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B. NAHİV İLMİNE GENEL BİR BAKIŞ

3. Osmanlılar Döneminde Şerh Geleneği

2.1. HAYATI

2.1.2. Doğumu ve Hayatı

Graf 19 – Opinião dos alunos com relação ao Layout do Cd-Rom.

Fonte: Pesquisa com os alunos.

Resultado do questionário aplicado nos alunos da Escola Chanceler Raul Fernandes.

1-Todos sabemos que o colegial é uma preparação para o vestibular. Você acha que tendo aulas em frente a um computador, através de um CD-Rom deste tipo, você:

Graf. 20 – Opinião dos alunos sobre a eficácia do Cd-rom em um vestibular.

Fonte: pesquisa com os alunos. 33 3

0

0 10 20 30 40

Não gostei/deveriam muda-la Gostei/poderia melhorar Gostei/bonito 16 0 0 3 0 0 5 10 15 20

não vou prestar e esse cd não me interessa não vou prestar, mas esse cd pode ser util sem diferença

vai piorar Vai melhorar

2-Você acha que após estudos desses tópicos, seu aproveitamento na escola vai:

Graf 21 – Opinião dos alunos com

relação a melhora em seu aproveitamento escolar com o Cd-Rom. Fonte: pesquisa com os alunos

3 – Depois de conhecer o Cd-Rom,. Você achou ele:

Graf. 22 – Opinião dos alunos sobre a utilização do Cd-Rom.

Fonte: pesquisa com os alunos

19 0

0 0

0 5 10 15 20

fácil manuseio médio manuseio difícil manuseio Não entendi

19 0 0 0 0 0 5 10 15 20

Melhorar muito melhorar pouco Ficar na mesma piorar um pouco piorar muito

5-Quanto à Narração do Cd-Rom:

Graf 23 – Opinião dos alunos com relação à narração do Cd-Rom.

Fonte: Pesquisa com os alunos.

6- Quanto aos textos das aulas:

Graf 24 – Opinião dos alunos com relação aos textos do Cd-Rom.

Fonte: Pesquisa com os alunos. 4

15 0

0

0 5 10 15

não precisa de narração Não gostei/deveriam muda-las Gostei do jeito que está Gostei/deveria ter mais

19 0

0 0

0 5 10 15 20

Não Gostei/difíceis de entender Não gostei/muito simples Gostei/deveriam ter mais Gostei/ensinao bastante

7- Quanto ao Layout do Cd-Rom:

Graf 25 – Opinião dos alunos com relação ao Layout do Cd-Rom.

Fonte: Pesquisa com os alunos.

De acordo com as respostas dos questionários, na escola Ribeiro, 98% dos alunos responderam que o Cd-Rom ajudaria no vestibular e 2% não prestarão vestibular mas o Cd-Rom ajudaria em sua vida. Na Escola Chanceler 15% responderam que não vão prestar vestibular, mas o Cd-Rom poderá ser útil em suas vidas e 85% responderam que o produto em multimídia poderá contribuir no vestibular.

Todos os alunos questionados responderam, em ambas as escolas, que com o estudo destes tópicos em um Cd-Rom, o aproveitamento na escola vai melhorar muito e também todos acharam o Cd-Rom de fácil manuseio.

Quanto às animações do produto em multimídia, na escola Ribeiro, 58% responderam que gostaram do jeito que foi apresentado a eles, 38% responderam que deveriam ter mais e 4% responderam que deveriam ser maiores. Na escola Chanceler, 58% responderam que gostaram do jeito que está, 21% responderam que deveriam ter mais e 15% responderam que deveriam ser maiores.

De acordo com 64% dos alunos do Ribeiro, a narração do CD-Rom está boa e 36% responderam que deveriam haver mais. No Chanceler 79% responderam que a narração estava boa e o restante respondeu que queriam mais narração.

Quanto ao texto e ao Layout do Cd-rom, na escola Ribeiro 85% respondeu que o texto ensina bastante e que o Layout está muito bonito, e os 15% restantes, responderam que os

19 0

0

0 5 10 15 20

Não gostei/deveriam muda-la Gostei/poderia melhorar Gostei/bonito

textos deveriam aparecer em maior quantidade e que o Layout do Cd-Rom poderia melhorar. Na escola Chanceler, 100% dos alunos responderam que os textos ensinam bastante e que o layout é muito bonito.

Se compararmos as respostas dos dois questionários, vamos perceber a diferença encontrada pelos alunos ao analisarem os dois CD-Roms. Vemos que as respostas às perguntas estão muito mais favoráveis em relação a implantação de um CD-Rom que os ajude a aprender conceitos de meio ambiente e Ciências atmosféricas.

