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AİLE İLİŞKİLERİNDE KADIN HAKLARI

4.1 Baba-Kız İlişkileri

O Cráton Amazônico representa uma enorme unidade tectônica que se comportou como uma massa continental única, estável no final do Proterozóico em relação a uma série de cinturões marginais (Paraguai – Araguaia, Brasil central; Tocantins, norte do Brasil; Tucavaca, na Bolivia; Tassinari et al. 1996). A estrutura interna do Cráton Amazônico foi considerada durante os anos 60 e 70 como uma massa continental antiga, estável, formada durante o Arqueano e que foi afetada por episódios tectônicos sucessivos de rejuvenescimento e retrabalhamento termal (Amaral, 1974; Montalvão, 1976; Issler, 1977).

As primeiras tentativas de subdivisão da Plataforma Amazônica foram feitas principalmente por Almeida (1967), Suszczynski (1969), Amaral (1974), Almeida et al., (1974), Montalvão (1976) e Issler (1977) que introduziram o conceito de províncias estruturais aplicado ao território brasileiro. Por exemplo, a porção meridional do Craton Amazônico já foi denominada (alguns autores utilizam ainda hoje) Cráton do Guaporé e Província Tapajós.

A partir da conceituação do termo “cinturão móvel” (mobile belt; Anhaeusser, 1975), para o Pré-Cambriano mundial, Cordani et al. (1979), fundamentados basicamente em dados geocronológicos disponíveis da região Amazônica, propuseram um modelo geodinâmico para evolução pré-cambriana dessa região. Inicialmente, caracterizaram a Província Geocronologica Estrutural Amazônia Central, de vocação cratônica desde o Pre-Cambriano Inferior, com idades aparentemente transamazônicas. Ao redor deste núcleo cratônico, desenvolveram-se em épocas sucessivas três cinturões móveis (mobile belt), ativos e distintos, alinhados grosseiramente na direção NW-SE em relação à Província Amazônica Central (Tassinari & Macambira, 1999): i) Maroni – Itacaiúnas (2,0 – 1,8 Ga) desenvolveu-se na porção norte oriental da Província Amazônica Central; ii) Rio Negro – Juruena (1,7 – 1,4 Ga) edificou-se na parte centro sul; iii) Rondoniano (1,4 – 1,1 Ga) desenvolvido na extremidade sul – ocidental da Província Amazônica Central.

A província kimberlítica/diamantífera de Juína (PKDJ; ou Aripuanã, Schultz Filho, 1981) localiza-se na parte meridional do Craton Amazônico (Fig. 2.2). A grande maioria das intrusões kimberlíticas encontra-se alojada em rochas sedimentares Permo- Carboníferas da Formação Fazenda da Casa Branca (Bacia dos Parecis; Siqueira, 1989). Porém, alguns corpos kimberlíticos encontram-se instalados em rochas granito-

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gnáissicas do embasamento regional. Esse embasamento está representado, na área, pela denominada Província Geocronológica Rio Negro - Juruena (Cordani et al., 1979; Tassinari, 1981; Teixeira et al., 1989).

Fig. 2.2a – Mapa esquemático mostrando a distribuição das Províncias Geocronológicas do Cráton

Amazônico (Tassinari & Macambira, 1999), com as principais associações litológicas e a localização da Província kimberlítica de Juína, MT.

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Devido à insuficiência de informações na época, esse modelo de evolução geotectônica baseado em acreções laterais não foi muito aceito e nem utilizado nos trabalhos executados pelo projeto RadamBrasil na região sul da Amazônia (Folha SC.21 – Juruena, Silva et al., 1981; e Folha SD.21 – Cuiabá, Barros et al., 1982). Os autores preferiram a utilização de denominação regional tal como Complexo Xingu (proposta por Silva et al., 1974), para as rochas mais antigas, que constitui o embasamento cristalino dessa região.

