3. ÜNİVERSİTELER İÇİN İŞ SAĞLIĞI VE GÜVENLİĞİ YÖNETİM
3.1 Üniversitelerde İş Sağlığı ve Güvenliği Faaliyetlerini Uygulama Sorunsalı
3.1.2 Çalışma sonucu elde edilen bulgular
ao longo do tempo, para servir de ponto de referência e manter memórias longas.
5.4. Aprendizagem e Ajuste ao Longo do Tempo
A questão a ser tratada diz respeito a como parceiros de uma aliança aprendem e se ajustam uns aos outros ao longo do tempo. Na realidade o que separa as alianças que duram o suficiente para alcançar suas ambições das que se desfazem ao encontrar a primeira dificuldade é sua capacidade de aprendizagem e ajuste. As posições dos parceiros raramente se prestam a uma adaptação fácil. A maioria dos parceiros mantém a distância, desconfiando uns dos outros e podem ainda não compartilhar um profundo senso da oportunidade que têm diante de si e de como capturá-la. É justamente nesta fase inicial que se deve trabalhar os hiatos mencionados anteriormente, melhorando as imperfeições do projeto inicial. A aprendizagem é o coração das alianças bem-sucedidas. À medida que os parceiros começam a aprender de sua colaboração, começam a reavaliar o potencial da aliança criar valor; o equilíbrio e importância de captura desse valor; sua capacidade de ajustar as condições existentes da aliança e seu compromisso com esse ajuste.
Os parceiros precisam aprender em cinco áreas chaves, para sustentar a colaboração bem sucedida: o ambiente em que a aliança irá operar; as tarefas a serem desempenhadas; o processo de colaboração; as habilidades dos parceiros e suas metas aprendidas e emergentes. A aprendizagem conjunta sobre o ambiente atual e ambiente futuro começa com cada parceiro fazendo suas próprias observações, chegando às suas próprias previsões e conclusões, e, posteriormente, discutindo em conjunto. Quanto mais a aliança objetivar o acesso a novos mercados e criar novas oportunidades, maior a agenda de aprendizagem relativa ao ambiente. Quanto mais fizer sentido o processo conjunto, melhor interpretados serão os indicadores, as oportunidades, e mais rica a compreensão do mercado. Esta
abordagem conjunta oferece uma base realista para o direcionamento da aliança, auxilia os parceiros a construir bases comuns, cria confiança e transpõe o hiato das expectativas. Genericamente as pesquisas sugerem abordagens comuns: o esclarecimento e debate de suposições com suas variáveis e limitações; compartilhamento do "por quê" o mercado é visto desta forma pelos parceiros; conter os riscos pessoais através de indivíduos que antes estavam seguros em suas organizações e agora não têm problemas para mudar, autoconfiantes que não receiem flechadas pelas costas; a paciência, pois a aprendizagem conjunta demanda tempo, ouvindo, compartilhando e refletindo e, finalmente, não supondo que os pontos de vista sobre o ambiente convergirão automaticamente, ou seja, à medida que o processo como um todo passa a ser estruturado para a aprendizagem conjunta.
As tarefas que os parceiros reconhecem como essenciais a seu sucesso mútuo no início provavelmente evoluirão, à medida que a parceria amadurecer e mudar com a definição inicial do trabalho. A interação de pessoal com coordenação de equipes e intercâmbio de gerentes, treinamento e desenvolvimento conjuntos levam a uma simplificação das tarefas, fazendo com que o conhecimento compartilhado seja mais explícito. Ou seja, o conhecimento passa a ser articulado e codificado. Uma segunda possibilidade trata de aumentar a "largura de banda" da comunicação entre os parceiros. Comunicação intensa e relativamente informal entre parceiros. Os envolvidos precisam considerar como a tarefa pode ser mais bem desempenhada, pensar como melhorar a interface e tornar suas rotinas e processos no dia a dia mais compatíveis. Como terceiro facilitador, o limite da quantidade de locais, grupos e equipes que estão interagindo, com melhoria da coordenação entre eles, acaba com a independência possibilitando o compartilhamento de informações e facilitando a aprendizagem. Complementando, o aprimoramento e a cooperação de gerentes e de pessoal especializado são indispensáveis.