5 – EXERCÍCIO DE INTERLIGAÇÃO DAS ESCOLAS

O exercício de interligação das escolas teve o objetivo de colocar os alunos diante de duas novas tecnologias de ensino, a Internet e o produto multimídia. Para tanto foram passados conceitos abaixo.

A cidade atua como fator modificador do clima regional e cria condições especiais concretas que se pode definir como clima urbano. A atividade humana gerida no contexto da cidade, como a intensidade de veículos, a concentração industrial, o adensamento de edificações, processo de verticalização, e o asfalto de ruas e avenidas, a diminuição de áreas verdes, criam condições específicas de padrões de uso do solo urbano. Estas características influem diretamente na composição química da atmosfera, como também no balanço térmico e hídrico. O clima urbano, portanto, concretiza-se considerando- se a comparação da cidade com seu entorno próximo e como também pelas diferenças objetivas das feições identificáveis no contexto interno da cidade; tanto pelas características topográficas do sítio quanto pelas diferenças produzidas pela estrutura urbana.

O crescimento e adensamento da malha urbana, intensifica transformações e comportamento climatológico e meteorológico da camada limite atmosférica. Tais mudanças resultam no que se convencionou chamar Clima Urbano. Com a substituição das superfícies e formas naturais pelas unidades 'artificiais' urbanas, o ser humano vem modificando as propriedades físicas e químicas e os processos aerodinâmicos, térmicos, hidrológicos e de intercâmbio de massa que ocorre na camada limite atmosférica. em conseqüência, as propriedades meteorológicas do ar dentro e imediatamente acima das áreas urbanas ficam profundamente modificadas criando um distinto tipo climático, o clima urbano".

Pode-se então caracterizar os principais aspectos do Clima Urbano:

a) o Clima Urbano é uma modificação substancial de um clima local, não sendo possível ainda decidir sobre o ponto de concentração populacional ou densidade de edificações em que esta notável mudança principia;

b) admite-se que o desenvolvimento urbano tende a acentuar ou eliminar as diferenças causadas pela posição do sítio;

c) da comparação entre a cidade e o campo circundante emergiram os seguintes fatos fundamentais:

1 - a cidade modifica o clima através de alterações em superfície. Ela tem formas mais complexas, apresentando grandes superfícies horizontais e verticais, que respondem diferentemente, tanto à radiação solar quanto ao regime de ventos;

2 - a cidade tem muitas fontes adicionais de calor, resultantes das atividades antropogênicas. Além disso, dos distintos materiais que compõem suas variadas superfícies, quase todos têm boa condutividade térmica e capacidade calorífica, provocando o aquecimento dos ambientes para onde flui o calor;

3 - o aumento na produção local de calor é complementado por modificações na ventilação, na umidade e até nas precipitações, que tendem a ser mais acentuadas. Através dos sistemas de escoamento e da impermeabilidade do solo, a água é rapidamente removida, reduzindo o efeito de resfriamento do ar urbano através da evaporação. Por outro lado, a concentração de material particulado no ar altera a incidência da energia radiante do sol, bem como propicia o surgimento de nuvens e facilita a formação de núcleos de condensação;

4 - a maior influência manifesta-se através da alteração da própria composição da atmosfera, atingindo condições adversas na maioria dos casos.

Lombardo (1985), analisando a cidade de São Paulo, comprovou a existência de uma alta correlação entre os tipos de uso do solo urbano e a variação das temperaturas superficiais. Assim, as altas temperaturas são verificadas em áreas com crescimento vertical intenso, densidade demográfica acima de trezentos habitantes por hectare e pouca quantidade de vegetação, principalmente nos setores industriais e residenciais.

Em contrapartida, nas regiões com maior concentração de espaços livres, com vegetação ou nas proximidades de reservatórios d'água, as temperaturas sofrem declínios acentuados, isso pode ser explicado tendo em vista que a maior quantidade de vegetação implica em mudança do balanço de energia, já que as plantas, através do processo de fotossíntese e transpiração, absorvem a radiação solar. Do mesmo modo, as massas d'água

interferem no balanço de energia, em função de sua alta capacidade calorífica, bem como do consumo de calor latente pela evaporação.

