3. HĐZMET KALĐTESĐ MODELLERĐ
3.2 Diğer Hizmet Kalitesi Modelleri
A PIBSP está localizada no bairro Campos Elíseos, que é parte do distrito de Santa Cecília, e este compõe parte do centro de São Paulo. Na tabela abaixo, elaborada pela prefeitura de São Paulo, que mostra alguns dados sobre a região central da cidade, pode-se visualizar melhor aquilo que é denominado como centro de São Paulo.
27 O arquivo de boletins da igreja, desde o início do ministério do pastor Paulo Eduardo até a data de
11/06/2015 conta com 69 boletins, publicados a partir de 04/11/12 até 07/06/15, registra-se aqui a ausência de alguns boletins publicados nesse intervalo também. Os demais boletins não foram arquivados.
Tabela 1- Tabela de dados demográficos dos distritos pertencentes à Subprefeitura do Centro (Sé)28
Subprefeitura Distrítos Área
(km²) População 2010 Densidade Demográfica (Hab/km²) Sé Bela Vista 2,60 69.460 26.715 Bom Retiro 4,00 33.892 8,473 Cambuci 3,90 36.948 9.474 Consolação 3,70 57.365 15.504 Liberdade 3,70 69.092 18.674 República 2,30 56.981 24.774 Santa Cecília 3,90 83.717 21,466 Sé 2,10 23.651 11,262 TOTAL 26,20 431.106 16,454
Como afirmado logo acima, Campos Elíseos é parte do distrito de Santa Cecília, a Emplasageo em seu documento “Santa Cecília – Segundo Unidades de Informações territoriais (UITs)” afirma que:
Santa Cecília é um distrito da região central da cidade de São Paulo, considerado um grande centro comercial. Abrange os seguintes bairros: Campos Elíseos, Santa Cecília, Várzea da Barra Funda (triângulo formado entre as vias férreas da CPTM e das Avenidas Abraão Ribeiro e Rudge) e parte da Vila Buarque, onde está localizado o Largo de Santa Cecília e a estação do metrô Santa Cecília. Em seus domínios encontra-se a maior parte do Elevado Presidente Costa e Silva (conhecido popularmente como Minhocão), as Praças Marechal Deodoro, Princesa Isabel e Júlio Prestes e o Largo Coração de Jesus. (SANTA CECÍLIA – Segundo Unidades de Informações Territorializadas (UITs). p. 4. Disponível em: <http://www.emplasageo.sp.gov.br/uits/municipioSP/distritos/PDFs/p dfs/SANTACEC%C3%8DLIA.pdf> Acesso em: 06 mai.2015). Em síntese, pode-se dizer que a PIBSP está localizada no centro de São Paulo. Ao analisar essa região nota-se que ela passou por fortes transformações desde seu surgimento até os dias de hoje. Heitor Frúgoli Jr. em seu livro “Centralidade em São Paulo: Trajetórias, conflitos e negociações na metrópole” faz uma análise dessas mudanças que ocorreram na região central. O autor afirma que:
28 Dados Demográficos dos Distritos pertencentes às Subprefeituras. Disponível em:
<http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/subprefeituras/dados_demografic os/index.php?p=12758> Acesso em: 06 mai. 2015.
O centro tradicional paulistano, que no início do século fora um espaço das elites, passou por um crescimento com a criação de áreas mais valorizadas, ao passo que as anteriores foram sendo gradativamente abandonadas e entregues à deterioração de seus equipamentos. A partir de então, o centro tradicional passou a ser cada vez mais identificado como espaço das classes populares, incluindo aí uma grande porcentagem de migrantes nordestinos (FRÚGOLI, 2000.p. 38).
Esse processo de transformação segundo Frúgoli (2000) é notório, pois até os anos de 1960, São Paulo possuía um único centro, que pode ser dividido em duas partes: o “Centro tradicional” (da Praça da Sé à Praça do Patriarca, com eixo na Rua Direita) e o “Centro Novo” (da Praça Ramos de Azevedo à Praça da Republica, com eixo na Rua Barão de Itapetininga); nesta parte do centro estava localizada a maior concentração de empresas. Essas duas áreas representavam o desenvolvimento paulistano entre 1910- 1960.
