1.3. AZINLIKLARIN SINIFLANDIRILMASI
3.1.7. Dünya Standartlarına Göre Türkiye’deki Azınlıklar
Silvia – Como se caracteriza a política estadual de saúde?
OMAR - é a Política Nacional de Saúde. A Política Nacional de Saúde é uma diretriz
que o Estado manda seguir, em estado tem avançado até mais do que... em apoio à diretriz nacional do Ministério de Saúde, em termos mais da parte de medicamentos, que está avançando com tudo e está distribuindo medicamentos do Dose Certa, que distribui medicamentos básicos para tratamentos para crianças, corriqueiros, aí, que ocorrem, que também avançou instituindo o programa estadual de medicamentos de saúde mental, isto junto com o Ministério e fazendo com que se fiscalizasse os custos das patologias , cujo tratamento fica muito caro, porque são implantados renais, oncológicos, e todo tipo de medicamento e o Estado passou de 60 para 160 itens de medicamentos, ampliando o leque de medicamentos oferecidos pelo Governo. E enquanto políticas de saúde, o grande avanço implantado aqui pelo Estado é o Programa Saúde da Família. O Programa Saúde da Família é uma mudança no conceito, prevenindo doenças, tanto que, no momento, até então, nós vínhamos tratando das doenças. Então, esta mudança no conceito, que está sendo tratado, no Estado de São Paulo, eu acho que é um grande avanço, que estar fazendo um estudo preventivo e está no Programa Saúde da Família. Então, estas diretrizes básicas, a meu ver, estas mudanças dos conceitos, na área de saúde, de não tratar as doenças, mas prevenir as doenças, e você vem dando o tratamento adequado, dentro do óbvio, porque, de certo, você também poder dar a medicação aqui. Não adianta você passar a situação, ir ao consultório do médico, fazer o diagnóstico e, na hora de tratar, esquecer e prescrever um medicamento que não pode comprar e você parar no medicamento. O Estado dar a volta no sentido de também na parte de diagnóstico e tratamento, estar fornecendo para poder dar apoio para a população. E em linhas gerais, é preciso se dar as mãos, os que têm vigilância epidemiológica, vigilância sanitária. A municipalização das vigilâncias, toda essa descentralização, o Estado dando as linhas diretas da saúde, que vem acontecendo, mas acho que o que mais de importante, nessa política de saúde, acho que é esse Programa Saúde da Família, pela sua dedicação, e também, como eu disse a descentralização, a municipalização da saúde.
SILVIA E deste novo papel da Secretaria, o senhor observa que a Secretaria está
voltando menos para a prestação direta de serviços e está deixando mais isto a cargo de outros níveis, delegando, ou isto, e regulando, ou como o senhor observa se está tendo esta modificação ou não, deste papel, de prestadora para reguladora, a Secretaria?
OMAR - A Secretaria, na municipalização, a parte de prestação de serviços fica sob
controle do município. Isto está sendo feito gradualmente, no Estado. Então, já temos vários municípios na gestão plena, mas eu acho que os municípios pequenos que não têm
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condições de manter edital e prestar serviços, não pode ter gestão plena e vai depender sempre de outros municípios para que aqueles que têm condições facilitem para fazer consórcios regionais, então, a saúde fica mais próxima da população e os Conselhos Municipais de Saúde, de grande importância, porque o que ele vai gerir de recursos, vai mostrar onde vai chegar o dinheiro é o Conselho e isto é muito importante. Foi um grande avanço, você ter a população participante do controle, da prevenção e do tratamento de doenças e o Estado fica como regulador e como fiscalizador das filiações.
SILVIA E agora, falando mais especificamente das Diretoria Regional de São José do
Rio Preto. Ela engloba cem municípios e isto é cerca de um sexto dos municípios do Estado. Por que ela engloba uma quantidade tão grande de municípios?
