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3. POLİTİK RİSKİN HİSSE SENEDİ GETİRİLERİNE ETKİSİNİN

3.5. Ekonometrik Bulgular

celulares, i-pods, laptops, rádio, tv, telefone, fax, entre outros. Está gerando uma grande expectativa no sistema educacional, já estão se realizando iniciativas em ambientes empresariais e de pesquisa em centros acadêmicos.

intervenções dos dispositivos móveis significa propriamente uma aprendizagem móvel, tornando possível a aprendizagem via internet com a máxima portatibilidade interatividade e conectividade. A possibilidade de aprender em qualquer lugar, e a qualquer momento, é o conceito chave da quinta geração da EaD, O que verdadeiramente importa nesta evolução tecnológica é compreender que dentro de uma perspectiva pedagógica a aprendizagem móvel reconfigura os processos educacionais ao atender às necessidades mais urgentes da aprendizagem e em cenários móveis com alto grau de conectividade e interatividade.

Nesta fase da EaD é possível fazer jogging22 enquanto se ouve o último podcast, receber uma mensagem (SMS) de um professor alertando para a necessidade de cumprir um prazo determinado de uma atividade, discutir sobre um trabalho com um colega de grupo durante a longa travessia entre casa e trabalho. Atitudes como estas configuram sinais dos processos que envolvem a crescente evolução entre os tempos e espaços de ensino-aprendizagem e, por outro, o aumento da disponibilidade de tecnologias e serviços wirelles que permitem perspectivar a possibilidade de uma progressiva personalização e contextualização das ofertas formativas. Neste sentido, a quinta geração EaD designada de m-learning envolve práticas fortemente conectivas, tal como apresenta o quadro de referência.

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Quadro 2 – Caracterização da quinta geração de educação a distância

Aspectos Descritivos 5 Geração

M-learning

Cronologia A partir de 2004

Mediatização dos conteúdos Multimédia (hipermédia), móvel e conectivo, colaborativo com aplicações/ conteúdos para dispositivos móveis (celulares/ PDAs/ leitores de MP3 e etc.

Distribuição dos conteúdos Sistema Wireless com tecnologias de banda larga e funcionalidade de RSS.

Comunicação professor/ Aluno

Muito frequente

Comunicação aluno/aluno Existente e Significativa Modalidades de

comunicação mais comuns

Assíncrona (individual ou em grupo) com pequena defasagem temporal e síncrona (individual ou em grupo) com registro eletrônico.

Tecnologias predominantes de suporte a comunicação

Correios e fóruns eletrônicos “chats”,vídeo-conferência, Small

Mesage Systems (SMS), Instant Messagers (IM), podcasts.

Fonte: Gomes, 2008, p. 196

A quinta geração da EaD, aos poucos vai se configurando também como oportunidade de gerar economia de escala e de baixo custo. Portanto, é possível perceber a partir desta geração, o início de um processo de mercantilização da EaD.

Taylor (s/d) destaca que a quinta geração está baseada na exploração de novas tecnologias sendo, portanto capaz de diminuir significativamente o custo do curso online aumentando o acesso à educação e as oportunidades de formação em uma escala global, por meio da aplicação de sistemas de resposta automática, com a utilização de um software capaz de

sem intervenção humana (o inteligente Flexible Learning Model)23 possibilitando um salto quântico em economias de escala e custo-eficácia associados pois, segundo ele, a quinta geração do modelo de aprendizagem flexível inteligente, tem o potencial de oferecer grandes economias de escala na gestão de ensino e de apoio acadêmico através da exploração dos sistemas de resposta automática.

Sintetizando, segundo Moore e Kearsley (2007) “a quinta geração envolve ensino e aprendizado online, em classes e universidades virtuais, baseadas em tecnologias da internet. (p.25)”, por meio de métodos construtivistas de aprendizado em colaboração.

Nesta crescente evolução da EaD, chega-se à sexta geração que, segundo Gomes (2008) é impulsionada pelo crescente ritmo atual das mudanças tecnológicas sociais que também favorecem mudanças educacionais, especialmente as que envolvem formação no favorecimento de novas potencialidades.