Aos poucos o centro passou a receber um número cada vez maior de pessoas de menos poder aquisitivo, e muitos migrantes nordestinos, que começaram a vir para São Paulo de maneira mais expressiva nos anos 30, e passaram a ocupar cada vez mais as áreas centrais da cidade. Frúgoli descrevendo esse processo de “popularização” do centro faz a seguinte afirmação:
Nos espaços públicos da área central da cidade [...] distintos grupos sociais formaram variadas redes de relações voltadas à sobrevivência - como camelôs, engraxates, desempregados, aposentados “plaqueiros”, vendedores de ervas, de bilhetes de loteria, de churrasquinho, pregadores religiosos, videntes, prostitutas, travestis, homens e menores de rua, artistas de rua, “rolistas”, batedores de carteira, trapaceiros e muito outros – com uma diversidade quanto ao tipo de uso do espaço embora com certas semelhanças entre si, em particular quanto à origem popular e muitas vezes nordestina, além de uma certa forma de organização interna, que combina princípios de solidariedade com outros de hierarquia, do tipo clientelista e personalista. É óbvio que há desde grupos mais inseridos na esfera do trabalho, com pequenas práticas transgressivas, até outros mais imersos na marginalidade. (FRÚGOLI, 2000, p.59).
Esse processo de popularização do Centro, que se inicia de forma mais expressiva a partir dos anos 60, “foi concomitante ao início da evasão de empresas e bancos para outros subcentros, à deterioração de parte de seus equipamentos urbanos e ao declínio de seu valor imobiliário” (FRÚGOLI,2000, p.61). O autor destaca que a popularização aconteceu de forma “concomitante” à evasão das empresas;essa afirmação rebate de forma direta a tese que sustenta que foi devido à inserção maciça das classes populares na região que se deu a deterioração do centro.
O autor faz essa afirmação por compreender que a lógica do desenvolvimento urbano foi acontecendo rumo a outras regiões da cidade, onde novos centros começaram a surgir e o antigo, que se via com limitações de comportar o crescimento, aos poucos, foi sendo abandonado por empresas. Em entrevista a Frúgoli, Marco Antonio Ramos de Almeida, comentando o início dessa transformação, afirma que:
O centro tem problemas mais complexos. Diferentemente de todos os outros bairros, é a região mais bem servida da cidade. Não tem problemas de água, luz, esgoto, telefone, transporte público, metrô, gás, iluminação, não falta um metro de asfalto... afinal, o centro é a região mais bem provida da cidade, e no entanto estava perdendo moradores e empresas para outras regiões desprovidas muitas até de infraestrutura elementar. (FRÚGOLI,2000.p. 74).
Nesse processo complexo e dinâmico desenvolveu-se uma diversidade socioeconômica-cultural na região onde o contraste dos extremos é sentido de forma muito presente;pessoas das classes média e alta trabalham na região, ao mesmo tempo em que as classes economicamente mais baixas também trabalham e até moram no centro. Outro elemento que torna ainda mais forte esse contraste é a expressiva contingência de pessoas em situação de rua e de dependência química (as cracolândias).
Em um artigo publicado no Jornal Comunhão29 o atual pastor da PIBS, Paulo
Eduardo Gomes Vieira, comenta esse fato da proximidade e contato dos extremos vivenciado pela igreja em seu contexto, da seguinte forma:
Os contrastes. Próximo à Primeira de São Paulo está um dos maiores e mais conhecidos problemas sociais do país, a Cracolândia. Mas também, bem perto da igreja estão alguns bairros muito tradicionais e nobres da cidade, como o Pacaembu e Higienópolis, onde moram famílias típicas de classe média e grandes personalidades do mundo cultural, artístico e político, que optam por viver nestes lugares por serem residenciais e por estarem bem próximos ao principal endereço comercial do Brasil, a avenida paulista (VIEIRA, Paulo E. G., O perigo do púlpito irrelevante na pregação urbana. Jornal Comunhão, p. 3, 12. Dez. 2013).
O pastor menciona esse fato como uma das questões que precisa ser cuidadosamente considerada pela PIBSP, por ela vivenciar essa realidade em seu dia a dia.
29 Este jornal é publicado pela Convenção Batista do Estado de São Paulo (leia-se CBESP) e é distribuído
As transformações ocorridas no centro foram sentidas e vivenciadas pela PIBSP. O pastor Irland Pereira de Azevedo30, quando ainda era pastor titular da PIBSP, em sua
“Carta pastoral à Primeira Igreja Batista em São Paulo”31,escrita em 16 de junho de
1996, faz a seguinte afirmação:
Se faz mister a implementação de programas e reavaliação e quiçá reformulação da visão, da missão e dos objetivos da igreja, em face das mudanças socioeconômicas por que passam a Cidade, São Paulo, o Brasil e o mundo [...] ANTEVEJO um futuro de bênçãos para esta igreja, não obstante sua localização no centro comercial da cidade, inserida numa realidade socioeconômica desfavorável. Reconheço que ela é, como muitas outras em grandes cidades do mundo, uma “downtownChurch”32, com seus problemas peculiares.” (AZEVEDO, Irland P. Carta pastoral à Primeira Igreja Batista em São Paulo. 1996).
Todas essas transformações que ocorreram no centro foram percebidas pela igreja a ponto de citá-las como um fator que exige da igreja a adoção de novas estratégias.
