A) TEMEL KAVRAMLAR
4. Doğal Hukuk ve İnsan Hakları
Os IP’s devem diariamente passar por um ciclo completo de limpeza para que não haja formação residual e artefatos nas imagens que serão obtidas dos pacientes. Portanto quaisquer formações ruidosas e pontos de não uniformidade são inaceitáveis do ponto de vista da garantia de qualidade do funcionamento.
A verificação mostra o quão limpo e uniforme se encontram determinados IP’s. Se mais de 2 IP’s dos que forem testados apresentarem problemas, todas placas gráficas devem ser obrigatoriamente testadas, pois artefatos reprodutíveis em um número considerável de imagens, pode indicar problemas de software e de apagamento, obviamente considerando que a impressora esteja em condições ideais de funcionamento.
A tabela 1 mostra os dados referentes às medidas obtidas para avaliação de formação de ruído negro na imagem. Por esses dados, valendo-se de cinco IP’s de dimensões 18x24 cm, pôde-se avaliar, pela figura 9, que representa três das cinco imagens obtidas, que existe uniformidade nas imagens, e que sob o aspecto visual não aparenta possuir artefatos e outros efeitos degenerativos nas aquisições. Para a mensuração matemática, utilizou-se o software de domínio público Image-J, que possibilita analisar as propriedades e estruturas das imagens adquiridas nos testes propostos neste projeto. A partir desta ferramenta, com uma região de interesse estabelecida em pelo menos 80% da imagem foi possível estabelecer através do software citado os valores de PV e PVSD para cada aquisição (Tabela 1). Pelas determinações expostas na Norma AAPM número 93 os valores de PV e PVSD para a metodologia proposta ao Teste de Aceitação e Controle de Qualidade de Ruído Negro devem ser inferiores a respectivamente 280 e 4. Pelos dados adquiridos nota-se que a resposta quantitativa foi semelhante à qualitativa, ou seja, sob o aspecto de existência ou não de ruído eletrônico nas imagens, podemos inferir que para este tipo de teste os IP’s estão de acordo com as normas acima descritas.
Na segunda etapa da realização deste projeto o objetivo foi determinar a uniformidade de resposta dos IP’s. Da mesma forma que o teste anteriormente descrito, a uniformidade de resposta do IP também possui critérios qualitativos e quantitativos. Na primeira verificação, deve ser observado se a imagem está
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homogênea e sem artefatos visíveis, mesmo se a imagem for modificada no pós processamento.
Do ponto de vista qualitativo as imagens obtidas através dos IP’s de dimensões 18x24cm aparecem muito comprometidas, com manchas brancas e riscos por toda a imagem. A figura 10 apresenta de forma clara essas observações.
Figura 13: imagem obtida no teste de resposta de uniformidade para o IP A43720408. [5]
Para todas as imagens, tanto as impressas quanto as verificadas na estação de processamento computadorizado, deve-se analisar a presença ou não de pontos brancos e pretos e também de enrugamentos. Se estes artefatos forem observados indica-se fazer o processo de apagamento do IP, porém se eles permanecerem presentes depois disso, é necessário que a placa gráfica em questão
seja retirada de uso. E nesse contexto observou-se que nos primeiros cinco IP´s testados as imagens apresentam esse tipo de artefato. No caso de existir dentro da mesma imagem uma variação óptica muito grande, o teste deve ser repetido em outras angulações para averiguar se este fato é causado pelo efeito anódico. Se mesmo assim a variação das densidades ópticas for alta a equipe de engenharia responsável pelo equipamento deve ser solicitada para corrigir o problema de calibração do equipamento.
As flechas indicativas apontam para regiões em que existem faixas de não uniformidade ou pontos brancos na imagem. Essas observações acabaram por se tornar padrão entre os IP’s de dimensões 18x24. Por esse motivo inicialmente existiu a possibilidade de que o motivo pudesse ser uma eventual necessidade de manutenção na leitora, pois de fato nas bordas das imagens verificamos pontos de incongruência nas densidades ópticas. Mas ao se analisar as placas gráficas de tamanho 24x30 notou-se que esse mesmo tipo de não uniformidade não se apresentava da mesma forma, sendo assim muito mais homogênea (figura 10, imagem 2).
