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4. ÜNİVERSİTELER İÇİN HAZIR DOKÜMANLAR, ŞABLONLAR VE

4.1 Dilekçeler

instalações físicas, onde os equipamentos de fabricação, laboratórios e layout de fábrica podem facilitar a conexão para transmissão do conhecimento. É razoável supor que a difusão de habilidades do parceiro será em grande parte determinada por padrões preexistentes de comunicação entre unidades, horizontal e verticalmente, sejam eles informais ou formais.

5.8. Gerenciamento de Alianças Múltiplas

Enquanto algumas empresas encontram meios de manter suas alianças separadas e as gerenciam como carteiras de relacionamento bilaterais separadas, outras se vêem emaranhadas em uma complexa teia de relacionamentos interdependentes que exigem um grande esforço de inteligência estratégica e habilidades gerenciais. A utilização de redes de alianças pode ser exemplificada entre as linhas aéreas, como a Star e a Lufthansa, United, SAS e Thai. Os bancos e a Visa International ou a Mondex - Mastercard são outro exemplo. A rede de alianças outras vezes serve como conduítes para o compartilhamento de informações. O exemplo vem da bolsa de valores, onde as informações estão amplamente disponíveis em tempo real, muito embora os insights de gerentes de fundos e dos analistas não estejam. Sua interpretação do enorme volume de informações públicas, que jorra dos mercados financeiros do mundo todos os dias, é mais valiosa do que meras cotações. Um exemplo vem da Thomson Financial Services, que torna possível esses insights e estratégias de investimento em tempo real, através de videoconferências, distribuindo informações e operando uma rede de interpretações compartilhada com os principais clientes.

A rede de alianças possibilita chegar primeiro a novos padrões de tecnologia e pretende estabelecer acessos a mercados ou serviços globais, ou ainda, cobertura e integração da qualidade, uma espécie de co-especialização entre membros da rede, dependendo uns dos outros, muitas vezes para atender clientes transnacionais. Outra motivação que pode surgir

para a colaboração em rede é tipicamente a ameaça externa ou uma oportunidade espetacular que só pode ser abordada com auxílio de outros. Projetos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de telas planas, por exemplo, nos Estados Unidos, é um esforço colaborativo que pretende evitar o total domínio do mercado por fornecedores asiáticos. Uma combinação de crises potenciais e novas oportunidades também pode ser um catalisador, como na colaboração alemã, referente a adesivos para colagem de metais (como alternativa a soldagem); reuniu siderúrgicas, empresas de produtos adesivos e químicos, diversos institutos de pesquisa, um grande número de usuários e o Grupo Volkswagen Audi.

O mobilizador também articula uma visão de como o valor pode ser criado. Em todas as cooperativas de P&D, a ênfase era no potencial de novas descobertas, novas tecnologias, criação de valor em conjunto. O conjunto de mentes da rede de alianças torna o trabalho eficaz através de contatos bilaterais e redes de indivíduos preexistentes.

A construção eficaz de alianças parece exigir tanto uma seqüência correta de compromissos , com membros existentes facilitando a cooptação de membros futuros, quanto a inclusão de um grande número de participantes diversos para desenvolver uma base comum, que não reflita a perspectiva de uma único participante ou de uma única categoria de participantes. Esta base comum emerge apenas com o tempo, já que geralmente requer convergência e um senso coletivo de fazer sentido entre os participantes.

A manutenção de uma rede pode ser um grande desafio. Questões envolvendo dificuldades de coordenação, o estado das normas de reciprocidade e resolução de conflitos, principalmente o equilíbrio entre contribuições e benefícios estão entre as questões a serem enfrentadas pelos gerentes de redes. Por outro lado, benefícios claros para os membros evidentemente fortalecem as redes.

Quando os membros de uma rede tiverem status relativamente igual, e a rede for estabelecida como uma federação de membros individuais, a gerência da rede geralmente será confiada a uma entidade especializada. Esta pode ser formada por elementos que pertencem à

rede ou contar com a colaboração de pessoas neutras. Em alguns casos, quando o membro mais influente da rede assume tanto a posição nodal da rede quanto a responsabilidade pela sua gestão ativa, a sua criação efetiva de valor e a captura eqüitativa tornam-se mais visíveis. Preocupações com eficiência e eqüidade freqüentemente levam os parceiros de alianças multilaterais a criar uma operação em rede e uma organização de manutenção separadas. A facilidade está em ter um ponto focal para comunicação e troca, onde o gerente das alianças está no centro, com os raios conectados a cada organização parceira. Esta estrutura facilita o acesso dos membros a informações e conhecimentos especializados. O mesmo gerente pode participar como um observador neutro de contribuições e benefícios dos membros, excluindo os caronas (empresas que não assumem posições de liderança em nenhum segmento) da comunicação de troca, funcionando como um cão de guarda. A reunião em um mesmo centro também favorece a reposição principal de informações sobre o desempenho de cada membro. A posição do gerente, para este caso, permite identificar e rapidamente disseminar informações sobre as melhores práticas, sugerir experiências mais seletivas, novas abordagens de mercado e práticas de trabalho inovadoras. Isto aumenta a viabilidade de aprendizagem dentro da rede, ao mesmo tempo em que reduz os riscos para as empresas-membro individuais, auxiliando a gerência a trabalhar como mantenedora das normas de comportamento dentro da rede.