OMAR Realmente o tamanho desta regional é um pouco esdrúxulo, em relação às
outras regionais. Ela tem o Núcleo, que é o Núcleo de Jales, que dividi, mais ou menos, quase que ao meio, esta Regional. Dentre estes municípios, eu acho que tem aí mais de 50%, são municípios com menos de 5 mil habitantes. São municípios pequenos. 60% têm menos de 10 mil habitantes. Então, na realidade, embora seja a DIR que congrega um grande número de municípios, mas é de municípios pequenos e nós temos estrutura, tanto aqui na regional, quanto no Núcleo de estar dando assistência e fazendo o trabalho necessário dentro dos municípios. Embora, na minha opinião, está na hora de romper com conceito implantado aqui nas regionais e, de novo, segundo se comenta, na disputa política, lá na implantação, de dividir esta DIR, porque, aqui, nós viemos de seis ERSAS - escritórios regionais de saúde: a de Catanduva, Rio Preto, Votuporanga, Fernandópolis, Jales e de Aparecida e destes seis municípios, aqui deveria ter duas ou três outras regionais, mas existe uma disposição grande a de Jales e ou de Fernandópolis, de sediar uma direção regional. Acredito eu que por um problema e num momento político, que se decidiu se centralizar a regional, em São José do Rio Preto e colocou-se o Núcleo em Jales para poder estar dividindo esta tarefa de administrar tantos municípios.
SILVIA E como é que funciona a DIR. Ela coordena as funções de cada um desses
101 municípios?
OMAR - Nós temos aqui, em gestão plena, os dois maiores municípios, ou seja, São
José do Rio Preto e Catanduva. Os 2 dos 98, que continuam com a direção do Estado e a função do Estado, o que nós fazemos aqui: nós temos também hospitais universitários, com vários que servem de hospital de base, hospitais que já estão enquadrados nisso, nesta gestão hospitalar, que é feita pela regional, no sentido de internação para tratamento dos doentes. Então, nós temos aí no teto dos distribuído, para estes municípios. E lá temos as microrregiões, porque os encaminhamentos que forem feitos, você já vai fazer nesta administração, além de hospitais e alinhavados , e também fazendo administração ao nível dos recursos, diagnóstico e de ambulatório. É esta a parte que é
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limitado, que a nossa demanda, hoje, ela é maior que o teto que nós temos de manter, mas nós temos de administrar isto aí, como... e orientando, que as diretrizes coletivas, tipo “eu assino o que quero”. Lá nós não temos problema quanto a excesso de emergência. Nós criamos uma Central de Regulação Médica, onde os pacientes de urgente emergência são encaminhados diretamente por instâncias privadas e que tenha recursos e isto é muito interessante. Até então, os pacientes que vinham de hospitais ou de uma cidade que não tem gestão de atendimento, que é para antecipar o status para iniciar a vaga. Muitos até morriam no meio do caminho para achar a vaga que está feita. Hoje, o nível hospitalar da nossa Central de Regulação é central, dependendo do caso, encaminha para o hospital que tem melhor constante depois que ele está feito. Hoje tem casos até de pacientes de eventos de gravidade extrema que estão encaminhados para hospitais, com recursos, e que aceitam vaga, que é melhor ele ir para hospital, com recursos, e ficar numa maca do que ficar em uma cama, em hospital, sem recursos, porque lá, eles estão achando que está lá e naquele hospital que tem a cama e não tem recurso, com certeza, não vai receber visita. Esta Central de Regulação que nós temos...
SILVIA Ela fica aqui?
