2.3. ONTOLOJİ ÖRNEKLERİ
2.3.2. Diğer Kullanım Örnekleri
Quando no século XVII, as descobertas de minas determinaram a atração do interior sobre o litoral, os aventureiros que ao norte investiam com o sertão, demandando as serras da Jacobina, arrebatados pela miragem das minas de prata [grifo nosso] e rastreando o itinerário enigmático de Belchior Dias, ali estacionavam longo tempo. A serra solitária – a Piquiaraçã dos roteiros caprichosos -, dominando os horizontes, norteava-lhes a marcha vacilante.1
Assentada a cruz - como símbolo representativo do poder eclesiástico da Igreja Católica e do reino de Portugal - no lugar chamado Terra de Santa Cruz, veio com este ato não somente a introdução da cristandade aos pagão da nova terra, agregou, para aqueles anos iniciais e posteriores de colonização, a inclusão da terra brasilis na política mercantilista européia.
Coube, nos tempos primeiros do domínio português na América, aos cobiçadores de produtos naturais e especiarias o dever de explorar a terra. A Coroa lusa pouco se interessou em efetivar a posse dos seus domínios, basicamente por dois motivos: o primeiro dizia respeito à pouca utilidade dos produtos brasileiros nos mercados europeus e, segundo, pela presença de uma população autóctone rude em sua essência2.
O escrivão enviado junto com as naus de Pedro Álvares de Cabral, Pero Vaz de Caminha, descrevendo às autoridades portuguesas sobre os fatos e feitos envoltos na conquista, assegurou sem rodeios, o verdadeiro objetivo da empreitada: (...)N’ella até agora não podemos saber que haja ouro, nem prata, nem cousa de metal, nem ferro lhe vimos. 3 Esta citação ensejou os sabores desejados pelos portugueses no lado oriental da linha virtual do Tratado de Tordesilhas: ouro e prata, metais que os enobrecessem perante os outros reinos do Velho Mundo. É certo o comentário de Raymundo Faoro quando disse que o descobridor
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1 CUNHA, Euclides da. Os sertões. São Paulo, Editora Martins Claret, 2002. p. 178.
2 FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. 10 ed. São Paulo, Globo,
1996. p. 02.
3 ABREU, Capistrano. Capítulos de história colonial, 1500-1800. 7.ed.rev. São Paulo, Publifolha, 2000. pp. 53-
antes de ver a terra, antes de ver as gentes, antes de sentir a presença da religião, queria saber do ouro e da prata.4
A decepção inicial não fatigou os conquistadores em suas investidas e arremetidas. Estavam contaminados pela busca de preciosidades minerais. Viam somente os efeitos de uma miragem que ulteriormente possibilitou entradas e penetrações aos sertões do Brasil, desde os Quinhentos chegando até os Setecentos.5
(...) na fantasia, sonhando, imaginando ou estudando, se vão vendo,
tratando e pelejando.6
Uma análise mais acurada dos fenômenos que envolveram os primeiros contatos dos portugueses com a terra desprovida de prata, trigo, gado e especiarias, com uma população nativa pobre, ignorante e simples7, revela o descaso junto à política colonizadora. Após o descobrimento e, a partir de 1504, torna-se freqüente a presença de traficantes de variadas nacionalidades8: franceses, holandeses, espanhóis e ingleses estão no rol dos mais conhecidos. Os trâmites envolvidos entre estrangeiros e índios estimularam os detentores legais do Brasil a povoá-lo, receosos de perdê-lo para outras potências ultramarinas da época.
Em 1549, quando é criado o governo geral, a obsessão do colonizador, fecundada pelas expedições de busca ao ouro, muitas delas apoiadas pela nova administração, fez aumentar a penetração ao interior do Brasil, alargando as fronteiras e as terras lusitanas9. Aqueles que se fixaram e desbravaram o litoral são repelidos de conhecer o interior, pelo temor das lendas divulgadas pelos catecúmenos, baseadas em monstros mitológicos, e habitados por índios guerreiros e antropofágicos. Em virtude disso, os conquistadores estancam-se junto ao mar, estreitando suas relações, ou melhor, familiarizando-se com os silvícolas integrado com o território desde muito tempo.
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4 FAORO, Raymundo. Os donos do poder..., Opus cit., p. 102.
5 Nesta dissertação de mestrado enfatizaremos o conhecimento do sertão nordestino pelos agentes colonizadores.
Entretanto, se for necessário pontuar outras regiões do Brasil colonial, faremos como método acessório para o entendimento do processo urbanizador do interior nordestino.
