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2. BİLGİSAYARLI MUHASEBE EĞİTİMİ VE UYGULAMAS

2.1. Bilgisayarlı Muhasebe Eğitim

A base de dados do modelo BRIDGE-ENERGY contém quinze commodities energéticas especificamente destinadas à utilização como insumos para transformação energética ou como constituintes de composição de outros bens energéticos, quais sejam, (i) a “Lenha para Transformação” (C12); (ii) o “Bagaço de Cana para Geração Elétrica” (C44); (iii) o “Petróleo”

(C22); (iv) o “Gás Natural Associado ao Petróleo” (C23); (v) o “Gás Natural Não Associado ao Petróleo” (C24); (vi) o “Gás Natural Distribuído para Geração Elétrica” (C117); (vii) o “Carvão Metalúrgico” (C26); (viii) o “Carvão Mineral para Demais Aplicações Energéticas” (C27); (ix) o “Carvão Vapor para Geração Elétrica” (C88); (x) o “Óleo Combustível para Geração Elétrica”

(C65); (xi) o “Óleo Diesel para Geração Elétrica” (C68); (xii) o “Urânio” (C79); (xiii) a “Energia

Hidrelétrica Pública” (C111); (xiv) a “Energia Termelétrica Pública” (C113); e (xiv) a “Energia

Eólica Pública” (C115).

Relativamente à origem desses produtos, é relevante realçar que (a) dois (“Lenha

para Transformação” e “Bagaço de Cana para Geração Elétrica”) pertencem à classe dos

“Biocombustíveis e Biomassas”; (b) quatro (“Petróleo”; “Gás Natural Associado ao Petróleo”; “Gás Natural Não Associado ao Petróleo” e “Gás Natural Distribuído para Geração Elétrica”) pertencem ao agrupamento “Petróleo e Gás Natural”; (c) três (“Carvão Metalúrgico”; “Carvão

Mineral para Demais Aplicações Energéticas”; e “Carvão Vapor para Geração Elétrica”) são commodities constituintes do agrupamento “Produtos do Carvão Mineral”; (d) dois (“Óleo Combustível para Geração Elétrica” e “Óleo Diesel para Geração Elétrica”) são produtos

pertencentes ao agrupamento “Produtos Derivados de Petróleo”; (e) um (“Urânio”) é produto da classe de “Energia Nuclear”; e (f) três (“Energia Hidrelétrica Pública”; “Energia Termelétrica Pública”; e “Energia Eólica Pública”) são produtos constituintes do agrupamento “Energia Elétrica”.

No tocante às destinações específicas desses bens energéticos, cabe destacar que (a)

três produtos (“Lenha para Transformação”; “Carvão Metalúrgico” e “Carvão Mineral para

Demais Aplicações Energéticas”) constituem insumos essenciais para a produção, respectivamente, das commodities energéticas “Carvão Vegetal (Industrial e Não Industrial)”;

(“Petróleo”) constitui insumo exclusivo de processamento em parques de refino, com vistas à

obtenção de diversas modalidades de derivados energéticos e não-energéticos; (c) dois produtos

(“Gás Natural Associado ao Petróleo” e “Gás Natural Não Associado ao Petróleo”) são insumos

de composição de um mix dos produtos “Gás Natural Distribuído para Geração Elétrica”; “Gás

Natural Distribuído Automotivo” e “Gás Natural Distribuído para Demais Aplicações” com

vistas à sua comercialização para o mercado por parte de companhias (concessionárias) de distribuição de gás natural canalizado; (d) seis produtos (“Bagaço de Cana para Geração

Elétrica”; “Óleo Combustível para Geração Elétrica”; “Óleo Diesel para Geração Elétrica”; “Urânio”; “Carvão Vapor para Geração Elétrica”; e “Gás Natural Distribuído para Geração Elétrica”) são insumos energéticos exclusivamente destinados a atividades públicas e privadas de geração térmica de energia elétrica, a partir das quais se originam os produtos “Energia Termelétrica Pública” e “Energia Termelétrica de Autoprodução”; e (e) três produtos (“Energia Hidrelétrica Pública”; “Energia Termelétrica Pública” e “Energia Eólica Pública”) destinam-se

exclusivamente à composição de um mix de produtos constituintes da commodity “Energia

Elétrica Pública”.

