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2. LİNEER OLMAYAN HÜCRESEL OTOMATLARIN NİTELENMESİ

2.4. Tek Uzunluk Döngülü Cezbedicilerin Nitelenmesi

2.4.3. Erişilebilirlik ağacının oluşturulması

A am p lam ente reconhecid a im p ortância nu tritiva d as fru tas p ara p rop orcionar vitam inas e m inerais essenciais levou a FAO11a recom end ar qu e p elo m enos 5% d as calorias necessárias ao hom em d evem ser originad as p elo consu m o d e produtos hortícolas, dentre eles, as frutas (CEREDA E SANCHES, 1983).

O p lantio d e fru teiras e a ind u strialização d e fru tos é u m p rocesso ininterru p to no Brasil (GOMES, 1993). Bahia (1996) d efend e qu e a fru ticu ltu ra contribu i p ara a geração d e rend a d o segm ento agrícola, am p lia a com p etitivid ad e d as agroind ú strias d e alim entos e p ossibilita a criação d e novos em p regos no setor rural, além de permitir que o Brasil se sobressaia no mercado internacional.

Para Rigon (2005), a fru ticu ltu ra ocu p a hoje p osição estratégica na exp ansão do agronegócio brasileiro. A base agrícola da cadeia produtiva abrange cerca de 2,3 m ilhões d e hectares e gera 5,6 m ilhões d e em p regos, ou seja, 27% d o total d e m ão- de-obra. A fru ticu ltu ra é im p ortante no increm ento d o agronegócio brasileiro, além d e gerar em p regos e rend a. Em 2005, o Brasil foi 3º p rod u tor m u nd ial d e fru tas, com 35 milhões de toneladas, perdendo apenas para a China e Índia.

O m ercad o m u nd ial d e fru tas ap onta p ara cifras su p eriores a US$ 21 bilhões anuais e cresce a taxa d e 5% ao ano, send o elevad o o p otencial d o m ercad o p ara frutas tropicais (BENGOZI, 2006).

1.1. AS PERDAS PÓS-COLHEITA NO BRASIL: A EMBALAGEM

A lógica d a globalização d e m ercad os leva a u m a m aior com p etitivid ad e no setor agrícola, e, conseqü entem ente, à necessid ad e d e m elhoria em tod os os elos d a cad eia p rod u tiva, esp ecialm ente no p rocesso d e com ercialização, qu e rep resenta uma das fases com maior possibilidade de agregar valor ao produto.

Nos países em desenvolvimento, onde existem grandes deficiências na infra- estru tu ra d o m ercad o, as p erd as p ós-colheita e d e p rod u tos frescos p od em variar entre 25 a 50% d a p rod u ção (AGRIAN UAL, 2002). Isso rep resenta u m enorm e estrago d e alim entos e u m consid erável p reju ízo econôm ico, tanto p ara os comerciantes quanto para os produtores.

As fronteiras d e com ercialização d e p rod u tos brasileiros não têm se exp and id o p rop orcionalm ente à p rod u ção, p reju d icad as p or u m a série d e fatores com o: p ou ca ad equ ação d os p rod u tos aos p ad rões exigid os p elas norm as nacionais e internacionais; o cu rto tem p o p erecível, gerand o enorm es p erd as p ós-colheita; baixo p ad rão d e classificação d e em balagens e o excesso d e m anu seio; a exp osição dos alimentos ao transporte a granel; além do uso de embalagens não-higienizadas, um dos principais motivos para gerar o desperdício de alimentos no Brasil.

O conceito de perecibilidade, em fruticultura, remete a perda de qualidade e p ortanto, d o valor com ercial (CEREDA E SAN CH ES, 1983). A qu alid ad e tam bém está d iretam ente relacionad a a conservação e à em balagem . Esqu ece-se, com frequ ência, qu e os tecid os orgânicos d a fru ta, continu am vivos ap ós a colheita e qu e su a qu alid ad e no m om ento d o consu m o d ep end e d o bom ou m au tratam ento que sofrem entre a colheita e o consumidor.

N esse p ercu rso há alterações biológicas, resu ltantes d a ação d e organism os vivos qu e estragam ou d ecom p õem os alim entos logo ap ós a colheita, ou d u rante as fases d e p rocessam ento e arm azenam ento. Tam bém p od em ocorrer alterações químicas devido à combinação de substâncias existentes no alimento ou com outras substâncias estranhas, como o oxigênio do ar (CEREDA E SANCHES, 1983).

H á tam bém alterações físicas ou d anificações m ecânicas qu e os alim entos p od em sofrer: qu ebra, am assam ento, cortes e ou tros. O ar, a lu z e a tem p eratu ra podem aind a ocasionar alterações em certas características d os alim entos com o a cor, o sabor e a aparência. (CAMARGO et. al., 1984)

Du rigan (2005) afirm a qu e as p erd as p ós-colheita ocorrem em qu alqu er etap a d o p rocesso, iniciand o-se na colheita e d ep ois d ela, d u rante a d istribu ição e finalmente quando o consumidor compra e utiliza o produto.

Segu nd o d ad os d o Ministério d a Agricu ltu ra (BRASIL, 1993), as p erd as p ós- colheita atingem, em média, 34,9% do produto colhido, sendo o transporte

inadequado e as embalagens, os mais significativos responsáveis.

Para Chitarra e Chitarra (2005) a em balagem ad equ ad a p ara p rod u tos hortícolas é u m d os p rincip ais fatores qu e contribu em p ara u m a com ercialização bem-su ced id a e p ara a red u ção d as p erd as p ós-colheita. Dela tam bém d ep end em a facilidade de distribuição do produto e a exposição atrativa nos pontos de venda.

Com o vim os no p anoram a inicial, o setor d e agronegócios brasileiro vem crescend o e exp and ind o su as fronteiras e a fru ticu ltu ra vem ganhand o d estaqu e. N esse contexto, tem os u m a grand e d em and a d e alim entos exp ortad os, p orém continuamos a não ter grandes preocupações com a embalagem.

O Design d e Em balagem p recisa abord ar qu estões já p ré-estabelecidas, com o a d o m aterial p red om inante em p regad o e a p ossibilid ad e d e u tilizar ou tros materiais de menor custo e de cultivo mais rápido.

É necessário qu e se reflita tam bém sobre as exigências d e conservação d os p rod u tores, com erciantes e consu m id ores a resp eito d as em balagens existentes e seu s resp ectivos cu stos. Além d o asp ecto hu m ano, há o cu sto d o trabalho d os carregad ores qu e arcam com o p eso d as em balagens d iariam ente. H á p or fim qu e obedecer a legislação vigente que indica as normas de higienização e padronização.

2. NORMAS BRASILEIRAS PARA EMBALAGENS DE TRANSPORTE PARA