6 “Os Lusíadas”, X, 150. In HOLANDA, Sérgio Buarque de. Visões do Paraíso. São Paulo, Companhia das
Letras, 2010. p. 48.
7 FAORO, Raymundo. Os donos do poder...,1996, Opus cit., p.102. 8 FAORO, Raymundo. Os donos do poder...,1996, Opus cit., p.106.
9 LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Tomo II. Lisboa, Livraria Portucália, 1938. p.
Figura 16 – BLEAU, Joan. Brasilia. Disponivel em http://www.fbn.br. Acesso em 18.12.2010.
Outros, encorajados pela descoberta do Novo Mundo, se motivaram em procurar um fantasioso lugar, distante do litoral, paradisíaco, carregado de tesouros e metais preciosos. Crer-se na existência de um lago fechado, sem acesso, que surge no interior da colônia e que assumiu as nomeações: Dorado de Vupubaçu ou Paraupava. Acreditou-se que desse lugar nasciam os principais rios da colônia e seus afluentes, entre esses, o rio de São Francisco, Parnaíba, Tocantins e Paraná.10 Um mapa criado pelo cartógrafo holandês Joan Blaeu, datado provavelmente da primeira metade do século XVII, indica no centro da colônia a existência deste lago mítico [figura 16].
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10 BOAVENTURA, Deusa Maria Rodrigues. Urbanização em Goiás no séculos XVIII. Tese de doutorado.
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU – USP), 2007. p. 39.
Ainda sobre esta questão, Pero Magalhães de Gandavo, apontou que he publica fama entre elles que ha huma
lagoa mui grande no interior da terra donde procede o Rio de Sam Francisco, de que já tratei, dentro da qual dizem haver algumas ilhas e nellas edificadas muitas povoações, e outras orredor della miu grandes onde tambem ha muito ouro, e mais quantidade, segundo se afirma, que em nenhuma outra parte desta Provincia.
Ver GANDAVO, Pero Magalhães de. Tratado da terra do Brasil; História da província de Santa Cruz. São Paulo, Edusp, 1980. p. 145.
Para Raymundo Faoro a corrida fabulosa e imaginária às minas de ouro, ao Paraupava, esteve extasiada com o desejo de fazer, de criar a realidade, estando na base da conquista do sertão, refletindo o escopo de rasgar o Tratado de Tordesilhas, sob o qual não seria possível manter o Brasil.11
O rio São Francisco, meio fluvial de penetração utilizado desde o século XVI, foi alvo de notícias fantásticas da existência, em seu leito e regiões limítrofes, do El Dorado. Urbino Viana, citando carta de Felippe de Guilhen ao El-rei Dom João III, opinou que no rio havia uma serra que resprandece muito e que he muito amarella da qual serra vão ter ao dito Rio pedras da mesma cor a que nós chamamos pedaço de ouro.12 Já Luiz Alberto Moniz Bandeira nos informa que, a propósito de descobrir essas regiões mineiras da bacia sanfranciscana, foram animados, em 1551, o governador geral do Brasil, Tomé de Sousa, em atenção e cumprimento às ordens de D. João III.13
Particular personagem dessas aventuras aos sertões da capitania da Bahia de Todos os Santos, através do rio São Francisco, fora Belchior Dias Moréia, alcunhado de Muribeca. Por volta de 1593, iniciou sua jornada para as serras e caatingas, partindo das margens do rio Real, onde possuía fazendas de criação de gado. Seu roteiro focalizou as serras da Jacobina e Pedra Furada.14 Pelo rio São Francisco alcançou a vertente da chapada da Diamantina, ausentando-se por oito anos dos centros urbanos litorâneos. Somente em 1601, o Muribeca, julgado morto pelos seus familiares e conhecidos, retornou à Bahia com amostras minerais.15
Entretanto, sua rota de conhecimento do sertão baiano nunca foi revelada, levando consigo, em sua memória, ao leito de morte. Essa atitude de não representar, mesmo em toscos mapas, o roteiro utilizado para chegar às minas, garantia aos sertanistas a autoridade sobre as jazidas supostamente achadas.
Com o intuito de obter honras e mercês do monarca Felipe II, Belchior Dias Moréia embarcou para Espanha, sendo congratulado em Madri pelas notícias acerca do território sertanejo e dos eventuais minérios. Recebeu da Coroa um morgadio de trinta léguas, semelhante a uma capitania hereditária, detendo autoridade absoluta e poder soberano em
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11 FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato..., Opus cit., p.157.
12 Carta de Felippe de Guilhen a El-rei D. João III, datada da Bahia aos 20 de julho de 1550. Ver VIANA,
Urbino. Bandeiras e sertanistas baianos. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1935.p. 127-128.