OMAR - Fica aqui na DIR de Rio Preto. Esta administração de recursos, que é do
Ambulatório de Exames Complementares, que é o ambulatório de consultas, e que está coordenado por gestão. As vigilâncias sanitárias epidemiológicas, que, a maioria, 99% da sanitária e 100% da epidemiológica são municipalizadas. Nós fazemos a gestão de acompanhamento e de assistência destas, que tem municípios pequenos que tem uma certa dificuldade, ainda administradas pela Vigilância Sanitária e Epidemiológica, então, às vezes, que dá os recursos e que acompanha e faz o que deve ser feito e, nesse nível, de estar orientando e fazendo o que tem de fazer até que este município ande com suas próprias. Ali nós temos a central, a nossa, de recursos farmacêuticos. A própria equipe vai realizar, então, nós compramos, que até então, nós compramos, mais ou menos, 600, 700 unidades, por mês, de medicamentos de alto custo para fornecer para a nossa Regional, que tem, mais ou menos, 1,350 milhão habitantes. Mas, eu acho que fora o Dose Certa, quando você recebe estes medicamentos básicos, de 41 itens, antibióticos, anti-depressivos, estojo para diabetes, medicamento para dor, para pele e anti-inflamatório, então, estes medicamentos que nós já teríamos nos quadros do municípios, de acordo com uma produção estatística de comércio desses medicamentos. Então, nós temos bastante informação para cesta da vigilância sanitária e epidemiológica, para as internações hospitalares, as consultas e um meio de diagnóstico.
SILVIA Você falou do repasse dos recursos que nós temos. Isto, como que ocorre. É
uma diretriz que vem da Secretaria Estadual ou é DIR que decidi como é que vai estar distribuindo estes recursos...?
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OMAR - O recurso é feito e baseado em uma série histórica de atendimentos. Você
precisa ver o que foi implantado na Regional, depois distribuir os tetos - tem prestador - baseado em uma série histórica, que vem acontecendo. Ao longo desse período foram sendo corrigidas as pequenas distorções que haviam nesta omissão, mudando o teto de um prestador para o outro. Entra um. Sai outro; melhora o serviço; amplia esse outro serviço, então, nós vamos acompanhando e vamos atualizando estes tetos, mês a mês, se necessário, mas, normalmente, são feitos anualmente. Hoje, dentro do teto da nossa Regional, que hoje está em torno de 9 milhões, vários municípios com atendimento em gestão plena, foram distribuídos, de acordo com... o Hospital de Base, por exemplo, tem um teto de 4 milhões e 200, 300 em serviço de internação, de ambulatório, exames de sangue – de exame tem distribuídos outros 4 milhões 800 para distribuir nestes órgãos prestadores na nossa Regional, fora os municípios em gestão plena, que estes já recebem diretamente do Ministério.
SILVIA Certo. E o senhor acha adequado, assim, esta divisão em tantos municípios.
O senhor acha que poderia ter um divisão, que problemas têm?
OMAR - Eu acho que deveria ter uma divisão.
SILVIA Que problemas, o senhor observa atualmente?
OMAR - A sobrecarga de serviços para os nossos... como o quadro de pessoal, aqui,
ele é fixo e têm pessoas que estão se aposentando e o Estado não está contratando, então, nós não temos um quadro de pessoal. Nessas horas que você chega no lugar e não vê as pessoas e tem de ter tantos coronéis, tantos majores, tantos tenentes, tantos soldados, e nós não temos este quadro. Então, o que acontece: o pessoal, como o município quer dar mais trabalho, porque tem feito... por ter um acompanhamento maior dos problemas hoje e o pessoal não está capacitado e nós temos muito trabalho, aqui no município. Ah, e outra coisa que é feita aqui. Eu como diretor, eu não tenho um fôlego para estar acompanhando diretamente, como eu gostaria de estar, esse município, as direções dos hospitais, participando do contato mais direto, porque com 101 município, se eu visitar um por dia, eu não trabalho aqui. Então, eu levo, praticamente, um ano todo para fazer estas visitas e eu não tenho condição, porque tenho de ir a São Paulo; tenho esse trabalho o interno; tenho de despachar; tenho de receber prefeitos e coordenadores de saúde, aí, via de regra, na minha opinião, esta Regional deveria ser dividida em duas ou três regionais. Já existe estudo.
SILVIA Ah, existe.