As cidades apresentam, ainda, um alto índice de impermeabilização do solo. Os principais efeitos nocivos do excesso de impermeabilização do solo são:

a) redução da evaporação, pela ausência de vegetação e água disponível: a radiação solar que não é usada na evaporação, aquece o espaço urbano (massa edificada) e o ar da cidade.

b) as altas temperaturas que ocorrem nas áreas mais impermeabilizadas, em decorrência dos efeitos combinados das várias características do sítio construído, provocam baixa pressão atmosférica nestas áreas, gerando uma circulação local. Esta, por sua vez, provoca a concentração de material particulado na atmosfera local e de massas úmidas provenientes da região de entorno, gerando anomalias de precipitação sobre estas áreas.

c) a ocorrência de inundações nestas áreas, pela presença ocasional de chuvas intensas.

O efeito denunciador da mudança climática local é o aumento da temperatura nos centros mais densos, o que provoca o surgimento de uma circulação de ar centrípeta em direção ao fenômeno realçado no período noturno, que tem sido chamado de "ilha de calor urbana".

A ilha de calor é uma anomalia térmica, possuindo dimensões horizontais, verticais e temporais, as quais têm sido observadas em virtualmente todos os (tipos de) assentamentos, extensos ou não, onde tem sido pesquisada. Em médias latitudes, onde o fenômeno tem sido mais estudado, suas características se relacionam com a natureza intrínseca da cidade (isto é, tamanho, densidade de construção, uso e ocupação do solo) e as influências externas ( o clima, condições predominantes de tempo e variações sazonais).

O ar da cidade é geralmente mais quente do que o ar circundante. O efeito da ilha de calor urbana é um bom exemplo das modificações que as atividades humanas causam nas características da atmosfera local. A maior diferença entre os valores de temperatura do ar de uma área urbana e seus arredores ou rural é definida como intensidade da ilha de calor urbana.

A máxima intensidade da ilha de calor da cidade ocorre, em geral, em condições de céu claro e com vento calmo. A intensidade diminui e torna-se mínima sob condições de instabilidade do ar.

Através deste exercício de Clima Urbano buscou-se comprovar na teoria e na prática o desenvolvimento crítico dos alunos que participaram do desenvolvimento do CD-Rom e, comprovar o grau de aprendizado dos alunos com o produto multimídia, fazendo com que os alunos tivessem maior contato com a Internet e com computadores, aprendendo uma pouco mais sobre as propriedades dos mesmos.

Sendo assim este trabalho baseou-se em uma experiência com os alunos do ensino médio de Rio Claro, que se realizou da seguinte forma:

Aula de Clima Urbano;

Aula de Clima Urbano no CD-Rom; Medição das temperaturas;

Transferência e Troca de Dados entre as Escolas; Aplicação de Avaliação.

Os alunos do segundo ano da EE Joaquim Ribeiro do período diurno foram divididos em três turmas, e foram avaliados conforme figura abaixo:

Turma 1 Turma 2 Turma 3

Aula de Clima Urbano

Aula de Clima Urbano Aula de Clima Urbano

no Cd-Rom

Medição das temperaturas

Transferência e Troca de Dados entre as Escolas

Aplicação de Avaliação

Esta divisão foi necessária para se comprovar até que ponto a utilização ou o acréscimo de novas tecnologias e aulas práticas no ensino de geografia causam uma melhora no desenvolvimento, interesse e aprendizado do aluno.

O Grupo 1 teve acesso a aula normal, com uma explicação sobre clima urbano pelo professor, na seqüência ele recebeu uma aula em um Cd-Rom diante de um computador e para finalizar realizou um exercício prático de medição de temperatura na escola.

O Grupo 2 não compareceu à aula normal, mas desenvolveu as outras atividades; e o Grupo 3 somente recebeu aula normal.

5.1 - Aula de Clima Urbano (Grupo 1 e 3)

Como já explicado acima, a Ilha de Calor se dá principalmente onde a atividade humana é mais intensa, e é amenizada em locais com pouca atividade humana ou próximos de reservatórios de água ou com muita vegetação. Observando-se a figura 2 notamos que a EE Joaquim Ribeiro se localiza próxima ao centro da cidade, local com muita circulação humana, alta concentração de prédios e carros, já as EE Chanceler Raul Fernandes e Batista Leme, se localizam mais na periferia da cidade, onde existe maior arborização e principalmente o presença do Lago Azul, que é uma lamina de água que influi muito no clima local.

Fig.2 Localização das escolas de Ensino Médio na cidade de Rio Claro.

Portanto, na teoria, as temperaturas medidas na EE Ribeiro, teriam que ser maiores do que nas outras duas Escolas, devido a todos os fatores que caracterizam o clima urbano e a ilha de calor.