A descrição sobre a geologia regional que se segue foi extraída principalmente de Silva et al., (1980) e está empilhado (numerado) em ordem decrescente de idade (do mais velho para o mais jovem):

i) Complexo Xingu é a unidade litoestratigráfica mais antiga verificada regionalmente e faz contato superior com a grande maioria das unidades mais jovens. É constituído de uma unidade polimetamórfica cujas rochas muito transformadas e deformadas estão representadas por granitos, adamelitos, granodioritos, quarzo dioritos, metabasitos, xistos e raros anfibolitos e granulitos;

ii) Grupo Uatumã este grupo encontra-se subdividido na Formação Iriri e nos Granitos tipo Teles Pires. A Formação Iriri inclui as rochas vulcânicas ácidas a intermediárias (riolitos, riodacitos e dacitos), suas respectivas piroclásticas (tufos, ignimbritos e aglomerados vulcânicos), acrescidas de contribuições metassedimentares (conglomerados polimicticos, arcóseos, quartzitos, chert, folhelhos e siltitos) e vulcânicas básicas subordinadas (andesitos e basaltos);

O granito Teles Pires corresponde a feição circular destacada pelas imagens de radar e formam maciços bastante arrasados pela erosão. Está representado por intrusões subvulcânicas a hipoabissais (granito, granito pórfiro, microgranito, granito gráfico, riebeckita granito e granito rapakivi) relacionadas a um episódio plutônico que se sobrepõe aos acontecimentos vulcânicos;

iii) Grupo Beneficiente é considerado como um pacote sedimentar, marinho e continental, cuja litologia é ortoquatzitos, arcóseos, arenitos feldspáticos, metarenitos, metarcóseos, bancos de calcários dolomíticos com estromatólitos, argilitos, chert, folhelhos, siltitos bem laminados, conglomerados polimicticos e sequência sedimentar ferrífera.

iv) Granito Serra da Providência trata-se de hornblenda-biotita granito, de natureza intrusiva, estrutura maciça e textura granular.

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Rizzotto et al. (1995) e Rizzotto & Hartmann (2012), em trabalhos próximo ao rio Roosevelt caracterizaram a Sequência metavulcanossedimentar Roosevelt, na qual incluíram as rochas vulcânicas da antiga Formação Roosevelt, os sedimentos Grupo Beneficente e os granitos da Suíte Serra da Providência. Para esses autores, as relações de campo mostram uma interdigitação entre as vulcânicas (Formação Roosevelt de Leal

et al., 1978 ou Formação Iriri) e os sedimentos (Grupo Beneficente), denotando

vulcanismo e sedimentação concomitantes, em faixas métricas a decamétricas, representadas por dacitos, quartzo-pórfiros, riodacitos, lapilli tufos, tufos e cinzas ácidos a intermediários, filitos, sericita-quartzo xistos e formações ferríreras. A essa unidade os autores denominam Sequência Metavulcanossedimentar Roosevelt. Inclusive, o conglomerado basal pertencente ao Grupo Beneficente, é composto por seixos de vulcânicas ácidas e tufos dessa sequência vulcanossedimentar.

v) Grupo Caiabis nesta unidade litoestratigráfica incluem-se as Formações Dardanelos, Arinos e Alcalinas Canamã. A Formação Dardanelos é um pacote sedimentar tipicamente continental constituído de arenitos feldspáticos e arcoseanos, arenitos silicificados, conglomerados polimicticos intraformacionais, subgrauvaca vulcânica e arcóseos. A Formação Arinos é constituída por basaltos alcalinos e calcioalcalino e intercalados com arcóseos da Formação Dardanelos. Alcalinas Canamã são rochas intrusivas, subvulcânicas que variam entre sienitos, microssienitos até quartzo sienitos;

2.2.1 – EVOLUÇÃO GEOTECTÔNICA DA PROVÍNCIA RIO NEGRO -

JURUENA

A evolução geotectônica dessa província é de grande importância por representar as rochas encaixantes dos kimberlitos da Província Kimberlítica de Juína e possivelmente, sejam essas rochas o provável protólito de eclogitos encontrados como xenólitos nesses kimberlitos.

