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Dijital Platform Çalışma Biçimleri

Belgede ANKARA Sayı: 15 / Aralık 2019 (sayfa 70-74)

DİJİTAL PLATFORM ÇALIŞANLARI VE SENDİKALAR

DIGITAL PLATFORM WORKERS AND TRADE UNIONS

1. DİJİTAL PLATFORM KAVRAMI

1.1. Dijital Platform Çalışma Biçimleri

Acreditar que o conhecimento da biologia de uma espécie preenche os requisitos para o sucesso em seu controle é perfeitamente plausível. Segundo Johnston et al.(1995), o difícil é minimizar os custos do comportamento humano – intensivamente emocional e muitas vezes irracional. Esta carga afetiva, existente na relação de muitas pessoas com o pombo, é responsável pela sua proteção em diferentes lugares no mundo, como a Praça de São Marco (Veneza), na Praça de Trafalgar (Londres), na Praça Jackson (Nova Orleans) e no Centro Cívico de São Francisco, o Parque Treze de Maio (Recife) e a Praça da Bandeira (Campina Grande).

Populações de pombos aumentam através de nascimentos e imigração, e diminuem o excesso de indivíduos através de mortes e emigrações. O controle interno da quantidade de pombos é mantido por esses fenômenos de incremento, estabilização e decréscimo da população (ibid.). A iniciativa humana de intervenção ocorre, de uma forma geral, quando eles começam a causar incômodos pela produção de fezes e dispersão de penas, e problemas médicos ou econômicos. Neste ponto, as razões podem ser justificáveis, como demonstram os

resultados encontrados numa análise realizada por Bassi e Chiatante, em 1976, provando que as fezes do pombo causam danos à pedra calcária (Haag-Wackernagel, 2005). Quando corroem os materiais, a umidade local cria condições ideais para o desenvolvimento de fungos, como o Aspergillus. Os metabólitos do fungo são ácidos o suficiente para dissolver uma pedra. Essa constatação explica o que pode ser visto em áreas públicas ou privadas onde os pombos permanecem e as áreas atingidas pelas fezes apresentam nítida deterioração.

Reduzir uma população tem significado usualmente exterminar as aves, muito embora seja uma medida paliativa, ou seja, temporariamente efetiva (Johnston et al., 1995.). A remoção dos pombos para outras áreas tem se mostrado muito mais a transferência do problema para outro local. O uso de substâncias químicas com efeito contraceptivo é sugerido como alternativa, muito embora seja apontado como de alto risco para outros animais que entrem em contato com a substância, além de a dose de efeito ser muito próxima da dose letal, o que exporia os pombos ao risco de elevada mortalidade. Os quimioesterilizantes, que são na maior parte extremamente venenosos, causam o infertilidade provisória ou permanente. Estas substâncias não devem, sob nenhumas circunstâncias, ser introduzidas em ecossistemas urbanos porque não há nenhuma garantia da segurança para pessoas ou outros animais urbanos (Haag-Wackernagel, 2005). Os tratamentos dos pombos com hormônios, que foram empreendidos em diversas cidades, não tiveram nenhum sucesso durável. Entretanto, um hormônio similar àqueles usados para seres humanos provou condições inferiores eficazes do laboratório (ibid.). Com este tipo do controle, um impedimento principal apresenta-se da dificuldade em administrar doses exatas em animais silvestres. Um dos efeitos esperados do uso de substâncias químicas ativas, como hormônios e venenos, é a ação esperada com efeito nos animais mais fortes e saudáveis – que conseguem chegar ao alimento – causada pelo alcance privilegiado à substância, enquanto os menores e até doentes manteriam-se imunes ao efeito por consumi-la em menor escala. O resultado seria, naturalmente, uma seleção

indesejada, onde a esterilidade ou mortalidade causaria uma reação compensatória de aumento reprodutivo nos capacitados para tal atividade (ibid.).

Johnston et al. (op. cit.) insistem que não há uma técnica que possa ser considerada a

eficiente, porém, mesmo que nenhum programa de controle possa ser conveniente a todas as

realidades locais, criando-se uma atmosfera de investimento na competência de quem aplica e credulidade nos resultados, é possível adequar uma ou mais técnicas e chegar aos resultados esperados. O domínio dos aspectos biológicos do pombo urbano - incluindo ecologia, comportamento, dieta, reprodução, dinâmica dos grupos e transmissão parental de informações - devem ser requisitos para o desenvolvimento de uma estratégia de manejo. Estrutura de atividades diárias e variações sazonais são igualmente importantes. No entanto, Johnston et al. (op. cit.) consideram que alguns costumes humanos são propiciadores do desenvolvimento de verdadeiras pragas urbanas. Alimentando intencional ou não intencionalmente, e as arquiteturas antiga e moderna proporcionam abrigo, nidificação e, por isso, favorecem a reprodução.