De posse dessas considerações, é oportuno observar, por intermédio da Tabela 4.6, que as demandas dos quinze produtos destinados à utilização como insumos para transformação energética ou como constituintes de composição de outros bens energéticos se restringem a atividades de consumo intermediário, a exportações ou à composição de estoques para uso em indústrias de transformação ou energéticas.

Relativamente aos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos) realizados pelas diversas categorias de demanda da economia, a Tabela 4.7 permite evidenciar que as quinze commodities energéticas destinadas à utilização como insumos para transformação energética ou como constituintes de composição de outros bens energéticos, em conjunto, são responsáveis por (a) 6,81% do consumo intermediário; (b) 3,23% das exportações; (c) 31,54% dos estoques; e (d) 3,14% da demanda total da economia. As participações desses mesmos bens sobre os dispêndios totais com produtos especificamente energéticos atingem (a) 45,39% para o consumo intermediário; (b) 45,03% para as exportações; (c) 51,68% para os estoques; e (d) 38,45% da demanda total por produtos energéticos.

No caso específico da categoria de consumo intermediário, as participações das principais commodities energéticas destinadas à utilização como insumos para transformação energética ou como constituintes de composição de outros bens energéticos, em ordem decrescente face aos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos), são (i) o “Petróleo”, com

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Petróleo”, com 0,36%; (iv) a “Energia Termelétrica Pública”, com 0,31%; (v) o “Carvão Metalúrgico”, com 0,24%; (vi) o “Gás Natural Não Associado ao Petróleo”, com 0,12%, (vii) o “Óleo Diesel para Geração Elétrica”, com 0,0727%; e (viii) o “Gás Natural Distribuído para

Geração Elétrica”, com 0,0684% de participação.

Relativamente às exportações, a única commodity energética destinada à utilização

como insumo para transformação energética integrante da pauta exportadora é o “Petróleo”, com

3,23%.

No que concerne aos estoques, as participações das quatro commodities energéticas integrantes da categoria, destinadas à utilização como insumos para transformação energética ou como constituintes de composição de outros bens energéticos, em ordem decrescente face aos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos), são (i) o “Petróleo”, com 32,25%; (ii) o

“Urânio”, com -0,59%; (iii) o “Carvão Vapor para Geração Elétrica”, com -0,28%; e (iv) o “Carvão Metalúrgico”, com -0,15% de participação.

Por fim, no que diz respeito à demanda total, as participações das principais commodities energéticas destinadas à utilização como insumos para transformação energética ou como constituintes de composição de outros bens energéticos, em ordem decrescente face aos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos), são (i) o “Petróleo”, com 2,05%; (ii) a

“Energia Hidrelétrica Pública”, com 0,54%; (iii) o “Gás Natural Associado ao Petróleo”, com 0,15%; (iv) a “Energia Termelétrica Pública”, com 0,13%; (v) o “Carvão Metalúrgico”, com

0,10%; (vi) o “Gás Natural Não Associado ao Petróleo”, com 0,05%; (vii) o “Óleo Diesel para

Geração Elétrica”, com 0,0303%; e (viii) o “Gás Natural Distribuído para Geração Elétrica”,

com 0,0285% de participação.

De modo a proporcionar uma visão mais detalhada das estruturas de demanda por insumos para transformação energética e composição de outros bens energéticos, as Tabelas 4.8 e 4.9 apresentam, respectivamente, (i) as participações setoriais de demanda de bens energéticos aplicáveis a processos de transformação e composição de outros bens energéticos; e (ii) as participações setoriais sobre a demanda de bens energéticos pertencentes aos agrupamentos de

Tabela 4.8 – Participações Setoriais de Demanda de Bens Energéticos Aplicáveis a Processos de Transformação e Composição de Outros Bens Energéticos

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Tabela 4.9 – Participações Setoriais sobre a Demanda de Bens Energéticos pertencentes aos

agrupamentos de “Petróleo e Gás Natural” (upstream) e de “Produtos do Carvão Mineral”

Fonte: Elaboração própria, a partir da base de dados desenvolvida para o modelo BRIDGE-ENERGY.

b) Transformação Industrial e Consumo Intermediário de Uso Geral

A base de dados do modelo BRIDGE-ENERGY contém quinze commodities energéticas especificamente destinadas à utilização como insumos para atividades de consumo intermediário (excluídas as atividades de transportes), em geral, e em processos de

transformação industrial, em particular , quais sejam, (i) a “Lenha para Demais Aplicações Energéticas” (C13); (ii) o “Carvão Vegetal Não Industrial” (C14); (iii) o “Bagaço de Cana para