Dados isotópicos (U-Pb, Rb-Sr, Pb-Pb e K-Ar) provenientes de amostras do embasamento e de granitoides pós-tectônicos, têm demonstrado que a evolução crustal da Amazônia pode ser descrita como alguns núcleos arqueanos, que foram amalgamados através de cinturões móveis de idades relativas ao ciclo orogênico Transamazônico, e que, por sua vez, estes grandes fragmentos neoformados foram agregados por uma sucessão de arcos magmáticos com idades variáveis desde 1,9 até 1,55 Ga. Finalmente, esta imensa área continental sofreu a atuação, em sua borda sudoeste, de dois eventos orogênicos de natureza predominantemente ensiálica,

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denominados de Rondoniano – San Ignácio e Sunsás (Cordani et al., 1979; Teixeira et

al., 1989; Tassinari et al., 1996)

Em revisão geocronológica feita por Sato & Tassinari (1997) e Tassinari & Macambira (1999), o Cráton Amazônico foi dividido nas seguintes Províncias Geocronológicas (Fig. 2.2a):

i) Província Amazônia Central (> 2,3 Ga) constitui uma importante feição tectônica do Cráton Amazônico, que inclui fragmentos continentais com idades radiométricas arqueanas, ou com idades antigas inferidas a partir de relações geológicas. Estes fragmentos foram preservados pela orogenia transamazônica, mantendo-se tectonicamente estáveis desde o Arqueano, servindo de palco apenas para atividades ígneas cratogênicas durante o Proterozóico.

ii) Província Maroni – Itacaiúnas (2,2 – 1,95 Ga) teve sua evolução metamórfica entre aproximadamente 2,2 e 1,95 Ga. Este domínio possui uma grande extensão ocorrendo no Suriname, Guiana Francesa, Venezuela e partes do Brasil (Pará e Amapá). Em grandes traços, essa província pode ser dividida em: a) terrenos gnáissicos-granulíticos com protólitos arqueanos, que seriam partes retrabalhadas da Província Amazônia Central, e b) terrenos granito – greenstone e granulíticos diferenciados do manto durante a orogênese transamazônica; iii) Província Ventuari – Tapajós (1,95 – 1,8 Ga), pouco mais jovem que a

província anterior, teve a sua evolução crustal entre 1,95 e 1,8 Ga (Tassinari et

al., 1996) ocorrendo na porção ocidental do Cráton Amazônico, juntamente com

a Província Rio Negro – Juruena. A parte sul da Província Ventuari – Tapajós foi afetada por vulcanismo ácido, intermediário a calcioalcalino (Formação Iriri) associado aos granitoides Maloquinha com idade entre 1,89 –1,84 Ga (Santos et al., 1997; Vazques et al., 1999; Moura et al., 1999) e por vulcano - plutonismo ácido a intermediário do granito Teles Pires datado em 1,7 – 1,6 Ga (Tassinari et al., 1996). As rochas sedimentares de plataforma dos Grupos Gorotire e Beneficente (1,8 – 1,6 Ga e 1,7 – 1,3 Ga, respectivamente; Santos et

al., 1997; Tassinari et al., 1978) recobrem essas rochas vulcânicas não

deformadas e são atravessados por diques máficos;

iv) Província Rio Negro – Juruena (1,80 – 1,55 Ga), constituindo uma zona de intensa granitização e migmatização, desenvolvida através de uma sucessão de arcos magmáticos entre 1,95 e 1,55 Ga. As rochas do embasamento dessa província são compostas de granito–gnaisses e granitoides com composição