Para que possa ser inferido que determinados IP’s devam ou não ser retirados de uso, a avaliação visual das aquisições deve ser coerente com os resultados matemáticos das mesmas. Através do software Image-J todos os dez IP’s disponíveis para teste foram minuciosamente avaliados, seguindo as recomendações exigidas pela Norma AAPM número 93, desde abertura de região de interesse para análise em cada imagem com mais de 80% da área, bem como os cálculos de cada item proposto no protocolo. A tabela 3 apresenta todos os dados obtidos durante a análise de todas as imagens adquiridas.
Com relação ao valor de pixel médio (PV), todas as imagens apresentaram certa proximidade entre si, o que não garante a qualidade da placa gráfica, pois os valores e contagens de pixel mínimo e máximo podem fornecer ao sistema um desvio padrão muito maior que o permitido, e que de fato é o que justamente ocorreu. O desvio padrão médio do valor de pixel (PVSD), para as condições técnicas aplicadas ao teste, deve possuir um valor menor que 20. Os IP’s com identificação A43720415C e A437020408C apresentaram PVSD maior que 20, sinalizando desta forma que o desgaste nos IP’s está acima do considerado aceitável para uso em rotina clínica. Outro parâmetro apresentado na tabela citada
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se refere ao valor da relação entre o desvio padrão pela sensibilidade média (SD/Ss). E novamente verificamos que os dois IP’s citados anteriormente possuem um valor percentual nesta relação maior que a permitida, que é de 5%. Essas avaliações matemáticas dos parâmetros apresentados estabelecem uma conexão muito satisfatória com as observações visuais feitas nesta segunda etapa do procedimento, pois se verifica numericamente que alguns dos IP´s não estão em estado correto para uso diário em exames. O que se verifica com essas observações é que se faz necessário que a legislação vigente seja reformulada, de forma a abranger os sistemas de processamentos computadorizado e digital, para que assim possa haver meios legais, instituídos por uma legislação, que garanta a possibilidade de que os centros de diagnóstico por imagem possam substituir e fazer a manutenção de seus equipamentos, garantindo assim uma qualidade maior ao serviço prestado.
A última parte dos testes de Controle de Qualidade se refere à precisão do índice de exposição. Todas as condições exigidas pela norma utilizada neste estudo foram respeitadas, garantindo assim total nível de confiança em relação aos dados obtidos. A tabela 5 apresenta os valores obtidos do índice de exposição para cada um dos 10 IP´s analisados. Segundo o protocolo estabelecido nenhuma das aquisições deveria possuir um valor de índice de exposição superior a 200±20 quando analisadas isoladamente e o valor de índice de exposição médio deveria ser 200±10.
Pelos resultados pode-se afirmar que todos os IP’s estariam em discordância com relação ao que a norma exige. Do ponto de vista visual, é possível observar nas figuras 11 e 12, que representam respectivamente IP´s de 18x24cm e 24x30cm, muito ruído nas imagens, além de extensas regiões de não homogeneidade. Com relação a presença de manchas e pontos destoantes do padrão de imagens adquiridos, elas se devem a não homogeneidades já diagnosticas nos testes anteriores e também a eventuais presença de sujeira e riscos na leitora da estação de aquisição de processamento computadorizado. Neste teste especificamente, ao contrário dos anteriormente descritos, os resultados apresentados não são utilizados para excluir os IP´s da rotina clínica e sim para indicar se o sistema de processamento computadorizado necessita ou não de ajustes de caráter preventivo pelo fabricante. As variações ocorridas no valor de S
para os dez IP´s testados demonstram que a equipe de manutenção preventiva responsável pela processadora computadorizada deve ser solicitada para realizar os ajustes necessários nos parâmetros que influenciam na exposição e seus parâmetros referentes.
Os resultados mostrados dos três testes de aceitação e controle de qualidade propostos neste estudo demonstraram a presença de não-uniformidades e até mesmo de não condições de uso das placas gráficas. Pode-se observar que dois dos IP’s testados necessitam ser substituídos ou simplesmente retirados do uso clínico. É necessária que se faça presente na legislação brasileira a inclusão dos parâmetros e técnicas que já estão totalmente estabelecidas fora do país com relação ao controle de qualidade dos equipamentos e IP’s de Processamento Computadorizado e Digital a fim de monitorar e acompanhar esses itens, para que estejam de acordo com as condições necessárias e seguras para serem utilizados.
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