OMAR - Nós mandamos para a Secretaria, numas coisas aí de Governo, políticas de
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que é para ver se a gente vai continuar a estar realizando este estudo para fazer este desmembramento. Talvez seja também regional. Não é só dividir a Regional de Rio Preto em duas, mas aqui, nós temos gente de Araraquara, nós temos gente de Barretos, nós temos gente de Araçatuba, que, na minha opinião, deveria ser feita uma reestruturação dentro destas regionais, pelo fluxo de pacientes. Então, hoje, a gente tem muito bem delineado o caminho da roça desses pacientes: onde vai, quem vai. Tanto é que nós tínhamos 98 e passamos para 101 municípios, porque aqueles pacientes tiram o registro onde estão e entra agora para nós, que você sabe que ele é de uma população e outra de Catanduva, que é da nossa regional, e ele pertencia à regional de Ribeirão Preto. De Barretos, aliás. Então, não adianta você pertencer ao hospital regional, onde você não tem o público paciente daquela regional. Então, neste mapeamento, eu já pus onde deveria ampliar a PPI, que é a Participação Programada e Integrada. Então, nós temos mapeados o serviço, os pacientes para onde vão e, neste ponto, então, eu acredito que eles deviam fazer um estudo mais amplo do que simplesmente dividir esta regional em duas.
SILVIA É. Certo. Você falou que não tem muito contato com todos os municípios.
OMAR - Direto, dificilmente.
SILVIA Mas o senhor observa que os outros secretariados municipais, desses
municípios tendem a acompanha as diretrizes da DIR ou há uma autonomia, com esta questão da municipalização, que gera até algum tipo de conflito. O senhor observa algum tipo de conflito neste sentido?
OMAR - Nós temos estes problemas com os municípios de gestão plena, porque, com
gestão do estado, é mais fácil a gente estar coordenando. Agora, o município de gestão plena, quando foi feita a concessão da gestão plena para o município, estes municípios, geralmente são sede de uma região, de uma microrregião e eles sempre atenderam pacientes desta microrregião. Então, o município que não tem o seu posto, que não tem raio x, que não tem eletrocardiograma, que não tenha recursos diagnósticos dele, este município, teoricamente, vem para um município maior e quando você municipaliza a gestão, você dá um teto para este município de dinheiro, que era da DIR e este teto é para este município atender, aqueles que não tem gestão própria, dentro da mesma região. Mas quando o município opta pela gestão, ele passa, alguns, a até melhorar o atendimento, melhorar os serviços, a comprar mais equipamentos, ter mais algumas atividades, por isso, aumenta os gastos e aumenta a procura dos municípios. Eu diria que os municípios, o que eles tendem a fazer, tende a fechar as portas para os municípios vizinhos e dar atendimento mais à sua população e isto prejudica o nosso trabalho, porque nós achamos certo, para tirar para dar para o município, ele tira. Quanto mais você faz, mais você gasta e maior a procura, porque melhora o atendimento e a demanda melhora. Acho que se você melhorando, ‘vamos melhorar o atendimento’. Agora a procura vai ficar... a demanda vai estar sendo atendida. Não. Quanto mais você oferece, maior a população que procura,
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porque maior a resolutividade, porque acredita mais, procura mais, gasta isto mais e isto é uma roda-viva. Esta dificuldade a gente tem com os municípios de gestão plena.
SILVIA E os demais...?
OMAR - Os demais, dependendo da nossa gestão, nós temos uma reunião mensal, que
se chama CIR , feita com todos os municípios da nossa regional e nessa reunião, o comparecimento dos secretários e coordenadores de saúde é maciço, logicamente vem 80, 90% deles participam e nós temos aqui, na nossa regional, as portas abertas. Estão sempre vindo aqui. Sempre pedindo orientação e nós mantemos sim... a única dificuldade que nós temos é em relação ao excesso de trabalho, mas relação ao atendimento aos municípios, principalmente a esta gestão, dessa atual, que tomou posse a dois anos, eles são muito participativos, os secretários. Nós já demos cursos de gestão. Treinamos conselheiros. É o trabalho que vem sendo realizado com o tempo e a tendência, é claro, é sempre melhorar os serviços, diminuindo os municípios também.
SILVIA Então, a gente pode falar assim, porque a gente estava analisando algumas
DIRs e a gente percebeu que a de Rio Preto é uma das que mais colocam em prática as diretrizes da Secretaria Estadual. Então, a gente pode atribuir esta facilidade a esta união de municípios, que também é uma certa dependência, assim, porque tem muitos municípios pequenos.