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gronodiorítica a tonalítica principalmente. O metamorfismo impresso nessas rochas é predominantemente o da fácies anfibolito alto, embora localmente ocorram assembléias da fácies granulito ;

v) Província Rondoniana – San Ignácio (1,5 – 1,3 Ga) encontra-se situada na parte sudoeste do Cráton Amazônico, incluindo rochas polimetamórficas formadas principalmente dentro do intervalo de tempo 1,5 a 1,3 Ga, mas também contendo núcleos preservados de rochas mais antigas. A presença destes núcleos antigos, com idades relativas ao Ciclo Orogênico Transamazônico ou mais antigas, aliadas aos parâmetros de geoquímica isotópica de Sr e Nd, confere ao domínio Rondoniana – San Ignácio um caráter evolutivo principalmente ensiálico, com o evento datado em 1,5 a 1,3 Ga, retrabalhando rochas mais antigas principalmente no Paleoproterozóico. As rochas que constituem o embasamento desse domínio incluem diversos tipos de migmatitos e um grande volume de rochas gnáissicas de composição granítica a gronodiorítica e anfibolitos, metamorfizadas principalmente na fácies anfibolito, embora ocorrendo também granulitos bandados e charnoquitos em quantidades subordinadas, além de rochas metassedimentares de baixo grau;

vi) Província Sunsás (1,25 – 1,0 Ga) ocorre no extremo sudoeste do Cráton Amazônico e inclui as rochas pré-cambrianas mais novas desse cráton. Esse domínio comporta as rochas geradas durante a orogenia Sunsás, definida por Litherland & Bloomfield (1981), como compreendendo à erosão de rochas geradas nos ciclos orogênicos anteriores, a deposição desses sedimentos clásticos, e subsequente deformação e metamorfismo, acompanhado de atividades ígneas graníticas e básica-ultrabásicas. A atividade granítica relacionada à Orogenia Sunsás é reunida em dois grupos geocronologicamente distintos: o mais antigo com idades próximas de 1,1 Ga e o mais novo com idades ao redor de 990 Ma. Associadas à evolução tectônica da faixa móvel Sunsás ocorrem rochas básicas e ultrabásicas compondo uma intrusão diferenciada denominada de Complexo Ígneo Rincon del Tigre, datado em 992 Ma. (Litherland & Bloomfield, 1981).

A Província Geocronológica Rio Negro - Juruena (Tassinari, 1981; Teixeira et

al., 1989; Tassinari et al., 1996; Sato & Tassinari, 1997), constitui-se de um cinturão

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de comprimento por 600 km de largura, situado na porção oeste do Cráton Amazônico envolvendo parte do Brasil, Venezuela e Colombia (Fig. 2.2a).

Para melhor entendimento regional, Tassinari et al. (1996) subdividiram essa província em duas regiões: i) Região do Alto Rio Negro (parte noroeste) e ii) Região Porto Velho – Juruena (parte sudeste), separadas pela grande área sedimentar da bacia paleozóica do Amazonas. O evento intrusivo kimberlítico de Juína encontra-se instalado em rochas da região de Porto Velho – Juruena.

As rochas predominantes do embasamento dessa província são granito – gnaisses e granitoides de composição granodiorítica e tonalítica principalmente. Entretanto, na parte noroeste ocorre um predomínio de biotita-titanita monzogranitos (Dall’Agnol & Macambira, 1992); já parte sudeste as rochas do embasamento são compostas de terrenos granito–migmatitos e gnaisses de composição tonalítica.

O padrão geocronológico avaliado para rochas do embasamento da província Rio Negro – Juruena (idades Rb-Sr, Pb-Pb e U-Pb) apresentou intervalos de tempos entre 1,8 – 1,7 Ga e 1,65 – 1,55 Ga, com razão inicial de 87Sr/86Sr entre 0,702 e 0,706 e valores positivos de Nd (+4 a –2, em relação CHUR, calculado para 1,8 Ga) para maioria das rochas. Isto sugere uma origem juvenil para as rochas do embasamento dessa província (Tassinari et al., 1996).