Dentro deste contexto, propício às crescentes mudanças, não é possível ficar sem se remeter às mudanças cada vez mais rápidas do universo virtual, especialmente as criações online que geram universos paralelos ao nosso mundo, com personagens e ‘vida’ virtual à semelhança do nosso mundo real. Atitudes como essa reforçam como o universo virtual, absorve as pessoas a ponto de haver em cada uma a possibilidade de desenvolver uma espécie de ‘avatar’ que passar a representá-la no universo virtual.

(...) dada a fase inicial de exploração desses domínios em contextos educacionais, não nos sentimos ainda em condições de fazermos uma caracterização pormenorizada do que poderá ser a sexta geração da EaD, caracterizada por “mundos virtuais e imersivos (GOMES, 2008, p. 198)

23

Quadro 3 - Síntese das principais características das diferentes gerações de Educação a Distância.

Fonte: Gomes, 2008, p.198

Para Gomes (2008), o conceito de geração de EaD é multifacetado e ultrapassa a mera dimensão tecnológica, a dimensão de mediatização e distribuição de conteúdos e a dimensão comunicacional.

Em linhas gerais, no processo evolutivo da EaD, há a ocorrência de um maior envolvimento comunicacional entre professor/aluno e aluno/aluno, entre as décadas de 1970 a 1990. Considerados os trinta anos de evolução da educação a distância, nota-se a crescente necessidade de “humanização” da modalidade, a ponto de se perceber que esta educação pode ocorrer de forma cada vez mais próxima, encurtando o hiato estabelecido em conseqüência da suposta distância entre os envolvidos, indo para além do suporte da máquina e das tecnologias ao campo das relações pessoais e pedagógicas abrandando a sensação de “solidão” no campo virtual, especialmente no que se refere ao ensino-aprendizagem, pois seja de modo síncrono, assíncrono, individual, em grupo, por telefone ou por vídeo conferência, cada vez mais, a comunicação ocorre de forma mais intensa entre as pessoas inaugurando uma nova “modalidade”

Geração EaD 1 Geração 2 Geração 3 Geração 4 Geração 5 Geração 6 Geração Designação Ensino por

Correspondência

Tele -ensino Multi- média

E-learning M-learning Mundos

Virtuais Represen-tação e Mediatização dos Conteúdos Mono-média Múltiplos- média Multi- média Interativo Multi-média Colaborativo Multi-média Conectivo e Contextual Multi-média Imersivo Suportes Tecnológicos de Distribuição de Conteúdos Imprensa Emissões Radiofônicas e Televisivas CDs e DVDs Internet Web PDAs, Celulares, Portáteis de MP3, MP4 e Smartfones Ambientes Virtuais na Web Frequencia e relevância dos momentos comunicacio-nais Quase

Segundo Gomes (2008) no período de 2003 a 2008, ocorreu um salto com relação às diferentes fases do progresso tecnológico.

Na realidade, numa mesma instituição de educação a distância, podemos ter cursos diferentes que adoptam as características típicas de diferentes gerações de inovação tecnológica ou até de um mesmo curso que adopta elementos de diferentes gerações tecnológicas. À semelhança das gerações humanas, as ‘gerações de inovação tecnológica’ na educação a distância coexistem e todas continuam a ter um papel importante, estando o impacto e relevância de cada uma das gerações consideradas dependente de numerosos factores, entre os quais se destacam o público destinatário e as infra-estruturas e tecnologias disponíveis em determinado contexto de educação formação. (GOMES, 2008, p. 185).

Para Gomes (2008) a ênfase entre as diferentes gerações deve ser dada via processo de transação educacional nomeadamente entre: mediatização e distribuição dos conteúdos de aprendizagem e mediatização das interações entre professores/formadores e alunos/formandos e destes entre si, já que estes são fatores essenciais para a construção do conhecimento. Desta forma, o reconhecimento da importância do progresso tecnológico e de suas potencialidades na evolução e diversificação dos modelos de EaD é condição determinante, já que as gerações sinalizam um traço comum, significativo e consensual no reconhecimento da importância da evolução das tecnologias e da mediação na diversificação dos modelos de EaD.

