um quadro detalhando-se procedimentos metodológicos: dinâmicas e conteúdos vivenciados no decorrer da prática educativa (Construção da Agenda 21 de Maxaranguape).

Quadro 02 - Síntese do processo metodológico na construção da Agenda 21

Procedimentos metodológicos Temas Conteúdos

Organização da Infra-estrutura: Nas grandes atividades formativas e eventos, o ambiente era preparado anteriormente com cartazes e faixas na cidade e no local do encontro.

Na abertura das atividades fazia-se a recepção, o acolhimento através de dinâmicas: técnicas de interação; relaxamento, música, dança circular e cirandas...

Técnicas e dinâmicas: artes plásticas e cênicas; (desenho, pintura, recorte e colagem); audiovisual (vídeos e slides) Estudo em grupo: Leitura e estudo de textos; Construção de cartazes e painéis; debate em plenária e exposição dialogada com aprofundamentos dos temas e conteúdos pela assessoria.

Discussão e escolha de pessoas para a formação dos comitês de apoio às comunidades.

Organização e elaboração de material didático-teórico referente à pesquisa participante, tendo como ferramentas: questionários e entrevistas semi- estruturadas.

Mapas e maquetes; elaboração de questionários e entrevistas semi- estruturadas; observação participante (DRP).

Levantamento das expectativas (construído individual e coletivamente) - O que trago e o que venho buscar; O que esperamos da Agenda 21? Construção da Identidade Individual e coletiva: Quem somos nós? Qual o objetivo e missão do grupo/ organização? Qual o nosso público? Que ações desenvolvem? Quais as nossas prioridades? O que já entendemos sobre Agenda 21 Local?

Resgate do processo de construção da Agenda 21 de Maxaranguape: origem e objetivos.

O papel da entidade CEAHS na

construção da Agenda 21 de

Maxaranguape metas e passos

metodológicos.

Exibição de dois vídeos: Agendas 21 de Palmas (Vitória) e Recife – discussão e socialização dos vídeos; metodologias identificadas;

Conceitos e tipos de Agenda 21; Discussão sobre a importância da Agenda 21.

Estudo e discussão dos documentos: Carta da Terra e Carta 2070.

Construção dos cenários atual e futuro do Município

Discussão do Plano Diretor de Maxaranguape e sua relação com a Agenda 21.

Elaboração do Plano de Gestão do Projeto da Agenda 21. Regimento Interno do Fórum - o papel do Fórum e dos comitês das comunidades.

Discussão e aprofundamento de temas e conceitos: política pública, direitos sociais, desenvolvimento sustentável democracia, cidadania, governança, ética, participação, Territórios e Cultura; Sustentabilidade [...].

Cabe destacar a relevância da produção coletiva do conhecimento filtrada no decorrer das diversas atividades da Agenda, especialmente naquelas atividades de capacitação e de formação como todo.

Prosseguindo, uma das metodologias que mereceu destaque refere-se à construção de diagnóstico (DRP – Diagnóstico Rápido Participativo), o qual compreende um conjunto de técnicas e ferramentas que permitem às comunidades fazer seu próprio diagnóstico das necessidades visando à formulação de Plano de Desenvolvimento de cada comunidade para, posteriormente, compor o Plano de Desenvolvimento Sustentável Municipal.

Esta metodologia foi considerada, segundo depoimento dos/as próprios/as pesquisadores/as, de relevância para o êxito dessa etapa ao considerar os seguintes aspectos: Favorecer a construção do diagnóstico participativo; potencializar o envolvimento das comunidades; qualificar os/as pesquisadores/as; permitir a integração, a construção e o reforço de laços de amizade e de solidariedade. E, principalmente, enriquecer a convivência social coletiva, bem como, a inserção e o conhecimento na realidade.

A proposta de construção do DRP incluiu a organização e elaboração de material didático-teórico referente à pesquisa participante, tendo como ferramentas: Mapas e maquetes, questionários, entrevistas semi-estruturadas sendo aplicados, principalmente, nas atividades de capacitação e de treinamento da equipe de pesquisadores/as. Os mesmos foram destinados à aplicação da pesquisa e da observação participante por dimensão temática da Agenda 21.

Nesse momento, as leituras comunitárias realizadas na fase de construção dos diagnósticos se constituíram como um espaço privilegiado de formação, de aprendizagem, possibilitando aos pesquisadores/as, (participantes no Fórum) ter um novo olhar acerca de conhecer com mais profundidade a realidade de Maxaranguape – com suas características, as problemáticas de cada assentamento e ou, das comunidades rurais e litorâneas.