A aula que foi ministrada conteve os seguintes tópicos: § Conceito de Clima Urbano

§ Características do Clima Urbano § Conceito de Ilha de Calor § Características da Ilha de Calor

Os alunos, através destes tópicos, obtiveram conhecimentos sobre o que é clima urbano, porque o clima da cidade é diferente em relação ao da área rural e de que modo as atividades humanas influem no clima local. Também conheceram, na teoria, a Ilha de Calor, suas características e causas e o que fazer para amenizar este fenômeno.

5.2 – Aula de Clima Urbano no Cd-Rom (Grupos 1 e 2)

Os alunos do Grupo 1 e 2 tiveram a oportunidade de ver o CD-Rom e através desta aula de clima urbano se inteirar mais sobre o meio ambiente urbano. Diante dos computadores eles

assistiram à aula e ao final de cada uma receberam mais detalhes sobre o assunto, responderam perguntas e se inteiraram sobre o tema. O conteúdo multimídia passado para os alunos encontra- seno Cd-Rom “Meio Ambiente e Ciências Atmosféricas” (anexo 10).

A aula se deu da seguinte maneira, os alunos foram divididos em grupos de devido a pouca quantidade de computadores das escolas (três). Eles tiveram a oportunidade de ver o CD- Rom final e através desta aula de clima urbano se inteirar mais sobre o meio ambiente urbano. Com os computadores eles utilizaram os conhecimentos já adquiridos sobre o CD-Rom, em outras oportunidades, já descritas em capítulos anteriores, para utilizarem o produto multimídia. Eles assistiram às aulas e ao final de cada uma receberam mais detalhes sobre o assunto, responderam perguntas e se inteiraram sobre o tema (foto 9).

Foto 9 – alunos recebendo aula de clima Urbano na EE Ribeiro.

Foto de Luiz C. Faria.

5.3- Medição das temperaturas das Escolas Participantes (Grupos 1 e 2)

Após a aula teórica, houve a necessidade de se comprovar na prática tudo o que tinha sido passado aos alunos, pois desta maneira eles puderam verificar se as escolas de Rio Claro possuíam temperaturas diferentes em horários iguais.

O Exercício se deu da seguinte maneira, foram elaboradas tabelas (anexo 5) que continham espaços para os alunos colocarem o horário e a temperatura em determinado uso de solo, pois como já foi dito acima dependendo do uso do solo a temperatura é maior ou menor.

Os alunos foram divididos em 5 grupos, cada um responsável por um uso do solo (Dentro da Sala, grama, embaixo de árvore, solo exposto e cimento). Cada grupo saía da sala de aula e media a temperatura do uso de solo, cabe ressaltar que isto estava sendo realizado simultaneamente nas três escolas, uma vez medida a temperatura, eles anotaram nas tabelas e retornaram a sala de aula. E assim todos os grupos foram realizando suas medições. (fotos 10 e 11)

Foto 10 – Medição de temperatura pelos alunos da EE Ribeiro. Foto do autor

Foto 11 – Medição de temperatura pelos alunos da EE Ribeiro. Foto de um aluno

5.4- Transferência e Troca de Dados entre as Escolas (Grupos 1 e 2)

Ao final dos trabalhos de medição, os alunos das 3 escolas necessitavam trocar estas informações para comprovar se elas eram verdadeiras. Diante de um computador com o programa de conversa virtual mIRC 5.3, os alunos puderam completar o exercício .

Com suas tabelas de temperaturas a mão, cada grupo entrou na Internet com o grupo correspondente das outras escolas e conversaram através dos computadores, podendo assim trocar as temperaturas e se familiarizar mais com a rede mundial, e puderam comprovar que realmente existe diferença de temperatura entre as escolas, como demonstra o Gráfico 26, que contem as temperaturas nas três escolas, segundo uso de solo e horário que foram medidas.

Graf. 26 – Temperaturas das escolas segundo uso de solo e horário.

Através deste gráfico é possível observar que as temperaturas da EE Ribeiro são maiores que das outras escolas, isto devido à posição geográfica das escolas dentro da cidade de Rio Claro. (foto 12)

20 25 30 35 Ribeiro 27,1 29,4 29,8 29,3 33,9 Chanceler 24,8 24,1 26 27,3 29,7 Batista 25,4 25,7 27,3 27,2 29,2

foto 12 – Troca de temperatura pelos alunos da EE Ribeiro pela Internet Foto do autor

5.5 - Análise dos resultados do exercício (Grupos 1, 2 e 3)

Após a realização da análise dos exercícios pode-se constatar que os alunos compreenderam os conceitos relacionados ao clima urbano.