2.2 -

Educação a Distância ou Educação Online?________

À luz da perspectiva teórica de Moore e Kearsley (2007)

na EaD alunos e professores estão em locais diferentes durante todo ou grande parte do tempo em que aprendem e ensinam. Estando em locais distintos eles dependem de algum tipo de tecnologia para transmitir informações e lhes proporcionar um meio para interagir (p.01)

De acordo com os referidos autores, o bom emprego das tecnologias depende da utilização do tipo de técnicas de criação e comunicação específicas, que se diferenciam daquelas que os professores aplicam em sala de aula convencional. Além disso, usar as tecnologias e técnicas para EaD exige tempo, planejamento e recursos financeiros. De modo semelhante, ser um aluno da EaD também é diferente, porque a pessoa precisa ter aptidões distintas para o estudo

e habilidades diferenciadas de comunicação. Há também a necessidade de diferentes tipos de suportes, auxílios, programas e políticas para implementar a EaD, exigindo até criação de instituições ou departamentos específicos. E o distanciamento aparentemente simples entre estudantes e professores na verdade é bastante complexo.

A educação a distância é o aprendizado planejado que ocorre normalmente em um lugar diferente do local do ensino, exigindo técnicas especiais de criação do curso e de instrução, comunicação por meio de várias tecnologias e disposições organizacionais e administrativas especiais (MOORE e KEARSLEY, 2007, p.02)

Sendo assim, os principais aspectos a serem enfatizados nesta forma de educação são: aprendizado e ensino que, por sua vez, envolvem planejamento elaborado, aprendizado diferenciado e comunicação por meio de diferentes tecnologias. O aprendizado nesta modalidade de educação não deve ser acidental, mas sim planejado, contando com o auxílio de um docente que deve criar meios para que isso aconteça.

O fato é que, de acordo com Moore e Kearsley (2007), por ser tão específica, a EaD exige um modelo sistêmico de gerenciamento e a colocação do aluno no centro do sistema mediado por tecnologias de comunicação, escolhidas à luz do desenvolvimento da equipe de criação do curso, pelas possibilidades institucionais, pelos instrutores, pelo acervo disponível em biblioteca virtual, por outros alunos e por serviços de apoio, como central de atendimento ao aluno, tal como expressa a figura a seguir.

Fonte: Inspirado em Moore e Kearsley, 2007

Figura 4 - Relação entre o aluno, as tecnologias e as relações humanas na EaD

Face à ascendência recente da EaD, é consenso geral entre os acadêmicos e estudiosos que se debruçam sobre esta temática, tais como: Dias e Gomes (2004), Duart e Sangrá (2005), Silva (2006), Valente e Almeida (2007), Belloni (2008), Moore e Kearsley (2008), Miranda (2009), Portela (2009); Dal-Forno (2009), que o crescente acesso à internet potencializou seu desenvolvimento, bem como seu desempenho, alterando o engajamento dos usuários.

De acordo com Ferraté (2005)

El protagonismo evidente que las tecnologias de la información y la comunicación han mantenido en esta recta final del siglo XX nos permite prever que el siglo XXI se iniciará, sin duda, com la convicción de que lá formación de calidad debe ajustarse e dar respuesta a lás necessidades de câmbio de la sociedad, y que la formación no puede desligarse Del uso de las tecnologias cada vez más asequibles y de uso más fácil para el ciudadano. El reto consistirá em el mantenimiento del sello cultural de cada sociedad – hecho que maracará el futuro de los pueblos y de todos nosotros – em este entorno global de comunicación que, como paradigma, confirma a Internet, la red de redes (p.09)24

Permeado por este contexto Silva (2006) declara textualmente que a educação a distância construiu uma história ao longo do tempo, porém seu boom ocorreu com o advento da internet, que proporcionou a sustentação da educação online, acelerada pela crescente demanda por esta modalidade educacional e potencializada pelas tecnologias digitais na cibercultura no contexto da sociedade da informação.