Durante essa fase, os pesquisadores/as junto às equipes educadores/as e de consultoria da Agenda 21 fizeram “um retrato da cidade”, tendo valorizado, sobretudo, a contribuição dos moradores, identificados como as principais lideranças comunitárias e representantes das organizações associativas e dos grupos locais organizados. Nesse ínterim escutaram e dialogaram com quem

diariamente vivencia os problemas, as dificuldades e as alegrias em Maxaranguape. O destaque e importância desse momento se devem ao fato de que, dentre as metodologias utilizadas nessa prática educativa, esta foi apontada pelos pesquisadores e membros do Fórum, como um dos processos mais expressivo, de significação, em termos de aprendizagem e do conhecimento da realidade. Esta foi também uma etapa do processo de Construção da Agenda 21 reconhecida pela equipe do Ministério do MMA, durante a sua visita em Natal, como uma experiência exitosa e indicada pelo mesmo para ser publicada.

Ao término deste capítulo, podemos destacar três conclusões, a saber:

• Entendemos que a perspectiva metodológica adotada propiciou a construção e reforço dos laços de amizade entre os participantes das comunidades;

• Possibilitou uma maior articulação e sinergia entre as comunidades com relação a processos de organização social e de participação, no tocante à discussão de interesses coletivos;

• Favoreceu mobilizar e reunir informações, organizar e produzir coletivamente conhecimentos.

Mediante a isso, é possível apontar a formação de sujeitos sociais que atuaram efetivamente nesse percurso. Despertaram de uma consciência ingênua para, criticamente, estabelecer novas relações dialógicas, tendo um elemento de sinergia balizado no resgate da auto-estima, da esperança e de novos significados na vida desses sujeitos.

Enfim, pudemos avaliar que o caminho metodológico favoreceu evoluir, na perspectiva da concretização dos objetivos e metas do respectivo projeto. Contudo, por considerar que a realidade é complexa nos seus aspectos sócio-político, econômico, cultural e ambiental, não se deve ignorar fatores estabelecidos pelo processo histórico cultural, como: a acomodação, a submissão e subserviência, estes e dentre outros vícios culturais, deve-se lembrar, estão fortemente enraizados no seio das comunidades. Ademais, estes são traços culturais que podem ser refletidos na realidade, principalmente, de cidades do interior, onde o patriarcalismo nas práticas do apadrinhamento e do clientelismo parece estar mais presente. Este paradigma nos remete a pensar que nem

sempre é possível, na emersão das práticas educativas, por meio de uma ação, e/ou projeto, se alcançar todos objetivos e metas propostos.

Nesse pensar, o contexto, a vida pública, as estruturas e as formas de governo são fatores preponderantes que interferem e, ou, facilitam o alcance de resultados significativos. A perspectiva da organização social e da participação popular que resguarda o fortalecimento e autonomia dos sujeitos políticos e da sociedade, como um todo, dependerá de uma gama de fatores, constantes de uma realidade que é complexa, dinâmica, logo, em mutação.

Por fim, penso que ao término da execução desse projeto, concretizado com a construção do Plano de Desenvolvimento Local e a Plataforma da Agenda 21, o Fórum, enquanto instância maior de representação para governança, há que buscar novas formas de manter o dinamismo, a autoconfiança, a persistência, como mecanismos de participação crescentes e ativos da sociedade e da gestão pública. Para tanto, o mesmo deve encontrar sinergia integradora a continuar mobilizando os sujeitos sociais coletivos e demais atores para dar continuidade à sua prática de governança.

Com a Agenda 21 formulada, outra fase agora se inicia, o Fórum tem nas mãos, como grande ferramenta de política pública, o Plano de Desenvolvimento Local, com a Plataforma da Agenda 21 constituída para alavancar a tarefa de sua implementação e monitoramento. Etapa que implica em outros desafios como, a garantia da continuidade da ação do Fórum, de forma que continue tendo a credibilidade e o respaldo necessário do conjunto da sociedade, além de outros atores, e, principalmente, da prefeitura.

Na continuidade buscamos discorrer acerca da prática educativa, o último capítulo desta pesquisa, momento em que serão apresentados aspectos relevantes da trajetória e o que gerou todo processo de construção da Agenda 21 de Maxaranguape. Trazemos a ênfase das grandes atividades, seu enfoque metodológico, aspectos organizativos, sócio-políticos, potencialidades e fragilidades, resultados alcançados, e por fim as considerações delineadas, no intuito de refletir e apresentar uma síntese desta teia social coletiva na construção da Agenda 21 desse município.

“Que os novos conhecimentos e valores humanos, sócio- planetários e universais produzidos nessa prática demonstrado pelo exercício da participação e a trilhar caminhos, despertem os sujeitos sociais para uma nova forma de enxergar e ler o seu mundo e o dos outros neste processo de construção social coletiva. Possa proporcionar-lhe condições e exercício de autonomia na negociação com outros atores, na luta por conquistas de direitos sociais fundamentais ao ser humano. E que a partir dessa nova forma de olhar, de enxergar por novas lentes, de permitir apropriar-se da natureza. dentro de uma perspectiva sócio-ambiental, os mesmos possam compatibilizar ações e práticas com a proteção, preservação e respeito ao meio ambiente ao serem capazes de transformar sua própria realidade”,

Foto Ludijânio Rogério Imagem 06 – Pesca artesanal no Município de Maxaranguape – RN

Benzer Belgeler