Por meio da elaboração de texto, os alunos escreveram sobre o que tinham absorvido tanto da aula, como do exercício prático. Veja os exemplos abaixo:

“O clima da cidade é diferente do clima do campo. As cidades são mais quentes por vários fatores, como prédios, asfalto e etc...”

Grupo 2.

“Como poucos sabem o calor da cidade varia de lugar para lugar. Lugares como o centro da cidade é mais quente porque há vários prédios, o lugar é todo asfaltado”.

Grupo3

“Como vimos as Ilha de calor são as diferentes temperaturas que existem nos locais da cidade”.

“A variação da temperatura na cidade de Rio Claro ocorre devido as ilhas de calor, na escola Ribeiro por exemplo é bem mais quente por causa dos prédios e poucas árvores, já aqui na escola Chanceler e no Batista Leme, tem um lago perto e muitas árvores, o que diminui a temperatura”.

Grupo 2

“Sobre o gráfico a escola que ocorre maior ilha de calor é o Ribeiro, em todos os locais a temperatura da escola Ribeiro é o maior, na grama, no solo exposto, na árvore e no cimento”.

Grupo 2

“Para que possa melhorar o problema das ilhas de calor na cidade deveria se plantar mais árvores na cidade, com cada um tendo seu espaço para plantar, grama vegetação, árvore e etc... e que não houvesse tanto prédio, porque com isso o cimento, as paredes, os muros, esquentam muito com o sol, e que as indústrias não soltassem tanto ar poluído”.

Grupo 3

“Numa cidade pode haver várias temperaturas, como no Ribeiro por ser centro da cidade é mais quente, pois é fechado por prédios, carros e etc, já no Chanceler há o Lago Azul, que diminui o calor e no Batista tem um temperatura equilibrada por causa da avenida Brasil, mantendo-se de 25,7C, a máxima de 29, 2C. Enquanto no Ribeiro a temperatura mínima (sala de aula) foi de 27,1C e a máxima (no cimento) foi de 33,9C enquanto no Chanceler a máxima temperatura (cimento foi de 29,7C)”.

Grupo 3

Pode-se observar através da análise do texto, que os alunos após participarem do processo de aprendizagem, utilizando como material didático, o produto multimídia e a rede Internet, passaram a entender melhor os conceitos relacionados ao clima urbano, ainda mais que passaram do senso comum, para um conhecimento mais refinado, ou seja, o conhecimento científico.

Todos os alunos dos 3 grupos passaram por uma avaliação de clima urbano com valor de 0 a 10 (anexo 6), idêntica, para que se pudesse avaliar se a inclusão de novas tecnologias e exercícios práticos melhora o desempenho dos alunos. As notas se encontram abaixo:

7 8 7 9 10 6 10 8 9 7 5 10 10 8,15 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 AlessandraAlexa Aline Anelize Daiane Elaine Everton Gabriela Gleison Julian Kelcy Lilian Luiz Luiz Gustavo Media da Turma

Gráfico 27 – Notas dos alunos do Grupo 1

7 6 3 8 6 4 9 5 6 8 7 3 10 3 6,071428571 0 2 4 6 8 10 Alexandre Cassiana Charles Edvaldo Elaine Cristina Flavia Gheorge Guilherme Ilara Kamila Laura Luciana Marcela Maria media do grupo

Gráfico 28 – Notas dos alunos do Grupo 2

Fonte: Avaliação aplicada nos alunos da EE Ribeiro.

5 2 3 5 6 4 4 2 1 7 3 3 3 3,692307692 0 2 4 6 8 10 Maria Fernanda Mariana Mauricio Michel michele Monica Patrick Sideine Taina Talita Tais Thiago Wellington media do grupo

Gráfico 29 – Notas dos alunos do Grupo 1

8,15 6,07 3,7 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Notas Grupo1 Grupo2 Grupo3

Gráfico 30 – Médias das notas dos alunos por Grupo. Fonte: Avaliação aplicada nos alunos da EE Ribeiro.

Fica evidente quando analisamos as notas dos grupos separadamente que o Grupo 1 obteve o melhor resultado, seguido do grupo 2 e finalmente do grupo 3. Isto demonstra que os alunos que tiveram acesso à aula teórica, à aula pratica e à aula no Cd-Rom conseguiram assimilar muito melhor o que lhes foi passado.

Um dado importante que deve ser mencionado é a diferença de mais de 2 pontos para

Benzer Belgeler