O referido autor, em consonância com Lévy (1997), destaca que essa educação é fenômeno da cibercultura, especialmente quando compreendida como um conjunto imbricado de técnicas, práticas, atitudes, modos de pensamento e valores que se desenvolvem em paralelo ao ciberespaço, ou seja, pelo novo ambiente comunicacional que surge com a interconexão mundial de computadores abrindo relação com a humanidade. A partir do século XXI esse espaço, passa a ser reconhecido como um novo espaço de comunicação, sociabilidade, organização, informação, conhecimento e de educação.

Segundo Silva (2006) a educação online, como atualmente tem sido chamada a EaD, é demanda da sociedade da informação, isto é, do novo contexto socioeconômico-tecnológico que a partir do início da década de 1980, não se concentrava mais na produção fabril ou mídia de massa, mas na informação digitalizada como uma nova infra-estrutura básica, como um novo modo de produção. “O computador e a internet definem essa nova ambiência informal e dão o tom da nova lógica comunicacional, que toma o lugar da distribuição em massa, própria da fábrica e da mídia clássica, até então símbolos societários” (SILVA, 2006, p.11).

Neste sentido afirma que, cada vez mais, produz-se informação online, socialmente partilhada, ampliando o número de pessoas cujo trabalho é gerar e utilizar essa produção, justamente porque cada vez mais depende-se dela para trabalhar e viver. Desta maneira, “a informação online penetra na sociedade como uma rede capilar e ao mesmo tempo como infra- estrutura básica. A educação online ganha neste contexto, garantindo aprendizagem na flexibilidade e na interatividade próprias da internet” (SILVA, 2006, p.11). Segundo ele, é crescente a adesão de escolas, universidades, empresas, gestores e professores e estudantes à educação online, especialmente quando se associa a flexibilidade e a interatividade próprias do computador conectado à internet pois, de sua residência, do seu trabalho, de um cibercafé, da escola ou da universidade e em seu próprio ritmo o aprendiz encontra no computador conectado a possibilidade de intervenção nos fluxos de informação e nos processos de aprendizagem, podendo realizar suas atividades de forma individual ou colaborativamente na construção do conhecimento, devido à facilidade de acompanhar o curso de forma regular e com maior disponibilidade para interagir com o professor, com os colegas e com os conteúdos de aprendizagem, sem a necessidade de se deslocar para um local determinado.

Para além da flexibilidade espacial e temporal, o computador conectado à internet proporciona ao aprendiz a interatividade, abrindo assim o diálogo, a co-criação e o controle dos processos de aprendizagem mediante dispositivos e interfaces de gestão, de autoria e de comunicação. Silva (2006) recorda o formato anterior da EaD, na qual havia o uso do televisor e o qualifica como uma máquina rígida, restritiva e centralizada baseada na transmissão de informações previamente elaboradas por um centro de produção. Já com o uso do computador conectado à internet este sistema amplia-se e abre-se aos interatores, permitindo a participação, a intervenção na troca de informações e a construção do conhecimento. Contudo para que isso seja contemplado é preciso investir na formação de gestores e de professores capazes de ousar em educação online.

Proporcionar educação online não é o mesmo que oferecer educação presencial ou a distância via suportes tradicionais. A primeira exige metodologia própria que pode até inspirar mudanças profundas no modelo da transmissão que prevalece na sala de aula presencial “infopobre” e “inforrica”. Será preciso educar com base em diálogo, troca, participação, intervenção, autoria a colaboração. É certo que essa metodologia não é prerrogativa do computador conectado, mas é nele que se encontram possibilidades de sua potencialização. (SILVA, 2006, p.12).