A ação de tentar controlar os pombos por conta própria - ou seja, doméstica - desde que se consiga que eles não incomodem mais, é feita freqüentemente sem nenhum conhecimento do contexto ecológico. Os edifícios e os monumentos sujos foram sempre um problema aos proprietários e autoridades locais. No começo do século XX, a redução de grandes bandos de pombos urbanos foi tentada em Washington (Estados Unidos), em Londres (Inglaterra) e em Bremen (Alemanha) com caça e disparos (Haag-Wackernagel, 2005). Em Munique (Espanha), foi estimada uma população de pombos urbanos de aproximadamente 60.000 indivíduos, em 1934. Eram alimentados por transeuntes. Nesse tempo, a cidade planejou limitar o número de pombos destruindo seus ovos. Os pombos tinham sido alvo dos disparos regulares da polícia de Basiléia (Suíça) desde 1927, com o intuito de assustá-los para que não voltassem mais. Tais medidas provocaram disputas com organizações da proteção animal; alguns destes argumentos foram descritos como uma "guerra do pombo" (ibid.). Após 1935,

os pombos foram tomados nas armadilhas feitas de rede ou de fios entrecruzados e mortos. Ao mesmo tempo, os anúncios nos jornais tentaram persuadir amantes do pombo a parar de alimentá-los. A matança animal parece estimular a imaginação do homem sobre métodos possíveis e de maneiras inumeráveis. Haag-Wackernagel (op cit.) pondera sobre técnicas criativamente inventadas e usadas na busca de sanar problemas recorrentes, como o envenenamento tópico ou através do alimento, ou a plataforma de metal que funcionava com base no princípio de ratoeiras. Inventada por Geisthart em 1977 (ibid.), possuía quatro medidores que formavam um quadrado e disparavam instantaneamente um forte choque elétrico quando o pombo subia no metal, matando-o.

Atualmente, os programas de controle que buscam reduzir números do pombo tentam eliminar tantos indivíduos quanto possível com armadilhas, repelentes ou envenenando. Mas, importante para o sucesso dos resultados seria realizar o censo das aves (Johnston et al., op.

cit.), o que pode não ser tarefa fácil, em especial quando são bandos muito numerosos e

quando possuem outros bandos nos arredores onde os pombos de ambos circulam com certa liberdade. A importância desta estimativa numérica é a escolha do método que melhor se enquadre no caso, sendo de pertinência indiscutível. Casos de controle bem sucedido com base na quantidade de pombos são os de Barcelona (Espanha) e Basiléia (Suíça) (ibid.). Um segundo aspecto para um controle eficiente é a modificação das condições ambientais favoráveis à permanência dos pombos. Em Basiléia, o programa de controle foi baseado na restrição ao suprimento de comida e educação da população. Nas cidades de Recife (Pernambuco) e Salvador (Bahia), dentro da proposta de uma intervenção educativa, medidas de efeito em curto prazo são trabalhadas com a população, uma vez que é o método-base dos trabalhos do Centro de Vigilância Ambiental, CVA, e da empresa particular de controle de pragas Astral, nestas cidades, respectivamente. Entre estas medidas, as pessoas são orientadas a vedar de aberturas que proporcionem abrigo, instalar inclinadores para possíveis superfícies de pouso e desestabilizadores de pouso (molas, fios ou espículas). Ajustes no comportamento

dos pombos, como certos hábitos condicionados de se alimentar em tal ou qual lugar ou horário, representam um importante fator a ser considerado, muito embora também possa ser apenas conseqüência de um trabalho junto às pessoas da cidade.

O uso de técnicas de sons ou espantalhos para assustar os pombos é citado por alguns autores (Bonini, 1998; Johnston, 1995;), que também consideram que em pombos este tipo de estímulo tem efeito muito breve, de apenas alguns dias, e por isso não é recomendado. Já o uso de barreiras físicas ao pouso, à nidificação ou ao abrigo apresenta resultados positivos. Instalação de estruturas metálicas pontiagudas nos relógios suspensos da estação ferroviária de Berlin (Alemanha) excluiu os pombos da rotina da plataforma da estação (Johnston et al.,

op. cit.). Igualmente eficientes, as barreiras elétricas que produzem choques de 12 V são

suficientes para convencê-los a abandonar uma área (ibid.). Bonini (1998) considera ainda outra categoria de controle de pombos em áreas urbanas: através do uso de uma substância repelente com consistência de gel e que causa incômodo por ser tóxica para os pombos.

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