Demais Aplicações Energéticas” (C45); (iv) o “Carvão Vegetal Industrial” (C81); (v) o “Gás Natural Distribuído para Demais Aplicações” (C119); (vi) o “Carvão Metalúrgico” (C26); (vii) o

“Carvão Mineral para Demais Aplicações Energéticas” (C27); (viii) o “Coque de Carvão Mineral” (C74); (ix) o “Gás Liquefeito de Petróleo” (C62); (x) o “Óleo Combustível para

Demais Aplicações Energéticas” (C67); (xi) o “Óleo Diesel para Demais Aplicações Energéticas” (C70); (xii) o “Coque Verde de Petróleo” (C73); (xiii) a “Energia Hidrelétrica de Autoprodução” (C112); (xiv) a “Energia Termelétrica de Autoprodução” (C114); e (xv) a

“Energia Elétrica Pública” (C116).

Relativamente à origem desses produtos, é relevante realçar que (a) quatro (“Lenha para Demais Aplicações Energéticas”; “Carvão Vegetal Não Industrial”; “Bagaço de Cana para

“Biocombustíveis e Biomassas”; (b) um (“Gás Natural Distribuído para Demais Aplicações”) pertence ao agrupamento “Petróleo e Gás Natural”; (c) três (“Carvão Metalúrgico”; “Carvão Mineral para Demais Aplicações Energéticas” e “Coque de Carvão Mineral”) são commodities constituintes do agrupamento “Produtos do Carvão Mineral”; (d) quatro (“Gás Liquefeito de

Petróleo”; “Óleo Combustível para Demais Aplicações Energéticas”; “Óleo Diesel para Demais Aplicações Energéticas” e “Coque Verde de Petróleo”) são commodities pertencentes ao

agrupamento “Produtos Derivados de Petróleo”; e (e) três (“Energia Hidrelétrica de

Autoprodução”; “Energia Termelétrica de Autoprodução” e “Energia Elétrica Pública”) são

produtos constituintes do agrupamento “Energia Elétrica”.

Relativamente aos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos) realizados pelas diversas categorias de demanda da economia, a Tabela 4.7 permite evidenciar que as quinze commodities energéticas destinadas à utilização como insumos para atividades de consumo intermediário, em geral, e em processos de transformação industrial, em particular , em conjunto, são responsáveis por (a) 4,02% do consumo intermediário; (b) 2,83% do consumo das famílias; (c) 1,89% das exportações; (d) 12,79% dos estoques; e (e) 2,55% da demanda total da economia. As participações desses mesmos bens sobre os dispêndios totais com produtos especificamente energéticos atingem (a) 26,79% para o consumo intermediário; (b) 56,38% para o consumo das famílias; (c) 26,28% para as exportações; (d) 20,96% para os estoques; e (e) 31,24% da demanda total por produtos energéticos.

No caso específico da categoria de consumo intermediário, as participações das principais commodities energéticas destinadas à utilização como insumos para atividades de consumo intermediário, em geral, e em processos de transformação industrial, em particular, em ordem decrescente face aos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos), são (i) a “Energia Elétrica Pública”, com 2,56%; (ii) o “Gás Natural Distribuído para Demais Aplicações”, com 0,29%; (iii) o “Óleo Combustível para Demais Aplicações Energéticas”, com 0,25%; (iv)

“Carvão Metalúrgico”, com 0,24%; (v) a “Energia Termelétrica de Autoprodução”, com 0,17%; (vi) o “Bagaço de Cana para Demais Aplicações Energéticas”, com 0,10%; (vii) o “Carvão

Vegetal Industrial”, com 0,09%; (viii) a “Energia Hidrelétrica de Autoprodução”, com 0,073%;

(ix) o “Óleo Diesel para Demais Aplicações Energéticas”, com 0,0713%; e (x) o “Coque de Carvão Mineral”, com 0,05% de participação.

De modo a proporcionar uma visão mais detalhada da demanda setorial por energia, a Tabela 4.10 apresenta as participações dos 62 setores sobre a demanda de bens energéticos para processos de transformação industrial e para consumo intermediário de uso geral.