A vantagem agregada à empresa nodal em uma rede suscitam questões interessantes. Uma delas diz respeito a como esse posicionamento é alcançado e mantido ao longo do tempo. Três elementos são a base dessa força. Uma visão atraente e motivadora agindo como ímã que atrai outros parceiros e legitima a necessidade de uma rede. Recursos e competências singulares , normalmente inovações proprietárias ou uma disposição de assumir riscos pela rede inteira, constituem a base da influência e do poder. E habilidade de negociação e paciência, que são o adesivo que mantém a rede unida. A segunda questão diz respeito aos papéis nodais, como emergem dentro das redes. Empresas como a Benetton e a PixTech

criam uma rede para auxiliar e implementar suas próprias visões estratégicas. Normalmente diferentes membros da rede se apresentam para desempenhar um papel nodal em questões diferentes, cada um dos quais requer competências diferentes. Quem desempenha melhor o papel em determinada competência assume a liderança, dentro de sua especialização-chave e permite um certo equilíbrio na rede, mantendo comprometimento de todos os membros da rede pelas contribuições singulares próprias .

Resumidamente, as questões estratégicas-chave na elaboração de uma aliança multilateral podem ser assim enumeradas:

1) Selecionar a composição da aliança

- reunir as capacidades e posições selecionando parceiros exclusivos como fornecedores, usuários e complementadores.

2) Otimizar o porte das alianças (número de participantes) - criar e compartilhar valor suficiente para todos os parceiros

- manter consistência/compatibilidade estratégica suficiente entre parceiros - conter a complexidade de gerenciar muitos relacionamentos

- diminuir os retornos para entrantes adicionais/retardatários

3) Selecionar um caminho para crescimento

- conter mas não confrontar os participantes estabelecidos mais fortes

- estabelecer seqüência da participação dos novos parceiros: credibilidade, criticalidade e alavancagem

- reconhecer a velocidade de crescimento, vantagens dos que agem primeiro - evitar a busca atrasada por elos perdidos

4) Conter a concorrência entre membros

- Diferenciação/duplicação/complementaridade de papéis - Liderança sustentada por empresa nodal.

5) Fornecer governança da aliança - governança aberta e neutra - gestão por empresas nodais

6) Manter a vantagem da empresa nodal

- tornar disponível conhecimentos e tecnologias suficientes, manter propriedades suficientes para manter a vantagem

- ser capaz de suportar aprendizagem acelerada.

6. METODOLOGIA

A pesquisa conduzida foi exploratória, através de estudo dos fenômenos organizacionais, sem apoiar-se em modelos pré - definidos.

Utilizando o estudo de casos, tentou-se descrever, de forma sistematizada, uma situação ou área de interesse com base em dados factuais da realidade observada.

O estudo de caso focaliza a evolução de uma empresa, de um indivíduo, de um grupo social, investigando os marcos da trajetória percorrida dentro de um determinado período de tempo.

Através de pesquisa na literatura técnica especializada de administração sobre o tema, serão efetuadas análises das informações contidas nestas publicações que produzirão um quadro referencial teórico das práticas de gestão observadas. Com base neste referencial, efetua-se o estudo de caso das empresas que utilizam a estratégia de associação, vinculando as práticas observadas aos conceitos teóricos.

Leenders & Erskine (1978) consideram o método de estudo de caso como uma forma de pesquisa que gera a formação do conhecimento. Muitas empresas nos últimos cinco anos têm publicado experiências através de jornais, ou revistas, fornecendo dados que permitem a elaboração dos casos e ao mesmo tempo, divulgam tais casos com nomes reais dos protagonistas que viveram a experiência. A entrevista com dirigentes de diferentes empresas, que narraram fatos inovadores para a gestão de alianças, passa a ser material indispensável para a questão em estudo.

Apoiado na prática bem sucedida dos métodos de atuação dessas empresas, procura-se propor uma nova maneira de gestão de negócios, através de alianças e parcerias. E dentro da proposta assegurar a sobrevivência das alianças, repensar os atuais modelos, flexibilizar novas formas de trabalho, levando à superação de barreiras produzidas pelos métodos internos de gestão.

Estarão sendo considerados os cenários de momento e os impactos do meio ambiente, agindo diretamente sobre o modelo de gestão proposto.

Para o correto entendimento da escolha da empresa foram considerados os seguintes critérios:

1) Empresa paranaense que introduziu práticas gerenciais inovadoras relacionadas à gestão de alianças, cuja divulgação esteve disponível em diversos meios de comunicação. 2) A empresa permitiu através de contatos, via fone, Fundação Eletro, internet, entrevistas

personalizadas, dados que permitiram elaborar um caso, sem no entanto haver permissão para divulgar o nome das pessoas/empresa envolvidas.

3) Trata-se de uma empresa que possui o maior número de parcerias internacionais no estado. Atua em segmentos diferentes da economia, permitindo uma análise mais ampla da proposta de estudo.

Benzer Belgeler