Com o crescimento da cidade para a periferia e para condomínios distantes do centro, muitos crentes transferiram-se para igrejas mais próximas ou passaram a integrar igrejas filhas, organizadas mais perto de sua residência. Por outro lado, o perfil sócioeconômico dos moradores de Campos Elíseos e bairros vizinhos sofreu bastante alteração. Isso tem exigido e continuará a exigir a adoção de estratégias e programas que permitam alcançar eficazmente toda a população-alvo com a mensagem integral do evangelho de Jesus Cristo. (Primeira Igreja Batista: Breve histórico. Disponível em: <http://www.pib.org.br/>Acesso em:01 mai.2015.).
Com relação à questão de empregos e moradores da região central, Frúgoli apresenta o seguinte quadro socioeconômico:
A área central da cidade oferece cerca de 38,5% do total da oferta de empregos no município, seguida pela Paulista (29,5%), Faria Lima (17,2%) e Marginal Pinheiros (11,3%). A área central é também a maior empregadora: a) na administração pública, onde responde por
30 Pr. Irland Pereira de Azevedo pastoreou a PIBSP como pastor titular e presidente de 1971 a 1996.
Depois, em 30/05/2005, ele assumiu o pastorado interinamente, para conduzir o processo de sucessão pastoral, e depois de concluir esse processo deixou o pastorado em 08/07/2005. Atualmente ele é pastor emérito da PIBSP e presta apoio a igrejas e instituições de ensino Batista.
31 Carta na íntegra, ver anexo 7.
32 Do to Chu h se efe e a ig ejas lo alizadas o e t o das g a des idades, ue i e ia a
esse fenômeno urbano, no qual o centro antigo passou por transformações sociais que resultaram em seu a a do o e dete io aç o. Nesse p o esso as Do to Chu h ee seus embros mudando da região central da cidade para outros bairros da cidade, e seu contexto sendo alterado de forma significativa.
79,2% do total, seguida pela Paulista, com apenas 16,6%; b) no setor financeiro, no qual abarca 53,9% do total, seguida pela Paulista (29,1%) e pela Faria Lima (10,7%); c) finalmente também no comércio, cobrindo 41,5% do total, seguida pela Paulista (24,5%) Faria Lima (20,8%). No setor de serviços, a área central ocupa o segundo lugar(32,5%), superada por pequena diferença pela Paulista (33,8%) e a Faria Lima (22%). Já em termos de empregos no setor industrial, responde por somente 19,4% do total, atrás da Marginal Pinheiros (33,8%), da Paulista (22,3%) e da Faria Lima (21,1%). Quanto à participação relativa do emprego por setor na própria área central, os dados são os seguintes: Administração pública, 26,9%; serviços, 21,8%;comércio, 13,7%; entidades financeiras, 13,6%; indústrias, 10,3%; e outros, 13,4%.
Com relação aos moradores da região central, o levantamento da Fipe mostra que a faixa salarial de chefes de família com maior participação relativa (24,7%) é a de 5 a 10 salários mínimos, o que contrasta com as regiões da Paulista, onde 29,3% destes ganham mais de 20 salários mínimos, e da Faria Lima, com 29,5%, em situação idêntica à da Paulista.
Já segundo a pesquisa de Aldaíza Sposati (1995), pode-se ressaltar que as moradias da região central, abrangendo 5% do total da metrópole, com uma densidade demográfica bastante elevada (três vezes maior que o resto da cidade), estariam numa situação intermediária entre as situações de extrema riqueza ou pobreza, embora as fontes oficiais (como por exemplo, o IBGE) não tenham interesse em verificar o número preciso de favelados, encortiçados, população de rua, doentes mentais, portadores de HIV, viciados em drogas e outros grupos.
Outro lado da realidade recente da área central, quanto ao tema da moradia, tem sido a invasão organizada de prédios e terrenos por grupos de sem-teto, sobretudo a partir de 1997, com cálculos que apontam ao menos 15 locais invadidos, com 9 mil invasores, dos quais 6 mil deles organizados. (FRÚGOLI, 2000, p. 59-61).
Um aspecto muito significativo da região central, e que possui uma presença extremamente expressiva no contexto da PIBSP, são as pessoas em situação de rua. No último senso divulgado pela prefeitura de São Paulo, que foi realizado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), mediante a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, recenseou-se, no ano de 2011 um total de 14.478 (quatorze mil quatrocentos e setenta e oito) indivíduos em situação de rua. Destes 6.765 (seis mil setecentos e sessenta e cinco) vivendo nas ruas e 7.713 (sete mil setecentos e treze) em centros de acolhida da capital (CENSO DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA NA MUNICIPALIDADE DE SÃO PAULO. São Paulo: FESPSP. 2011, Disponível
em: <file:///C:/Users/Emanuel/Desktop/disserta%C3%A7%C3%A3o/artigos%20e%20 docs/censo_1338734359.pdf.> Acesso em: 08 maio. 2015).
