A integração dos dados sismológicos, geológicos e geofísicos permitiu a caracterização da área em torno ao epicentro do sismo São Vicente de maneira satisfatória.
Os mapas de anomalia gravimétrica e mapas de contorno estrutural permitiram definir estruturas em escala regional. Foram reconhecidos os principais
trends estruturais da área: NE-SW caracterizado por anomalias delimitadas por
contornos isogálicos alongados crescentes; e NW-SE que intercepta essas feições anômalas alongadas.
É possível observar que o epicentro do sismo está localizado em um alto na porção do talude da bacia muito próximo a uma feição de cânion e também próximo a ocorrência de um graben alinhado, o Graben de Merluza. E tem sua localização coincidente com a ocorrência do Lineamento Capricórnio.
A interpretação dos dados sísmicos permitiu mapear as feições com maior detalhe. Caracterizadas por falhas normais sintéticas e antitéticas, que constituem uma sequência de hortes e grabens nos horizontes Embasamento e Pré-sal associadas ao rifteamento; falhas normais planares e lístricas ao longo dos horizontes, parte associada à acomodação pós-sal; estruturas em flor negativa com ocorrência mais localizada; e estruturas associadas ao sal (diápiros e muralhas). Essas feições refletem o estilo estrutural e tectônico típicos das bacias marginais.
A análise da interpretação das seções sísmicas, restrita as direções dos planos nodais, mostra que a direção do plano sub-horizontal evidencia a ocorrência de falhas pouco expressivas, as quais estão basicamente associadas aos processos de rifteamento e halocinese. Já na direção do plano nodal subvertical ocorrem falhas bastante significativas, grande parte delas interceptando horizontes Cenozóicos, o que indica que as mesmas foram ativadas ou reativadas em eventos neotectônicos.
O mapeamento da falha normal antitética aproximadamente N-S visualizada de maneira mais expressiva ao longo dos dados sísmicos permitiu correlacioná-la a grábens alinhados, que representam o Graben Merluza com diápiros bordejando a falha a leste.
A difícil visualização dos dados na porção abaixo do horizonte embasamento nas seções sísmicas não permite alternativa senão aferir, hipóteses para o comportamento das falhas a partir do horizonte Embasamento. Dessa forma, fica difícil uma definição clara entre o evento e a falha. Contudo, algumas considerações podem ser feitas.
Admitindo-se que as falhas tendem a se horizontalizar a medida que a profundidade aumenta até atingir uma zona de descolamento caracterizada pela transição frágil-dúctil (GIBBS, 1984 e TWISS E MOORES, 1992) a projeção dessa falha atingiria o hipocentro com um ângulo aproximadamente horizontal. Na análise do plano subvertical, essa falha em particular dificilmente atingiria o hipocentro com um ângulo de mergulho aproximado de 89º, o que não exclui a possibilidade de que outra feição não mapeada favoreça essa condição.
Sugere-se para trabalhos futuros a interpretação de dados sísmicos posteriores ao ano de 2008 e a incorporação de sísmica 3D, de modo a acompanhar e melhor definir a trajetória da falha e de se realizar uma análise comparativa dos dados pré e pós-sismo.
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