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Tabela 4.10 – Participações Setoriais sobre a Demanda de Bens Energéticos para Transformação Industrial e Consumo Intermediário de Uso Geral

(excluídos os agrupamentos de “Energia Elétrica” e “Produtos do Carvão Mineral”)

c) Transportes

A base de dados do modelo BRIDGE-ENERGY contém oito commodities energéticas especificamente destinadas à utilização como combustíveis para transporte, quais

sejam, (i) a “Gasolina Automotiva” (C63); (ii) o “Gasoálcool” (C64); (iii) o “Óleo Combustível para Transporte” (C66); (iv) o “Óleo Diesel para Transporte” (C69); (v) o “Querosene de Aviação” (C71); (vi) o “Álcool Carburante Anidro” (C76); (vii) o “Álcool Carburante Hidratado” (C77); e (viii) “Gás Natural Distribuído Automotivo” (C118).

Relativamente à origem desses produtos, é relevante realçar que (a) dois (“Álcool

Carburante Anidro” e “Álcool Carburante Hidratado”) pertencem à classe dos biocombustíveis;

(b) quatro (“Gasolina Automotiva”; “Óleo Combustível para Transporte”; “Óleo Diesel para Transporte” e “Querosene de Aviação”) constituem produtos derivados diretos do “Petróleo” (C22); (c) um (“Gasoálcool”) é produto resultante da composição de outros dois produtos, dos quais um é derivado do petróleo (“Gasolina Automotiva”) e o outro, um biocombustível (“Álcool Carburante Anidro”); e (d) um (“Gás Natural Distribuído Automotivo”) é produto resultante da composição dos produtos “Gás Natural Associado ao Petróleo” (C23) e “Gás Natural Não Associado ao Petróleo” (C24).

Do ponto de vista das destinações dos produtos orientados para uso final em transportes, cabe destacar que (a) três (“Gasoálcool”; “Álcool Carburante Hidratado” e “Gás

Natural Distribuído Automotivo”) destinam-se, primordialmente, ao modal de transporte rodoviário; (b) um (“Óleo Combustível para Transporte”) é especificamente destinado ao modal

de transporte hidroviário; um (“Óleo Diesel para Transporte”), tecnicamente mais versátil, destina-se aos modais rodoviário, ferroviário e hidroviário; e (d) um (“Querosene de Aviação”) é de utilização restrita ao modal aeroviário.

Relativamente aos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos) realizados pelas diversas categorias de demanda da economia, a Tabela 4.7 permite evidenciar que as oito commodities energéticas destinadas aos segmentos de transporte, em conjunto, são responsáveis por (a) 4,44% do consumo intermediário; (b) 2,19% do consumo das famílias; (c) 2,06% das exportações; (d) 16,85% dos estoques; e (e) 2,58% da demanda total da economia. As participações desses mesmos bens sobre os dispêndios totais com produtos especificamente energéticos atingem (a) 29,57% para o consumo intermediário; (b) 43,52% para o consumo das famílias; (c) 28,69% para as exportações; (d) 27,61% dos estoques; e (e) 31,64% da demanda total por produtos energéticos.

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No caso específico da categoria de consumo intermediário, as principais commodities energéticas utilizadas como combustíveis para transporte, em ordem decrescente de participação nos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos), são (i) o “Óleo Diesel para Transporte”,

com 2,14%; (ii) a “Gasolina Automotiva”, com 0,90%; (iii) o “Gasoálcool”, com 0,64%, (iii) o “Álcool Carburante Hidratado” e o “Querosene de Aviação”, ambos com 0,22%; e (iv) o “Gás Natural Distribuído Automotivo” e o “Óleo Combustível para Transporte”, ambos com 0,03% de

participação.

No tocante à categoria de consumo das famílias, as quatro commodities energéticas utilizadas como combustíveis para transporte, em ordem decrescente de participação nos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos), são (i) o “Gasoálcool”, com 1,66%, (ii) o

“Álcool Carburante Hidratado”, com 0,23%; (iii) o “Óleo Diesel para Transporte”, com 0,19%; e (iv) o “Gás Natural Distribuído Automotivo”, com 0,10% de participação.

Relativamente às exportações, as principais commodities energéticas para transportes, em ordem decrescente de participação nos dispêndios totais (energéticos e não-

energéticos) por parte do setor externo, são (i) a “Gasolina Automotiva”, com 0,82%; (ii) o “Querosene de Aviação”, com 0,55%; (iii) o “Álcool Carburante Hidratado”, com 0,36%; (iv) o “Óleo Diesel para Transporte”, com 0,20%; e (v) o (“Álcool Carburante Anidro”), com 0,13% de

participação.