OMAR - Exato. Claro que eles não contam o quanto você está colocando, porque se
você pegar, por exemplo, tem DIR que tem seis municípios, então, São José dos Campos, de todos os que já estão em gestão plena, então, fica mais complicado você fazer gestão disso aí, porque eles acham que entendem o problema e não dependem muito do Estado. É claro que, por isso, fica mais complicado, nesses termos aí. Mas também acho que é tudo, realmente, se depender do diretor, do pessoal que está procurando um nível, em fazer o trabalho junto dos prefeitos, para esta integração. Sempre tem alguns mais complicados e outros menos, mas é assim mesmo, mas é assim mesmo que funciona.
SILVIA E agora, assim, falando mais da parte de gestão popular. Você tem verificado
tanto nos conselhos municipais, quanto é nos conselhos estaduais, tem havido mesmo uma efetiva participação e estas deliberações levam em conta a opinião da população como que você está observando?
OMAR - Nos municípios maiores... a participação no conselho é maior. Rio Preto,
por exemplo, tem uma participação muito grande. O Conselho muito forte. Em Catanduva, o Conselho é forte também. Municípios pequenos, normalmente, o prefeito é que comanda, então, o Conselho é um Conselho mais de consenso do prefeito. Na questão de oposição, que os prefeitos já sabem como os blocos foram feitos, saúde é um problema . Saúde não
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dá voto. Saúde só dá cobrança. Então, quando você coloca a população participando destes recursos que o município tem, você tem a população mais perto de você, porque eles próprios vão levar para a população, acessível o que tem acontecido dentro desses Conselhos Municipais, dentro dos recursos da Saúde, porque ele se mostra. Coloca o povo, este povo. Faz o orçamento participativo da saúde, porque é complicado. Você nunca vai ter dinheiro para contentar a população. O Conselho, ele melhora a posição política do prefeito, quando ele é transparente mostra os recursos para onde estão sendo utilizados.
SILVIA E o Conselho Estadual, você tem alguma experiência, no Conselho?
OMAR - Do Conselho Estadual de Saúde, eu participei de poucas reuniões. Nós
somos representantes do Interior, da Coordenação do Interior, que participa e eu fui a algumas reuniões, às quartas, que são as reuniões, mensalmente, mas eu não tenho muita coisa a falar.
SILVIA O Estado está dividido em duas macrorregiões: a da Capital e a da Interior. E
como que se dá este relacionamento entre a DIR e a macro, porque a macro do Interior engloba, praticamente, todas as Diretorias Regionais, tirando a da Capital.
OMAR - É. As Coordenadorias Municipais do Interior é dividida em dezenove
regionais e a da Capital são cinco. Cinco DIRs. Tem a Grande São Paulo e mais quatro ali da região de todas da Capital. E lá, o coordenador de saúde do Interior já tem dificuldade, de distância, de municípios pequenos, mas o coordenador de saúde da Capital também tem as suas dificuldades. Tem a superpopulação, bolsões de pobreza etc., principalmente porque no estado de São Paulo, quem geria a saúde era o município. Não eram ainda... na Gestão do Maluf, quando travaram o sistema, não era o SUS. Ainda não era municipalizado. Então, tudo isto que está sendo feito agora, depois dessa Gestão, que eu vou destacar. Nós não temos dificuldade, porque a nossa Regional, particularmente, ela resolve, além de atender as pessoas, com os dois hospitais universitários, um dos quais que é hospital de base, que é o principal que resolve tudo de a alta complexidade, que é realizar os transplantes renais, transplantes de fígado, hemodiálise, transplantes de córnea, então, é um hospital de cirurgia cardíaca, se precisar de exames pediátricos. Dificilmente... eu não me lembro da gente ter de tirar o paciente daqui da nossa Regional e para ir para uma outra com complexidade maior de resolver isto. Mas acredito que de lá mesmo e