13 BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. O feudo: a Casa da Torre de Garcia d’Ávilla – da conquista dos sertões à
independência do Brasil. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2000. p. 123.
14 BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. O feudo: a Casa da Torre de Garcia d’Ávilla...Opus cit., p. 125. 15 BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. O feudo: a Casa da Torre de Garcia d’Ávilla...Opus cit., p. 125.
seus novos domínios. Além desses, foram ofertados uma renda de 3.000$000 cruzados das referidas minas e o hábito da Ordem de Cristo.16
Outras autoridades coloniais viam a saga do ouro e prata nos sertões do Nordeste e, até de outras capitanias da colônia, como uma utopia, um ideal intangível. O governador geral do Brasil na era dos felipes, D. Diogo de Menezes, escrevendo ao rei, reconheceu que as verdadeiras minas do Brasil são açúcar e pau-brasil17. Economias de valor perante o
mercado europeu. Requeriam poucos investimentos da fazenda real, se comparadas com os gastos e honras ambicionados pelos sertanistas, através de suas incursões aos sertões da colônia. Os delírios causados pelas miragens do El dorado sertanejo eram explorados habitualmente por pandilhas que plantavam as amostras de minério, com o fim de obter graças reais prometidas aos que as encontrassem.18
Vale ressaltar que, outras partes do interior baiano, já em fins do século XVII, passaram pelo rush da procura do ouro e da prata. Os rios de Contas e Brumado são alguns dos cursos fluviais onde mineradores estabeleceram residência. Consequentemente, povoações e vilas foram criadas ao longo destes caminhos do ouro sertanejo. Para citar como exemplos temos a vila de Nossa Senhora do Rio de Contas, elevada a esta categoria em 1724, e a vila de Rio de Contas (1745) [figura 17].
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16 BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. O feudo: a Casa da Torre de Garcia d’Ávilla...Opus cit., p. 127. 17 BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. O feudo: a Casa da Torre de Garcia d’Ávilla...Opus cit., p. 126.
18 PUNTONI, Pedro. A guerra dos Bárbaros: povos indígenas e a colonização do sertão do Nordeste do Brasil,
Figura 17 – Rio de Contas, vila elevada em 1745 por ordens do rei D. João V. Ao fundo Casa de Câmara e Cadeia e, de costas para o leitor, a igreja matriz do Santíssimo Sacramento. Foto disponível em http://www.ibge.gov.br. Acesso em 25.08.2010.
As atividades de extração nas jazidas baianas das jacobinas e em Rio de Contas fizeram com que a metrópole julgasse tais localidades de fácil acesso ao litoral, expondo, portanto, os produtos encontrados ao assalto de traficantes que viviam soltos pelo sertão, causando tumultos e desordens19. Com isso, foi vetada a exploração mineral no interior
baiano, deslocando o monopólio, já em fins do século XVII e início dos Setecentos, à capitania das Minas Gerais. A ordem real possibilitou o fortalecimento da economia pastoril como especificidade do mercado sertanejo.20
Muitas dessas minas, aparecidas à vista dos conquistadores, eram compostas de outro tipo de mineral – o salitre21 – explorado durante o período colonial na caatinga baiana, por ser
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19 ABREU, Capistrano. Capítulos de história colonial..., Opus cit., pp. 168 – 169. 20 ABREU, Capistrano. Capítulos de história colonial..., Opus cit., pp. 168 – 169.
21 As jazidas de salitre mais conhecidas do sertão nordestino foram as de Pilão Arcado e Salinas de Cima, ambas
localizadas cerca do rio São Francisco. Para as Minas Gerais, anualmente, eram transportados, pelo rio São Francisco mais de seis mil alquires de sal, segundo as informações capitão e intendente das minas dos cariris novos, Jerônimo Mendes da Paz. Ver PROJETO RESGATE. AHU_ACL_N_CEARÁ, Cx. 6, D. 380.
útil à produção de pólvora e sal. Pedro Puntoni, citando Pedro Barbosa Leal, disse que as expedições do Muribeca aos sertões da Jacobina acharam, invés de algum nobre metal, o salitre.22 Por não indicar a precisa localização das supostas jazidas descobertas, Belchior Dias Moréia disseminou sonhos de riqueza provenientes da mineração. Assim, o hinterland pode ser conhecido.
Passados duzentos e cinqüenta e quatro anos de descobrimento, durante o reinado de Dom José I, precisamente no ano de 1754, rumores de minas de ouro no sertão da capitania do Ceará (na região dos Cariri Novos), motivaram averiguações por parte dos representantes do governador da capitania de Pernambuco, Luis José Correia de Sá. Descrevendo estas minas, Manuel Dias da Silva, garimpeiro das lavras, disse convincentemente que elas...
