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BÖLÜM 3 : ÜNİVERSİTE ÖĞRENCİLERİNİN EKONOMİ VE MALİYE

3.7. Bulgular ve Değerlendirilmesi

3.7.4. Çapraz Karşılaştırmalar

3.7.4.1. Cinsiyet ve Değişkenlerin Çapraz Karşılaştırması

3.2.1. F3.2.1. F

3.2.1. F

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dos cooperativados. A primeira maneira implica em ter uma estrutura física onerosa nem sempre possível para uma cooperativa temporária. Enquanto a segunda maneira possibilita uma produção sem grandes custos quando integrada dentro de uma política habitacional onde um trabalho social estaria presente.

Por esta última maneira ser a mais viável, será sobre esta forma de trabalho cooperativo com parcerias que se desenvolverão algumas considerações.

Considerando este grupo de formação temporária, a sua organização pode ou não estar estruturada dentro de uma cooperativa de produção habitacional. Através de um corpo técnico que inclua um trabalho social, é possível mobilizar os futuros moradores de um conjunto habitacional para se organizarem em grupo. Para garantir um envolvimento e a aceitação desta proposta pelos moradores, deve-se prever uma fase onde será exposta a idéia através de protótipos, ou mesmo montando uma habitação completamente mobiliada por este sistema com os devidos custos já aferidos. Isto facilita a avaliação dos benefícios por parte dos pretendentes, e a sua possível participação neste trabalho. Como se trata de grupo temporário, que durará apenas o tempo suficiente para mobiliar todas as moradias dos cooperados, é importante que exista um breve curso sobre como funciona um trabalho nesses moldes, como serão encaminhados os trabalhos e como será a participação de cada um. Dentro do grupo, cada participante exercerá diferentes funções que vai desde o responsável em arrecadar o dinheiro para pagar a matéria-prima, até uma equipe que controla a qualidade dos kits fornecidos. Um curso sobre trabalho cooperativo, definirá bases mais sólidas para a sua concretização.

“Existem outros objetivos por trás do curso, além de levar o indivíduo a fazer o seu móvel pelo menor preço possível: ter uma casa, e de uma certa forma mudar seus padrões de moradia. Procura-se também, fazer com que ele assuma sua posição

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dentro da comunidade em que vive, porque na medida em que eles participam de uma equipe de trabalho, que produz móveis em conjunto, vão também se organizando para uma vida comunitária maior.”13

Existe por trás desta formação de trabalho cooperativo um trabalho social que busca melhorar as condições de moradia através de uma educação criativa.

A criação de uma cooperativa permanente para produção de móveis envolve uma formação técnica mais detalhada que pode ser realizada dentro da própria cooperativa. Esta forma é utilizada como um meio de geração de emprego e renda e conseqüente inclusão social dos cooperados dentro de sua comunidade. A produção de móveis neste caso não é necessariamente de autoconstrução, pois serve também, como descrito anteriormente, para produção externa, e passa a ser um trabalho produtivo inserido normalmente dentro de um mercado de trabalho, podendo aceitar pedidos sob encomenda como realizar projetos específicos para mobiliar habitações da população de baixa renda. Dentro desta cooperativa, ou externa à ela, deve existir então uma equipe técnica que possa dar as orientações tanto de caráter organizacional como projetual. Nesta mesma iniciativa pode-se pensar em uma expansão de formação profissional onde estariam incluídos cursos de informática, de design básico, processos industriais, orçamentos, contabilidade, enfim, cursos que criem uma base técnica profissional, capacitando os cooperados em diferentes áreas, melhorando tanto o trabalho realizado pela cooperativa como preparando um eventual desligamento dos cooperados para criar seu próprio negócio.

13 Depoimento de Elvira de

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Em um trabalho cooperativo temporário, dependendo onde vai ser inserido o mobiliário, o morador poderá ter mais ou menos alternativas para resolver suas necessidades de equipamento. A concepção do sistema de um tipo de autoconstrução de móveis pode ser considerada no projeto da edificação, quando pode-se prever algum mobiliário-divisória, por exemplo, a ser executado pelo futuro ocupante da habitação. Cada caso será um caso, e disto vai depender a abrangência do design do sistema.

Neste momento é preciso levar em consideração aspectos de economia, funcionalidade, durabilidade e modulação acompanhados de uma boa forma. Para proporcionar um baixo custo, vai depender muito da matéria prima escolhida. Isto não quer dizer que o material barato precisa ser de qualidade ruim. Por isto é exigido uma habilidade de quem está projetando na busca de alternativas por menores custos.

Na definição da forma, deve-se levar em consideração uma modulação para se obter menos peças para uma maior combinação possível, possibilitando a criação de um grande número de tipos de móveis com poucas peças diferentes. Isto vai baratear o custo de produção ou simples corte destas peças. Cada móvel forma um kit de partes desmontadas, beneficiadas através de poucas operações, como compensados cortados ou tubos metálicos cortados e dobrados. Enfim, quanto menos etapas de processamento passar estes elementos que comporão o móvel, mais baratos eles ficarão. Outra consideração a fazer é sobre a montagem destes móveis que será feita em forma de autoconstrução implicando na criação de um sistema simples de montagem, possível de ser montado por qualquer leigo com o uso de ferramentas simples. A modulação

Benzer Belgeler