O processo de colaboração é totalmente descoberto ao se fazer; posteriormente sofrerá sintonia fina por parte dos parceiros, que devem estar dispostos a transcender os
processos decisórios e de negócios de suas próprias organizações. Vai além das tarefas a serem realizadas, alcançando o que cada parceiro faz para funcionar. Para aprender sobre este processo os parceiros precisam observar de fora, para ter uma visão melhor de seu funcionamento. Permitir que partes objetivas observem o processo, isto pode ser através de facilitadores internos, ou de consultores, que observam e analisam os processos, dando feedbacks de seus resultados. O processo de colaboração deve ser ativamente perseguido nesta fase. Compromissos unilaterais são freqüentemente necessários para que as coisas comecem a andar. Quando um parceiro dá a outro demonstrações de confiança e oportunidade para isso, assinala uma ação recíproca e adequada. Outra questão importante é o tratamento imediato de pequenos mal-entendidos. Eles precisam ser abordados à medida que ocorrerem. Revisões mútuas daquilo que cada parceiro acredita em relação a outro podem ser bastante úteis.
Sobre as habilidades de um parceiro, o que se observa é que, embora a co- especialização de habilidades diversas seja o motivo da existência de muitas alianças, grandes diferenças de habilidades podem inibir a combinação bem-sucedida de vantagens de parceiros. Neste caso os parceiros devem trabalhar com afinco para aprender uns com os outros. Cabe aqui uma importante distinção entre familiaridade com a habilidade de combinar habilidades com sucesso e o domínio desse conhecimento. Por familiaridade entende-se o aprender o suficiente sobre habilidades do parceiro para mesclá-las com sucesso. Para aprimorar esta familiaridade a gerência precisa fazer o dever de casa. Compreender suas habilidades e de seus parceiros, lembrando que as mais valiosas são as mais tácitas e menos compreendidas. A compreensão, quase que perfeita, de como estas habilidades, organizações e procedimentos do parceiro interagem. Sua compatibilidade de plugues, criando elos, articulando rotinas de trabalho e as implicações dos processos de suas próprias bases de habilidades para torná-las mais compatíveis umas com as outras. Essa questão geralmente requer trabalho ativo no projeto de interface para ajustar as rotinas de trabalho de cada
parceiro, de forma que a interface fique mais fácil. Logo, o desenvolvimento de procedimentos e processos que cada um utilizaria para desempenhar novas atividades, como serviços a clientes, controle de qualidade e logísticas tornam-se comuns.
Uma vez iniciada a cooperação, várias abordagens são úteis para se aprender sobre as metas e expectativas de um parceiro e esclarecer as suas próprias. Uma delas consiste em observar o padrão de comportamento do parceiro na aliança. Comportamentos que não pareçam consistentes com as expectativas compartilhadas, ou que não coadunam com as declarações públicas anteriores, podem indicar uma agenda oculta. A observação de ações relacionadas em torno da aliança, como a disposição dos parceiros em assumir compromissos difíceis de serem revertidos; a qualidade das pessoas designadas e a contratação de especialistas em áreas relacionadas à aliança podem evidenciar as verdadeiras metas do parceiro. Uma discussão de interesses em vez de posições na evolução da aliança, deixando claro os interesses pessoais, encoraja o parceiro a pôr os seus na mesa. Ao adiantar posições de negociação é preciso fugir da dúvida quanto à extensão de agendas ocultas.
Com o desenvolvimento da aliança é importante avaliar o quanto de valor ainda resta para ser criado, verificando sua distribuição eqüitativa entre os parceiros. Principalmente diante das incertezas e da necessidade de mudanças, o quão dispostos estão os parceiros em promover ajustes. Novamente a adequabilidade ao ambiente, viabilidade e equilíbrio de habilidades, compatibilidade e probabilidade de satisfação de metas, compatibilidade e eficiência dos processos e definição e organização de tarefas precisam ser revistas para avaliar o desempenho da aliança. A aprendizagem em cada uma das dimensões em conjunto leva o relacionamento para o longo prazo. O fechamento dos hiatos logo de início impede o bloqueio e orientação da aprendizagem, evitando o fracasso da aliança quando os parceiros não estão satisfeitos com o que aprendem, fogem a conflitos de interesses, aproximam os parceiros e criam comprometimento com a interface.