As rochas de sequências supracrustais estão representadas, na porção sudeste da província, pela unidade metavulcano-sedimentar Roosevelt compostas por dacitos, riolitos, andesitos, tufos, brechas vulcânicas, argilitos, arenitos e formação ferrífera bandada. A idade U-Pb em zircão de dacitos apresentou valor de 1,74 Ga (Santos et al., 1999) com isócrona Rb-Sr em rocha total de vulcânicas produzindo idade de 1,56 Ga. (Tassinari et al., 1996). A idade mais antiga é interpretada como o tempo de formação para o vulcanismo e a idade mais jovem pode estar relacionado com o evento metamórfico. O metamorfismo nessas rochas é o da fácies xisto verde.

O Grupo Caiabis, localizado na parte sudeste da província, é composto por sequência vulcanossedimentar caracterizada por vulcanismo calcioalcalino, ácido a intermediário, sem deformação e rochas sedimentares de ambiente aquático raso. Basaltos alcalinos, calcioalcalino e toleíticos apresentaram idade entre 1,4 –1,2 Ga (Tassinari et al., 1978). Toda essa unidade é considerada por Tassinari & Macambira (1999), como sendo relacionada a um sistema de rift produzido em área continental estável como reflexo de atividades orogênicas em área vizinha.

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O magmatismo de granitóides anorogênicos nesta província está representado por granitos do tipo A, intraplaca, com composição monzogranítica a sienogranítica, alguns com textura rapakivi, associados com gabro, sienito, mangerito e charnockito. Esse evento plutônico desenvolveu-se em episódios com idades que variam desde 1,6 a 0,97 Ga (Tassinari & Macambira, 1999). A Suíte Intrusiva Serra da Providência é o evento mais antigo (1,6 –1,53 Ga), seguido pela suíte intrusiva Teotônio e pelo maciço de Santo Antônio (com idade ao redor de 1,4 Ga), granitos rapakivi de Rondônia (1,3 – 1,2 Ga) e finalizando com granitos anorogênicos jovens cujas idades variam entre 1,1 a 0,95 Ga.

A atividade magmática máfica nessa província ocorreu em três diferentes períodos de tempo: uma mais antiga com idades entre 1,4 – 1,35 Ga, outra intermediária com idades entre 1,25 – 1,15 Ga e a mais jovem com idades entre 0,98 – 0,95 Ga (Tassinari et al., 1996).

Na região de Jauru, localizada na parte sudeste dessa província, ocorrem algumas sequências metavulcanossedimentar interpretada por alguns autores (Monteiro

et al., 1986) como sequência greenstone belts. Nesta região, Geraldes et al. (1999)

obtiveram idades (U-Pb em zircão) entre 1,8 – 1,55 Ga, com idades modelo (Sm-Nd, manto empobrecido) entre 1,9 –1,75 Ga em rochas graníticas e ortognaisses. Essas idades estão de acordo com o padrão geocronológico da província e foram consideradas pelos autores, como uma possível extensão da Província Rio Negro – Juruena nesta região (Tassinari & Macambira, 1999).

Tanto a Província Ventuari – Tapajós quanto a Província Rio Negro-Juruena e parte da Província Rondoniana – San Ignácio representam uma vasta área de crosta continental juvenil. Essa grande área foi acrecionada à Província Amazônia Central e Província Maroni – Itacaiúnas num período de tempo entre 1,95 e 1,45 Ga através de sucessivos arcos magmáticos, provavelmente produzindo subducção de litosfera oceânica (Tassinari & Macambira, 1999).

Em recente mapeamento da Folha Juína pela CPRM (SC.21-Y-C; 1:250.000), Martins & Abdalla (2007) revisaram a coluna estratigráfica para área, conforme detalhado na figura 2.2b-c.

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Fig. 2.2c – Coluna estratigráfica da Folha Juína (SC.21-Y-C; 1:250.000) revisada e atualizada por Martins & Abdalla (2007).

Benzer Belgeler