Essa realidade social é mais presente no centro que em qualquer outra região de São Paulo, segundo a mesma pesquisa. Ao analisar o percentual de indivíduos em
situação de rua na cidade de São Paulo em 2011, por região, a pesquisa constatou o fato, expresso no gráfico abaixo:
Gráfico 1 - Percentual de indivíduos em situação de rua na cidade de São Paulo em 2011 por região
(CENSO DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA NA MUNICIPALIDADE DE SÃO PAULO. p.6. São Paulo: FESPSP. 2011, Disponível em: <file:///C:/Users/Emanuel/Desktop/disserta% C3%A7%C3%A3o/artigos%20e%20docs/censo_1338734359.pdf.> Acesso em: 08 maio. 2015.)
Ao olhar para a região central para analisar a distribuição dessa população de rua, nota-se que a maior concentração está no distrito onde a PIBSP está localizada, a saber: Santa Cecília. Nessa região, segundo a pesquisa anteriormente citada, se encontram cerca de 27,7% do total dos indivíduos em situação de rua presentes da região central, conforme a tabela abaixo.
Tabela 2- Quantidade e porcentagem de pessoas em situação de rua por distrito da área central33
Distrito Indivíduos %
Santa Cecília 1.197 27,7%
33 Tabela extraída de:CENSO DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA NA MUNICIPALIDADE DE SÃO
PAULO. p.10. São Paulo: FESPSP. 2011,Disponível em:
<file:///C:/Users/Emanuel/Desktop/disserta%C3%A7%C3%A3o/artigos%20e%20docs/censo_133873435 9.pdf.> Acesso em: 08 mai. 2015.
7,1%
10,7%
22,3%
4,7%
55,3%
Sé 1.171 27,1% República 719 16,6% Brás 495 11,5% Bom Retiro 197 4,6% Consolação 159 3,7% Bela Vista 135 3,1% Liberdade 92 2,1% Cambuci 77 1,8% Parí 77 1,8% Total 4.319 100%
Outra realidade que a PIBSP vivencia em seu contexto são as “Cracolândias”, são ruas onde há uma grande concentração de pessoas dependentes químicas, em sua maioria do crack, que se ajuntam para a venda e o consumo de drogas. Segundo a pesquisa publicada pela prefeitura, na região central as “cracolândias” estão localizadas em dois locais:Alameda Dino Bueno, CEP 01217- 000, e a Rua Helvétia, CEP 01215- 010. Quando toma-se os CEPS dessas localidades vemos que as duas pertencem ao bairro Campos Elíseos.
Deve-se destacar a proximidade que há entre a PIBSP e as Cracolândias. A igreja está a apenas 650 metros da Alameda Dino Bueno, e a 500 metros da rua Helvétia. Esta proximidade foi relatada pelo atual pastor da PIBSP no Jornal comunhão da seguinte forma:
Temos um templo confortável, com cultos dominicais muito abençoadores, e devo reconhecer que isto nos tem feito experimentar um pouco do céu aqui na terra a cada domingo. Mas, a quatro quadras da igreja está a Cracolândia, que é uma das mais contundentes manifestações do inferno. (VIEIRA, Paulo E. G. PIBSP, trabalhando para fazer a diferença no centro de São Paulo. Jornal Comunhão, p.22. 01 Jan. 2014.).
Segundo o Senso 2011 o grupo de pessoas que estão nessas duas Cracolândias é de 743, sendo que 167 estão na Alameda Dino Bueno e 576 na Rua Helvétia. Deve-se destacarque as pessoas recenseadas nessa localidade, fazem parte dos 1.197 casos do Distrito de Santa Cecília.34
34 Um fato que deve ser registrado sobre essas cracolândias é que elas não são comunidades fixas, pois a
A partir desse quadro aqui apresentado pode-se concluir que a região central passou por uma grande transformação socioeconômica-cultural, fato este que tem refletido na realidade presente da PIBSP. Quanto aos desafios e clamores que o contexto do Centro apresenta para a igreja, é possível afirmar que estes não estão relacionados a questões de infraestrutura (saneamento básico, transporte, etc) mas, sim às pessoas em situação de rua e dependentes químicos, pessoas que vivem debaixo de uma opressão social e/ou espiritual e que se deparam com o seu extremo oposto (as pessoas de classes sociais mais privilegiadas e a igreja35), diariamente. Frente a isso surge a pergunta:
Quais têm sido as ações da PIBSP frente a esse contexto que clama por ações de Desenvolvimento e de Justiça? É possível estabelecer um diálogo dessas ações com a M.I.? São estes os questionamentos que nortearão os próximos subtópicos.