No que concerne aos estoques, as principais commodities energéticas para transportes, em ordem decrescente de participação nos dispêndios totais (energéticos e não-

energéticos), são (i) o “Óleo Diesel para Transporte”, com 12,29%; (ii) a “Gasolina Automotiva”, com 8,04%; (iii) o “Álcool Carburante Hidratado”, com -4,08%; e (iv) o “Querosene de Aviação”, com 0,60% de participação.

Por fim, no que diz respeito à demanda total, as principais commodities energéticas utilizadas como combustíveis para transporte, em ordem decrescente de participação nos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos), são (i) o “Óleo Diesel para Transporte”, com 0,97%; (ii) o “Gasoálcool”, com 0,68%, (iii) a “Gasolina Automotiva”, com 0,45%; (iv) o

“Álcool Carburante Hidratado”, com 0,17%; (v) o “Querosene de Aviação”, com 0,13%; (vi) “Álcool Carburante Anidro”, com 0,12%; (vii) o “Gás Natural Distribuído Automotivo”, com

0,04%; e (viii) o “Óleo Combustível para Transporte”, com 0,01% de participação.

De modo a proporcionar uma visão mais detalhada da demanda setorial por insumos energéticos para transportes, a Tabela 4.11 apresenta as participações dos 62 setores da economia sobre o consumo intermediário de bens energéticos para essa finalidade específica.

Tabela 4.11 – Participações Setoriais sobre o Consumo Intermediário de Bens Energéticos para Transportes

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d) Consumo Doméstico de Energia

A base de dados do modelo BRIDGE-ENERGY contém sete commodities energéticas especificamente destinadas à utilização para consumo doméstico de energia, quais

sejam, (i) a “Lenha para Demais Aplicações Energéticas” (C13); (ii) o “Carvão Vegetal Não Industrial” (C14); (iii) o “Gás Natural Distribuído para Demais Aplicações” (C119); (iv) o “Gás

Liquefeito de Petróleo” (C62); (v) o “Óleo Diesel para Demais Aplicações Energéticas” (C70);

(vi) o “Querosene Iluminante” (C72); e (vii) a “Energia Elétrica Pública” (C116).

Relativamente à origem desses produtos, é relevante realçar que (a) dois (“Lenha para Demais Aplicações Energéticas” e “Carvão Vegetal Não Industrial”) pertencem à classe dos “Biocombustíveis e Biomassas”; (b) um (“Gás Natural Distribuído para Demais Aplicações”) pertence ao agrupamento “Petróleo e Gás Natural”; (c) três (“Gás Liquefeito de Petróleo”; “Óleo

Diesel para Demais Aplicações Energéticas” e “Querosene Iluminante”) são commodities

pertencentes ao agrupamento “Produtos Derivados de Petróleo”; e (d) um (“Energia Elétrica

Pública”) é produto constituinte do agrupamento “Energia Elétrica”.

Relativamente aos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos) realizados pelas diversas categorias de demanda da economia, a Tabela 4.7 permite evidenciar que as sete commodities energéticas destinadas à utilização para consumo doméstico de energia, em conjunto, são responsáveis por (a) 3,00% do consumo intermediário; (b) 2,84% do consumo das famílias; (c) 0,05% das exportações; (d) 5,18% dos estoques; e (e) 1,97% da demanda total da economia. As participações desses mesmos bens sobre os dispêndios totais com produtos especificamente energéticos atingem (a) 20,00% para o consumo intermediário; (b) 56,48% para o consumo das famílias; (c) 0,67% para as exportações; (d) 8,49% para os estoques; e (e) 24,18% da demanda total por produtos energéticos.

No tocante à categoria de consumo das famílias, as sete commodities energéticas especificamente destinadas à utilização para consumo doméstico de energia, em ordem decrescente de participação nos dispêndios totais (energéticos e não-energéticos), são (i) a

“Energia Elétrica Pública”, com 2,27%; (ii) o “Gás Liquefeito de Petróleo”, com 0,49%; (iii) o “Gás Natural Distribuído para Demais Aplicações”, com 0,0214%; (iv) a “Lenha para Demais Aplicações Energéticas”, com 0,0201%; (v) o “Carvão Vegetal Não Industrial” e o “Óleo Diesel

para Demais Aplicações Energéticas”, cada um dos quais com 0,0134%; e (vi) o “Querosene