Além das alterações metodológicas sugeridas por meio da citação anterior, o referido autor destaca que frente ao peso pedagógico configurado na transmissão de conhecimentos será necessária uma formação contínua e profunda, capaz de redimencionar o fazer pedagógico do docente, pois ao invés de transmitir conhecimentos no espaço online ele deverá reformular problemas e provocar situações, entre outros atributos, que mobilizem a experiência e o conhecimento mas, para isso, precisará de ferramentas ou interfaces que fazem parte do ambiente virtual como: fórum, chat25, blog, texto coletivo, portfólio, midiateca e vídeo-conferência. Neste sentido, nota-se que há na EaD uma demanda que incentiva a reconfiguração da instituição, dos recursos, das ferramentas, do trabalho docente, da metodologia e até do aluno no desafio que conduz à busca do oferecimento de uma educação com qualidade.

Postas essas informações introdutórias, é fundamental perceber as tessituras que conduziram à evolução da EaD ao longo do tempo, especialmente para se compreender o universo “online” que ganha espaço, gera avanços significativos em termos globais, une as pessoas, abre possibilidade de se fazer presente sem a presença física, desafiando a ciência física, as fronteiras e os limites temporais e espaciais, possibilitando o compartilhar de informações e dados de forma rápida e precisa e diluindo as amarras geográficas e físicas na mesma proporção em que expande o espaço virtual.

Quanto à questão terminológica, Almeida (2003) destaca que educação online, educação a distância e e-learning são termos usuais da área porém não são congruentes entre si.

25 Um chat, que em

português significa "conversação", ou "bate-papo" usado no Brasil, é um neologismo para designar aplicações de conversação em tempo real. Esta definição inclui programas de IRC, conversação em sítio web ou mensageiros instantâneos. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chat Data de Acesso: 28/01/2011.

A educação a distância pode ser realizada pelo uso de diferentes meios (correspondência postal ou eletrônica, rádio, televisão, telefone, fax, computador, internet, etc.) e técnicas que possibilitem a comunicação e abordagens educacionais, pois baseia-se tanto na noção de distância física entre o aluno e o professor como na flexibilidade do tempo e na localização do aluno em qualquer espaço.

Já a Educação Online é uma modalidade de educação a distância realizada via Internet, cuja comunicação ocorre de forma síncrona ou assíncrona. Tanto pode utilizar a Internet para distribuir rapidamente as informações como pode fazer uso da interatividade entre as pessoas, cuja comunicação pode ocorrer de acordo com distintas modalidades comunicativas.

Segundo Gomes (2009) é importante clarificar com exatidão o significado da educação online, compreendida como “todos os contextos de educação formal que fazem o uso da Internet como face de mediatização de conteúdos e interacções pedagógicas (p.127)”. Sendo assim, a educação online utiliza regimes de E-learning e B-learning, ou seja, totalmente a distância ou semi-presencial.

Finalizando, Neto (2006) conclui que dentro da categoria EaD ou como atualmente vem sendo chamada “educação online” em decorrência de sua característica mais virtual e menos “distante” existem diferentes tipos de cursos que devem servir para diferentes interesses e possibilidades. Dentro deste conceito, existem os cursos ministrados totalemente online no caso os cursos e-learning em que toda a relação ensino-aprendizagem ocorre no ambiente virtual (eletronicamente) e cursos organizados em B-learning, ou seja, Blended Learning, que acontecem numa plataforma híbrida com sessões a distância e momentos com encontros presenciais ao longo do curso, como já explicitado anteriormente. Por isso, considerar as possibilidades, disponibilidades, interesses e perfis dos alunos é fundamental antes de estruturar um curso na modalidade a distância, para que se contemple a formação humana em sua amplitude, evitando o esvaziamento da “certificação” capaz de limitar negativamente o potencial de alcance da EaD.

Com relação aos cursos ofertados na modalidade EaD, o referido autor, afirma que é importante considerar a relação homem-máquina pois, muitas vezes, essa relação é anterior ao curso em si, de maneira que noções básicas do ambiente virtual e da operação com o computador são requisitos essenciais para que se cumpram os objetivos traçados pelo curso, especialmente,

quando são consideradas as “desigualdades” de um país com porte continental como o Brasil e a diversidade de sua população e de suas regiões.

2.3 - E-learning__________________________________

Benzer Belgeler