(...) não só farão conveniencias, como darão lucros aos que aqui abitão, para que se aumente na conveniencia e as ponhão com aumento, e valor, digo que estas (minas) pelo tempo não virão a ter menos valor que as gerais, e a razão he porque aparesse ouro em toda esta terra, mais ou menos; E o que as faz não estarem reputadas he a falta de agoas, por quanto, o ouro se tem descoberto he fora das vertentes, que só em tempo de emverno se pode trabalhar e nestes termos avendo agoas e Mineyros que o entendão, que he o que cá não tem, serão as melhores minas do mundo (...). [grifo nosso].23
Contudo, outro minerador, Francisco Jorge Monteiro, levou consigo cinqüenta e seis bateias, extraindo um oitavo e dois grãos de ouro24, valor insignificante para o que seriam as melhores minas do mundo. Ou como o próprio interlocutor afirmou sobre tais jazidas: (...) não se tem achado grandeza(...).25
Em sua Descripção Geográfica Abreviada da Capitania do Ceará, datada de 1810, publicada através da Revista do Instituto do Ceará por Guilherme Sturdart, o engenheiro Antônio Jozé da Silva Paulet descreveu que, em épocas de chuva na região do Cariri cearense, moradores mizeráveis faíscam algum ouro, mas em tão pouca quantidade que de todo custa a
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22 PUNTONI, Pedro. A guerra dos Bárbaros: povos indígenas..., Opus cit., p. 30. 23PROJETO RESGATE. AHU_ACL_N_CEARÁ, Cx. 6, D. 376.
24PROJETO RESGATE. AHU_ACL_N_CEARÁ, Cx. 6, D. 381. 25PROJETO RESGATE. AHU_ACL_N_CEARÁ, Cx. 6, D. 381.
ajuntar-se alguma oitava.26 O profissional foi contumaz sobre os boatos envolvidos nas minas
dos cariris novos, apontando que os resultados de tais lavras eram nulos.27
Seguindo mesmo raciocínio de Antônio Jozé Paulet, o médico naturalista inglês, George Gardner, viajando pelo sertão cearense entre 1836-1838, indicou o pouco ouro encontrado nas cercanias das minas dos cariris novos. Segundo o médico de tempos em tempos se tem aí estabelecido lavagem de ouro, sem nenhum resultado satisfatório(...) com quantidade demasiada pequena para compensar os gastos da extração.28 Viajando de Oeiras (PI), então capital da província piauiense, para a cidade de São Luiz, passando pela vila de Caxias (MA), Spix e Martius descreveram que no cume da montanha chamada Olho d’Água, ocorreu uma irrupção de sertanejos na tentativa de encontrar qualquer jazida de ouro lá existente.29 Porém, também todas as outras minas de ouro da província, que foram
descobertas pelos aventureiros paulistas na época da conquista dessas terras, nunca mais, desde aí, foram exploradas.30
À tais roteiros destacam-se as notícias sobre o sertão nordestino, então pouco habitado. Mesmo com a efetivação da política colonizadora, através da centralização do poder exercida pela figura do governador geral, esta região continuou sendo espaço de isolamento, desconhecimento e dúvidas. A miragem do ouro e da prata não firmou o povoamento do lugar, consequentemente, não fixou o homem ao chão. A mineração do sertão foi uma economia frustrada, se embaraçou com os avanços da pecuária extensiva em meados dos Seiscentos.
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26 PAULET, Antônio Jozé da Silva. “Descripção Geográfica Abreviada da Capitania do Ceará, 1810”. In Revista
do Instituto do Ceará. Ano XII. Fortaleza, 1898. pp. 10 – 11.
27 PAULET, Antônio Jozé da Silva. “Descripção Geográfica Abreviada da Capitania...Opus cit., . p. 12. 28 GARDNER, George. Viagem ao interior do Brasil. Belo Horizonte, Ed. Itatiaia, 1975. p. 89.
29 SPIX, J.B Von; MARTIUS, C.P.F. Viagem pelo Brasil: 1817 – 1820. São Paulo, Edusp, 1981. Vol.II . p. 247. 30 SPIX, J.B Von; MARTIUS, C.P.F. Viagem pelo Brasil...Opus cit., p. 247.
Figura 18 – Brasil de Giacomo Gastaldi, 1565. Disponível em http://www.cartografiahistorica.usp.br. Acesso em 07/09/2011.